Projeto Angel - Diários da rebelião
1 O início.
Novamente,lá estava eu,fugindo da polícia,eu fui condenado novamente por algo que não fiz...
Algo me protegia,os policiais nunca obtiveram êxito em me capturar,como se alguma energia minha não deixasse.
Ao olhar para trás apenas o que eu via era sangue... Um dos policiais havia atirado acidentalmente em seu amigo,ele estava parado ajoelhado,implorando pela sobrevivência de seu amigo,minha mente não suportou,fui em direção ao policial,ajoelhei e disse:
"Ele está em um lugar melhor,sua hora havia chegado,não foi culpa sua".
O policial,ainda choroso e amedrontado com a situação olhou para mim,e,com medo,me disse:
"Por que,por que está me ajudando? eu tentei te prender por algo que claramente não fez!"
Abri um sorriso,olhei para ele e disse:
"Não foi culpa sua,eu sei,você está apenas cumprindo seu serviço,agora,não temos muito tempo antes dos reforços chegarem,saia daqui o mais rápido possível!"
O policial acena com a cabeça,e sai do local,eu fujo do local,correndo para um beco escuro,e me escondendo.
Já estava de noite,eu estava em um prédio abandonado,do qual eu havia tomado posse para me refugiar.Foi quando escutei gritos de desespero e tiros,peguei uma arma próxima a mim,da qual eu uso para proteção,e saí na rua,me escondendo no escuro.
Era algo horrível,corpos de inocentes,gente chorando,não deu para suportar.Os militares haviam tomado posse do país...
Eu,com muita raiva,saco a arma,e dou um tiro em um militar,esse sim havia culpa do que fez,era de seu interesse tomar o país junto com os outros,alguns militares próximos percebem,mas não conseguem me detectar,as sombras da noite me protegiam,de longe se escutava:
"Procurem pelo responsável! é o nosso alvo! Ethan Woods! Matem-no!"
Meu ódio havia crescido,segui pelas sombras dos prédios,até chegar no responsável pela frase,mirei no meio de sua face,e puxei o gatilho,minha raiva falou por mim,meus gritos se manifestaram:
"Filho da puta! morra seu porco sujo! é isso que você merece por matar pessoas inocentes!"
Todos os militares me perceberam,e me encararam como se fossem me matar,mas nem sequer levantaram suas armas,a situação os amedrontou,como se tivessem visto um fantasma,alguns segundos depois,corri para um local seguro,até que a situação se acalmasse...
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