Projeto Ômega
33 Sonhos
Notas iniciais
PΩV Arthur
Diário, hoje foi um dia difícil, Amy e Alex – que eu nem ligaria se ele não fosse minha responsabilidade – continuam desaparecidos, Mellina passa mais tempo do que o normal com Melissa. Loki está cada vez mais travesso – coisa que odiaria se não fosse que ele apronta com a Zeuza. Problemas e brigas estão cada vez mais frequentes, me fazendo cada vez mais ter que separa-las; por isso estou muito cansado e
Bocejei, com sono, deixando a caneta na escrivania e levantando, deitei na cama, pensando nesse dia. Meus olhos pesaram bocejei novamente, e adormeci.
Sonhei com um ano atrás.
Estava andando na Dimensão Ômega, passei pelas paredes da mansão Ômega e parei, em frente a uma porta com um nome escrito nela: Jean. Respirei fundo e bati na porta. Jean abriu.
–Sim?
–Posso entrar?
Um sorriso passou no rosto dele, ele abriu a porta e...
O sonho mudou.
Estava em um lugar estranho, de um lado neve e gelo com árvores congeladas e cheias de gelo, e do outro, um lugar destruído e queimado. Estava cansado, e machucado. Então, saindo da escuridão, um, enorme vulto com um casaco marrom saiu de lá com sua bota preta metálica e calça marrom. Ele se aproximou se abaixou, em um joelho, e disse:
–Como vai? Arthur.
Só com segui dizer uma palavra:
–Tártaro...
–Sim...
Ele me agarrou, com força, e me ergueu. Correntes de vidro me ergueram no ar e Tártaro, me socou, quase me fazendo adormecer...
–Como está? – ele perguntou.
–Quase pronto mestre. – Disse uma voz conhecida...
–Ótimo. – Disse o primordial.
E adormeci.
Acordei em um pulo e suando.
PΩV Autor
Amy odiava Alex, e isso foi antes dele quase a derrubar em um poço de ácido.
Quando Amy viu aqueles cães infernais em cima do Jones ela sentiu vontade de rir, mas ela simplesmente atacou-os. Ergueu a espada e cortou o pescoço de um desintegrando-o, atacou mais um que desviou e arranhou-a, fazendo a filha de Cronos sangrar. Ela ergueu a espada cortou a pata de um e a agarrou com a mão livre, enfiou as garras no cão com a pata cortada e, ao mesmo tempo, enfiou a espada nas costas do cão, matando-o.
Suando derrubou a espada e a pata no chão e caiu, desmaiando.
PΩV Amy
Acordei com um cheiro de queimado. Levantei com as pernas doloridas e olhei em volta, estava em uma tenda erguida no meio da Floresta da Dor, as árvores sem folhas, se erguiam quase tampando a iluminação do Sol. Sai da tenda mancando e vi Alex sentado e a me ver sorriu.
–Ah... Você acordou – O Jones deu de ombros.
–Onde estamos? – Perguntei.
–No mesmo lugar de antes... Ah suas coisas estão ali.
Jones apontou uma pilha e folhas e, em cima de lá, minha espada e a garra do cão se encontravam ali.
Duas horas depois
–Anda logo preguiçoso! – Gritei.
–Vai com... Cof! Calma – Ele disse ao chegar em cima do morro.
–Muito engraçado e... Cuidado! – Ele gritou.
Quase cai em um poço de lava.
–Valeu.
Continuamos andando até que ele me empurrou.
–EI!
–Que foi? – Perguntou o filho de Hécate.
–Você me empurrou!
–Não empurrei não.
Eu o empurrei.
–Pronto estamos nos...
O Jones me empurrou. Cambaleei e cai em um poço de ácido.
PΩV Miriam
Flashback On
–Mãe? – Perguntei entrando em casa.
Levei um susto no exato instante que pisei na casa. A sala estava de cabeça para baixo: As cadeiras estavam algumas quebradas e outras viradas de lado, o sofá estava rasgado e com molas saindo dele – Tão desenho animado -, o piso estava rachado, a mesa destruída e a TV de plasma, com a tela de vidro rachada, e a prateleira de livros, caída no chão, espalhando livros por toda a sala. Eu engoli em seco e, com susto, olhei para o corredor. Saindo de lá quebrando-o estava um enorme homem com um só olho e em uma mão, um enorme taco de beisebol e na outra um corpo, morto. Meus olhos lacrimejaram quando percebi que o corpo era de minha mãe. O ciclope sorriu a me ver e soltou o corpo dela no chão, ele avançou, quebrando ainda mais o piso, e me atacou. Sem conseguir desviar, cai no chão e praguejei, ele sorriu e levantou o taco então... Uma melodia tocou. Plantas saíram do chão. Agarraram as pernas dele, apertando-o, fazendo o ciclope rugir.
Um garoto com pernas de bode e chifres na cabeça entrou e agarrou meu braço puxando-me. Eu nem reagi. Minha mãe havia morrido...
Flashback Off
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