Project Immortal
1 Capítulo 1- Revelações
Notas iniciais
Essa é a volta da série Project :D
Comentem! Isso é incentivador ;D
Bem, eu nunca escrevi coisas desse tipo, mas já que fazem cerca de três meses que a bela Emily me pediu, eu o farei. Aqui estão todas as coisas que adentraram minha cabeça desde o dia da Extração. Graças a Deus já sei quem sou e consigo distinguir minhas memórias das memórias de outras pessoas, isso sem dúvidas é algo fantástico. Sem mais delongas, aí vamos nós:
Eu consegui absorver memórias do cientista falecido, Ernest Jawell. Ele era um pouco ertubado pelo fato de fazer coisas qu sabia que eram imorais para o governo, quando para este trabalhava. Ele projetou o Projeto Esquecido, Projeto Extração e mais um, no qual não parece ter sido concluído: o Projeto Imortal. Pelo que vi, o Projeto Imortal tem como objetivo criar uma espécie de armadura super resistente, e dotada de fortes armas. Eles queriam destruir de vez a CGR, porém, Lewis Hall, secretário de segurança e, secretamente, líder da CGR, atrasava o projeto. É isso que descobri sobre Ernest Jawell.
Jeremy Flintom, um grande membro da CGR e também um traidor. Planejava matar Lewis, e provavelmente o fez. Ele tinha conexão com outros dois membros da CGR: David O'mattel e Francesco Rivonni.
Lembro-me apenas disso.
Termino de escrever minhas principais lmbranças envolvendo o futuro da nação. Subo às escadas do novo esconderijo que Harry arrumou e abro a porta.
- Bom dia, cara! — Harry cumprimenta-me de forma calorosa – Por que acordou tão tarde? São quase onze horas.
- Cara, eu acordei cedo, mas estava fazendo isso. — levanto a folha com as informações.
- Ah, legal. Isso será útil. — Harry pega a folha e a examina.
- Ainda não acredito que conseguimos arranjar um esconderijo no subterrâneo da cidade. — fico surpreso.
- Seu tio tinha uns mapas bem bacanas, foram bem úteis. Ainda são.
- Claro. Ei, onde está a Emily e o Walter? — eu indago.
- O Walter tá numas reuniões do governo, já a Emily deve tá no quarto dela.
- Obrigado.
Eu vou até o que seria um quarto.
- Emily, podemos conversar? — eu pergunto educadamente.
- Só um minuto – ela responde, e após sete minutos ela retorna a falar – To saindo.
Ela sai do quarto. Ele está bem bagunçado. Mas é normal: éramos fugitivos de uma ameaça invisível. A CGR estava apenas se fingindo de morta. Apenas os mais idiotas que pensariam que ela morreu.
- Alô? — diz Emily ao notar que eu havia me perdido em meio a meus pensamentos.
- Ah, desculpe. Não estou acostumado, ainda, a morar aqui. É estranho, sabe? — eu tento ser educado.
- Claro. Eu lhe entendo. Aliás, nem sei o porquê deu ter me juntado a vocês. Foi loucura. Mas eu adorei. — ela olha nos meus olhos.
- É...É...Então, eu queria lhe agradecer por você ter me ajudado. Você foi essencial na minha recuperação. Nunca vou esquecer.
- Então, como você pensa em resolver toda essa bagunça? — ela muda de assunto.
- Eu tenho pensado nisso. A primeira coisa a fazer é varrer a CGR do mundo. Após isso, pensamos no resto.
- Uma coisa de cada vez – ela completa.
- Você é demais. — eu digo por instinto.
Nós nos aproximamos para nos beijar, porém somos interrompidos pela voz de Harry:
- Drake! Ataque no centro da cidade. Pronto pra agir? — pergunta ele no momento inoportuno.
- Claro. Até mais Emily. — sorrio para ela e saio com Harry para o centro da cidade.
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