Project Immortal

2 Capítulo 2- Lar doce lar


Notas iniciais
Narrado por Jeremy Flintom. Comentem, isso incentiva o autor :D

Eu não conseguia usar meus poderes. Estava atrás de uma cela sem contato algum com o mundo. Estavam me dando uma espécie de soro. Por certo ele que anulava meus poderes. Seja como for, já se faziam três meses que eu estava aqui. Julgamento? Que nada. O governo queria saber era de prender à CGR. Mas ela não é presa. Ela está por aí. Ela é imortal. Meu monólogo é interrompido pela chegada de um guarda na cela.

- Chegou a hora do almoço. — dizia o guarda.

- Como assim? Não são não nem onze horas... — eu respondo, mas sou interrompido.

- Não tá me reconhecendo?

Olho para o rosto do "guarda", e então noto que se trata de um importante membro da CGR: Francesco Rivonni. Ele agia em outro polo.

- Já estava demorando. — digo feliz pela chance da sair daquele lugar.

- Não pude agir rápido porque ficaria muito na cara. — ele responde.

- Tá, mas como você quer que eu fuja. Não estou podendo ficar invisível...

- Eu sei. Mas não se preocupe. Isso irá resolver tudo. — ele mostra um controle.

- O que isso faz?

Francesco então aperta um dos botões, fazendo com que todas as celas se abram.

- Uau. Essa foi boa. — eu digo, impressionado.

- Agora pra deixar claro que você morreu. — ele diz.

- Como?

- Você nunca ouviu piadas, né?

- Ruins desse jeito não.

- Dane-se. — ele então aperta outro botão.

Então ocorre várias explosões dentro do presídio. O fogo toma conta do local. Os presos, fugindo de suas celas, enfrentam os guarda numa grande confusão.

- A fuma... — ele me interrompe.

- Aqui. Máscaras pra se proteger de todo esse CO2. — ele então me entrega uma moderna máscara. — E claro, aqui. — e me dá uma pistola.

Nós então começamos a percorrer a prisão, supostamente de segurança máxima. Vamos matando quem tenta se intrometer em nosso caminho. Então vejo James Thomas apanhando de guardas. Eu olho para ele.

- Só um segundo. — digo para Francesco enquanto me direciono para James.

- Não há tempo! — diz Francesco, sendo severo.

Então noto que James olha para mim. Ele grita, antes de ser desacordado:

- Me ajude!

Eu e Francesco então corremos em meio a fumaça, fogo e sangue. Conseguimos sair do local. Agora só restam os muros.

- O que planejou pra agora? — eu pergunto.

- Mais botões. — Francesco então volta a apertar algo no controle.

Então o grande portão que separava-me da libertadade é aberto.

- E agora vamos para os carros. — ele diz.

Essa parte foi fácil. Em menos de cinco minutos já estávamos na estrada.

- E então, como vão as coisas em Gran City? — eu pergunto.

- Uma droga. Começaram a vim uns traficantes de uma droga estranha. Ela se chama Powell. Não provei. — ele responde.

- E como vocês conseguiram essa tecnologia?

- Digamos que um certo cientista do governo, ainda vivo, claro, nos ajudou nisso.

A viagem até a cidade continua. Eu então penso em como poderemos recomeçar tudo. A CGR, mesmo que sempre viva, precisava de um impulso.

- Tem algo que temos que fazer depressa, se quisermos força. — eu digo, após muito pensar.

O quê? — indaga Francesco.

- Iniciar uma guerra em Gran City. Colocar mais caos na cidade só tende a ajudar.

- Você tá doido?

- Pense bem. O medo move as pessoas. Vamos usá-lo o medo a nosso favor. Vamos mostrar a eles o que o governo faz e também mostrar um pseudo lado bom. — eu explico.

- É, faz sentido.

- Se conquistarmos a população, conquistamos Gran City. Não será fácil, mas é possível.

- Legal. Mas chega de conversa. A entrada da cidade tá bloqueada. Teremos que passar à bala. — diz Francesco.

- Claro.

Eu saio do carro e então percebo algo incrivelmente bom: eu voltara a ter a capacidade de ficar invisível!

- Deixa comigo. — falo para Fransesco.

Em questão de minutos todos os guardas do local estavam mortos.

- Hora de voltar para casa. — eu encerro.

Notas finais
Curtiram? ^^