Project Forgotten

7 Capítulo 7- A base


Notas iniciais
Narrado por Harry Corey

A situação como um todo era muito complicada: Acabei de usar meus "poderes" de novo e, para piorar, o tio de Drake estava para morrer.

— A biblioteca... O livro... — diz ele, antes de morrer.

Foi triste ver a expressão de Drake. Ele acabara de ver seu amado tio morrer. Pelo menos tínhamos pistas sobre o que fazer: Um dos membros da CGR estava vivo e o tio falara sobre a biblioteca antes de morrer. Será que haveria algo escondido por lá?

— Vamos prendê-lo. — diz Drake, apontando para o membro da CGR desmaiado. — Ele pode ter informações importantes.

Logo após isso, reparo que o local em que ele levou um tiro estava inteiro. Regenerado.

— Você se regenera! — digo. — Sim. Foi o que notei. E você também têm seus truques. Agora não temos tempo a perder. Prenda esse cara e vamos para a biblioteca. — diz Drake. — Acha que existe algo lá? — Claro que existe.

Prendo o membro da CGR e nos encaminhamos para a biblioteca, no andar de baixo.

Tudo parecia normal. Estantes cheias de livros. Nada demais.

— Mas que livro ele estaria falando? — pergunta Drake. — Cara, eu realmente nada sei sobre isso. — eu disse.

Após essa pequena conversa, passamos a procurar pela biblioteca algum tipo de interruptor. Até que o membro da CGR acorda. Drake fica cara-a-cara com ele e diz:

— Você matou meu tio. Mas te darei o direito de viver se me contar o que quero. — diz ele, sem delongas. — VOCÊ NUNCA SABERÁ! — responde o membro da CGR. — Quem te mandou? — NÃO DIREI!!!

Esse foi o cúmulo. Drake deu um soco nele.

— RESPONDE! — disse Drake.

Drake então desfere mais um soco.

— FALE!

Vi em seus olhos o desejo de matar o membro da CGR. Quando ele tenta desferir vários socos, eu aparto. Nesse momento, o terrorista tira algo do bolso. E aperta o botão.

— Aghhhh!!! — é o que eu e Drake dizemos. O cara gerou uma explosão que também ocasionou a sua morte. Nossa sorte: Eu havia apartado, ficando assim à uma boa distância. Nem eu nem Drake nos ferimos. — Obrigado cara! — disse Drake, enquanto respirava fundo, aliviado por ter sobrevivido.

Noto que com a explosão um livro caiu. Vejo o nome: "Project Forgotten". Abro e me deparo com uma surpresa.

— Veja! — digo chamando Drake.

Dentro do livro havia apena uma coisa: um botão.

— É uma boa ideia apertar? — pergunto. — Temos opção? — fala Drake.

Ele aperta o botão e então uma das estantes se abrem, surgindo à nossa frente uma escadaria.

— Vamos lá! — diz Drake.

Descemos à escadaria, e então nos vemos em um local incrível: uma sala lotada de armas, coletes à prova de balas e computadores ultramodernos. Toda tecnologia em contraste com os quadros artísticos do século XVIII.

— Caramba! Eu nunca vi isso antes! — é o que eu digo. — Nossa, nunca imaginei que o meu tio tivesse isso...

Percebo que alguns monitores estão ligados.

— Vê isso cara. Monitoramento. Em toda a cidade! — digo a Drake. — Putz, mesmo eu tendo um alto cargo no governo não sabia disso. — é a resposta de dele. — É, parece que o governo esconde algumas coisas de você... — Cara! Eu sei a quem sirvo, tá bom!? — responde Drake um pouco irritado.

Eu respondo com o silêncio. Drake então passa a olhar fixamente para um dos monitores. Nele há um homem de vermelho dentro de uma loja. Nada fora do normal.

— Tudo bem cara? — eu pergunto. — Não. Meu tio morreu por causa desses desgraçados da CGR. E esse cara aí da tela é um deles. Alguém tem que dar um basta. — Claro, mas o que te leva a acreditar que esse cara é um membro da CGR. — Harry, eu tenho experiência, esse cara vai explodir o local com todos dentro. VAMOS IMPEDIR! — diz Drake com uma grande firmeza. — Tá. Mas como chegamos lá? — Eu te apresento: a chave do carro. — diz ele tirando do bolso a chave.

Após esse diálogo, passamos a escolher armas, criar táticas, entre outras coisas. Mas no fundo, eu sei que nada sairá como planejado. Mas dane-se, se consegui esses poderes é para que eu os use da melhor forma. Isso eu tenho certeza.