Proesiando

11 Divagações


Notas iniciais
O título é autoexplicativo. Eu também quase não postava esse capítulo, mas para cumprir o desafio sem perder nenhum dia ficam aí as divagações de uma escritora gripada e exausta. Amanhã as aulas da universidade voltam então não sei como ou se vou continuar com o Proesiando pelo desafio, mas na página, sempre que der, estarei colocando esses pequenos textos. Espero vê-los mais vezes! Boa leitura!

Há momentos em que sua alma pede um basta. Ela grita, muda e silenciosa, palavras que ecoam no seu peito e em sua cabeça. Ficam ali, as tais letras, martelando sua consciência em densa sinfonia de vazios.

Cansa-se de se exacerbar com pouca coisa. Liga-se o piloto automático, dirige-se sem rumo. Quem sabe um dia não vejamos isto com outros olhos...? Todos esses conflitos tão ínfimos e necessários. Tudo isto que nos escapa por entre os dedos. Por hora, basta essa paz momentânea, esse silêncio ensurdecedor.

Um livro, uma taça, um poema.

Há algo mais louco que a palavra amor?

Notas finais
PS: Desculpem o silêncio nas respostas. Parece que cada vez que tento responder os comentários aparece um contra-tempo.