Procurando Nemu
7 Capítulo 7: Arroz com Frijoles!?
Notas iniciais
Capítulo 7: Arroz com frijoles!?
Os capitães olharam em frente e viram, bem distante, o palácio do Hueco Mundo, o Lãs Noches.
Yamamoto: Capitães, avancem!!!
Todos os capitães obedeceram a ordem, principalmente o capitão Zaraki, que estava ansioso para lutar.
Os capitães e o comandante caminhavam pelo vasto deserto, sempre atentos caso aparecesse algum inimigo. Algum tempo se passou, e nenhum inimigo apareceu. Zaraki não conseguia conter sua ansiedade:
Zaraki: Onde estão aqueles covardes? – estava nervoso.
Yamamoto: Já disse para conter-se, Kenpachi. É um pouco óbvio que eles não estejam no deserto, e sim no Las Noches.
A meia-lua brilhava no céu do Hueco Mundo, o tempo se passava, o sinal de que havia algum inimigo ali era nenhum. Nada mais deserto que um deserto…
Depois de mais meia hora caminhando, uma dezena de hollows médios apareceram em frente aos capitães, que, com certeza, não demonstraram nenhum medo.
Zaraki: Finalmente!!!! – falava como se tivesse entrado de férias – .inimigos!!!!
Zaraki pegou sua zanpakutou e cortou 5 hollows de uma vez só, e, com um sorriso enorme na face, decepou os outros 5 monstros.
Zaraki: Já??
Unohana: Parabéns, capitão Zaraki – olhou seu cronômetro – dez segundos!
Zaraki: Tudo isso? – falava indignado com sua incapacidade.
Byakuya, impaciente, sugeriu:
Byakuya: Não podemos avançar usando shunpos? – indagava ao comandante, esperando um belo “sim”.
Yamamoto: Sim.
Byakuya: Obrigado. – usa um shunpo.
Depois de mais 30 minutos usando shunpos pelo imenso deserto, os capitães finalmente chegaram na entrada do gigantesco palácio. A porta do mesmo se abriu sozinha. Os capitães entraram, já cientes de que tudo aquilo era uma armadilha, passaram por um pequeno corredor e chegaram numa sala redonda, e, nela, haviam mais três corredores e um arrankar.
Entretanto, o capitão Zaraki foi o único que não entrou no palácio, porque pensou ter visto alguém numa pequena sacada numa região alta do Las Noches. Zaraki olhou bem para cima e viu uma esfera de energia, que acabou formando um raio, que veio em sua direção.
Zaraki arregalou os olhos, desviou do raio, sorriu, e pulou para atacar o inimigo. O arrankar também arregalou os olhos ao perceber que seu oponente já estava na sua frente com a espada pronta para atacar-lhe. O Espada, então, sacou rapidamente suazanpakutou, cuja qual tinha um buraco no meio e era curta. As duas espadas colidiram, e o shinigami aproveitou a chance para reconhecer seu inimigo, que possuía cabelo loiro, sua máscara e seu buraco não eram visíveis e seu casaco branco tapava a boca, permitindo aparecer um pouco da barriga, suas calças eram brancas.
Zaraki: Quem é você? É um espada?
???: Sim... Sou a tercera espada, Tia Halibel. – sua voz era feminina.
-x-
Enquanto isso, na sala, Byakuya já havia tomado a decisão de lutar com o espada que encontrara, insistindo, assim, para que os outros capitães, seguissem adiante; cada um deles por um corredor.
Yamamoto: Vai ficar bem, capitão Kuchiki?
Byakuya: Sim, podem ficar tranqüilos. – sua voz representava um tom de convicção.
O espada não permitiu que os outros capitães prosseguissem:
???: NADA DISSO! – gritava alto – VOU MATAR TODOS VOCÊS! –usou um sonido para a frente de Unohana e a atacou com a sua espada monstruosa e gigantesca.
Byakuya, através de um shunpo, sacou sua espada, e, com a mesma, parou a de seu oponente, permitindo que Unohana finalmente prosseguisse.
Unohana: Obrigada, capitão Kuchiki.
Byakuya: Vá!
Unohana se foi e o oponente de Byakuya se estressou:
??? : Não importa... Vou matar você mesmo!! – a ira fluía.
Byakuya se afastou do espada.
O espada era alto e magro, tinha cabelos compridos e pretos, via apenas com um dos olhos, pois o outro estava tampado por um tapa-olho; sua camisa fazia uma espécie de círculo que permitia a aparição do seu peito, suas calças eram brancas e seus sapatos eram “de palhaço”, com as pontas viradas pra cima.
Nnoitra Jiruga era o seu nome, e era o quinto espada, o número cinco apresentava-se na língua, sua espada era grande, formava duas meias-luas, uma virada para um lado e outra para o outro, e havia uma corrente que dava no cabo da espada. A sua máscara localizava-se em baixo do tapa-olho, ele usava um grande capuz branco.
Nnoitra: Vou lutar sem dó! Espero que faça o mesmo! – o espada dizia como se tivesse guardado profundo ódio e rancor do capitão do sexto esquadrão durante toda a sua vida.
Byakuya: Não se preocupe, farei o mesmo. – segurava sua espada na vertical, liberando sua shikai – Shire, Senbonzakura – sua espada começou a se desmaterializar, formando milhares de pétalas que atacaram Nnoitra.
Nnoitra: Que merda é essa? – falava desviando de algumas pétalas, sendo cortado por algumas e tentando cortar algumas – isso corta?
Byakuya: Vejo que tem um ótimo poder de dedução, espada.
Nnoitra: Putz, ta parecendo o Ulquiorra, para de falar essas frases formais aí... que saco!
Byakuya: Não importa quem seja esse tal de Ul! Qui porra!.
Byakuya materializou sua zanpakutou e atacou Nnoitra, cortando-o. Nnoitra estava distraído tentando decifrar o enigma que seu inimigo tinha feito com o nome de Ulquiorra e nem reagiu ao corte.
Nnoitra: Espera, não entendi... ME EXPLIQUE ISSO AGORA, SEU DESGRAÇADO – fúria, fúria, fúria.
Nnoitra atacou Byakuya segurando sua espada pela corrente, arremessando a mesma, e destruindo um pedaço da parede. Byakuya, por sua vez, usou um shunpo para frente do espada e aproveitou que ele estava sem sua zanpakutou para invocar suas pétalas e corta-lo, mas a o arrankar puxou a corrente e a espada do mesmo voltou, e na trajetória de volta, cortou um pouco a barriga de Byakuya.
Byakuya: Desgraçado...
Nnoitra: Ele me fez cair naquele enigma idiota do Ulquiorra agora vou enganar ele também! – pensava.
Nnoitra acertou a ponta do cabo de sua espada na barriga de Byakuya, que cuspiu saliva e chocou-se contra a parede.
Nnoitra segurou sua espada:
Nnoitra: Kukku (cozinhe em japonês), Arroz com frijoles!!!! – Nnoitra exalou bastante reiatsu, formando uma nuvem de fumaça ao seu redor.
Byakuya: Ele liberou a ressuréccion...estou... fudido. – levantava-se e atacava Nnoitra com um hadou – Hadou no 4: Byakurai! – um raio fino e azul saiu da ponta dos dedos de Byakuya, e fez um pequeno buraco na parede, sinal de que Nnoitra havia desviado.
Byakuya: Vá, Senbonzakura! – comandava suas, pétalas, que atacaram Nnoitra, mas não cortaram, pois Byakuya não viu nenhum sangue.
Nnoitra saiu da cortina de fumaça com a mesma aparência de antes.
Byakuya: Mas... sua aparência não mudou...
Nnoitra não fora cortado porque, com a reiatsu exalada seu hierro havia ficado mais forte.
O espada começou a gargalhar sinistramente:
Nnoitra: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! Viu como é bom ser enganado?? Bem feito!!!! Caiu que nem um patinho!! – zombava de Byakuya.
Byakuya: Isso... é uma vergonha para mim... Me vingarei dessa vez! – Byakuya parte pra cima de seu oponente.
To be continued
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