Procurando Nemu

1 Capítulo 1: O sangue entre as folhas


Notas iniciais
O primeiro capítulo
Espero que gostem!!!

Em um dia tranquilo, na Soul Society, a tenente do 12º esquadrão Kurotsuchi Nemu caminhava calmamente segurando alguns relatórios vindos do 10º esquadrão, que eram para o capitão do esquadrão dela.

Num determinado trecho do caminho, Nemu sentiu uma estranha presença, olhou para baixo e viu outra sombra além da sua. A tenente assustou-se e virou para trás espantada. Não houve tempo para gritar, houve apenas tempo para sentir a profunda dor causada pela espada do invasor desconhecido, que atravessou sua barriga. Nemu conseguiu identificar a pessoa, mas não conseguiu olhar muito tempo para o invasor, e desmaiou, deixando os relatórios caírem no chão.

???: Huhuhuhu – riu sinicamente – você vem comigo, Kurotsuchi Nemu – pega a garota e rapidamente sai daquele local.

Enquanto isso, o capitão do décimo segundo esquadrão Kurotsuchi Mayuri esperava impacientemente a chegada da tenente juntamente com os relatórios.

Mayuri batia suas unhas grandes em sua mesa de experiências, tentando esperar mais um pouco, mas não conseguia. Até que decidiu reclamar:

Kurotsuchi: Que droga! – a raiva fluía – onde estão esses relatórios... preciso deles para as próximas experiências... Vou matar a Nemu quando ela chegar!

Depois de algumas horas a mais esperando pela tenente, Kurotsuchi cobriu-se de fúria e decidiu ir atrás dela. O capitão foi percorrendo o caminho em direção ao quartel do décimo esquadrão, e, no meio do caminho, encontrou algumas folhas caídas, cobertas por sangue. Kurotsuchi decidiu examina-las e conseguiu identificar o conteúdo das mesmas, e descobriu que eram os relatórios que sua tenente estava trazendo. O capitão ficou extremamente preocupado com os papéis, manchados pelo sangue. Retornou ao centro de pesquisas tecnológicas e gastou parte do seu tempo limpando os relatórios.

Assim que terminou de limpar, enumerar as páginas, encadernar e, claro, plastificar, um membro do esquadrão perguntou pela tenente:

Shinigami do 12º esquadrão: Com licença, capitão... – ficou com vergonha por um tempo – e a tenente?

Kurotsuchi: Cale a boca seu imprestável! Eu posso fazer outra a qualquer momento – responde violentamente e provoca a saída do shinigami dali.

De repente, ouve-se um barulho na “Máquina de fazer Nemus”:

BUUUM! – uma explosão.

Kurotsuchi: ... Seus incompetentes!!! Não acredito que fizeram isso! Agora vou ter que ficar procurando a Nemu por aí!

Shinigamis que quebraram a máquina: Sinceras desculpas, capitão!

Kurotsuchi: Dêem um jeito de consertá-la!

Shinigamis que quebraram a máquina: Sim, senhor!

Kurotsuchi fica nervoso com a falta de Nemu no laboratório, pois era ela que fornecia os materiais necessários para as experiências. O cientista levanta-se da cadeira, com postura heróica:

Kurotsuchi: Vou procurar a Nemu – avisa aos shinigamis.

Aplausos

Mayuri sai do laboratório, carregando a sua zanpakutou, e começa a andar novamente em direção ao quartel do décimo esquadrão. Após chegar no mesmo, manda chamar o capitão da divisão, Hitsugaya Toushirou, para procurar pistas.

Kurotsuchi e Hitsugaya dialogam:

Kurotsuchi: Hitsugaya, a Nemu passou por aqui, não passou?

Hitsugaya: Sim, eu mesmo a recebi e entreguei seus relatórios.

Kurotsuchi: Os relatórios não são problema, já os tenho em mãos. O problema é a Nemu.

Hitsugaya: O que aconteceu com ela?

Kurotsuchi: Ela estava demorando a chegar no centro de pesquisas tecnológicas, então resolvi ir atrás dela. No caminho, achei os relatórios caídos no chão sujos de sangue.

Hitsugaya surpreende-se:

Hitsugaya: Ela foi raptada?

Kurotsuchi: Provavelmente. Mas o pior é que os incompetentes do meu esquadrão quebraram a minha preciosa “máquina de fazer Nemus”.

Hitsugaya: Você realmente tem uma máquina com esse nome?

Kurotsuchi: Qual o problema?

Kurotsuchi: Enfim, gostaria que você passasse isto para o comandante Yamamoto.

Hitsugaya: Em troca de quê?

Kurotsuchi: Bom, eu trouxe um doce feito especialmente para você com sabor de morango – Hitsugaya interrompe.

Hitsugaya: EU NÃO QUERO DOCE ALGUM – fica nervoso e o outro capitão ri em silêncio.

Hitsugaya acalma-se:

Hitsugaya: Tudo bem, eu passo isto para o comandante.

Kurotsuchi: Obrigado e tchau. Preciso fazer mais experimentos – retira-se do quartel do décimo esquadrão.

Para não acumular trabalho, o capitão Hitsugaya decide ir logo à sala do comandante, e, após sair do quartel de seu esquadrão, caminha até a área do primeiro esquadrão.

Olhando para o chão, enquanto pensava no que falar para o comandante, sentiu uma reiatsu estranha. Olhou para frente e viu um raio verde em sua direção.

Rapidamente usou um shunpo e encostou-se na parede do corredor onde estava, olhando para o raio, que, por sorte, não o atingiu.

Hitsugaya: Isso foi... Um cero?? — assusta-se.

???: Exato – uma voz sombria sai dali de perto.

Hitsugaya saca sua zanpakutou:

Hitsugaya: Quem é?

???: Sou o Cuarto Espada, Ulquiorra Schiffer.

To be continued

Notas finais
Espero que tenham gostado!
Por favor sejam sinceros nas reviews, nós queremos muito saber as suas verdadeiras opiniões!