Notas iniciais
Agora assim a historia ta começando a ficar interessante A gente se ve lá em baixo LEIAM LEIAM LEIAM

A Lua já ia alta enquanto nosso mais novo Iate navegava tranquilamente numa noite linda como aquela.Eu e Juliana estávamos sentados no deck traseiro admirando a paisagem e bebendo refrirante enquanto Manuela programava o barco pra ir pros Estados Unidos, mais exatamenteNova Iorque, não sabiamos direito quando resolvemos que esse era nosso destino mas pareceu o melhor pra todos, até porque NY fica na costa leste dos EUA além da chance de acharmos alguem por lá era maior por se tratar de uma cidade tão tumutuada que nem aquela.

Estavamos cansados do dia cheio, parecia que já tinham se passado dias desde que eu acordei e não achei meus pais, decidira ir até a casa de Juliana,e logo depois pra de Manuela, procuramos por mais de 3 horas seguidas alguem por Santos, sem contar a invasao à loja da BMW.

O Iate só tinha dois quartos e as duas meninas ficaram em um e eu no outro, aprovetei minha cama king Size, dormimos logo depois que a Manuela terminou de fazer as programações pra atracarmos em NY, que segundo ela, com condições boas chegaríamos em 7 dias.

O dia, como a noite anterior, estava lindo, com o Sol radiante no céu.Apesar do nosso cançasso do dia anterior aparentemente ninguém conseguiu dormir muito, porque lá pelas 5 horas da manhã todos já estavam de pé na proa do barco.O dia foi monótono,cheguei até a que nem tava assim tão ruim, jogamos conversa fora, nada de muito importante.

–Manuela, tem como parar um pouco ?

Ela estava com uma camisa do Paramore cortada no ombro ,short jeans e um tenis preto.Com certeza é uma menina bonita, não tinha aquele tipo de beleza “Deusa Afrodite” com todo acabamento com maquiagens, era mais natural com aqueles olhos castanhos e o cabelo caindo pelo rosto.

–Da sim, por que ?

–Você acha que eu vou perder esse dia lindo com essa piscina gigante na minha frente ?

–Ai meu deus viu, só você mesmo.

Ela deu meia volta e algum tempo depois estávamos ancorados no meio do mar, uma coisa que eu adoro é piscina, mar ou qualquer lugar onde eu possa nadar,A sensação de se sentir livre e sem gravidade era incomparável.Tirei a camisa e subi no teto do Iate, o que dava pelo menos uns 8 metros até a água, sem problemas não é ?

Corri de um lado ao outro do teto do Iate e pulei num salto mortal para a água e enquanto eu ia pra baixo a sensação da adrenalina ia tomando conta do meu corpo, quase não senti o impacto com a água porque já estava entorpecido por aquilo.Fui de cabeça pra baixo na água e mergulhando cada vez mais fundo, nada poderia me segurar ali, nada mesmo, apenas um cardume de golfinhos vindo na minha direção.Quase entrei em pânico, mas me controlei e calmamente voltei pra poupa do barco e me sentei no deck traseiro com os pés na água enquanto observávamos os golfinhos brincarem, rodopiando e plando no ar.

–É lindo não é ? – Disse Juliana maravilhada com a visão

–Desde que eles não me atropelem debaixo da água, sim, são lindos – Disse com um sorriso, pensando que talvez uma vida sem meus pais e família poderia não ser assim tão ruim, mas logo repreendi esse pensamento, como poderia achar que uma vida sem eles poderia ser assim tão boa, não enquanto fossemos tão novos, com nossos 16 anos.

–Com certeza – Continuou Manuela

Aparentemente Manuela leu meus pensamentos e falou :

–Matheus, nem pense em nadar com eles !

–Ahhh! Qual é o probema ? Eles vão morder ?

–Vão te afogar – Disse ela em tom serio

Subtamente comecei a rir e as duas me seguiram

–Já falei que é engraçado ver você assim preocupada ou nervosa né ?

–HA HA HA – Imitou uma risada em tom de desdém – Já falou sim

Nós 3 nos sentamos e ficamos ali observando os golfinhos brincando enquanto o Sol ia se pondo no horizonte.

Já estávamos no sexto dia de viagem, apenas mais um dia e já atracaríamos em Nove Iorque, nos dias anteriores nada de muito diferente acontecera, paramos mais algumas vezes pra mergulharmos, finalmente consegui pescar um peixe grande o bastante pra comermos, um bagre de quase 10 quilos, mas como ninguém ali sabia prepara-lo pra janta resolvemos jogar denovo.Ao longe na paisagem já podíamos ver o continente e as luzes da cidade estranhamente acesas, já que não tinha mais ninguem pra acende-las.

O dia passou tão rápido quanto todos os outros, e logo dormimos, acabei apagando numa rede no deck traseiro do Iate.

Acordei logo quando o Sol estava subindo, era uma cena linda de se ver e peguei meu celular pra tirar uma foto.Enquanto admirava a carroagem de Apolo subindo aos céus imaginava como seria nossas vidas dali pra frente, roubar carros chiques, invadir lojas pra conseguir comida e depois ? e quando ficássemos velhos, simplesmente deixaríamos a raça humana acabar ? Precisavamos começar uma nova civilização com cada um em seus deveres, precisaríamos um dia no futuro nos reproduzir e dar continuação à humanidade, e pensar que eu seria o pai de todos nesse grande planeta daqui a mil anos me dava uma mistura de nervosismo e uma carga gigantesca de respondabilidade.

O Iate ia se aproximando da costa e logo fui acordar as garotas, Juliana dormia na cama do lado da janela e Manuela num colchão no chão, tentei ser o menos brutamontes possível pra um garoto de 1,80 e 95 quilos.Logo que as duas já estavam de pé e arrumadas tomamos café, ou pelo menos o mais próximo que a gente tinha disso : ovo e refrigerante.Manuela logo se aprontou em assumir o controle do Iate e nos levar até um atracadouro no estreito de Long Island, logo mudamos de ideia e nos dirigimos pra uma pequena praia do outro lado do rio Hudson.Depois de atracarmos pegamos nossas mochilas e seguimos em direção ao continente, alguns passos depois :

–AI MEU DEUS –exclamou Juliana – NÃO PODE SER – ela já estava pirando, eu e Manuela olhávamos confusos pra ela quando olhamos pra frente e nos deparamos com vários chalés em forma de U e uma grande casa pintada de branco no centro de tudo, um bosque se extendia logo depois de uma plantação de morangos.Um gináseo em um dos cantos do lugar e uma pista de corrida, parecida com as de corrida de carros só que toda de madeira.Logo entendi o porque Juliana estava tão abalada e provavelmente Manuela também entendeu, na nossa frente se extendia o Acampamento Meio Sangue.

Notas finais
EITCHA LELE Pessoas anonimas que acompanham a historia, pls nem precisa deixar like, é só comentar pra eu saber o que vcs tao achando da historia, falem o que precisa melhorar e etc