Notas iniciais
Oiiiiii! Mais um capítulo aqui! Boa leituraa!

POV's Geral

Após um bom tempo dentro do ônibus, Sam resolveu descer. Diferente do bairro classe alta em que ela estava antes, agora estava em um bairro classe média, mas Sam não ligava para isso.

Sam não sabia para onde ir, então caminhou, caminhou, caminhou... caminhou até cansar. Sentou em um banquinho de praça, e sentiu um cheiro muito bom.

Pipoca.

Sam logo pode ouvir seu estômago protestar. Ela pôs a mão na barriga.

- Ei, psiu! Aqui! — Alguém chamou a atenção de Sam. — Licença, pode me ajudar? É que o meu irmão quer que eu coma esse cachorro-quente, mas eu estou muito cheia. Você quer? — Ela ofereceu.

O estômago de Sam protestou novamente, e Sam assentiu com a cabeça, tendo um sorriso em seu rosto.

Seria o primeiro cachorro-quente e refrigerante que Sam provaria em sua vida. Deu a primeira mordida, e logo descobriu a sua mais nova comida favorita.

Ela deu outro sorriso para a morena, tentando demonstrar sua gratidão. A garota sorriu de volta.

- Tchau, obrigada pela ajuda! — A garota se afastou, e pode ver de longe Sam se deliciando com o alimento.

- Já terminou o seu cachorro-quente, Carly? — Um homem apareceu atrás da menina, que se assustou.

- Spencer! Quer me matar de susto? — Disse com os olhos castanhos arregalados, e uma das mãos no peito.

- Foi mal, mas tinha que ter visto a sua cara! — Riu.

- Bobão! — Lhe mostrou a língua.

- Enfim, — Passou uma das mãos entre os fios compridos de cabelo, voltando a ficar sério. — ainda não respondeu a minha pergunta, irmãzinha.

- Ah, eu... já comi! Tava muito bom! Aquele molho é novo? — Mentiu.

- Não mente pra mim... — Usou um tom repreensivo.

- Tá bom! Eu dei pra aquela menina! — Apontou para Sam, que comia com vontade. — Ela parecia estar com fome, está aqui desde cedo vendo as pessoas passarem com comida na mão e não compra nada, fora que ela está sozinha. — Explicou. — Está... bravo?

- Não, estou orgulhoso. — Sorriu. — E ela, o que disse?

- Nada.

- Sério? Ela não agradeceu?

- Sei lá, ela sorriu, assentiu, sorriu de novo... Vai ver ela é muda! — Os irmãos conversavam, ainda observando Sam de longe.

- Hum... Talvez.

[...]

Estava escurecendo. Sam estava vagando pelas ruas, a procura de um ponto de ônibus que vira mais cedo, com intenção de passar a noite ali.

Após algum tempo, Sam se sentiu observada. Virou para trás.

Ninguém.

Continuou com essa sensação, virou novamente. Dessa vez viu um homem. Ele parecia um pouco alterado, embriagado.

Sam aumentou a velocidade dos passos, ele também. Sam começou a correr, ele também.

Sam viu uma casa simples bem cuidada, o portão estava aberto. Não perdeu tempo e entrou sem pensar duas vezes, fechando o portão, que bateu na cara do homem deixando-o atordoado, dando mais tempo para Sam correr.

Sam queria achar alguma brecha para entrar dentro da casa, para se trancar e ficar segura. Foi aí que viu nos fundos da casa uma portinha. Ao entrar, viu um quartinho bagunçado e cheio de tralhas. Havia ali um quadro enorme, era perfeito para Sam se esconder.

Ao tirar o quadro, Sam pôde ver uma outra portinha pequena, abriu e viu uma abertura que daria acesso a algum lugar, mas qual? Sam iria descobrir.

Passou pela portinha, entrando ali, e fechou a portinha em seguida, podendo ouvir o homem se aproximar de onde ela estava. Tudo estava escuro. Sentindo medo, se afastou ainda mais engatinhando na direção contrária da portinha. Encontrou uma escada em espiral, e desceu tateando para não cair.

As escadas acabaram, mas ela não sabia onde estava. Não via nada, então ela tateou a parede com intenção de voltar pelo menos até as escadas. Foi aí que esbarrou a mão em algo, tateou, tateou... encontrou novamente.

Um interruptor.

Acendeu a luz, e pode ver um quarto grande, com uma cama de casal, uma cômoda pequena ao lado, fogão, geladeira, pia, poltrona, rádio,e tapete. Todos o móveis velhos, um pouco rasgados, empoeirados, ou enferrujados, mas para quem dormiria em um ponto de ônibus, parecia bom. Ao explorar um pouco o lugar, viu um banheiro bem sujo, com pia, vaso sanitário, e um box de cortininha.

Parecia um bom lugar para ficar, apenas poderia estar mais limpo, mas só de ter um lugar para passar a noite já era bom.

Foi aí que Sam ouviu um barulho, e logo mais alguns passos. Quando pensou em se esconder já era tarde...

- Ah! Fastasma!!!

Notas finais
E aí? O que será que vai acontecer no próximo capítulo? Eu também quero descobrir kkkkk Obrigada por ler, até o próximooo! Bjs! ♡☆
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.