Problem Girl
28 The End.
Notas iniciais
TRES MESES DEPOIS
NATAL
A campainha soou e eu corri para abrir, Paul e Lauren estavam parados no corredor do nosso apartamento com duas caixas embrulhadas com um papel de presente vermelho. Presentes!! Eu, eu amo presentes!
–Ho Ho Ho! Feliz Natal! –Gritou Paul quando eu abri a porta, ele pulou em cima de mim e me deu um beijo na bochecha, Lauren me abraçou e entrou. Eram 20 horas agora, e o idiota do meu marido ainda estava no banho, isso que dá ir tomar banho dois minutos antes de todos chegarem. Pode crescer mas continua uma criança teimosa para toda a vida.
A campainha tocou novamente e eu andei até a porta, olhei pelo olho mágico, mas todo que eu vi foi uma caixa balançando na minha frente. Abri a porta e Wesley e Andressa estava sorrindo para mim.
–Meu Deus! É hoje que o mundo cai para baixo! Você está de vestido! Que milagre é esse? –Essa foi a saudação da Andressa.
–Oi, estou bem e você? –Eu digo sorrindo e eles me abraçam e entram. Todos estavam sentados na sala de estar, Fernanda e Ryan haviam sido os primeiros a chegarem, e agora meu querido maridinho já estava atirado em um dos sofás.
Eu fui até ele e sentei em seu colo, Andressa sorriu para mim e piscou.
–Podemos trocar os presentes logo? –Disse Wesley rindo, nós havíamos feito amigo-secreto e Wesley ama presentes mais do que um garotinho de dois anos.
–Querido, modos! –Disse Andressa dando um soco de leve em seu braço. Eu sorri e nós começamos.
Lauren havia pegado Wesley, Wesley havia pegado Paul, que pegou Ryan, que pegou Fernanda, que pegou Andressa, que me pegou.
–Okay... Quem eu peguei é a pessoa mais chata do mundo... –ela começou mas foi interrompida por todos que gritaram: “É e Alice! ” Me amam muito mesmo...
–Okay, eu peguei Scott!! Já que esse cabeça de vento é o único que sobrou mesmo. –Eu digo e dei um beijo nele. –Feliz Natal.
–Cadê o meu presente? –Ele me olhou confuso e eu sorri.
–Ele vai demorar um pouco para chegar, eu acabei de encomendar... Daqui, mais ou menos, nove meses ele chega. –eu pisquei para ele.
–Nove meses? Que tipo de presente demora nove meses... –Ele tropeçou nas próprias palavras e me olhou, seu sorriso era o maior que eu já tinha visto na vida. –Sério? Sério mesmo? –Ele perguntou colocando a mão na minha barriga, eu sorri para ele e concordei com a cabeça.
–Gente... Coitada dessa criança. –disse Paul e todos nós rimos.
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