Probably Tania (Em Revisão)
19 Fada vampira
Notas iniciais
Capítulo 19
Fada vampira
– Tania Enfron
Acordei as 7:30 em um sábado, em um sábado. Por que? Pelo simples motivo de hoje ser a festa de halloween.
EU AMO O HALLOWEEN!
Eu já tinha deixa o pontinha uma fantasia quando o ano começou, sim, eu sou muito bem organizada quando se trata de Halloween. Eu iria de fada Celta, vestido azul mar com alguns toques de prata por todo ele e claro asas que eram imbutidas, ela eram azuladas com desenhos celtas estilizados. Não querendo me gabar, mas minha fantasia estava linda. E a Meg me cedeu uma das suas milhares de coroas de flores apenas para eu poder usar hoje.
– Bom dia, pessoas moradoras desta casa iluminada pelo sol — falei ao chegar na cozinha.
– Feliz Halloween — minha mãe falou animada, isso é uma daa poucas coisas que eu e minha mãe temos em comum, ela ama tanto quanto eu o halloween.
Ontem a casa estava totalmente normal, mas hoje a casa já esta completamente enfeitada com faixas roxas em formas de morcegos, máscaras penduradas nas portas e a cozinha com biscoitos, ja assados, em formas medonhas.
– Feliz halloween — fui até ela e comi um de seus biscoitos.
– Bom dia para você também -meu pai falou e chegou perto de mim depositando um beijo em minha testa.
– Sua fantasia já está totalmente pronta, precisa de algum ajuste? — minha mãe perguntou.
– Esta tudo certo, valeu
– Você conseguiu até aquelas sapatilhas? — ela me perguntou e eu arregalei os olhos — Eu sabia que você iria esquecer, por isso comprei as sapatilhas, elas são bem abertas e prateadas. Esta em meu quarto
– Obrigada — falei a abraçando — ela me olhou surpresa e sorriu
– Não foi nada — ela acariciou minha cabeça
– Adoro o Halloween — meu pai falou e eu e minha mãe o encaramos
– Não, gosta não — minha mãe contrariou — Você odeia
– É, o senhor odeia não saber quem esta por trás das máscaras nas ruas.
– Não pelo motivo usual — ele disse — Mas sim por vocês parecerem mais unidas
– Somos unidas — dei de ombros
– Porém temos um jeito diferente de demonstrar — minha mãe completou
– Um nada convencional — meu pai concluiu
– Isso — eu e minha mãe concordamos juntas
A campainha tocou enquanto meu pai dava risadas sobre nossa conversa, eu fui atender e era o Jay.
– Doces ou travessuras? — ele perguntou com um sorriso
– Doces — falei pegando uma bala da cesta ao lado da porta e deixando em sua mão
– Valeu, por que é cedo de mais para fazer alguma travessura — ele disse e eu ri
– Bom dia Jason — minha mãe falou da cozinha — Quer biscoitos?- Eu aceito ele foi até a cozinha e eu o seguindo
– Bom dia, Sr. Enfron — ele cumprimentou meu pai
– Bom dia — meu pai respondeu seu cumprimento com um sorriso
– Não tenho problemas em te receber, mas por que tão cedo?
– Por que preciso de ajuda com a minha fantasia — ele falou tirando a mochila das costa, mochila bem grande que a cega não tinha reparado
– Que fantasia? -perguntei curiosa
– Motoqueiro fantama — ele disse com um sorriso sádico
– Onw, fez até sorrisinho sádico — falei fazendo beicinho -, que bonitinho.
– Vai me ajudar ou não?
– Tá, só ajudo por que não quero um amigo com fantasia idiota ao meu lado — falei com um verdadeiro sorriso sádico.
(...)
– Cara, eu sou muito magnífica, como uma garota consegue fazer tanta perfeição? — me perguntei
– Admito que ficou muito boa a maquiagem — Jay concordou e eu sorriu cruzando os braços.
– Sou muito superior a vocês, meros mortais.
– Não é para tanto — ele disse e eu revirei os olhos
Eu tinha feito uma maquiagem impecável nele, ele agora tinha características perfeitas de uma caveira. Ele vestiu a jaqueta dele, mas essa não era preta, era de um azul muito escuro, mas não preta.
– Cadê sua jaqueta preta? — perguntei, ele olhou para mim e logo abaixou o olhar
– Não a achei — ele disse pegando a corrente que ele teria que enrolar no ombro
– Que pena — falei dando de ombros — Vou me arrumar — falei subindo para meu quarto.
Rapidamente tomei um banho e coloquei meu vestido e a sapatilha, comecei minha arte, dessa vez em meu próprio rosto. Passei um rimel brilhoso, um batom bem vermelho e fiz com tinta verde neon, nas laterais do meu rosto, desenhos celtas como havia nas asas da minha fantasia.
Por último ajeitei a coroa de flores azuis em minha cabeça, mas cedo eu pedi para minha mãe alisar meu cabelo, agora eu estava uma fada celta com alguns toques próprios.
– Pronta? — minha mãe perguntou ao entrar em meu quarto
– Sim — eu disse e desci para o primeiro andar para descobrir que tinha um bando de retardados com fantasias super desconexas.
– Só a Tania que está tão superior quanto eu — Lua falou se virando para Sam, Meg e Jay. Ela fez com que seu vestido rodasse de una forma realmente linda, seu cabelo parecia estar quase branco e seu penteado era uma trança embutida, mas bem folgada. Seu vestido tinha uma abertura na lateral esquerda e ele era azul puxado para o branco com um véu por todo ele, um véu bem brilhoso
– Elsa? — perguntei e ela assentiu feliz — Sam, por que você não se vestiu de Olaf? Iria ficar tão fofinho — perguntei para o cara vestido de garçom.
– Ele é chato, mas essa fantasia me traz muitas habilidades
– Não me diga que você vai cant...
– O frio não vai mesmo me incomodar — ela me interrompeu começando a cantar, tudo que eu temia.
– Ok, ja entendemos que você sabe as musicas — Meg falou, ela parecia até bem simples, uma calça bege e botas até a metade da canela, uma blusa braca com uma jaqueta fina de couro e o cabelo solto.
– Meg, no Halloween não vale se vestir de si mesma — expliquei
– E não vale se vestir de coisas que ninguém reconhece — ela devolveu com a língua afiada
– Como assim? Todos sabem da existência das fadas celtas
– Alguém? — ela perguntou e até meus pais negaram — E eu estou vestida de Ivy, do filme a Múmia — ela explicou
– Só não bati nela por que ela é alta demais e iria dar muito trabalho pular em cima dela, e estragaria minha linda fantasia.
– Vamos logo para a festa — Jay falou se metendo entre Meg e eu. Ele nos abraçou pelos ombros e eu tive o prazer de fazer uma linda pergunta enquanto estavamos quase entrando no carro.
– Como foi seu encontro, Megara? — eu sorri e ela ficou completamente vermelha
– Ótimo, Tania — ela disse rápido entrando no carro, eu me sentei ao seu lado e a abracei
– Não tem como eu fingir raivinha de você — falei a abraçando e esfregando o rosto, a parte que não tinha tantos desenhos, no rosto dela e ela me abraçou de volta.
– Lesadas — Jay falou rindo
– Livre estou, livre estou — Lua começou a cantar novamente
– Ah, não — comecei meu pequeno e triste choro
– Chegamos na escola sabendo de cor e salteado as músicas do Frozen, Lua não parou nem por um estante de cantar. Desci do carro totalmente sequelada e enojada por Frozen.
– Você tem que amar muito essa garota — falei para Sam que descia do carro por último enquanto os outros estavam esperando no portão da escola.
– Ela é um espírito livre, sorri a todo momento e não deixa as pessoas se abalarem, mesmo que ela esteja — ele olhou de mim para Lua, onde deixou seu olhar permanecer — Não tem como não amar a alegria.
– Uau, que nojinho — falei passando as mãos nos braços — Muito amor para a minha existência.
Sam riu e fomos para o portão onde Lua se agarrou ao braço de Sam e o puxou para dentro da festa, eu agarrei os braços de Meg e Jay.
– Eles não vão nos deixar para trás — falei e dei a risada maligna.
Entramos e eu reparei que minha casa estava mais enfeitada que aquilo.
– Que porcaria é essa? Esse pessoal não sabe organizar nada não?! — perguntei chocada
– Nia, as pessoas quando crescem não ligam muito para uma arrumação de Halloween quando tem uma pista de dança com muitos adolescentes te aguardando.
– Eu também quero ir para a pista de dança, mas essa organização esta medíocre para não falar coisa pior — disse abismada — Que demônio!
– Vou pegar algo para beber — Jay disse e eu segurei seu braço o puxando para mim.
– Se eu sentir um mínimo cheiro de álcool na sua boquinha eu a esmago, sentiu o drama?
– Senti — ele deu um sorriso e beijou minha testa — Valeu, fada violenta
– De nada — disse e ele foi embora, quando eu ia me virar para Meg percebo a falta da presença dela — Cadê aquela pessoa? — me pergunto a procurando, a achei com um projeto de ruivo que parecia estar vestido com o uniforme de Hogwarts.
– Sozinha — falei vendo que Lua e Sam já estavam na pista de dança, andei até a mesa de bebidas onde Jay estava.
– Que foi? — ele me perguntou
– Não posso vir te visitar na mesa — eu mostrei a mesa com total alegria — de bebidas.
– Meg te deixou?
– Foi — concordei — As crianças crescem tão rápido — suspirei
– Ela já tá voltando -ele falou
– Ou talvez não, crescem não — falei empolgada
– Desculpa a sumida, só fui dar um 'oi' para o Derek — ela explicou
– Onww, o ratinho agora vai ter uma noite feliz — falei a fazendo ficar vermelha
Eu ri e olhei para Jay que me encarava sério e depois foi embora.
– Aonde você vai? — perguntei e logo senti duas picadas no pescoço, olhei devagar para trás encontrei Kevin sorrindo com dois dentes maiores na boca.
– Olá, minha querida lábios de mel — ele dise
– Oi, retardado, por que me mordeu? — perguntei passando a mão no pescoço
– Você é minha leal serva agora, fada celta
– RÁ — gritei feliz, me virei para Meg -, ele reconheceu — disse vitoriosa e ela revirou os olhos.
– ok, fada celta vampirada — ela disse rindo
– Idiota — falei e olhei para Kevin, até de Drácula o garoto era um gato.
Ele estava usando uma calça jeans, uma blusa social branca e uma capa roxa por fora e vermelha por dentro amarrada ao pescoço, sua gola era enorme. O cabelo estava completamente bagunçado e o sorriso mais sarcástico com aquelas presas.
Eu quebrei minha contemplação a ele quando Sam chegou ao lado dele com uma bandeja recheada de comida.
– Onde conseguiu isso? — Kevin o perguntou — Desde que eu cheguei aqui estou procurando comida.
– Parece que os garçons decidiram fazer greve lá na cozinha — ele respondeu enquanto comia vários salgadinhos — Mas eu sou um garçom que tem prioridade em apenas comer — ele explicou voltando a comer e eu a rir.
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