Princess

1 Ojou-Sama?


Notas iniciais
Está ruim :v você vai perder seu pancreas por ler isso. Enfim, boa leitura. Ah, ficou curtinho ~o~ e era pra ficar viu? ;D e eu ainda to sem meu word, ou seja, tá ruim de revisar, e eu acabo deixando muitos erros passarem. Então deem um desconto tá ;3?

A garota olhava curiosa para a grande mansão. Suspirou e murmuruava para si mesma palavras tão baixas que nem o vento pode ouvir.

Seus olhos esmeralda encaravam melancolicos para aquele lugar. E por fim, deixou escapar algumas palavras que para ela já eram tão comuns.

— Aiai, as vezes eu gostaria de viver como a Remilia... — Dizia pegando uma pedra e atirando para longe. — Sempre cheia de empregados, tendo todos os dias como o de uma princesa. Que inveja. — Terminava.

Inveja. Parsee podia ser mencionada como a personificação desse sentimento tão maudoso, mas sendo ela, até mesmo esse sentimento parecia um pouco mais inocente e meigo. Suspirou mais uma vez.

— O que está fazendo?

Em um estalo virou-se para trás assustada, mas logo voltou ao normal. Era apenas Yuugi, nenhum Hakurei ou Kirisame.

— Estou apenas olhando a Mansão Escarlate, ela fica bonita ao por do sol. — Dizia tentando esconder o que de fato a havia levado até lá. Observar a vida de uma princesa de \"perto\".

— Aham... — Yuugi dizia sarcástica se sentando ao lado da outra. — invejando quem dessa vez?

— Você fala como se eu fosse uma má pessoa. — Ri baixo. — Mas, bem se não tem como esconder. — Deu de ombros. — Estava observando aquela garota, a Remilia. Sempre cercada de empregadas que fazem tudo para ela. — Suspirou. — Enquanto eu estou sozinha.

— Hahahaha, você não deixa de ser uma princesa sabe? só não tem empregados. — Ela dizia sorrindo.

— Isso não me deixa mais feliz. — Ela se levantava. — Vou embora, estou cansada de ficar aqui. — Logo a garota sumia da vista da maior.

Durante todo o caminho de volta para casa, ela imaginava uma vida cercada de luxo e facilidades. Claro que nem sempre é fácil, Remilia teve que enfrentar a sacerdotisa Hakurei uma vez já. Mas a vida seria tão mais relaxante.

Entrou em sua casa e logo se deitou. Estava cansada, apesar de não ter feito quase nada além de ficar olhando para a Mansão Escarlate. Não demorou para adormecer.

— Hora de levantar, Ojou-sama. — Abria os olhos lentamente e olhou para a pessoa que a havia chamado.

— YUUGI! o que faz aqui? — Examinou melhor a mesma, reparando em seu traje. — E por que raios você está vestida desse jeito!?

— Oras, você não queria alguém para lhe servir? — Ajoelhou-se pegando na mão de Parsee. — Eu estou aqui para isso, Ojou-Sama. — Beixava o dorso da mão da mesma.

Parsee corava violentamente. Levantou-se violentamente e apontando para a porta gritava.

— Saia daqui Yuugi! — Parsee gritava.

— Eu não irei a lugar nenhum, Ojou-Sama. — Dizia com um sorriso no rosto.

Parsee virava-se e deitava novamente em sua cama, cobrindo o corpo inteiro. Entre soluços falava.

— Por que você tem que ser assim? Sempre se divertindo com o que eu digo. — Ela agarrava com força os cobertores. — Isso é tão...cruel...

Parsee logo começava a chorar. Havia confiado em Yuugi seus pensamentos, mas sempre acabava desse jeito. Yuugi sempre levava na brincadeira o que ela falava, e isso a deixava irritada. Mas se vestir de mordomo só para brincar com ela havia sido a gota d\'água.

Seus pensamentos eram interrompidos por um puxão e antes de perceber, estava no colo de Yuugi.

— O que você pensa que está fazendo!? — Voltava a se irritar.

— Quem disse, que eu estou brincando? — Dizia com um sorriso no rosto e logo depois beijando a testa de Parsee que corava na hora.

Parsee foi levada até o banheiro por Yuugi, que se recusava a solta-la. Até no banho recebeu assistência da demônio, mesmo implorando para ela sair, ela se recusava e bem...Yuugi era pelo menos 50 vezes mais forte que ela, não tinha chances de ela ganhar em uma batalha, então acabava cedendo.

— Ojou-Sama, seu café da manhã. — Dizia servindo Parsee.

— Yuugi, pode parar de brincar por favor e ir embora? — Dizia provando um pedaço do que seria um bolo. \"Hmmm, não está mal...\" pensou.

— Eu já não disse? não esou brincando. — Aquele sorriso sereno continuava em seu rosto.

O dia havia sido daquela forma. Yuugi seguia Parsee aonde ela fosse. Ficava olhando ela observando a Mansão Escarlate, ouvia seus murmurios e seus suspiros.

Parsee já estava se acostumando com aquilo, a compania de Yuugi a fazia feliz até. Gostava do jeito que ela cozinhava, e de como quando ela ia arrumar o cabelo Yuugi o fazia. Era interessante ter alguém para servi-la. Era assim que Remilia se sentia?

O dia estava para acabar, Parsee olhava o por do sol com, por incrivel que pareça, um sorriso alegre no rosto. De satisfação, logicamente.

— Yuugi, vai voltar amanhã? — Parsee olhava curiosa para a mesma.

— Não sei. — Ela se sentava ao lado de Parsee.

— Então é assim que é ser uma princesa? — Ela ria. — Que bobagem.

— Bem. — Yuugi pegava na mão de Parsee. — O dia de uma princesa não estaria completo... — aproximou-se da mesma e a beijava. — Sem o beijo de um princípe não é?

Parsee corava violentamente e virava o rosto.

— Idiota.

Notas finais
Reviews? tá, nem mereço.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!