Princesas

8 "Raparigas ao salvamento!"


Notas iniciais
Shin: Falta tão pouco! Kanka: É, já tenho até saudades! Mitt: É, mas este é só para.......é, nada de spoiler! Shin: BOA LEITURA!

Mais tarde....

Mitt caminhava pelos corredores, na parte mais este. Conhecia cada ponta daquele castelo e era impossível perder-se. Deparou-se com uma porta de madeira grossa e escura, metade tapada. Ao ouvir barulho, escondeu-se nas sombras, vendo o rei Maximus sair acompanhado de dois guardas. Tapou a porta com a tapeçaria e saiu apressado.

Mitt apressou-se a entrar. Havia umas escadas que desciam e outras que subiam. Decidiu subir, e no topo encontrou uma porta. A chave? Não era preciso. Mitt tirou um gancho do cabelo e abriu a porta.

Lá dentro, uma rapariga chorava baixo, enquanto acariciava as cabeças de duas crianças.

— Quem és tu? — Perguntou a rapariga.

— Eu sou a Mitt'l. Tem calma. O que te aconteceu e quem és tu?

— Como é que eu sei que não me vieste fazer mal?

— Acredita, só faço mal a alguém se ter motivos. Eu vi o rei Maximus a sair daqui, parecia que te estava a esconder....

— E está. Eu sou sua filha.

— O quê!? Podes começar a explicar! — Disse Mitt.

— O meu nome é Atina. Quando a rainha ainda não sabia que estava grávida, o rei engravidou uma mulher do povo. Depois quando soube que a rainha estava grávida, raptou a minha mãe, grávida de mim. A minha mãe morreu por agressão de um guarda que me queria violar, mas a morte dela não ajudou em nada. Com 15 anos, tive a minha filha, Viollet, e um ano depois, o pequeno Edward nasceu. Estou aqui presa, por um guarda porco e nojento que abusa de mim. — Disse Atina, não contendo as lágrimas.

— Pega nas tuas coisas. Daqui a uma hora, vais sair daqui!

— C-como assim?

— Atina, vais finalmente ser livre! Arruma tudo o que precisas, rápido! — E saiu, deixando a rapariga com um pingo de esperança.

Uma hora depois......

— E para nos ajudar, os rapazes! — Finalizou Mitt.

— Eu estou dentro! — Disse Harry e Tiago ao mesmo tempo.

— Contem comigo! — Disse Shin.

— E comigo! — Disse James.

— Vamos lá! — Disse Miya.

— Se todos concordam, eu também. — Disse Petter.

— Ok, vamos lá! — Disse Kanka.

— Raparigas ao salvamento! — Disse Shin, abraçando as amigas.

— É impressão minha, ou fomos completamente ignorados? — Perguntou Petter.

— Ou isso ou fomos chamados de raparigas. — Disse Harry.

— Vamos rapazes! — Disse Kanka.

— É, nós fomos completamente ignorados. — Disse Tiago.

Todos foram para as suas posições. James, Harry e Tiago foram na frente, verificando se a costa estava livre. Petter e Miya foram buscar o carro, para levar Atina e os filhos para longe. As meninas vestiram-se de empregadas com uma roupa a mais para Atina, levando carrinhos cheios de roupa.

Tudo correu bem e em pouco tempo, Atina e os filhos já iam em direção a Sta. Kristei, onde Atina ficaria por algum tempo.

— Bem, a missão foi um sucesso! — Disse Kanka, aliviada.

— Claro que foi, fui eu que a planeei! — Disse Mitt.

— Bem, nós temos de ir. — Disse Harry. — Esperarei por ti, Kanka.

—O-ok.

— Ficas a dever-me uma dança. — Disse Tiago, encarando Mitt.

— Porquê? — Disse Mitt, um pouco confusa.

— Porque eu decidi ajudar.

— Isso não tem nada a ver!

— Não te livras Mitt'l. Até logo! — Disse Tiago, indo embora e sendo seguido por Harry, que antes se despediu das raparigas.

— Qualquer coisa, chama. Até logo princesa. — Disse James, despedindo-se das outras e seguindo os amigos.

Para qualquer pessoa que os visse juntos, acharia que eram casais apaixonados, mas não era assim. Ambos olhavam uns para os outros como irmãos. Nada de segundas intenções, apenas um amor fraternal. Mas, para William que observara a cena, as coisas eram como todos pensavam ser.

No quarto de Andrientta, as três noivas preparavam-se para sair. Os vestidos, escolhidos pelas mães, eram demasiado grandes e com cores extravagantes, cheios de laços e pedras preciosas, as três raparigas tinham quase o dobro do peso. Depois das empregadas finalmente as deixarem a sós, Andrietta encarou as amigas.

— Estão prontas? — Perguntou.

— Se estou pronta para dizer "não"? Claro que estou! — Disse Stephanie.

— É o mais certo a se fazer. — Disse Charlotte.

— Então vamos!

Todos se juntaram na grande capela. A imprensa, a televisão, várias caras famosas, realeza e claro, convidados especiais, esperavam as noivas entrarem. Ethan, William e Benjamin estavam no altar, tentando ao máximo não encarar as amigas que conversavam. Mas não conseguiam. A grande coincidência, de estarem a condizer, deixava muitas duvidas nas cabeças dos príncipes.

A musica começou a tocar e a primeira noiva, Charlotte, entrou. Benjamin gelou. Charlotte era bonita, os olhos verdes e cabelo ruivo, mas não era bem o que Ben gostava. Ele gostava do que não chamava a atenção, o que não conseguia entender, pois adorava as amigas que eram tão chamativas quanto um flamingo ás riscas verdes e vermelhas com bolinhas douradas.

Depois de Charlotte, foi a vez de Andrientta. Ethan olhou para a futura esposa, vendo-a a arrastar-se para o altar. Imaginara muitas vezes o seu casamento, mas nunca o imaginara assim, cheio de pessoas que nem conhecia. Gostava do tradicional, o que o levou a odiar o vestido da pobre princesa, purpura e cheio de jóias. Os seus olhos desviaram se para Shin, que encarava o chão com uma expressão indecifrável. Quando levantou o olhar e encontrou o do amigo, amenizou a expressão e sorriu. Um sorriso que Ethan achou forçado, fazendo-o enrugar a testa.

A ultima foi Stephanie. William nunca se sentira bem perto dela. Culpava as três raparigas por ter crescido com "influencias negativas" e adorava quando Mitt quase o estrangulava por dizer tal parvoíce. Adorava quando ela se chateava. Gostava de a ver exaltada, a lutar pelo que achava o certo. Adorava isso entre outras coisas naquela pequena rapariga. Engasgou-se ao perceber que estava a pensar demais em Mitt, o que alertou Stephanie, que já estava ao seu lado. Fez um sinal a dizer que estava tudo bem enquanto os seus olhos deslizavam para a amiga, que continha o riso. Corou instantaneamente.

— Quem tem algo contra, fala agora ou cale-se para sempre. — Disse o padre. Três mãos se elevaram no ar. Stephanie, Charlotte e Andrietta, depois de baixarem as mãos, saíram do altar, em direção há porta.

— COMO É QUE SE ATREVEM! — Gritou o rei Maximus. Os reis e rainhas de cada pais, seguiam as filhas, gritando, chorando e dizendo que era um erro o que elas estavam a fazer.

Sons de tiros foram ouvidos e em pouco tempo, rebeldes tinham entrado, disparando para todos os lados.

Notas finais
Shin: AI MEU PAI! Mitt: O que foi mulher!? Kanka: Os capitulos que ela escreveu estão quase a ser postados. Mitt: O próximo não é? Shin: É? É!? Tenho de o revisar! 100 VEZES! ADEUS! Kanka: O que foste dizer Mitt.... Mitt: Ela sobrevive! Até ao próximo!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.