Princesa Serpente - Secret
18 Encontro
Notas iniciais
Bem, espero que o capítulo faça a espera ter valido a pena.
E já queremos agradecer a todos que continuam acompanhando a fic e a todos que nos manda reviews.
Nós amamos vocês.
A partir daquele dia Harry ficava observando os passos de Malfoy pelo Mapa do Maroto, mas não conseguiu observar nada comprometedor.
– O que você está fazendo? – perguntou Safira ao entrar no dormitório dos meninos.
– Nada – disse Rony.
Nesse momento Harry estava prestes a fazer o mapa ficar em branco, mas não contava com a habilidade de Safira.
– Accio mapa.
O Mapa do Maroto voou das mãos de Harry e foram para as de Safira, que o abriu esperando encontrar alguma coisa que lhe chamasse a atenção.
– Quem vocês estão espionando?
Tanto Harry quanto Rony ficaram em silêncio.
– Malfoy aposto – os olhos da grifinória correram pelo mapa procurando o pequeno ponto preto que indicava a localização do sonserino. – Ele está na sala comunal, nada fora do comum. Malfeito feito. – Safira tocou no mapa com a varinha e observou a tinta desaparecendo até restar apenas um pedaço de pergaminho em branco.
Ela fechou o mapa e jogou para Harry, que o guardou em sua mala, pretendendo pegá-lo depois que Safira saísse.
– Só vim perguntar se você pretende ir para Hogsmeade amanhã, Harry. E Won-won. – agora ela falava olhando para Rony. – Seu docinho de coco pediu para encontra-la no Três Vassouras assim que chegar lá.
Rony bufou assim que Safira terminou de dar o recado.
– Você vai ou não Harry?
Por um lado ele não queria ir, pois pensou que Malfoy poderia usar essa ida ao povoado para aprontar alguma coisa. Quando ele estava prestes a dizer “não”, foi só olhar nos olhos da amiga para perceber que ela adivinhou o que passava em sua cabeça.
– Parece uma boa ideia.
– Ótimo. Já falei com a Lina e ela disse que iria, só falta falar com a Hermione. E se você quiser Rony, podemos todos ir ao Três Vassouras te dar apoio. Ou, se preferir, pode ficar a sós com ela.
– Não, podem ir. Fiquem a vontade. – disse, desesperado.
– Não quero atrapalhar – Safira estava rindo da reação do ruivo.
– De jeito nenhum.
Harry também estava achando a situação muito engraçada.
– Já que insiste, eu vou. E acho que vou chamar o Ernesto para ir comigo.
O sorriso de Harry desapareceu.
– Bem, vou ver se Hermione quer ir também. – seu rosto deixava bem claro que já sabia a resposta e que não queria fazer essa pergunta para ela. – Vou indo.
– Aposto que a Lilá vai adorar essa ideia de encontro duplo. – disse Rony se jogando na cama. – Será que ela não poderia ser menos melosa?
– Pelo menos a Lina vai estar ao meu lado enquanto seguramos vela. – disse Harry, que havia se esquecido de espionar os passos de Draco e se sentou na sua cama.
– Será que Fred e Jorge conseguem me mandar alguma coisa do kit Mata-Aula até amanhã? Assim posso ficar doente. –
E ela vai para a ala hospitalar cuidar de você.
– É verdade.
Os dois amigos ficaram conversando até a hora do jantar, ficando decidido que Rony iria para Hogsmeade sem tentar armar nada.
– Won-won – Rony ouviu a voz de Lilá, que pulou em suas costas assim que ele colocou os pés no Salão Principal. – Você é realmente incrível. A Safira me falou de nosso encontro duplo, sabia que você conseguia ser romântico. – assim que desceu de suas costas, Lilá lhe deu um beijo na bochecha e foi se sentar ao lado de Parvati.
Os dois foram até seus lugares onde encontraram Safira e Lina conversando e Hermione escondida atrás de um livro.
– Então... – começou Harry. – O Ernesto vai também?
– Sim, ele adorou a ideia.
– Imagino – Harry pegou um pouco de suco de abóbora e tomou um grande gole, o que o impediu de reparar no olhar calculista de Safira.
– Bem, Hermione disse que não vai porque tem que ir a biblioteca fazer um trabalho de Runas Antigas.
– Eu estou deixando para fazer esse trabalho depois de Hogsmeade. Nem é tanta coisa. – disse Lina – Mas achei um milagre permitirem que os alunos visitem o povoado depois do que aconteceu.
– Alguém tem noticias da Katie por falar nisso?
– Nenhuma, mas ela deve estar se recuperando.
– E até lá eu continuo no lugar dela. Devo dizer que é um pouco cansativo jogar quadribol por algum motivo além de diversão.
O jantar seguiu normalmente, menos pelo fato de Hermione e Rony agirem como completos estranhos.
*
Todos estavam se preparando para a ida para o povoado, embora muitos alunos tenham optado por permanecer no castelo, boa parte do sexto e sétimo ano resolveram se arriscar.
– Bem Won-won, é melhor corrermos para nosso encontro duplo.
– Que bom.
– Então eu e Harry podermos ficar fora dessa?
– Nem pensar – Safira se aproximou de Lina e sussurrou em seu ouvido. – Não quero ficar sozinha com a Lilá, preciso de uma garota com um pouco de cérebro para conversar.
Os quatro caminharam em direção ao Três Vassouras, ainda tinha neve no chão, mas o vento não passava de uma brisa, o que deixava o dia com uma cara levemente alegre. Quando entraram no estabelecimento avistaram Lilá e Ernesto sentados em uma mesa que ficava ao lado de uma janela.
– Aqui Won-won – disse Lilá se levantando e acenando para Rony.
Eles sentaram-se um ao lado do outro, Lina e Harry ficaram no meio e Safira e Ernesto ficaram na outra ponta.
– Então, o que acharam das aulas de aparatação? – perguntou Lina.
– Não vou negar que achei um pouco difíceis – disse Ernesto.
– Dava para ver pela sua cara – Safira deu uma risada.
– Não teve graça.
– Teve, e muita.
– Eu não gostei – disse Lilá. – E acho que não vou tentar novamente.
– Por que? – perguntou Rony.
– A professora Trelawney disse que me aventurar no que desconheço pode ser prejudicial. E ela tinha razão, viram o que aconteceu com a Susana Bones?
– Então você está dizendo que vai deixar de se ariscar de vez em quando por que tem medo? – disse Lina. – Como você acabou sendo selecionada para a Grifinória? Todos corremos riscos na vida, e em minha opinião é isso que deixa as coisas mais interessantes.
Lilá virou a cara, evidentemente ela só daria ouvidos ao que a professora de Adivinhação dissesse.
– Vou buscar umas cervejas amanteigadas – disse Ernesto.
– Vou com você.
Safira se levantou e o seguiu, Harry não tirava os olhos deles nem por um segundo, mas ninguém reparou porque Lina brincava com uma mecha de seu cabelo e o “casal de pombinhos” estava “aproveitando” a companhia um do outro.
Como estavam muito longe Harry não conseguia ouvir a conversa dos dois, mas parecia que Safira estava achando o assunto muito engraçado porque ficou com um sorriso no rosto por muito tempo, e depois disse alguma coisa na orelha de Ernesto e ele respondeu acenando com a cabeça, nessa ora as bebidas estavam prontas e eles voltaram para a mesa.
– Até que enfim. Estava morrendo de cede. – Lina pegou a sua bebida e deu um enorme gole que fez seu copo ficar pela metade. – Delicia.
Safira deu uma risada da amiga, mas parecia estar pensando em algo muito sério.
Lilá agarrava o braço de Rony com um de seus braços e usava o outro para beber, e durante um bom tempo todos ficaram em silencio.
– Won-won, que tal irmos ao Café Madame Puddifoot?
– O que?
– Por favorzinho. Lá é um ótimo lugares para casais.
Harry se lembrou da última vez que entrou naquele lugar, e acabou em uma discussão com Cho Chang.
– Vamos.
Lilá nem deu tempo de Rony responder, pois já o estava puxando para fora.
– Safira, por que não saímos também?
– Ótima ideia.
Os dois se levantaram e foram embora.
– Só sobrou a gente – disse Lina. Quando Harry olhou para ela foi surpreendido pela amiga que piscou com um só olho para ele. – Brincadeira. – ela bebeu o último gole de cerveja amanteigada e se levantou. – Não sei você, mas eu vou voltar para o castelo.
– Eu acho que vou dar uma volta.
– Uma volta? Sei. Bem, faça o que quiser.
Poucos segundos depois de Lina sair Harry fez o mesmo, e não pode negar que a primeira coisa que lhe passou pela cabeça era saber onde Safira estava. Mas ele precisava de um lugar para pensar, um lugar sossegado.
E ele sabia que lugar era esse.
Ele andou pela rua principal do povoada, seus pés afundando na pequena camada de neve que havia e alunos passando por ele o tempo todo. Quanto mais ele caminhava mais perto estava de seu objetivo, e finalmente chegou.
A Casa dos Gritos.
Se ele precisava de um lugar sem ninguém, era aqui. Mas infelizmente o lugar não estava tão vazio, pois tinha um casal que estava perto de uma árvore: Safira e Ernesto.
Ela estava de costas para o tronco da árvore e seus braços envolviam o pescoço do garoto, que parecia estar prestes a beija-la.
Inconscientemente Harry deu um paço para frente, e acabou pisando em um galho seco que fez um barulho auto ao quebrar, chamando a atenção do casal.
– Harry? Por que você está aqui? – em nenhum momento Safira tirou seus braços de Ernesto.
Harry não sabia por que, mas sentia que tinha que dizer alguma coisa, algo que o estava incomodando a um bom tempo.
– Então?
– Safira, eu não acho que você e Ernesto devam namorar.
Finalmente os braços da grifinória soltaram o loiro.
– Como é que é?
Ela começou a andar em direção a Harry, até que eles ficaram frente a frente.
– Quem você pensa que é para me dizer com quem devo ou não namorar?
Harry ficou em silêncio.
– Vamos, responda. É bom você ter um bom motivo para isso.
“Eu tenho”, ele pensou.
Ele observou os braços cruzados de Safira e seu olhar impaciente.
– Eu só acho que ele não é o cara certo para você, só isso.
– E por que você pensa assim? Ou melhor... mesmo que você pense assim, o que lhe faz pensar que tem o direito de se meter na minha vida?
Harry imaginava que sabia o que tinha que dizer, ela pensava que as palavras certas surgiriam quando ele abrisse a boca, mas ao invés disse ele ficou calado, e Safira parecia cada vez mais impaciente.
– Ele gosta de você.
Ambos olharam para Ernesto, que estava recostado no tronco da árvore.
– É por isso que está estranho. E ainda por cima está com ciúmes.
– É isso mesmo Harry? Você gosta de mim?
As palavras não apareciam, então ele olhou para o lado, não conseguindo encará-la.
– Pelo jeito é isso mesmo que está acontecendo.
Um sorriso muito estanho surgiu no rosto de Safira, parecia meio triunfante, meio pensativo, e outras coisas que Harry não conseguiu desvendar. Na verdade ele não conseguia desvendar como estava se sentindo. Ela já saiu com Cho Chang, e eles já “namoraram” por um tempo, e até mesmo se beijaram, então isso não devia ser nada novo para ele.
“Espera. Como posso comparar a Safira e a Cho? Elas não têm nada em comum”.
Talvez fosse isso que fizesse a situação parecer nova, as duas eram completamente diferentes. Safira nunca usou Harry para conseguir informações sobre alguém, enquanto Cho, durante o “namoro” deles, só sabia falar sobre Cedrico. Safira já teve um momento em que derramou lágrimas, mas não como Cho, ela tinha bom motivos e não exagerava a cada coisa insignificante.
Sem dúvida Safira era uma pessoa especial, e Harry sabia disso.
– Olha, Harry...
Agora ela ia dar a resposta dela, e o grifinório não sabia o que esperar.
Notas finais
Todos de ferias? Bom nos ja h3h3
Enfim, esta ai mais um capitulo. Ai posso fazer uma pergunta vcs imaginam o ernesto bonito ou não? RESPONDAM
Enfim, espero que vocês deixem reviews ANTES DO FIM DO MUNDO porfa neh gente ja vou morrer sem ir pra Londres ai sem reviews tambem não da!
Façam duas autoras felizes... ... ... ... ... ... ... ou morram.
BRINKS bom vai todo mundo morrer dia 21 mesmo... ou não.
Bom reviews porfa ok? U.U
Adoro vcs
Bjos
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