Princesa Serpente - Secret
9 DCAT com Snape e luta pela Felix Felicis
Notas iniciais
No dia seguinte foram as entregas dos horários e Harry se surpreendeu ao saber que poderia cursar Poções esse ano, já que o professor havia mudado, mas isso não mudou a situação de Lina, que havia tirado um Aceitável em seus N.O.M.s
Harry e Rony aproveitaram o horário vago junto com Safira enquanto Lina e Hermione estava na aula de Runas Antigas. A próxima aula seria Defesa Contra as Artes das Trevas, e no caminho se encontraram com as amigas, Hermione e Lina carregavam vários livros pesados.
– A professora de Runas nos passou tantos deveres! – exclamou Lina
– Um trabalho de quase quatro metros, duas traduções, e preciso ler tudo isto para quarta-feira. – completou Hermione.
– Que pena – bocejou Rony.
– Boa sorte, Lina – disse Safira colocando a mão no ombro da amiga. – Vai precisar.
– Espere para ver – disse Hermione com raiva. – Aposto como o Snape também vai passar um montão. – Quando ia dizendo isso, a porta da sala abriu e o professor saiu para o corredor, o rosto macilento emoldurado pelas eternas cortinas de cabelos pretos oleosos. Afila silenciou imediatamente.
– Para dentro – disse ele.
Harry olhou a toda volta quando entraram. Snape já impusera sua personalidade à sala; estava mais sombria do que antes, pois ele fechara as cortinas e a iluminara com velas. Novos quadros adornavam as paredes, vários deles mostravam pessoas sofrendo com pavorosos ferimentos ou partes do corpo estranhamente torcidas. Ninguém falou enquanto os alunos se acomodavam, admirando os sinistros quadros escuros.
– Não pedi a vocês para apanharem seus livros – começou Snape, fechando a porta e virando-se para encarar a turma de sua escrivaninha. Hermione devolveu depressa à mochila o seu exemplar de Frente ao irreconhecível e guardou-a embaixo da cadeira. – Quero conversar com os senhores e exijo sua total e absoluta atenção.
Seus olhos negros percorreram os rostos voltados para ele, demorando-se uma fração de segundo a mais no rosto de Harry, e repetindo esse ato com Safira, Harry imaginou que agora que se tornou público que Safira é filha de Sirius, Snape também vai tornar a vida dela um inferno.
Agora que Harry parou para pensar, ele percebeu que boa parte da sala, principalmente os alunos da Sonserina, encararam Safira, e ele percebeu que ela não ligava a mínima para eles.
– Creio que já tiveram cinco professores nesta matéria. – a voz do professor fez Harry voltar para a sala de aula.
“Como se você não estivesse esperando para ocupar o lugar de cada um deles”, pensou Harry.
– Naturalmente, cada um teve o seu método e suas prioridades. Diante dessa confusão, é uma surpresa que tantos tenham obtido nota para passar nesta matéria. E surpresa maior será se todos conseguirem dar conta dos deveres do N.I.E.M, que serão bem mais complexos.
Snape começou a andar em volta da sala, falando agora mais baixo; os alunos esticaram o pescoço para conseguir vê-lo.
– As Artes das Trevas são muito variadas, inconstantes e eternas. Combatê-las é como combater um monstro de muitas cabeças, no qual, cada vez que cortamos uma cabeça, surge outra ainda mais feroz e inteligente do que a anterior. Vocês estão combatendo algo que é instável, mutável e indestrutível.
Houve um momento de silencio.
– Suas defesas – disse Snape alteando a voz –, portanto, têm de ser flexíveis e inventivas como as Artes que vocês querem neutralizar. Esses quadros – ele apontou alguns à medida que passava – são uma boa representação do que acontece com quem, por exemplo, sofre a Maldição Cruciatus – (ele fez um gesto indicando uma bruxa que visivelmente urrava de dor) –, sente o Beijo do Dementador – (um bruxo de olhos vidrados encolhido contra uma parede) – ou provoca a agressão de um Inferius (uma massa sangrenta no chão).
– Então já foi avistado algum Inferius? – perguntou Parvati Patil com voz aguda. – Então é oficial, ele está usando Inferi?
– O Lorde das Trevas usou Inferi no passado – respondeu Snape –, o que significa que seria sensato presumir que pode tornar a usá-los. Agora...
Ele recomeçou a andar pelo outro lado da sala em direção à própria escrivaninha, suas vestes escuras enfunando a cada passo e, mais uma vez, a classe acompanhou-o com os olhos.
–... creio que os senhores são absolutamente novatos no uso de feitiços mudos. Qual é a vantagem de um feitiço mudo?
Harry percebeu que Safira ia levantar a mão para responder, mas Hermione foi mais rápida, e assim que sua mão estava completamente levantada, Safira abaixou a dela. Isso não passou despercebido por Snape.
– Srta. Stevens, – ele encarava Safira como se esperasse por um show que o agradaria muito. – vi que a senhorita queria responder, mas, ao ver a sua colega levantar a mão, desistiu. Nas minhas aulas não quero ver hesitação nem desistência. Por que não responde à minha pergunta?
Safira limpou a garganta, mas quando falou sua voz estava firme e decidida.
– Feitiços mudos são muito eficientes durante duelos, devido ao fato de seu oponente não poder saber qual será o feitiço que você lançará. Logo, se torna mais difícil se defender dele, e isso lhe dará alguns segundos de vantagem, mas não significa que ganhará o duelo só com isso.
A sala ficou em silencio, Hermione parecia triste por não poder responder, mas também surpresa com a resposta da amiga, Lina parecia bem orgulhosa como se quisesse dizer "Essa é minha amiga", Harry olhou para Snape esperando qual crítica ele poderia fazer dessa resposta que, para Harry, era perfeita.
– Nada mal, srta. Stevens.
Isso seria um elogio?
– Mas...
“Era bom demais para ser verdade”, pensou Harry.
–... acho que não era necessário uma resposta tão longa para uma pergunta simples. Espero que não esteja esperando ganhar pontos por se exibir.
Uma leve risada surgiu do canto da sala, Harry viu que era Malfoy, mas Safira não seu a mínima e se limitou a prestar atenção à aula.
– Nem todos os bruxos conseguem fazer isso, é claro; é uma questão de concentração e poder mental que alguns – seu olhar recaiu demoradamente em Harry – não possuem.
Harry sabia que o professor estava pensando nas desastrosas aulas de Oclumência do ano anterior. Recusou-se a baixar os olhos e encarou Snape até este desviar o olhar.
– Os senhores agora vão se dividir em pares. Um parceiro tentará enfeitiçar o outro sem falar. O outro vai tentar repelir o feitiço em igual silêncio. Comecem.
Embora as aulas que muitos alunos tiveram com a AD tenham sido de muito ajuda, nada os preparava para feitiços que não eram pronunciados. Hermione estava se saindo perfeitamente bem em repelir os feitiços que Neville lançava, e Safira, que fazia dupla com Lina, não ficava atrás.
– Por que você não tenta praticar com a Hermione? – perguntou Lina. – Ela sim vai lhe oferecer algum desafio.
– E deixar você sozinha? – Safira fingiu estar indignada.
– Eu posso...
– Protego.
Um barulho de cadeira sendo arrastada chamou a atenção de todos.
– Você está lembrado que eu disse para praticar feitiços não-verbais, Potter?
– Sim – respondeu Harry, inflexivelmente.
– Sim, senhor.
– Não é preciso me chamar de "senhor", professor.
– Ele não fez isso – disse Safira cobrindo os olhos com a mão esquerda, mas quando as manga das suas vestes começaram a escorregar ela as ajeitou depressa.
– Detenção, sábado à noite, meu escritório – disse Snape. – Não admito atrevimento de ninguém, Potter... nem mesmo do Eleito.
– Foi genial, Harry! – disse Rony às gargalhadas, quando já estavam bem longe, a caminho do recreio, pouco depois.
– Foi idiota – disse Safira.
– Prefiro genial – disse Lina.
– Ele tentou me lançar um feitiço, caso você não tenha reparado! – irritou-se Harry. – Me enchi disso nas aulas de Oclumência!
– Que aulas de Oclumência? – perguntou Lina. – Mas tarde eu explico Lina – disse Safira. – Se estiver tudo bem para você Harry.
– Claro.
Harry só lembrou agora que depois de tudo que passaram ano passado Lina não sabia que as aulas de poções com Snape na verdade eram aulas para aprender a fechar sua mente. Parecia estranho ela não saber disso, já que Harry já a julgava uma amiga de confiança.
– Mas afinal, que é que o Dumbledore está querendo para deixar o Snape ensinar Defesa contra as Artes das Trevas? Você ouviu bem o que ele disse? Ele adora essas artes! Todo aquele papo de instável, indestrutível...
– Bem – contestou Hermione –, achei que lembrava um pouco você falando.
– Eu?
– É, quando estava nos contando como era enfrentar Voldemort. Você disse que nãoerauma questão de decorar um monte de feitiços, disse que era apenas você e seu cérebro e sua coragem... bem, não era isso que Snape estava dizendo? Que a arte se resumia em ter bravura e agilidade mental?
Harry se sentiu tão desarmado ante a amiga que achava que suas palavras mereciam ser memorizadas como as do Livro padrão de feitiços que não discutiu.
– Harry! Ei, Harry!
Harry olhou para os lados; Juca Sloper, um dos batedores da equipe de quadribol da Grifinória no ano anterior, vinha correndo em sua direção com um pergaminho na mão.
– Para você – ofegou Sloper. – Escute, soube que é o novo capitão. Quando vai fazer os testes?
– Ainda não tenho certeza – respondeu Harry, pensando que Sloper teria muita sorte se voltasse à equipe. – Aviso você.
– Ah, certo. Eu tinha esperança de que fosse neste fim de semana...
Mas Harry não estava escutando; acabara de reconhecer a caligrafia fina e inclinada no pergaminho, Safira olhou sobre o ombro de Harry e também reconheceu a letra.
– Lina, é melhor irmos para a biblioteca, você tem um trabalho enorme de Runas Antigas.
– Tudo bem.
Mesmo não entendendo essa mudança repentina de assunto, Lina seguiu Safira até a biblioteca. Harry ficou feliz pelo que Safira fez, mesmo confiando nas duas preferia que mais ninguém soubesse das aulas que teria com Dumbledore. Pelo menos não por enquanto.
No tempo que se seguiu eles discutiram sobre o que Dumbledore ensinaria ao Harry e tentaram terminar os deveres que Snape passou. Mal concluíram os deveres, tocou a sineta para a aula dupla de Poções e eles fizeram o já conhecido trajeto para a sala na masmorra que, durante tanto tempo, pertencera a Snape.
Quando chegaram ao corredor, viram que apenas uns treze alunos haviam continuado no nível de N.I.E.M, e no meio deles encontraram Safira que se juntou ao trio, e avisou que Lina ficaria na biblioteca até acabar a aula de Poções. Crabbe e Goyle evidentemente não tinham obtido a nota exigida no N.O.M., mas quatro alunos da Sonserina tinham passado, inclusive Malfoy. Aguardavam também quatro alunos da Corvinal e um da Lufa-Lufa, Ernesto Macmillan, de quem Harry gostava, apesar do seu jeito pomposo.
– Harry – saudou Ernesto, auspiciosamente, estendendo a mão quando ele se aproximou –, não tive chance de falar com você hoje de manhã na Defesa contra as Artes das Trevas. Achei uma boa aula, mas Feitiços-Escudoé, obviamente, uma velharia para veteranos da AD como nós... e vocês como vão, Rony...Hermione?
Mal os dois responderam "ótimo", a porta da masmorra se abriu e a pança de Slughorn o precedeu no corredor. Quando entraram na sala, seus enormes bigodes de leão-marinho se curvaram nos cantos da boca sorridente e ele cumprimentou Harry, Safira e Zabini com particular entusiasmo.
Na hora de dividir as mesas os quatro alunos da Sonserina ficaram com uma, os quatro da Corvinal com outra, e para não ficar sozinho o professor Slughorn colocou uma mesa menor ao lado da que Harry estava para que Safira e Ernesto dividissem. As mesas deles eram as mais próximas de um caldeirão dourado que exalava um dos aromas mais fascinantes que Harry já sentira na vida: lembrava ao mesmo tempo torta de caramelo, resina de madeira em cabo de vassoura e...
– Ora muito bem, ora muito bem, ora muito bem – começou Slughorn, cuja silhueta maciça parecia tremeluzir em meio aos variados vapores.
Só agora Harry reparava que respirava de forma lenta e profunda, o aroma não saia de sua cabeça.
Quando o professor pediu que pegassem o material para a aula Harry contou que não tinha os materiais, então o professor emprestou dois exemplares gastos de Estudos Avançados no Preparo de Poções, de Libatius Borage, e entregou a Harry e Rony, juntamente com duas balançasoxidadas.
– Ora, muito bem – disse voltando para a frente da turma e enchendo o peito, já bastante volumoso, o que por um triz não fez os botões do seu colete saltarem. – Preparei algumas poções para vocês verem, apenas pelo interesse que encerram, entendem? São o tipo de coisa que deverão sercapazes de fazer ao fim dos N.I.E.M.s. Já devem ter ouvido falar de algumas, ainda que não saibam prepará-las. Alguém pode me dizer qual é estaaqui.
O professor indicou o caldeirão mais próximo à mesa da Sonserina. Harry levantou ligeiramente da cadeira e viu algo que lhe pareceu água pura em ebulição.
A mão bem treinada de Hermione subiu antes de qualquer outra; Slughorn apontou para ela.
– É Veritaserum, uma poção sem cor nem odor que força quem a bebe a dizer a verdade – respondeu Hermione.
– Muito bem, muito bem! – elogiou o professor, feliz. – Agora – continuou, apontando para o caldeirão mais próximo da mesa da Corvinal –, essaoutra é bem conhecida... e também apareceu em alguns folhetos do Ministério ultimamente... quem sabe...?
A mão de Hermione foi novamente a mais rápida.
– É a Poção Polissuco, senhor. – disse Hermione.
– Excelente, excelente! Agora, esta outra... sim, minha cara? – interrompeu-se Slughorn, parecendo ligeiramente tonto ao ver a mão de Safira perfurar o ar antes que ele terminasse a pergunta.
– Amortentia.
– De fato. Parece quase tolice perguntar – comentou o professor muito impressionado –, mas presumo que você saiba que efeito produz, não?
– É a poção de amor mais poderosa do mundo, mas ela não gera amor de verdade. Sem falar que é perigosa.
Malfoy e Nott riram juntos na última parte.
– Não acho que isso seja motivo para risos – disse Slughorn. – E quais são as características que a fizeram identificar essa poção?
– Bem... – Safira parecia um pouco nervosa, mas logo se recompôs. – Em primeiro lugar, o brilho perolado da poção, e a forma que o vapor se eleva, com espirais características. Mas principalmente, pelo cheiro. Dizem que a Amortentia tem um cheiro diferente para cada pessoa, baseada no que ela gosta. Eu, por exemplo, sinto cheiro de rosas, terra molhada misturado com algo antigo e... – Safira se calou.
– Exelente srta. Stevens. Não esperava menos. Mas... – ele se virou para Hermione. – a senhorita eu não conheço ainda. Qual é o seu nome?
– Hermione Granger, senhor.
– Granger? Granger? Será que você é parenta de Hector Dagworth-Granger, que fundou a Mui Extraordinária Sociedade dos Preparadores de Poções?
– Não. Creio que não, senhor. Nasci trouxa, sabe.
Indiferente aos cochichos e risadas de Draco e Nott, Slughorn abrou um largo sorriso e olhou de Hermione para Harry.
– Oho! "Uma das minhas melhores amigas é trouxa e é a melhor da nossa série! "Presumo que seja esta a amiga de quem me falou, Harry!
– É, sim, senhor.
– Bem, dez pontos para a Grifinória pelas suas respostar senhorita Granger. E mais dez pontos pela sua senhorita Stevens. – Slughorn olhava para Safira como se tivesse tirado a sorte grande.
Hermione se sentiu lisonjeada pela afirmação que Harry fizera sobre ela ao professor, e Rony garantiu que ele próprio afirmaria isso se alguém perguntasse.
– A Amortentia, como nossa colega disse, na realidade não gera o amor, é claro. É impossível produzir ou imitar o amor. Não, a poção apenas causa uma forte paixonite ou obsessão. Provavelmente é a poção mais poderosa e perigosa nesta sala. Ah, sim – confirmou solenemente com a cabeça para Malfoy e Nott. – Quando vocês tiverem visto tanto da vida quanto eu, não subestimarão o poder do amor obsessivo...
"E agora, está na hora de começarmos a trabalhar.”
– Professor, o senhor não nos disse o que tem neste aqui – lembrou Ernesto Macmillan, apontando para um pequeno caldeirão preto em cima damesa de Slughorn. A poção espirrava vivamente para todo o lado; era cor de ouro derretido, e dela saltavam enormes gotas como peixinhos àsuperfície, embora nem uma só partícula extravasasse.
– Oho – exclamou novamente o professor. Harry tinha certeza de que o professor não esquecera a poção, mas esperou que lhe perguntassem para produzir um efeito teatral. – Sim. Aquela. Bem, aquela ali, senhoras e senhores, é uma poçãozinha curiosa chamada Felix Felicis. Suponho – e ele se voltou sorridente para Hermione, que deixara escapar uma exclamação audível – que a senhorita saiba o que faz a Felix Felicis, srta. Granger?
– É sorte líquida – respondeu Hermione excitada. – Faz a pessoa ter sorte.
Todos, inclusive Draco Malfoy, estavam prestando atenção agora. Mas, por alguma razão Safira parecia a mais indiferente em relação a poção, como se não fosse nada de mais, mas ao mesmo tempo completamente interessada. A sala ficava em silencio enquanto o professora falava sobre a poção e sobre como os dois únicos dias na vida dele em que ele a bebeu, foram os mais felizes que teve.
– E a poção é o que vou oferecer de prêmio nesta aula.
Houve um grande silêncio em que cada borbulha e gargarejo das poções na sala pareceram se multiplicar dez vezes.
– Um frasquinho de Felix Felicis — explicou Slughorn, tirando do bolso um minúsculo vidro com rolha e mostrando-o a todos. — Suficiente para doze horas de sorte. Do amanhecer ao anoitecer, vocês terão sorte em tudo que tentarem.
Mas o professor deixou claro que só era para ser usada em um dia comum.
– Então – disse o professor repentinamente enérgico – como irão ganhar esse prêmio fabuloso? Bem, abrindo a página dez de Estudos avançados no preparo de poções. Ainda nos resta pouco mais de uma hora, que deve ser suficiente para vocês fazerem uma tentativa válida de preparar a Poção do Morto-Vivo. Sei que é mais complexa do que qualquer outra que tenham tentado antes e não espero que ninguém faça uma poção perfeita. Mas aquele que a fizer melhor ganhará a pequena Felix aqui. Podem começar!
Notas finais
Sem pressão.
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