Princesa Entre Dois Mundos

2 Mundo Dos Contos De Fadas


P.O.V. Alana

Como eu adorava ir ao bosque, logo acordei em um pulo, sai aos ventos, pela porta do meu quarto, corri pela escada, fui até a cozinha, peguei minha bolsa, e coloquei maças dentro. Corri antes que o papai Frenk acordasse... Sai pela porta dos fundos, e corri em direção ao estabulo, quando entrei logo montei na Clarci, e puxei as rédeas, fomos até o bosque. Logo eu pulei do cavalo, e andei, puxando as cordas da Clarci.

Quando chegamos até a cachoeira, e mergulhei. De repente eu vi alguém saindo dos arbustos era um garoto.

P.O.V. João

Quando eu sai dos arbustos, eu nunca pensei em ver uma garota nadando na cachoeira. Então quando eu percebi que ela estava com um cavalo, eu logo disse;

– Ei, oque faz aqui na cachoeira?

– Eu oque digo, oque você está fazendo aqui?

Logo ela saiu da água toda enxarcada. Com uma blusa branca larga, uma calça marrom, e uma bota preta, com os cadaços desamarrados.

– Você está toda enxarcada, da onde você veio?

– Ué, do castelo.

– Você é a princesa? Alana?

– Tem outra?

P.O.V. Alana

Eu estava realmente estressada, aquele garoto realmente era arrogante, se minha mãe estivesse aqui. Haha, iria chamar este garoto para tomar um cházinho, quem sabe agendar o casamento? Bom, então eu montei na Clarci, e apenas sussurrei em seu ouvido;

– Que tal dar, um banho de lama nele?

Ela o empurrou, com a pata, e o jogou na poça de lama, eu ri bastante, mais Clarci se balançou e de repente eu cai, por cima daquele garoto, ficamos cara-cara. Eu me joguei pro outro lado, me sujando mais ainda. Ele riu... e disse;

– Isso que dá, fica rindo da desgraça dos outros.

– Hahaha, engraçadinho...

– Meu nome é João.

– O meu é Maria. Hahaha, brincadeira é, Alana.

P.O.V. João

Ela é mesmo desastrada, eu ri mesmo quando ela caiu na lama, mais quem não gostaria de ter uma menina linda, em seus braços... Bom mais concerteza ela já deve ter um noivo. Eu não quero compromisso, ainda tenho 15 anos, quero me tornar um grande explorador, e não ficar obedescendo a rainha mimada. Ela se jogou pro outro lado, e eu me levantei, ainda rindo bastante, então o meu lobo saiu dos arbustos, e ando devagar até a poça de lama. Eu apenas olhei para, pensando que ela estava com medo, ela apenas se levantou e foi até o lobo, acariciou debaixo do seu pescoço, e demonstrou confiança, montou em seu cavalo, e saiu, apenas acenando...

P.O.V. Alana

Fui em direção as árvores vermelhas da floresta, eu entrei por ali. Quando percebi ser seguida, o lobo do João, estava atrás de mim, e ele corri rápidamente conseguindo me alcançar, Clarci empinou, e eu fui lançada longe, caindo e rolando batendo de cabeça na pedra. Eu estava vendo tudo embaçado, de repente João, me pegou no colo, me colocou na Clarci, e montou, me colocou na frente, eu sem força, apenas me apoiei, nele... Se minha mãe me visse assim, eu acho que ela ficaria maluca.

P.O.V. João

Ainda bem que eu vim atrás dela, e se ela caisse, e sangrasse até a morte?

Bom finalmente eu a segui, e agora estamos aqui. Eu a levei até o castelo, onde a mãe dela pensava que estava tudo bem, quando viu minha mão com sangue, começou a se desesperar, o seu pai o rei Frenk, também ficar desesperado, pediu para eu a carregar até a enfermaria do castelo, uma moça, veio, e logo pegou todos os intrumentos de cirurgia, eu sai do quarto, não aguentava ver tanto sangue sair da cabeça dela.

P.O.V. Alana

Eu estava um pouco conciênte, e um pouco doida, depois da cirurgia, eu estava com a cabeça enfaixada, e quando eu acordei totalmente, o João tava do meu lado segurando minha mão, minha mãe estava do outro lado, meu pai, na minha frente, logo minha disse;

– Filha, como você se sente?

– Eu tô bem...

– Alana, desejo melhoras. Quando quiser conversar, sabe aonde eu vou estár.

De repente a enfermeira disse para todo mundo sair do quarto, e só deixa uma pessoa. Eu logo disse;

– Mãe, pai, deixa eu conversar com o João?

– Tá minha filha, estamos logo ali fora.

– Obrigado pai.

João, pegou minha mão, e eu senti ela quente, a outra mão estava suja de sangue. A camisa dele rasgada, e o cabelo dele bagunçado...

– Olha Alana, eu acho que você teve sorte, de eu ter seguido você.

– Sorte ou azar? Eu quase quebrei meu pescoço quando olhei pra trás, e por isso eu bati de cabeça na pedra, ou sei lá se foi isso.

– Ah, então eu vou indo, tchau.

Disse ele todo estressadinho, largando minha mão, e andando. Eu levantei em um pulo, arrebentando todos os fios que me deixavam viva. E puxei ele pela gola da camisa que me restava. Eu o beijei, sem nem deixa-lo falar.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.