Princesa Emily

32 Você é minha.


Notas iniciais
Oi oi gente! Povo querido, é hoje, o cap mais esperado da fic, o HENTAI CHARMILY! Podem comemorar, podem comemorar. Não vai segurar vocês, podem ler!

Se Emily estava nervosa? Sim, ela estava MUITO nervosa.

Em 15 minutos Charlie estaria ali, e depois de tantas semanas sofrendo, ela seria recompensada.

Usava uma camisola azul clarinha e andava com suas pantufas de coelho de um lado a outro do quarto, estava ansiosa. Queria os braços de Charlie a envolvendo, e queria aqueles lábios de volta nos dela...

Emily ficava elétrica só de pensar em beijá-lo de novo, de tê-lo de novo para ela, só pra ela como antes.

Deu um pulinho de susto quando Charlie entrou silenciosamente no quarto fechando a janela atrás de si. Emily franziu o cenho, com certeza era Charlie, mas ele não estava com o uniforme.

Ao invés do típico uniforme vermelho e branco ele usava uma calça jeans escura e uma camiseta preta gola V que destacava muito bem seu corpo definido.

– Oi – ele disse enquanto Emily ainda olhava boba para ele que sem dúvida ficava muito lindo vestido daquele modo.

– Oi – ela quase gaguejou.

Ele olhou para baixo, mais especificadamente para as pantufas dela.

– Gostei das pantufas – ele sorriu.

Emily olhou para os pés. "Droga" ela pensou imediatamente tirando as pantufas e as chutando para baixo da cama.

– Então...

Ele a olhou e se sentou na beirada da cama a chamando com os olhos e ela se sentou ao lado dele o olhando atentamente.

– Emy – ele disse suspirando logo depois – você sabe que eu te amo, muito – ele disse e Emily permaneceu o olhando atentamente – mas... se você não for falar com seu pai, nós não poderemos ficar juntos porque tudo vai ter que acabar, e eu não suportaria te perder de novo – os olhos de Emily começaram a ficar marejados, mas ela não o interrompeu, o deixou terminar – mas se você falar com seu pai, há uma chance... pra nós.

– Mas mesmo que eu fale, não posso garantir que vá da certo – ela abaixou a cabeça.

– Mas pelo menos terá tentado – ele segurou o rosto dela o erguendo até ele – e se não der certo, eu vou saber que você pelo menos tentou... eu posso viver com isso – ele disse respirando fundo.

Emily olhou fundo naqueles olhos que sentiu tanta saudade de olhar, ela sabia que ele sempre estaria na sua cabeça, não importava o tempo, ele sempre estaria ali... ela precisava dele, queria ele.

– Eu falo com ele – ela disse.

Charlie esboçou um sorriso de lado e a abraçou antes de pensar em algo.

Emily o abraçou com força chorando em seu ombro, a TPM havia acabado de terminar e ela ainda estava sensível.

– Porque está chorando? – ele perguntou acariciando os cabelos loiros dela.

– Porque eu tenho você de volta – ela murmurou com a cabeça no ombro dele.

– Espero que seja de felicidade – ele sorriu de lado e Emily sorriu de volta.

– É claro que é – ela sorriu acariciando seu rosto lisinho... de repente ela imaginou como ele ficaria bonito de barba.

Charlie finalmente a puxou contra seus lábios os selando. Ele sentia muita falta daquela boca e de todas as reações químicas dentro de seu corpo quando aquela boca tocava na dele.

Foi um beijo urgente e muito agitado. Charlie a puxava cada vez mais para si e Emily arranhava suas costas com força. Ela foi para o colo dele, envolvendo sua cintura com as pernas e Charlie apertou mais sua cintura querendo sentir todas as partes do corpo dela contra o dele.

– Charlie – ela murmurou enquanto ele beijava seu pescoço massageando suas costas.

– Hum? – ele continuou beijando o pescoço dela.

Ela respirou fundo, o que era aquela vontade maluca de tê-lo inteiro?

– E-eu – ela disse travando – eu estou pronta.

Charlie paralisou. Não precisou demais nenhuma palavra, havia entendido perfeitamente.

O coração dele foi até a boca e Emily se assustou com a falta de reação de Charlie.

– T-tudo bem? – ela perguntou meio constrangida.

A respiração de Charlie ainda estava acelerada, ele levantou os olhos para a loira e finalmente sorriu vendo aquelas bochechinhas vermelhas da sua garotinha.

– Mesmo? – ele perguntou segurando o rosto dela com as duas mãos.

Ela assentiu com um sorriso constrangido ainda vermelha de vergonha.

O sorriso dele não cabia no rosto.

– E quase que eu não trago a carteira – ele disse, ela não entendeu, mas também esqueceu disso quando ele a beijou.

Ele segurou as pernas dela se levantando e dando um pequeno giro a colocando deitada na cama com ele por cima.

Charlie levantou o rosto para olhá-la e os dois sorriram um para o outro antes de Emily puxá-lo para um beijo.

As mãos dela foram para a barra da camiseta dele, mas ficaram paradas. A vergonha de tirar a roupa dele era absurda.

Ele beijou as bochechas dela e sorriu ao ver que ela estava com vergonha de tirar sua camiseta, então colocou suas mãos por cima das dela e começou as subir a estimulando a continuar sozinha e ela assim fez, ele retirou as mãos dali e ela levantou a camiseta dele devagar.

Os olhos dela paralisaram naquela nova parte revelada. O corpo dele era... ah meu deus. Ela tinha certeza que estava babando.

Ela colocou delicadamente as mãos no peito dele e as deslizou chegando até o abdômen com aquelas curvinhas lindas e aquele caminho traçando perfeitamente o caminho que levava ao paraíso.

E ele, aproveitou a deixa para segurar na fina camisola azul clara e a levantou.

É, agora os dois estavam parecendo idiotas, ele encarava o corpo dela apenas coberto pela lingerie da mesma cor da camisola, e ela encarava o peito desnudo dele.

Os dois avançaram um contra o outro. Charlie pressionava seu corpo o máximo que podia contra o dela, a sensação da pele dela encostando na sua lhe dava calafrios e espasmos pelo corpo todo.

– Eu te amo – ele disse beijando o pescoço dela.

– Eu também – ela ofegou agarrando as costas dele.

Achou meio injustiça ela estar só de lingerie e ele de calça, por isso desceu as mãos até o cós da calça dele e começou a abrir seu cinto (com muita dificuldade). Charlie riu da impaciência dela para abrir o cinto, quando finalmente o abriu abaixou as calças dele até os joelhos e literalmente arregalou os olhos ao ver o tamanho do volume naquela cueca vermelha.

Sentiu um frio inexplicável na barriga. O que era aquilo?

Não teve muito tempo para manter sua cara de pau e continuar olhando pra por que ele se inclinou a começou a beijar a o pescoço dela, depois ombro e foi descendo lentamente beijando a parte que seu sutiã não cobria de seu seio.

Ela acariciou o cabelo dele enquanto os beijos estavam agora na barriga. Se ela parecia um tomate de tão vermelha? Imagina!

Emily arqueou as costas quando ele subiu novamente para a sua boca enquanto apertava suas pernas. Quase deu um grito quando o garotinho lá de baixo se mexeu e ela sentiu perfeitamente.

Charlie passou a mão pelas costas dela começando a abrir o fecho do sutiã. Os olhos deles se fixaram ali, é, ele teria um enfarto antes de "terminarem" o que estavam fazendo.

Vergonha? Não, ele não tinha vergonha por isso colocou as mãos bem devagar em cima de cada um dos seios dela, ela fechou os olhos quando os lábios dele começaram a beijar o seio direito enquanto ela suspirava.

Gemidos fracos e totalmente involuntários começaram a sair de seus lábios quando ele começou a sugar um enquanto apertava o outro.

Do nada Emily girou invertendo as posições ficando por cima de Charlie, ele levou um susto a princípio, mas depois sorriu. Ela beijou maxilar dele que respondeu contornando a coluna dela com o indicador.

Os beijos dela foram para seu peito e ele sorriu suspirando. Seu peito estufou quando ela chegou a sua cueca e segurou a barra da mesma com força e a abaixou. O membro duro e ereto dele saltou para fora e ela ficou mais vermelha que a cueca de tanta vergonha.

Charlie sorriu, aquela era sua garotinha envergonhada.

Ele a puxou até ele novamente e sorriu de lado olhando aqueles olhinhos tão inocentes, mas tão perigosos.

Inverteu as posições novamente e a beijou sentindo o delicioso contato de seu peito com o dela. Desceu suas mãos até a cintura dela e começou a tirar sua calcinha a deixando cair ao lado da cama como o resto das roupas. Emily por impulso o abraçou com força o beijando de um modo diferente, um tanto possessivo, e Charlie adorou aquilo.

– Linda – ele sussurrou no ouvido dela a fazendo tremer maluca para ele entrar logo nela.

Charlie esticou o braço pegando sua calça e tirando a carteira do bolso traseiro a abrindo e tirando uma camisinha lá de dentro.

"Ah, a carteira era pra isso" ela disse sorrindo com o próprio pensamento.

E ela com sua antiga cara de pau ficou apenas observando ele colocar a camisinha, aquela visão era mais perfeita do que ela podia imaginar ou sonhar que seria.

De repente, ela parou ficou estática.

Charlie a olhou assustado e confuso.

– O que foi? – Charlie perguntou passando novamente o corpo por cima do dela olhando seus olhos bem de pertinho.

Emily respirou fundo.

– Como pode estar tão calmo? – ela perguntou.

Charlie sorriu vendo que ela estava com a respiração acelerada e o olhar assustado, ela estava com medo.

– Eu não estou calmo – ele disse pegando a mão dela e colocando em cima de seu coração que estava disparado – eu sou apenas um bom ator.

Emily sorriu e Charlie voltou a beijá-la.

E de novo, ela travou.

– Você está bem? – ele perguntou agora bem preocupado.

Ela assentiu.

– Você já fez? – ela perguntou.

Charlie negou com a cabeça.

– Eu acho que você vai ter que me ensinar – ela disse meio vermelha de vergonha.

– Ensinar o que? – ele perguntou acariciando o rosto dela.

– Tudo.

– Mas não tem o que ensinar – ele disse sorrindo.

– Eu... não deveria fazer alguma coisa?

– Hoje não – ele sorriu – hoje você só aproveita, meu amor. Eu faço tudo – ele disse e voltou a beijá-la, mas ela ainda parecia meio tensa.

Charlie parou o beijo olhando para Emily.

– Você tem certeza que está pronta? – ele perguntou.

– Tenho, eu só estou meio nervosa – ela disse gaguejando um pouco.

– Então se acalma – ele sorriu para ela – eu vou cuidar de você.

Ela sorriu segurando o rosto dele entre as mãos e o beijou.

Eles ficaram naquele beijo um longo tempo até Charlie perceber que ela estava um pouco mais calma.

Ele a olhou pedindo permissão com o olhar e ela assentiu minimamente fechando os olhos se preparando. Ela sabia que a primeira vez doía muito, então respirou fundo.

– Eu vou bem devagar, eu prometo – ele disse dando um beijinho em sua bochecha e ela assentiu.

Charlie segurou seu membro o encaixando na entrada dela. Colocou as mãos apoiadas uma de cada lado da cama e movimentou a cintura bem devagar para dentro dela.

Ele quis gritar de prazer, já ela quis gritar de dor mesmo. A menina franziu o cenho apertando os olhos e ele se sentiu extremamente culpado por estar sentindo prazer, e ela dor.

Acariciou de leve o rosto dela esperando que ela relaxasse.

– Calma, meu amor – ele disse com o rosto bem pertinho do dela.

"Meu amor" ela sorriu com aquilo. Ele saiu bem devagar e entrou novamente e foi fazendo isso repetidas vezes abafando os gemidos de dor de Emily com beijos.

Logo os gemidos de dor viraram uma sinfonia para Charlie, ela arranhava suas costas enquanto grunhia e gemia o nome dele de vez em quando e ele sorriu suspirando e murmurando coisas aleatórias.

– Eu te amo – ele suspirou aumentando a força das estocadas e Emily o apertou ainda mais se controlando para na gritar.

Agora ela entendia perfeitamente porque as pessoas eram viciadas em sexo. Era simplesmente a coisa mais maravilhosa do mundo!

O cabelo castanho escuro colava na testa do garoto por causa do suor. Ela puxava o cabelo dele roçando seus lábios nos dele enquanto ele entrava nela mais fundo e forte.

– Ah meu deus – ela suspirou jogando sua cintura contra ele.

Charlie sorriu mordendo o pescoço da menina, não forte o bastante para marcar apenas para não gritar.

– Você é tão apertada... – ele gemeu sentindo o interior da loira apertá-lo, o que era ótimo, sem dúvida.

Ela gemeu um pouco alto demais e ele ficou com medo de alguém ouvir e jogou seus lábios contra os dela. Ela mordeu o lábio inferior dele com força e ele sorriu aumentando ainda mais a velocidade nas estocadas.

Uma sensação ótima percorreu todo o corpo de Emily que relaxou amolecendo em baixo de Charlie que alguns segundos depois amoleceu igual a ela.

Ela não conseguia explicar o que era aquilo, mas se o ápice fosse melhor que aquilo, era queria uma dose bem grande dele.

– Oh céus – ele suspirou.

A respiração dos dois estava muito forte e Emily não conseguia nem juntar ar para falar. Charlie se deitou ao lado dela na cama olhando para o teto arfando sem parar com um sorriso bobo nos lábios.

– Meu deus – ela disse virando a cabeça para ele.

Ele virou a cabeça para ela e sorriu a abraçando beijando sua testa.

– Eu queria que ficasse comigo a noite inteira – ela disse mexendo no cabelo suado de Charlie.

– E vou – ele disse.

Emily o soltou assustada. Como é?

– Como é? – ela franziu o cenho.

– Você pegou um dia bom, amanhã eu só trabalho depois das 10 – ele disse – mas eu tenho que sair cedo pra ninguém me ver.

– Tudo bem – ela o abraçou forte sorrindo, não acreditava que ele ficaria a noite inteira ali com ela.

– Eu te amo muito, muito – ele disse.

– Eu também te amo, muito – ela acariciou o rosto dele o beijando.

– Você é minha, Princesa.

Notas finais
E então? E ai? Ficou bom? Eu realmente espero que sim pq demorei para escrevê-lo, então espero que tenham gostado :) Por favor comentem esse cap porque os comentários cairam, muito e fiquei muito triste com o pessoal que só comentou com a minha xantagem, podem continuar comentando gente, esse é um cap histórico então merece comentários, Então ok, to esperndo vcs comentarem, tchau tchau.