Notas iniciais
Oi oi gente! E a fic voltou meu povo! Entoces gente linda, tenho que postar dois caps pelo atraso e um por essa semana, certo? Então gente linda, vou postar dois hj e um amanhã, em ACBAH 2 vou postar dois amanhã e um Domingo, tudo entendido? Então ok. Boa leitura!

Charlie se dirigia para a sala do General Mason, hoje o prazo do "treinamento" acabava, e bem, mesmo que ele estivesse confiante quanto a seu desempenho ainda sim aquele medinho básico de não ser escolhido batia.

Pensou rapidamente em sua família, Alex devia estar na aula de Frances agora, Tyler estava na Itália, a semana estava quase acabando e ele logo estaria em casa novamente, Joey devia estar com os amiguinhos dele bagunçando pelo palácio e Emily.... Emily ainda estava tentando falar com Carter e ajudá-lo, mas Charlie sabia que aquilo não seria fácil e requeria tempo, sem dizer que o garoto devia estar com a cabeça a mil com o casamento sendo na semana seguinte.

Bateu na porta da sala de Mason que por estar aberta se abriu sozinha.

– A porta estava aberta – ele disse meio nervoso e Mason sorriu.

– Se acalme garoto, pode entrar – o homem disse e Charlie assentiu entrando fechando a porta atrás de si – sente-se.

Charlie apenas se sentou olhando em expectativa para o general que sorriu.

– Você deve estar nervoso porque hoje é meu último dia não é? – ele perguntou e Charlie sorriu nervoso.

– Um pouco... certo, bastante – ele confessou e Mason o olhou atentamente.

– Quanto a minha aposentadoria, eu só tenho uma coisa a lhe dizer – ele disse sério e Charlie engoliu seco vendo-o abrir uma gaveta – bem vindo – ele colocou o símbolo do general em cima da mesa.

Os olhos de Charlie pararam naquela medalha prateada e brilhante em cima da mesa, era quase uma pombinha com um G de Gardênia no peito.

– Eu...

– Você conseguiu garoto – Mason deu dois tapinhas no ombro de Charlie – espero que não me decepcione.

– Não vou, prometo.

* * *

– Consegui! – Charlie chegou correndo.

Emily levou um susto e quando se deu conta já estava no colo de Charlie que a abraçava com força.

– Sou o novo general! – ele praticamente esgoelou e a confusão de Emily passou e seu sorriso estampou canto a canto de seu rosto e ela o abraçou com força.

– Estou tão orgulhosa de você, meu amor! – ela puxou o rosto dele o segurando e Charlie sorriu.

– Opa, foi mal – Alex apareceu com Joey ao seu lado.

– Venham cá – Charlie os chamou sorrindo, os dois se olharam e depois foram.

Charlie pegou o garotinho no colo e abraçou a filha com o outro braço beijando a testa dela.

– Oque aconteceu? – Alex perguntou com um sorriso abraçando o pai pela cintura com os dois braços sentindo sua mãe se juntar ao abraço coletivo.

– Agora vocês são filhos de uma Princesa e um General – ele olhou para Joey e depois para Alex que arregalou os olhos.

– Você conseguiu? – Alex olhou com os olhos brilhando para o pai.

– É claro que conseguiu – Emily sorriu abraçando os dois filhos e de repente seus olhos marejaram – falta o Tyler...

– Ele chega em dois dias amor – Charlie beijou a testa dela que mordeu o lábio abraçando os filhos mais forte.

– Amo muito vocês, muito – ela disse e Alex soltou o pai para abraçá-la.

Charlie sorriu olhando os três abraçados, o amor que ele sentia por aqueles três, aqueles quatro na verdade, era maior do que se pode descrever.

– To com saudade do Tyler, mãe – Joey disse e Emily acariciou os cabelos do filho.

– Eu sei querido, eu também estou.

– Hey – Charlie pegou o garotinho no colo – vamos parar de chorar? Nós aqui tristes e ele lá na Itália bem feliz com a namorada dele. Parece justo? – Charlie brincou e Emily e Alex riram.

– Tem razão – Emily voltou a abraçar a filha – só mais amanhã e depois teremos nosso garoto de volta.

– Que pena – Alex brincou e Emily riu dando um tapinha em seu braço – bom, parabéns papai – Alex beijou a bochecha do pai – eu tenho aula agora.

– Isso ai filha, seja um exemplo – Charlie sorriu bagunçando os cabelos da menina que fez um bico.

– Exemplo de preguiça só se for – e assim a menina saiu.

– Eu vou jogar com a vovó – Joey abraçou Charlie pelo pescoço – tchau papai, parabéns pelo... por ter consigo o que conseguiu.

Charlie sorriu soltando o filho que saiu correndo.

Ele se retirou também e assim que se viu sozinha com Charlie, Emily abraçou o marido com força pelo pescoço.

– Cadê o uniforme? – ela sussurrou e Charlie sorriu.

– No quarto – ele disse.

– Posso ver?

Ele riu baixinho.

– É claro que pode – ele beijou a bochecha dela repetidas vezes a fazendo sorrir, como amava aquele homem, meu deus.

* * *

O uniforme de Charlie com todas suas medalhas estava jogado no chão, o corpo confortável de sua mulher estava apoiado em seu peito e ele olhava para a parede enquanto acariciava os cabelos tão cheirosos e macios de Emily.

– Eu amei esse uniforme – Charlie suspirou e Emily riu abraçando o peito dele mais forte.

– Idem – ela beijou o pescoço dele algumas vezes.

Ele sorriu quando ela passou seu corpo por cima do dele olhando atentamente em seus olhos.

– Mas agora algumas coisas vão mudar – ele acariciou o rosto dela – passarei menos tempo com vocês – Emily ficou séria e olhou rapidamente pra baixo.

– Isso é o de menos, o importante é que você esteja feliz.

Ele sorriu.

– Você é incrível – ele a beijou trazendo novamente o sorriso ao rosto dela.

– O Tyler vai adorar isso – ela disse.

– Vai?

– Ele já te idolatrava antes, agora então – ela disse – ele guarda aquelas estrelinhas que você deu a ele quando ele tinha sete anos.

Charlie sorriu.

– E amanhã o General vai embora e eu assumo... meio assustador, não?

– Um pouco, realmente.

Ele assentiu.

– Mas você da conta – ela beijou a bochecha dele que colocou a mão na coluna dela a contornando com o indicador.

– Acho que sim – ele disse – mas agora – ele girou rapidamente a colocando contra a cama – eu só quero dar conta de transar com você até o almoço.

Ela sorriu safada segurando o rosto dele.

– Será uma honra, General.

– E eu poderia pedir esposa melhor? – ele sorriu a beijando.

* * *

– Com licença general – um dos guardas abriu a porta e Charlie o olhou.

– Sim?

– Vieram avisar que o Rei quer falar com o senhor.

– Ah... certo –– Charlie se levantou – obrigado garoto – ele deu um tapinha no ombro do guarda que sorriu fazendo um cumprimento com a cabeça e saiu.

"Bronca logo no primeiro dia? Posso com isso?" ele massageou as têmporas colocando a parte de cima do uniforme, a jaqueta preta com o contorno vermelho, todas suas medalhas da época de guarda estavam em seu peito esquerdo e do lado direito o distintivo de general, pegou o chapéu o colocando rapidamente e abotoando os botões dourados do casaco saiu de sua sala cumprimentando alguns guardas no caminho e se dirigiu para a sala do Rei, sogrinho.

Lançou um olhar significante para os dois guardas cercando a porta e imediatamente os mesmos a abriram.

Edwin se encontrava com seu costumeiro terno e os óculos com lentes grossas em frente aos olhos.

– Bom dia senhor, mandou me chamar? – Charlie entrou fechando a porta.

Edwin o olhou e assentiu.

– O uniforme lhe caiu bem – ele disse enquanto apontava a cadeira á sua frente.

– Obrigado – ele soltou um sorriso tranquilo e se sentou.

– E como vai o seu primeiro dia como General? – ele perguntou.

– Muito bem senhor, revisei os projetos de proteção de Mason e pretendo colocá-los em prática aqui a algum tempo quando me organizar melhor.

– Certo, muito bom – ele disse – deve ter notado que a situação por aqui está bem calma.

– Sim senhor.

– Então, não está tão calma assim.

Charlie franziu o cenho.

– Antes de contar isso a você, terá que jurar que manterá isso em sigilo, e quando digo sigilo quero dizer que esse assunto só poderá envolver guardas específicos, eu, você e a rainha, mais ninguém.

Charlie assentiu meio desconfiado.

– Como quiser, senhor.

– Certo – Edwin se ajeitou – há um grupo consideravelmente destrutível que está contra a monarquia.

– Querem algo? Aumento de salários ou coisas do gênero?

– Bom se fosse, mas não é – Edwin suspirou – eles querem o fim da monarquia, apenas isso.

– Eles querem eleger um líder? – ele perguntou e o rei assentiu – mas países governados por presidentes não existem há séculos.

– Correto, mas eles querem isso.

– E tem um motivo ou apenas um capricho?

– Não, há um motivo sim – ele disse e Charlie até tirou o chapéu pra prestar mais atenção – eles querem o fim da monarquia porque se sentem traídos por nós.

Charlie franziu o cenho.

– Ou melhor... traídos pela Emily.

Charlie engoliu seco olhando para Edwin meio abismado e confuso.

– Mas oque ela...?

– Ela desistiu do trono para se casar com você – ele disse – certo que ela teve motivos "dignos" assim digamos, mas algumas pessoas entenderam que ela não se importava com o país, o que vindo de nós é um ultraje, então a rebelião começou. Semana passada atacaram o parlamento, foi um ataque razoavelmente destrutível, mas preocupante.

– Mas isso é um absurdo!

– Concordo – ele assentiu – eu e Anne, porém temos um plano, e você e seus guardas participam dele.

– Por favor, prometo que me esforçarei no que estiver ao meu alcance.

– Ótimo – ele soltou um sorriso fraco – eu e Anne estamos projetando algo muito bom para Gardênia, provavelmente algo comunitário que ajude as pessoas, mas enquanto isso de fato não está cem por cento planejado decidimos abrir algumas partes do castelo para visitas do público, escolares durante a semana e de quem quiser nos finais de semana.

– Como um ponto turístico?

– Exatamente – ele disse – vai nos aproximar um pouco mais do povo no geral, mas claro, serão só áreas especificas com uma hora de visita por dia, ou seja, o segundo andar está totalmente fora dessas visitas.

– Obviamente.

– Certo, mas isso é apenas par ganhar tempo, mas vamos tornar isso frequente a partir da próxima semana, falando nisso tenho que anunciar a todos – Charlie assentiu– mas o plano que envolve você de verdade é o seguinte: – Edwin fez uma pausa pegando alguns papéis – estamos pensando em inaugurar uma espécie de ONG gerenciada por nós, Gardênia está com ótimas condições financeiras então faremos orfanatos, hospitais e todas essas coisas – ele disse – e o mais importante de tudo é que colocaremos Emily a frente disso tudo, como presidente para mostrar ao povo que ela se importa, e bem, ela já teve essa ideia há alguns anos, mas na época não daria, hoje dá então faremos isso – Charlie assentiu achando uma boa ideia – e sua função é treinar um grupo grande e bom de guardas para investigar esses criminosos e se deus quiser, neutralizá-lo, e tudo escondido de todos aqui.

– Certo – Charlie coçou o queixo – mas não seria bom que Emily soubesse disso?

– Creio que não, vamos encarar os fatos Charlie, eu amo minha filha, mas... Emily é muito preocupada e ela poderia complicar um pouco as coisas.

Charlie mordeu o lábio inferior e suspirou.

– Tem razão, e ela já está bem preocupada com o Carter não falar com ela, mais isso a deixaria a beira de uma depressão.

– Sim, então apenas entregaremos o projeto para ela desenvolver, oque vai deixá-la feliz e ocupada – ele disse e Charlie concordou novamente – então conto com você para manter isso entre nós e treinar os guardas de sua confiança que também manterão isso em sigilo.

– Tudo bem, começarei a fazer isso hoje mesmo.

– Excelente.

Notas finais
Como sempre espero que tenham gostado e terminando de postar aqui já vou postar o outro, é rapidinho, prometo. Comentem por favor pra eu saber oq vcs estão achando e tal, podem não acreditar, mas os comentários de vcs são extremamente importantes pra mim, então façam isso por mim ta? Até daqui a pouco!