Princesa Emily 2

6 Estrelinhas ninjas.


Notas iniciais
Gente, postando tarde aqui, mas ok, leiam as notas finais, é importante. Boa leitura1

Tyler bateu na porta de Isabelle. Logo ela abriu e ele entrou rapidamente a fechando.

– Não tenho certeza que isso dará certo.

– Não confia em mim?

– Confio, mas é que...

– Está segura, Isa.

Ela sorriu meiga.

– Então prefere ficar aqui ou no meu quarto.

– Onde for mais seguro.

Ele sorriu torto.

– Meu quarto.

Eles foram andando sorrateiramente até o quarto de Tyler.

Isabelle admirou cada detalhe ali contido, ele tinha coisas muito curiosas no quarto, tipo estrelinhas ninjas de verdade... que por sinal até pareciam meio enferrujadas.

– Porque tem isso?

Tyler olhou para onde ela olhava e sorriu.

– As estrelas?

– Sim.

– Bem, como você deve saber meu pai era guarda antes de se casar com a minha mãe.

Ela assentiu.

– Então, essas estrelas salvaram a vida dele quando o castelo foi invadido uma vez – ele disse – um dos caras apontou uma arma para ele e mandou meu pai colocar as armas dele no chão, e ele fez, mas quando levantou jogou uma dessas estrelas no pulso que ele segurava a arma e o cara soltou a arma obviamente, e bem, meu pai ganhou uma medalha por isso – ele disse sorrindo – ele me contou essa história e eu implorei que ele me desse essas estrelas, e ele me deu.

Alex sorriu olhando para Tyler.

– Porque as quis tanto?

– Porque toda vez que eu olho, lembro o quanto meu pai é corajoso, e o quanto eu queria ser igual a ele.

– Você é corajoso – ela sorriu – só não sabe disso.

Tyler riu.

– Seu pai é bem legal – ela disse.

– É, eu também acho.

– Seus pais na verdade, sua mãe é um amor – ela disse.

– É – ele sorriu.

– Podemos dormir? Estou exausta.

– Hã... claro, mas quero te falar algo antes, pode ser?

– Claro.

Ele segurou a cintura dela a beijando rapidamente.

– Eu preciso dizer que... – ele suspirou olhando bem nos olhos dela.

– Fala – ela acariciou a nuca dele.

– Eu amo você.

Isabelle parou completamente por alguns instantes, mas depois sorriu.

– E-eu te amo Tyler... tanto.

Ele sorriu aproximando seus lábios dos dela a beijando.

– Ainda bem que você o mesmo – ela disse sorrindo beijando rapidamente os lábios dele.

– E você tinha dúvidas? – ele achou graça, sempre achou que deixava isso bem claro.

– Um pouco – ela sorriu para ele – é difícil ficar sem você ainda mais meus pais pensando que sou solteira e tentando me apresentar a pretendentes.

– É igualmente difícil pra mim.

Ela suspirou.

– Mas eu vou dar um jeito nisso.

– Como? – ela o olhou nos olhos.

– Não sei... ainda – ele lhe deu um selinho, mas vou pensar em algo.

– Promete?

– Prometo.

Ela sorriu envolvendo a cintura dele.

– Você está mais alto.

– Mesmo?

– Uhum, agora me sinto ainda mais nanica.

Ele riu.

– Vem nanica, pra cama.

– Ok – ela fez bico.

Tyler tirou seu roupão ficando com seu pijama preto de seda, deitou e olhou para Isabelle a chamando com os olhos, ela abaixou a cabeça meio corada.

– Olha pra lá – ela pediu.

– O que?

– Vai, olha pra lá.

– Por quê?

– Eu to de camisola, olha pra lá.

Ela riu.

– Com vergonha de mim Isa?

Ela corou mais.

– Vai logo Tyler!

– Eu não me importo nem um pouco de ver.

– Mas eu sim!

– Vai Isa, eu fico de cueca e você se sentir mais avontade.

Se possível ela ficou ainda mais vermelha e negou com a cabeça. Ele riu, tão durona, mas tão envergonhada...

– Para de rir!

– Vem – ele pediu fazendo biquinho.

Ela o olhou por alguns segundos e suspirou abrindo o hobby.

Tyler acompanhou cada movimento da menina com os olhos, lentamente ela abriu o hobby o retirando o que parecia em câmera lenta. Cobrindo seu corpo magro, mas lindo havia uma camisola roxa que ia acima da metade das coxas. O menino suspirou.

– Meu deus – ele disse piscando "eu disse isso em voz alta?".

– Para – ela envergonhada foi para o lado dele se cobrindo até a cabeça.

– Hey – ele puxou o cobertor para baixo – você é linda.

Ela voltou a se cobrir envergonhada.

– Não precisa ter vergonha, amor.

No mesmo instante ela tirou o cobertor do rosto.

– O que disse?

– Que não precisa ter vergonha.

– Depois disso.

Tyler tentou lembrar.

– Você me chamou de amor – ela sorriu segurando o rosto dele.

– Eu não percebi – ele corou.

– Fala de novo – ela pediu sorrindo – por favor, amor.

Agora Tyler que sorriu.

– Amor – ele disse baixinho beijando o pescoço dela – tenho que te levar para o quarto bem cedo.

Ela assentiu.

– Ok.

– E ah, amanhã é possível que eu só te veja a noite.

– Por quê?

– Porque provavelmente Alex vai querer minha ajuda amanhã.

Ela riu.

– Alex é uma graça.

Tyler riu.

– Queria ser decidida como ela.

– É, ela é bem... persistente com o que quer.

– Uhum.

– Isso às vezes me preocupa.

. . .

– Não assim – ela resmungou – mais pra direita.

Alex estava estressada. O castelo estava cheio de gente, Charlie estava ocupado então não podia ajudá-la., Joey fez o favor de passar mal por isso Emily estava com ele, e Tyler... bem, Tyler tentava ajudar, mas só piorava.

– Grite menos se não estará sem voz antes do almoço.

Alex suspirou massageando as têmporas. Te lembra alguém?

– Porque na minha cabeça da tudo certo e depois da tudo errado?

Tyler passou a mão no cabelo.

– Porque infelizmente nem tudo é como imaginamos, maninha.

Ela passou a mão na saia e se sentou tirando os saltos.

– Quer me ajudar?

– Claro.

– Então se livre disso e me traga sapatilhas – ele assentiu pegando os saltos dela – preá, fivelas pretas, Millie saberá qual é.

Millie era a criada de Alex. Tyler já se aventurou uma vez no closet da menina e ficou perdido, porque pelos deuses do Olimpo, quanta roupa!

O garoto saiu com os saltos da menina na mão, e Alex começou a andar apenas de meia calça pelo salão. Estava de meia calça preta, saia preta e uma camiseta manga curta branca com uma correntinha dourada no pescoço a qual ficava mexendo toda hora.

– Ethan, pode me trazer um pouco de água e aqueles pães maravilhosos? – Alex perguntou ao cozinheiro chefe que passava por ali na hora.

– Claro alteza.

– Só Alex – ela o corrigiu e ele sorriu assentindo e se retirando.

– Essa facha mais pra cima! – ela disser aos decoradores, mas não gritou por estar com raiva, mas sim pelo salão ser enorme e ter muita gente trabalhando e falando ao mesmo tempo. Ela precisava ser ouvida de alguma forma – Obrigada!

Tyler entrou no salão com uma caixa, foi para perto da irmã e se ajoelhou apenas fazendo uma graça.

– Seus sapatos, princesa – ele abriu a caixa com as exatas sapatilhas que Alex havia pedido.

– Meu herói – ela disse teatralmente se agachando e beijando a bochecha dela colocando as sapatilhas sentindo um alivio bem grande – e como foi a noite?

Ele sorriu. Alex curiosa? Imagina.

– Foi excelente se quer mesmo saber – ele sussurrou para ela – ela também e ama, maninha.

Alex quase deu pulinhos, mas ao invés disso só o abraçou bem forte.

– Estou feliz por você, de verdade.

– Obrigado – ele a abarcou também – te devo uma... uma não, mil.

Eles se soltaram e Alex piscou para ele.

– Sem pânico, sem pânico, a mamãe chegou! – Emily entrou no salão abrindo as portas espalhafatosamente, como sempre fazia. Quando Charlie disse que ela era tímida quando nova, Alex quase não acreditou. Ela era tão teatral agora que chegava a ser hilário.

– Ai mãe, graças a Deus! – ele praticamente voou na mãe a abraçando.

– Na verdade graças a seu pai – ela riu e Alex acabou rindo também – e então... tudo em ordem por aqui?

– Então...

– Não – Tyler foi direto.

– Ok – Emily fez uma cara de "já esperava por isso" – então mãos a obra!

– E o Joey? – Alex perguntou enquanto elas andavam até o meio do salão.

– Melhor – Emily sorriu – foi excesso de doces.

Alex franziu o cenho.

– Mas quem... ?

Ela se interrompeu ao ver o olhar sugestivo de sua mãe.

– Papai?

– Pra variar né – Emily colocou a mão na testa – e quando tem um problema nesse lugar que não é culpa de seu pai?

– Tadinho – Alex riu.

– Mas agora ele está lá com Joey e depois eu me acerto com ele – ela piscou para a filha.

– Coitado do papai.

Emily sorriu, Alex mal sabia do que Emily era capaz.

– Hã... Tyler, porque não vai socializar com os convidados, hein filho?

O garoto revirou os olhos cruzando os braços.

– Vamos, seja um garoto lindo e educado como sei que é – ela piscou daquele jeitinho que fazia Charlie lamber o chão se ela pedisse.

Ele ergueu as sobrancelhas.

– Ou pode ajudar aqui.

– Prefiro dormir, tenho essa opção? — ele acabou sorrindo e por casa daquele sorriso que raramente Emily via espontaneamente que ela sorriu e assentiu.

– Vá descansar então – ela o liberou com os olhos – e obrigada por ajudar sua irmã enquanto eu não pude.

– Foi uma honra – ele se curvou e saiu fazendo as duas irem.

– O que está acontecendo com vocês dois? As brigas estão sumindo – Emily disse admirada.

– Acho que nosso garotinho está crescendo – Alex teatralmente colocou a mão sobre o peito e Emily sorriu.

E bem naquele momento um dos funcionários do organização caiu da escada, mas logo se levantou.

– Ah meu deus, você está bem? – Emily foi preocupada até ele.

Essa generosidade e preocupação com todos, até quem não conhecia que Alex admirava tanto em sua mãe.

Alex olhou o salão no geral, estava bonito, mas bem longe de estar pronto. É, aquilo seria cansativo.

Notas finais
Então gente, essa fic por enquanto não vai ter um dia de postagem, será uma vez por semana no dia que eu conseguir postar, ok? E ah, alguém ai leu minha One? Então, eu tava pensando em fazer outra, mas não sei, então comentem sobre o cap e o que acham de mais uma One, ok? Até semana que vem lindhos, bjs!