Primeiro Amor
15 Meio quente por aqui
Notas iniciais
Os olhares se cruzaram novamente. Pareciam queimar na pele um do outro, até que Lucy desviou o olhar.
Ela não sabia o que fazer... como agir?!
— Está tudo bem, Lu-chan? — Perguntou Levy, com um tom preocupado.
— Você parece meio... pálida.
— E-Está tudo ótimo! Não se preocupe!
— Se você diz...
Quando olhou novamente para lá, já não via Natsu. Onde ele poderia ter ido?
— Ei garotas! — Cana falou, passando os braços por cima dos braços das duas. — Trouxe uma coisinha para vocês!
— Coisinha? — Perguntou a azulada desconfiada — Não é bebida, né?
— Bem... É sim! Mas eu juro para vocês que essa aqui não está batizada, muito menos tem álcool! Ela só tem uma planta, como ingrediente, que faz você ficar mais energético e se soltar mais. Vocês estão tão quietas, achei que poderia ajudar...
— Muito obrigada, Cana! — Disse a loira, pegando a taça com o líquido rosa e o bebendo lentamente, enquanto Levy ainda olhava desconfiada para a sua própria taça.
— Esse é o espírito, garota! Ah, a pista de dança já vai abrir. Vão pra lá, contratei um DJ legal!
Lucy e Levy conversaram mais um pouco entre si e com alguns conhecidos que estavam por ali, até que ouviram o anúncio falando que a pista de dança estava aberta.
— Vamos? — Perguntou a azulada
— Levy McGarden querendo ir para a pista de dança? Acho que vai chover!
— Acho que a bebida fez efeito! — Ela disse após soltar um risinho
A pista de dança estava realmente linda. Várias luzes de cores diferentes iluminavam a sala onde todos estavam reunidos. Haviam até pisos que piscavam quando alguém pisava nele. A música estava incrível, com um remix eletrônico que fazia todos quererem dançar mais e mais.
— Lu-chan, estou indo falar com as garotas! Volto já!
Lucy assentiu e ficou olhando para todos aqueles corpos reunidos e dançando juntos. Seria uma boa ideia entrar ali?
Ah, que seja; ela pensou. Afinal, estava na festa para se divertir, não é mesmo?
Assim que entrou sentiu a energia tomar conta de seu corpo. As pessoas ao seu redor dançavam animadas, pulando, cantando ou dançando junto a alguém. Era meio quente ali, mas a loira nem percebeu isso quando começou a dançar junto com todos.
Em algum momento, a música eletrônica trocou para uma mais lenta, porém ainda eletrônica. Todos dançavam sensualmente, e Lucy seguiu o ritmo, até que sentiu braços rodeando seus quadris e uma voz muito familiar sussurrar em seu ouvido.
— Olá Luce.
Sentiu arrepios cruzarem todo seu corpo.
Ela não podia responder, pois estava de costas para o rosado, então virou-se, ficando de frente para ele e automaticamente passando os braços pelo seu pescoço.
— Oi, foguinho...
Ele deu seu sorriso mostrando aquela presinha.
— Por que não me deu um aceno quando cheguei?
— E-Eu... — Sob efeitos normais, ela com certeza não diria nada. Mas o clima a influenciou. — Eu não sabia como agir perto de você depois de... você sabe, daquilo! Desculpe...
— É sério isso? — Ele perguntou ao que a loira balançou a cabeça para cima e para baixo. — Poxa, Luce. Eu não quero te forçar a absolutamente nada! Se você não tiver gostad-
— Mas eu gostei!
— ...Gostou?
— S-Sim! Digo, foi a primeira vez que fiz algo do tipo, mas eu... eu realmente gostei. E se nós pudermos repetir algum dia, não veria problemas...
— Repetir algum dia... Como hoje?
A loira olhou para o rosto de Natsu. Os olhos ônix eram iluminados pelas luzes coloridas, juntamente ao seu rosto, o que fazia o rosado parecer ainda mais belo.
— Por mim tudo bem.
E então se beijaram novamente, enquanto ainda dançavam ao ritmo da música. Logo começaram a passar as mãos pelo corpo do outro. Natsu apertava levemente a cintura dela, enquanto Lucy fazia o mesmo com seus bíceps. Beijavam-se cada vez mais, até que Natsu a afastou de si.
— Não podemos fazer muito aqui... Você... Você quer subir?
Lucy sabia que era perigoso, pois nunca havia feito aquilo antes. Mas ela queria tanto aquilo, queria tanto ter Natsu.
— Quero.
O rosado puxou a loira pela mão até que estivessem fora do amontoado de corpos. Antes de subirem as escadas passaram por Cana, que deu a chave de um quarto para Natsu. "Cuide bem da loirinha", ela disse.
Foram para o segundo andar, que também era enorme, e andaram até quase seu final, abrindo um dos quartos que havia ali. Era um quarto normal, e abafava o volume alto que vinha lá de fora. Possuía uma cama de casal no centro e uma janela atrás, com cortinas que mal deixavam luz entrar no quarto, mas que era o suficiente para que pudessem ver um ao outro.
Lucy fechou a porta, encarando o chão como se fosse extremamente interessante.
Natsu puxou-a, encostando a loira na porta do quarto.
Lucy sentiu um arrepio percorrer o seu corpo, mas não sabia dizer se era por causa da pele quente em contato com a superfície fria da porta, ou se era devido ao olhar que Natsu a lançava. Tão misterioso, como se estivesse pedindo para ter seus segredos descobertos.
— E-Eu... O que eu devo fazer? — Lucy perguntou, receosa. — Não sei nada sobre isso...
— Está tudo bem, Luce. Eu posso te guiar, não tenha medo. Você confia em mim?
E ela confiava nele. Lucy confiaria em Natsu até mesmo de olhos fechados, afinal... era isso que amigos faziam, certo?
— Eu confio em você. — Ela disse, finalmente, enquanto passava seus braços pelo pescoço do rosado. — Confio mais do que deveria.
E então Natsu beijou Lucy.
O beijo começou lento, somente com pequenos selares sendo deixados nos lábios alheios; Afinal, aquela era a primeira vez de Lucy, e o rosado sabia que garotas gostam de coisas memoráveis e especiais.
Mas logo aquele beijo se transformou em algo maior. As mãos do rosado alisavam e apertavam a cintura de Lucy por cima da blusa, enquanto a loira embrenhava suas mãos delicadas no cabelo macio do amigo. Seus rostos moviam-se para lados opostos e o rubor no rosto de Lucy não desapareceria tão cedo, se dependesse de Natsu.
Natsu desceu os beijos. Beijou desde o queixo e fez uma trilha de beijos suaves pelo pescoço, até que chegou na clavícula. O rosado chupou a pele macia e leitosa, em seguida depositando um beijo no mesmo local, ao passo que Lucy estremeceu e sentiu suas pernas bambearem com aquele contato. Ela sentia sua respiração tornar-se ainda mais desordenada, mas não deixava de apreciar aquilo.
O rosado infiltrou sua mão por dentro da blusa, agora acariciando a cintura da loira sem nenhum tecido para atrapalhar. A boca ainda trabalhando arduosamente no pescoço, deixando algumas marcas pequenas mas que provavelmente ficariam vermelhas em algum tempo. Raspou os dentes por ali e mordeu, fazendo Lucy apertar os lábios para não soltar nenhum som constrangedor.
— Não se segure. Esse é um momento especial, você precisa expressar suas emoções. — Natsu disse, desencostando a boca do pescoço da loira. — Eu quero te ouvir, me deixe te ouvir.
O rosado mordia o pescoço e beijava logo após, como se pedisse desculpas pela agressividade. Baunilha, Natsu pensou, Lucy tem gosto de baunilha. Os dentes raspavam pela pele e a loira não se segurava mais, enquanto deixava pequenos suspiros escaparem dos lábios vermelhos.
Natsu afastou-se de Lucy, apenas para segurar na barra do pequeno vestido e murmurar um "Posso?" que foi respondido com um acenar positivo.
— Vamos para a cama, hm?
E então Natsu estendeu a mão e puxou Lucy suavemente até que eles estivessem na beirada da cama. Ele empurrou-a até que seu corpo estivesse completamente deitado e colocou-se em cima dela. Olhando de cima, com a pouca luz que passava pelas cortinas, batendo no rosto da loira, Lucy ficava ainda mais bela.
Natsu desceu o rosto e novamente beijou-a; as mãos dela novamente se direcionando para a nuca do amigo. Então fez a trilha pelo pescoço, dessa vez mordendo mais forte e deixando chupões por toda a área da clavícula. Desceu ainda mais, o olhar se conectando com o da loira, que encarava a cena com as bochechas rubras. Chupou e mordeu a área do peito, perto dos seios. Então
Lucy não conseguiu mais se segurar, um gemido deixou seus lábios, o que foi como melodia para os ouvidos do rosado.
A parte do peito da loira já estava vermelha, enquanto algumas partes do seu pescoço tinham pequenas manchas da mesma cor. Natsu abriu o fecho do sutiã, que ficava na parte da frente, e finalmente deixou todo o tronco de Lucy despido.
Os bicos dos seios, rosados estavam eriçados e aquilo excitou Natsu ainda mais, que sentiu sua boca salivar ao ver como a loira era avantajada. O rosado segurou um dos seus seios, brincando com as pontas eriçadas e fazendo a loira gemer manhosamente. Aproximou o rosto e lambeu o seio direito, enquanto ainda brincava com o outro. A boca rodeu o mamilo e mordeu-o levemente, para depois chupá-lo enquanto via aquela área ficar vermelha.
— Ahnn, Natsu! — Lucy gemeu alto o nome do rosado, ao mesmo passo que suas costas arqueavam-se, tamanho o prazer que sentia. — Mais, por favor...
Natsu rosnou baixo, sentindo seu membro pulsar e ficar ainda mais apertada na cueca. Levou uma de suas mãos até o próprio membro, acariciando-o por cima dos shorts. Abandonou o seio direito enquanto passava a segurá-lo com a mão livre e começou a fazer o mesmo trabalho com o seio esquerdo, chupando-o, mordendo-o e distribuindo beijos.
— N-Natsu?
— Sim?
— Posso tentar te tocar também?
— Você tem certeza? — Ele perguntou enquanto olhava diretamente para o rosto da loira, que fez que sim com a cabeça. — Então é claro que pode.
Os dois sentaram-se na cama, um de frente para o outro. Lucy havia pedido para tocar o rosado, mas não fazia ideia de como começar. A única experiência que tinha eram de alguns relatos que as amigas a contaram, por isso resolveu seguir o que lembrava. Inclinou-se para o lado do loiro e colocou a mão sobre a ereção dele, apertando levemente e movendo a mão de frente para trás.
Começou a achar estranho ainda estarem com tantas peças de roupa, Natsu ainda quase completamente vestido. Tirou a blusa dele e depois começou a desabotoar os shorts, tocando na ereção no processo. Estava com as bochechas levemente vermelhas, mas sentia como se todo o constrangimento estivesse dando lugar a uma excitação intensa.
A ereção de Natsu marcava ainda mais sem os shorts; a cueca levemente molhada por causa do pré-gozo que já saía do seu membro. A glande saía da roupa íntima, molhando levemente o abdômen do rosado.
Lucy, em um impulso, enfiou a mão por dentro da roupa íntima de Natsu, segurando toda a extensão ao passo que o rosado gemia roucamente. Começou os movimentos de maneira não muito desajeitada, mas logo sentiu a mão masculina sobre a sua, a ajudando a fazer aos movimentos.
— Está tudo bem por enquanto, Luce. Me deixe cuidar de você. — O rosado disse antes de empurrá-la suavemente até que estivesse novamente deitada.
Natsu tirou a última peça restante do corpo da loira com os dentes, a mão direita se dirigindo para a parte mais íntima do corpo dela. Abaixou o rosto na mesma altura, segurando as coxas da loira para manter suas pernas abertas.
—Agora, só relaxe e aproveite o momento.
O rosado enfiou seu rosto na vagina da loira, lambeu levemente enquanto direcionava seus dedos para uma parte mais íntima.
Em pouco tempo, Natsu já estava dando chupões nas coxas e lambendo com gosto a vagina da loira. Passou seu dedo pela entrada que ali tinha, acariciando levemente até inserí-lo aos poucos, até que seu indicador já estivesse dentro dela e ganhando movimento aos poucos. Chupava o ponto G quando inseriu o segundo dedo, ganhando mais movimento.
—A-Ah! Natsu! — Lucy gemeu sem pudor, as costas se arqueando por causa do prazer extremo. — P-Por favor... Eu quero você!
Natsu ficou por cima da loira, ainda com os dedos movimentando-se dentro dela.
— Tem certeza?
— S-Sim! — Falou em meio a outro gemido.
O rosado tirou sua última peça de roupa, ficando completamente nú. Engatinhou pela cama até a beirada da cama e abriu uma gaveta da cômoda que havia ali, pegando um pacote de camisinha. A dona da casa dava muitas festas, por isso sempre mantinha vários dentro das gavetas, "para os casais safadinhos mas cuidadosos" dizia ela. Abriu o pacote e colocou a camisinha em seu pênis ereto.
— Recomendo que você segure nas minhas costas. — Ele sussurrou no ouvido de Lucy, que estremeceu com o hálito quente em sua orelha. — Se doer, me fale.
Ela passou as pernas por cima dele, assim como as mãos, ficando em uma posição como se estivessem se abraçando.
Natsu se aproximou lentamente, roçando somente a glande na entrada da loira. E foi se inserindo aos poucos toda a sua extensão, até que tudo estava dentro e ele parou esperando um pouco para que Lucy não se sentisse muito desconfortável.
— P-Pode se mexer, eu estou bem!
Natsu se moveu, estocando a loira de forma lenta no começo, até que gemidos tomavam conta do quarto inteiro. Seu pênis quase saía completamente de dentro dela para entrar novamente de uma vez. Os movimentos eram rápidos e extramamente prazerosos.
Lucy gemia incessavelmente, sua garganta chegando a doer levemente. Cravou suas unhas nas costas do rosado, o arranhando para descontar o prazer indescritível que estava sentindo.
— N-Natsu!
A loira tirou uma de suas mãos das costas e levou até a nuca, puxando o rosado para um beijo muito quente. Eles se encaixavam perfeitamente, o beijo parecia queimar suas bocas juntamente ao ambiente que estava fogoso.
Natsu saiu da loira completamente e voltou a enterrar-se dentro dela, os olhos revirando por tamanho prazer. As paredes da loira eram tão apertadas.
— Você é linda, Luce!
— Eu... Eu estou quase lá!
— Eu também... — O rosado respondeu, puxando o braço da loira somente para entrelaçar seus dedos. Ver o rosto da loira transbordando de prazer o enchia de ainda mais êxtase.
Naquele momento, Natsu e Lucy não eram somente Natsu e Lucy. Eles eram uma bagunça de sentimentos. Eram a mistura dos barulhos que seus corpos faziam quando se chocavam e do suor que escorria pela pele quente; eles eram um só.
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