Notas iniciais
Não me matem ao ler o capítulo! O final pelo menos é bom! Bjo da Detona.

Lia Madniss

É claro queMcGonagall foi a primeira a aparecer entre a multidão, e gritou como nunca gritou, “como uma estudante não sabe resolver as brigas sem usar magia?”, ela me perguntava.

Eu fui levada para a sala de Dumbledore, mancando é claro, minhas pernas estavam muito frágeis e futuramente eu seria expulsa do time de quadribol por não conseguir subir em cima de uma vassoura.

Depois de Dubledore ter me aconselhado lentamente para eu ter a mais calma possível, resolvi não contar nada de Anna, eu sabia que aquele maldito colar estava a deixando assim, e então assumi a culpa por Ceb ter ido para a enfermaria acusado como um louco tentando me defender, eu nem conseguiria olha-lo de novo. Após eu sair da sala, McGonagall me puxou de volta para a sala dela, e com toda a compaixão do mundo me abraçou de forma maternal, e me aconselhou a ficar dentro do meu quarto por alguns dias, eu já tinha sofrido muita vergonha na escola e assim fiz. A única aula que fiz questão de ir foi Defesa Contra Artes Das Trevas, se era para lutar contra mim mesma, que seja, eu era mesmo o monstro que quase explodiu a escola.

Anna, cada vez brilhava mais nos corredores, não que eu tivesse inveja da popularidade dela, mas a aparência dela cada vez melhorava mais, e eu por outro lado. Eu não tinha á muitas roupas para vestir, já que quase tudo ficava largo na coisa fina que eu era. Eu vesti uma blusa de manga cumprida cinza e uma calça da escol, coloquei toda minha franja para frente a amarrei eu um coque o cabelo de grande comprimento debaixo de um boné, estava aí, um típico menino esfarrapado, aquelas roupas me davam vontade de vomitar, mas não podia ser reconhecida. Assim que botei os pés para fora da sala, percebi que aquela não era eu, então só retirei o boné e o coque, melhorei um pouquinho.

Havi um lado bom nisso pelo menos, McLagge nunca mais me perseguiria.

Os sonserinos me olhavam com o mais puro interesse, como se eu tivesse feito artes das trevas para destruir o castelo (e foi mesmo, na verdade). Tinha uma certa simpatia por eles mas odiava Bellatrix e Lúcio, dois arrogantes de puro-sangue orgulhoso. No final da aula, eu fui conversar com Anna, primeiro para gritar e berrar, mas isso ão me faria de novo a psicótica que não controla a raiva? Decidi ser sincera com ela, e ela para minha surpresa foi simpática, e um segundo depois tudo que eu vi foi a escuridão.

Acordei em um monte de feno, acho que na masmorra oeste de Hogwarts. Era óbvio que foi Anna quem me dexou ali, mas pelo qual motivo? Eu já era fracassada esquisita comparada a Severo Snape, e Ceb já estava em coma, além das capacidades de cura de Madame Pomfrei.

Eu comi um pouco das coisas que tinha no baú, e para pegar água, eu coloquei um balde passando pela janela com o ferro entortado, e peguei água da chuva.

Eu acabe adormecendo naquele imenso frio, e dei graças á Deus por estar em um monte de palha. Eu sonhei com a escuridão novamente, mas depois coma imagem de Ceb.

–O que você está fazendo aqui?-Pergunto.

Mas há um vidro entre nós.

Eu corro para o vidro e nó ficamos nos encarando com as mãos naquela barreira transparente, sentindo o frio.

Eu acordo e me deparo com uma capa de Hogwarts sumindo pelo lado esquerdo.

–EI!-Eu grito, mas ninguém volta.

Sinto minha voz falhar e pego mais um pouco daquela água de chuva. Minhas asas ( haviam encolhido desde a briga entre mim e Anna), volataram a crescer, e as asas de corvo estavam mais vivas, eu as acriciei, todo monstro tem que aprender a gostar de si... mas eu era mesmo um monstro? Não sei.

Eu continuaria ali, naquele buraco, só para ter uma deculpa para não ver mais o mundo.

Minha pele se esbranquiçava. Eu estava completamente doente. Eu tossia até pela brisa que passava pela janela.

Eu não iria chorar, eu estava recebendo o que eu merecia.

Anna aparece a porta, com uma expressão inexpressiva.

–Você está chateada?-Pergunta ela.

Eu a olho com todo o despreso do mundo mas sabia que eu tinha que ser eu, não podia deixar o colar me mudar, eu mudaria ele.

–Não mais.

–Ah-Ela olha para o céu nublado-Aqui faz sempre tanto frio?

Eu balanço a cabeça positivamente.

–Lia, eu só fiz isso tudo ara o nosso bem, você sabe não é?

–É... eu sei.

–E você não vai discutir?

Eu a olho com uma sobrancelha erguida.

–Isso faria você mudar de ideia?

–Não, não faria.

–Então ,estou bem.

–Então ta...-Ela responde-Você não vai nem reclamar por ter te prendida numa masmorra?

–É o que eu mereço, eu sou um monstro, eu sou um corvo, eu sou má, não sou?De qualquer forma, não tenho mais nada para fazer ou perder mesmo.

Ela abre um sorriso.

–Que bom que você.

Dentro de mim, havia algo gritando para eu lutar ou gritar, mas naquela epoca eu achava que era o colar maligno.

Dentro de poucos das, e ficava cada vez mais frágil, mas Anna vinha me visitar, as vezes ela trazia alguma coisa que roubava da cozinha, ou as vezes a gente tirava sarro das pessoas toscas que vinham conversar com ela. De vez em quando, ela trazia um livro pra mi ler, mas nunca um instrumento, também me perguntava o por que, mas eu nem conseguia dar um passo sem tropeçar nos meus próprios pés. Eu era apenas mais uma escória. Até que certo dia, Anna com muita pena de mim, trouxe minha guitarra para cima, me pergunto como ela havia trago sem ninguém notar.

–Você devia tocar um pouco, está com uma aparência horrível!-Ela disse. Eu não vía conexão nenhuma, uma coisa coma outra, mas comecei a tocar minha música preferida, Monster, que você já deve ter ouvido, e a letra combinava perfeitamente comigo.

Aquela música me dava forças, afinal, a única coisa que eu sabia fazer era tocar e cantar.

A melodia gótica começava a soar nos corredores da masmorra, e eu me setia mais viva, a cor da minha pele voltou um puco, e me senti forte para levantar e usar a minha magia, claro, se isso fosse necessário. Eu senti a luz explodindo dentro de mim, eu era eu de novo,e então eu entendi, o que eu sentia, a vontade de lutar, não era a minha parte do mal, era minha parte do bem, lutando para conseguir fazer Anna voltar ao ser eu bom, eu sentia que eu era capaz, eu não era o monstro, eu era a heroína.

Anna ficou espantada.

Eu não podia ficar ali, como alguém que desistiu da vida, eu fiz minhas asas crescerem, e como uma louca, eu pulei da janela, e quase chegando ao chão, eu abri as asas. Voei até a janela da enfermaria, e então puxei Ceb da janela, aquilo tinha que da certo, afinal, eu estava fazendo meu próprio final, e no meu final, tudo ficava bem.

Notas finais
Espero que tenham gostado pelo menos do final, eu estou amando escrever PrettyGirls II! As fichas de inscrição do PrettyGirls II vão estar disponíveis em breve!