Notas iniciais
Olá povo! Espero que gostem desse capítulo e desculpa pela forma rude (que talvez vocês notem) não queria deixar você sem nada e não queria perder a linha de raciocínio com PrettyGirls então me desculpem!Estou muito cansada mas a boa notícia é que eu consegui e estou de férias!(Chega de eu reclama para vocês!) Estamos chegando num ponto bom da história e vamos apimentar muito mais a história (tanto para o lado romântico tanto para o lado de ação) só esperem a hora certa!Também queria que se tiverem dispostos perceberem as várias referências que eu fiz dos livros de HarryPotter!

Lias Madniss

Muito estranho... nessa altura do campeonato já era para estarmos discutindo legal... O que será que aconteceu?

Black estava com a sua cara de tédio e de vez em quando fazia um sinal para Potter que estava quase infartando com seu “lírio” tendo que lhe explicar a matéria e Snape com uma expressão muito assassina.

–Ãn... o que era pra fazer mesmo? – Perguntou Ceb.

– Um “adotivador” para Rittysers...

–E como se faz isso?

–Não sei.

–Bom, estamos um pouquinho ferrados.

–Já sei !– Disse Black marotamente... eles só fazem isso, não esperava que um aluno deste calibre poderia ter uma ideia.

–O que você sugere?- Perguntou Ceb falsamente animado.

Ele riu.

–Podemos simplesmente fazer inversamente o que um Rittyser faria!

Era nisso que eu esperava de um maroto, um plano acadêmico estupidamente sem noção.

–Ou podíamos fazer o inverso do inverso!-Sugeriu Ceb.

–Ou o inverso do inverso do inverso do inverso... espera, isso não daria na mesma?

Eu suspirei.

Me levantei e me esgueirei por trás do trio de Lily Evans e puxei um dos rascunhos de feitiços que eles tentariam em seguida, e voltei para o nosso lugar.

–Retrinquivisk!-Gritei o feitiço, o que saiu um trambolho muito estanho parecido com um violino atropelado.

–Bom, se isso era o que a professora queria por que ela simplesmente não pegou ma coisa boa e jogou da torre de astronomia?- Brincou Ceb.

Black bufou.

–Rettynagerim!-Gritei e dele saiu um par de colares estranhos. Um branco muito brilhante como um holofote e outro muito preto, como se tivesse um fumaça dentro do vidro que os guardavam.

–Excelente!-Gritou a senhora Plank para nós-Tiveramuma certa inspiração para construir esse feitiço, não foi?!- Ela disse extasiada (James e Lily olhavam boquiabertos para nós). Havia uma controversa de quem deveria ter feito este feitiço mas... Perfeito o seu trabalho!

–É, nós tivemos uma pequena consulta acadêmica-Ceb disse.

–É claro, fiquem com os colares e nota máxma para vocês!-Disse senhora Plank- Alianah?Poderia conversar comigo particulamente?

–Tudo bem- Eu disse tentando não ligar por ela ter dito meu nome.

Ceb me deu os colares (afinal, o que dois garotos fariam com colares da amizade?) eu pensei rindo.

A professora Plank se dirigiu a mim com um tom de aviso, quase como se estivesse com me do de ser ouvida, o que está acontecendo com os professores?

–Senhorita, a professora McGonagall deve ter contado para você... mas fique sabendo que além disso, receberemos uma visita para senhorana segunda-feira... bom, você vai gostar, só tenha cuidado, os demônios estão aqui dentro.

E com um sinal de entendido, eu confusa fui atrás de Anna, que continha a maior cara de “eles são tão fofos e idiotas”.

–O que ela queria senhorita Alianah?-Perguntou Ceb rindo.

–Nada demais... só minhas notas do ano passado não foram admiráveis e ela teve e honra de me... alertar.

–Que barato esses colares não é?!

–Gostei desse...-Disse, era o preto com nuvens negras dentro.

–Ainda bem que Hogsmead é amanhã!Me sinto sufocado nesta escola!-Disse ele olhando para o céu nevado.

–Nem me fale, professores falando dos NOM’s, garotos nerds brigando por garotas, retardados fazendo pegadinhas à todo momento! Se eu ver mais um “você é muito fofo” eu juro que morro.

Mesmo com proteção... eu poderia ir à Hogsmead?

Minha única diversão não seria tirada... eles teriam de explicar o por quê eu não posso ir... não teria jeito.

Na hora da janta, eu entreguei o colar branco à Anna, ela amou, ela sempre gostou de coisas que brilham e McLagge me perguntou mais uma vez se eu não queria sair com ele, e por mais uma vez eu tive que repetir não e dizer que havia uma lista gigantesca de garotas que gostaríam de sair com ele e os marotos.

Naquela noite, eu não estava bem, lágrimas caíam sem motivo pelo meu rosto, e eu sentia ma dor inexplicávelmente grande dentro de mim... uma dor sentimental. Meu sonhos foam turbulentos até que cheguei em uma caverna sombria... Será que eu conseguirei escapar? Estava tudo escuro... Cono se tudo estivesse apagado por um interruptor.
Eu não sei onde estou... Eu vejo Anna, está diferente. Sombria. Isso é normal?
–Ela está próxima ela disse sombriamente com a voz ecoando nas paredes úmidas.
Ela dizia pra mim... É então eu descobri, que o úmido não era as paredes, era o sangue escorrendo de mim.

Eu acordei, isso nunca tinha acontecido, eu geralmente tinha sonhos bons... estranho.

Eu iria para Hogsmead hoje, acho que isso me distraíria.

Eu coloquei uma toca preta de panda (Anna havia me dado), e coloquei blusas compridas intercalando entre o preto e o cinza. Naquela manhã,acho que seria um pontinho negro em Hogsmead (Ei! Isso pode virar uma piada!). Eu remexia aquele colar negro... ele tinha algo de estranho... uma coisa sombria, queria saber qual era a controversa de qual a professora não falara. Eu segurava ele com força (não sei o motivo), acho que me deixava a sensação de segurança, na época, eu talvez já sabía que tinha a maior arma que eu havia tocado,mas de uma maneira que os adolescentes sabem mas não sabem...entende? O problema era descobrir se era a meu favor ou contra.

Ao atravessar com Ceb aquele portão, olhei para trás para verificar se Filch ou qualquer outro professor não corria atrás de mim me proibindo de sair, mas ninguém apareceu.

–O que foi?!-Perguntou Ceb agitando seus cabelos loiros na brisa da neve congelante.

–Não sei... acordei meio lerda hoje.

–Como todos os dias...-Ele disse baixinho.

Bati nele quando achou que estava seguro e logo virou uma guerra de neve.

–É isso que você sabe fazer Madniss?!-Debochou ele.

–Você está ferrado!-Eu corri atrás dele-Glacious!-Eu gritei para o video game estirado no chão.

–Você não fez isso!

–Veja pelo lado bom! Você não precisa mais se preocupar se entrar neve dentro dele!-Eu disse rindo.

Enquanto ele descongelava com um feitiço seu videogame eu olhei para trás e vi Sirius Black se agarrando com Tylew Jones.

–Cuidado para não engolir ela!-Gritou Ceb atacando uma bola de neve pra o céu.

Os dois envergonhados saíram para outro canto.

–Vamos ir à Casa dos Gritos? Disseram que nas férias ouve um barulho muito alto, de um grito-Eu disse- Não é estranho como as pessoas acreditam mais na imaginação do que no óbvio?

–E o que é o óbvio?

–Que uma janela bateu, o vento assobiou ao passar numa fresta, talvez?

–Você é bruxa ou o quê?

–Você acredita em fantasmas?

–Na criatividade!

–E o que você sugere?-Perguntei segurando a risada.

–A história começa... Katy tinha um filho com esquizofrenia e certo dia o ministério da magia invadiu a sua casa dizendo que havia um problema com sua árvore genealógica e na verdade ela é uma trouxa com poderes de persuasão mental e então ela foge e na corrida contra o tempo ela acha uma casa em plena Hogsmead e vive lá dentro ouvindo os gritos do filho, mas o problema era que Katy foi levada para Azkaban e o garotinho grita por “Onde está Katy”.

–Assistiria esse filme!

–Não sei por que ainda não saí da escola para dirigir filmes.

No final das contas nós fomos para lá.

–É estranho como a sua história parece real agora.

–Pois é, né?!-Parece mesmo que há um garotinho chamado Teddy lá dentro.

–De onde você tirou esse nome?

–Sei lá.

–Falando em Teddy, nem pude ver meu irmão nas férias... acabou saindo para um acampamento de escoteiros com outros trouxas do bairro.

Ouço um barulho. Parecia que alguém se move na neve, eu me viro e não vejo ninguém, risadas abafadas.

–Ok bando de palermas podem sair de onde estão?Vamos ser um pouco menos infantis?-(falou a garota brincando de guerra de bola de neve).

Veio bolas de neve de um lugar eu não conseguia mais enxergar até que BUM. Ceb cai em cima de mim. Nós ficamos muito perto, nunca fomos aprovados andando juntos como Sonserino e grifinória imagina assim... mas quem se importa? E do nada, nós nos beijamos ali mesmo na neve. Nunca imaginei dessa perspectiva... sempre vi Ceb como um amigo, ele é um fofo quando me sinto mal... Bom,foi como paralisar o sangue (e não só por que a neve é gelada), mas por que foi realmente a primeira vez que eu tive um beijo descente... foi uma sensação única, que nós só sentimos uma vez, na primeiríssima e única vez... por que mesmo sendo muito inexperiente, eu sei que o beijo é uma droga, o fazemos para sentir a mesma sensação da que sentimos d primeira vez, e repetimos até chegar ao ponto de que nos damos conta de que... quanto mais tentamos, mais vamos longe dessa realidade, ou melhor, “alucinação”.

Nós nos levantamos depressa.

E vejo James Potter, Sirius Black e Peter Pettigrew aparecerem do nada. Poderia ser pior. Não, não poderia, afinal, quando você beija alguém você não quer mais três garotos de plateia assistindo, apesar de que isso não teria acontecido se eles não tivessem jogado as bolas de neve.

Notas finais
Obrigada por ter lido!Espero que tenham gostado de um capítulo meu e da Bia!É muito mais prático pra gente e sobra mais espaço para a criatividade! Comentem por favor e até o próximo capítulo!