Preserved
1 The end of darkness
Notas iniciais
Pov.Autora
–O que está acontecendo Doutora? – Damon falou com a expressão incrédula, pois Elena estava apagada, soando e tremendo.
–O parto dela é muito complicado, por mais um pouco e ela teria entrado em processo de aborto, foi pura sorte, mas agora ela terá que ficar em coma, tiramos o leite necessário para o bebê e ele ficará na incubadora. As próximas horas são decisivas para saber se ela sobreviverá, mantenha a calma Sr.Salvatore.
–Tudo bem – Falou Damon cabisbaixo pegando sua linda filhinha no colo, sua emoção era tanta que parecia que ele ia sumir em meio as lágrimas, a sua pequena era tudo que ele tinha, e ele faria tudo por ela.
3 meses depois ...
Damon parecia sem esperanças, estava triste, esquálido, tristonho, sem vida alguma, a dor avia o consumido, fazia 3 meses que Elena estava ali imóvel em cima de uma cama sem dar um sinal de vida, ele estava começando a desistir e achar que a perdera de vez, sua vontade de viver não podia ser menor. Desde que ela estava assim Damon havia ficado doente, mal, não sorria, não chorava estava sempre naquele hospital, inexpressível, cadavérico. Ele estava atirado no sofá esperando alguma melhora, era assim que ele tinha passado todos os dias, ele não iria cansar, ele precisava ver um avanço dela, qualquer um. – Os aparelhos de Elena começaram a apitar fortemente, Damon sabia que ela estava viva, pois apenas quando o aparelho se instabilizasse em apenas um ruído, era que a coisa que ele mais temia tivera acontecido. Ele ficou desesperado, ele desejara um avanço sim, mas não esse. Ele se debruçou em Elena e começou a rezar.
Enquanto isso, Elena estava em um lugar escuro, cheio de pássaros, corvos, sozinha, com frio, até que ela viu um brilho e uma luz intensa se espalhar quase a cegando. Ela não sabia por que, mas ela seguiu em direção à luz, até que um bando de borboletas azuis substituíram os corvos, um lindo jardim cheio de rosas brancas, as suas prediletas, aparecera. Ela nunca havia visto um lugar mais belo nem em seus sonhos. Ela estava encantada, o seu sorriso irradiava o mundo. Até que ela avistou uma mulher, e um homem, meio de idade, que eram muito familiares.
–Mãe? – Ela saiu correndo e enterrando em seus braços, ela não há via, desde os 14 anos. Tudo que ela mais queria era um abraço, as lágrimas teimaram em sair, mas as lágrimas eram de tristeza. Ela sabia que não deveria estar ali.
–Que bela encrenca você se meteu em mocinha? – Sua mãe falou com um sorriso enquanto afagava seus cabelos macios ao toque.
–Senti tanto a sua falta mamãe – Ela falou se reconfortou nos braços da mãe – E Katherine? Aonde está? – Elena perguntou curiosa, e ainda chocada com o reencontro tão feliz.
–Ela está bem, está aprendendo uma lição – Sua mãe falou amenizando o clima. – Ei, não vai abraçar o seu avô? – Ela perguntou cruzando os braços.
–Vovô – Ela abraçou calmamente, era a pessoa que mais amava em toda sua vida – Desculpe, é que ver mamãe novamente é tão bom, e estou tão surpresa que ... – Ele a calou e sorriu meigamente.
–Elena, querida, senti tanto a sua falta – Ele disse enquanto olhava para o seu, a garota o imitou e se deparou com o céu no azul com uma cor familiar, era como se os olhos de Damon tivessem a penetrando na alma, ela estremeceu a recordar de seu amor.
–Elena, por favor fale comigo, abra os olhos, sobreviva, você não pode morrer ... – Damon falou desesperado, enquanto agarrava o corpo da garota com ternura – Eu te amo, você é tudo o que eu tenho, faça esse barulho parar, digo, voltar ao normal, cada minuto sem você é como se eu tivesse ido junto, eu não sei ser nada sem você entende? Minha vida depende da sua, volte pra mim! – Damon ofegou suplicante.
–Escutou isso? É Damon! Eu tenho que voltar! – Ela falou confusa e contrubada – Desculpe Mamãe mas eu tenho que ir – Ela falou enquanto uma passagem cheia de luz se abrira diante de seus olhos.
–Não Elena, não vá é muito arriscado, seu tempo na terra já acabou – Isobel falou apertando seu pulso, a impedindo de partir.
–Deixe ela ir filha, ela tem o direito de seguir o coração – Senhor Gilbert falou a abraçando. Elena cochichou – Obrigada vovô, você sempre sabe ser bom. – Ela se despediu e foi correndo ao encontro de Damon.
O aparelho se estabilizou, e ela abriu os olhos lentamente, os dois olhares se encontraram e Damon ficou totalmente aliviado, seu coração pulsava em um ritmo mais calmo.
–Damon, o que você está fazendo aqui? – Elena falou com a voz reduzida um murmúrio.
–Como assim? Você não lembra? – Ele falou desapontado.
–Não, desculpe, não sei o motivo de você estar aqui, onde estou? – Ela falou encarando os aparelhos.
–Doutora ela acordou – Damon falou enquanto saia da sala um tanto triste.
Logo ele voltou com sua linda filha nos braços, sua ternura era tanta, que ele não contia as lágrimas, Elena olhava a cena surpresa. A Dra. Fell sussurrou:
–Ela perdeu a memória, devido ao tempo em coma, mas não se preocupe, talvez volte dentro de algumas horas, se não for o caso talvez ela fique com perda parcial de memória como um tipo de sequela.
Damon se aproximou e colocou a criança no colo de Elena, que ficou encantada com a garotinha, ela olhou no fundo dos olhos azuis da menininha e logo toda a sua memória voltou como uma música, seu coração pulsava em um ritmo maravilhoso, as lágrimas inundaram seu rosto e ela beijou a menininha na testa, graças aquela pequena garotinha sua vida havia voltado, graças aqueles lindos olhos azuis como o oceano pacífico, igual aos do pai.
–Filha? – Ela falou sorrindo, Damon largou tudo e foi para perto de Elena fundindo os lábios nos dela.
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