Depois de quase perder Croix de uma vez por todas, Chariot percebeu que o que aconteceu no passado já não importava mais. Se amaram e se detestaram bastante, mas ainda podia concertar aquilo. Podiam fazer dar certo.

Não queria continuar com aquele silencio constrangedor quando estivessem perto. Não queria continuar com aquela vontade enorme de chorar sempre que parava para ver as suas fotos juntas. Não queria continuar vendo a sua amiga de infância, o seu primeiro amor, como uma estranha.

Podiam ter feitos besteiras no passado, podiam ter um futuro incerto e misteriosos, mas Chariot não abriria mão daquele presente que podia ter com ela.

Não de novo.

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