Essa dualidade de amor que deveria ser ambíguo e a dor que parece nunca partir, ficar preso a alguém desejando ao mesmo tempo em que esse sentimento se vá, que esse sentimento fique e se realize.

Ver a cada segundo o tempo levar seu olhar e lembranças, quero ter forças, porém neste árduo caminhar é difícil de encontrar.

Por favor, olhe em minha direção e deixe-me tentar extinguir minha timidez e tentar lhe conquistar, nestes últimos dias, antes que não reste mais como falar.

Vivo a repetir que poderia em frente seguir, porém sempre que me vejo a lhe encarar duvido dessa certeza que já me pareceu tão certa e regular.

Peço-lhe perdão por não saber exatamente como me expressar, como cãozinho mudo que não pode ladrar, apenas tento no meu silencio lhe alcançar e no fundo de sua alma com meu amor tocar.

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