Premonição: Death Doesnt Go On Vacation
6 Death's First Strike
Notas iniciais
O rádio escolheu automaticamente a estação M80.
-" Eu sou a úrdilia Rodisberto e agora para apimentar a nossa noite temos...AC/DC com Highway To hell. Logo depois o doutor Chaney vai ensinarmos como cortar despesas num supermercado, mas até lá AC/DC, Highway to Hell" — anunciou a locutora bem disposta.
Paul conhecia aquela música, era da sua juventude sem problemas aumentou o volume.
Saiu da avenida e desceu até se embranhar numa rua secundária onde haviam vivendas e puoco mais, dirigia-se agora para casa do seu primo onde teria uma noite dde festa, por assim dizer.
"Ain't nothing I would rather do
Going down, party time
My friends are gonna be there too
I'm on the highway to hell
On the highway to hell
Highway to hell
I'm on the highway to hell"
Pouco depois pual reparou que antes de entrar num cruzamento parou nos sinais. O jipe parou perto d eum poste eléctrico, enquanto cantava Paul reparou que o poste andava a ser remendado, haviam materias eletricos perto do local. Á frente não havia luz. Paul apenas via umas quantas vivendas e o sinal vermelho.
A estrada estava sem ninguém, Paul rapidamente saiu do carro e tocou no botão no poste de sinais luminosos para que estes passassem a verde mas em vão.A caixa recetora do poste ao pe faiscou e assustado Paul voltou ao carro. Sem se apreceber um dos cabos soltos do poste teve uma reação eletrica fazendo cair no chão com um baque.
-Que raio?...-assustou-se ele no Jipe.O cabo ficou com as pontas metálicas interiores á borracha, espetadas para cima.
-Que se lixe.-Sem mais demoras Pual avançou com o jipe mas derepente o grande carro deu um solanco.Paul fez força de novo
-Mas que raio?- Deu mais uma puxadela com carro até que o cabo puxou o poste e este caiu sobre o jipe . Com um berro Paul abriu a porta do carro para encontrar esta coberta de cabos eletricos.
-Que porra.AJUDEM-ME!AJUDEM-ME!-gritou ele desesperadamente. mas antes de pensar em tentar esgueirar-se entre os cabos estes começaram a soltar faiscas azuis.
-Bolas! Dentro do carro ele sentia o tecto a amolgar-se ainda mais com o peso do poste. Pegou no telefone que estava no outro assento do carro mas este escorregou-lhe da mão e caiu no chão.Paul lançou-se á procura mas um som como tecido a ser rasgado assustou-o. Paul sabia que esse som eram as fáiscas no metal.A partir da janela viu faiscas eletricas a soltarem-se. Havia uma única solução. Fechou os olhos e esmurrou vidro do pára-brisas.Lá fora ouvia as faíscas em breve o carro começaria a arder, pensou ele. Enervou-se encolheu-se, passou os pés para a frente e pontapeou fortemente o vidro que acabou por ceder.
-Boa!
Com os braços afastou os pedaços de vidro e lançou-se por cima do capot e rastejou para sair dali, mas a caixa recetora do poste explodiu destruindo o tecto do carro e fazendo a sobrecarga abalrroar o cabo sobreterraneo. Com medo escorregou pelo capot a toda a velocidade.
-Já me safei!- Mas a caixa dos sinais luminosos desprendeu-se com a sobrecarga. Paul sentiu a caixa de sinais luminosos a trespassar-lhe o peito. A última coisa que viu foram as luzes das casas a abrirem e pessoas a virem ver o que se passava. A caixa escorregou e caiu mesmo na cara de Paul esmagando-a.
-Acorda bela adormecida! — Kate abriu os olhos e viu christopher contente saudando-a. Estava muito mais feliz do que da última vez que da outra noite.
-Fiz o pequeno almoço! -disse ele. -Já está na mesa.
-Tão querido que és.
Kate levantou-se, apenas vestiu uns calções. Tinha dormido na casa de Christopher e Dennis. Eram 9:45h, para eles era bem cedo.
-O Dennis? — perguntou ela levando uma caneca de leite com café á boca.
-Acho que foi trabalhar, como o Andrew disse ao patrão que tin ha cancelado as férias e então ele também chamou o Dennis...O Andrew é um parvalhão de primeira categoria.
-Chris! Vá lá não sejas assim tão preseguidor!-pediu ela estando farta da rivalidade entre o seu namorado e o seu ex.
-Ele é enervante. Devia estar calado a maior parte do tempo!
-Não sejas assim, ele continua a ser meu amigo...
-Não vamos comerçar. -Christopher pesadamente quase que atirou o prato para cima da mesa.
-Credo!Não sejas assim.
-Acordar e falar logo de um paspaçlho daqueles, deixa qualquer um meio azedado não achas?
Kate atirou as costas contra a cadeira e revirou os olhos, as notícias do repórter passaram então a ser audivéis.
" ... foi assim que um homeme perdeu a vida de forma brutal na rua Spinger Free." — énquanto falava, na imagem viasse um jipe envolto em cabos elétricos. Kate fixou a imagem.
-Aquele carro é me familiar...
-Então o que fazemos hoje? -atropelou Chris.Kate literalmente esqueceu a televisão e tudo o resto.
-Bom hoje a vóvó Miffens faz anos!-disse ela contente.
Christopher sorriu.
-Vá lá. Vamos lá dar um pulinho.- pediu kate fazendo beicinho.
-Vamos nessa! Eu gosto da avó Mia.
E assim sairam de casa, Christopher sabia que ia passar uma tarde com a família de Kate, se bem que metade não era muito chegada á avó materna de Kate.
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