Neste verso condeno teu olhar

Sonhos serão roubados, eis o crime

A leitura permite a mente voar

Venha comigo agora, e então rime

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Desdobro sua consciência meu leitor

Na gaiola te prendo sob custódia

O que será você aqui do autor?

Faço-o bobo da corte da rapsódia

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Dance, e dance, mas cante neste ritmo

Veja como eu divirto com seu riso

Pra rimar escolhi o algoritmo

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Pois seu imaginativo está tão solto

A prisão é de escolha própria e livre

Se mais ler, ficarás mais desenvolto.

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"Não há despertar de consciência sem dor. As pessoas farão de tudo, chegando aos limites do absurdo para evitar enfrentar a sua própria alma. Ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim por tornar consciente a escuridão."– Carl Jung

Notas finais
"Cuidado com o que se lê, pois a história se repete, e o tesouro mais bem guardado é aquele compartilhado num lugar onde todos veem."