Prelúdio
7 Capitulo VI
Na sala de arquivos, Tyler e Bietrisse estavam iniciando os preparativos para a missão, que seria finalizada no dia seguinte, estavam reunindo as fotos tiradas na praça.
– Tyler veja as fotos, temos um problema. Sua voz ressoava com preocupação e uma certa alegria ao mesmo tempo.
– Porque, o que ha de errado?
– As fotos que tiramos, não podemos usa-las, estão sem angulo e não ajudam muito no projeto de reconhecimento, só podemos guardar como lembrança de um ótimo dia que passamos juntos, pena que foi só teatro. Um sorriso tímido apareceu em seu rosto, ficando corada pelas palavras ditas.
– Não foi teatro foi tudo natural, foi um dia perfeito, quero ter muitos outros com você e melhores. Um sorriso estava no roto dele com um brilho no olhar, que mostrava um sentimento puro, ele se aproximou e passou a mão sobre o rosto de Bietrisse e colocou o cabelo atrás da orelha deixando seu rosto a mostra.
– Também quero que outros momentos aconteçam, quero ficar sempre ao seu lado. Um lindo sorriso estava em seu rosto, com os lindos olhos negros indo de encontro aos dele.
– Assim será! Eu prometo não te deixar. Tyler lançou os lábios sobre os dela e a beijou intensamente, segurou a cintura dela e ergueu seu corpo delineado colocando-o sobre a mesa, aproximando seu corpo ao dela.
“TOC, TOC, TOC”! Uma batida na porta, e eles pegos de surpresa, foram para seus lugares fingindo estarem mexendo em documentos. Seguido da batida, Robert apareceu, invadindo com um pulo.
– SURPRESA. Sentiram minha falta enquanto estavam fora, porque eu senti a de vocês, disse ele brincando – To zuando, não vim aqui pra isso, só vim dizer que esta tudo pronto só falta o reconhecimento visual do lugar, posso ver as fotos?
– As fotos? E-elas... Elas estão...
– Elas estão sendo transferidas para o computador, só mais alguns segundos e você poderá ver algumas. Disse Tyler transferindo algumas imagens de um cartão de memória, olhou para Bietrisse e sorriu como se tudo estivesse sobe controle.
Ela o olhou sem entender o que havia acontecido, até que num subto flash em sua mente lembrou que ele não tinha ficado o tempo todo com ela que ele poderia muito bem assim que eles se dividiram ter tirado as fotos e quando se encontraram e sentaram debaixo da árvore ele já tinha finalizado o reconhecimento, mas porque ele aceitou fazer o reconhecimento fingindo serem um casal – seu rosto agora estava deixando o ar de interrogação para o de felicidade — o fitou e viu ele sorrindo como se soubesse o que ela estava pensando e confirmando que ele fingiu ser um casal apenas para ficar mais tempo com ela, para aproveitar aquele momento. Bietrisse agora estava feliz por dentro seus sentimentos aumentando e ela quase perdia a postura, como se seu corpo estivesse querendo correr e abraça-lo, mas se conteve, ainda não podia fazer isso e não estavam sozinhos, seu irmão estava na sala, começou a pensar em todos os momentos que teve com Tyler desde a primeira vez que o conheceu, ela estava absorvida em seus pensamento tão profundamente que nem percebeu que Tyler estava chamando, até que com um saculejar que ele deu ela voltou de seus pensamentos.
– Você esta bem, o que houve? Disse Tyler preocupado.
– É você estava viajando ai tão profundamente que nem ouvia ele te chamar estava sonhando acordada? Robert sorriu tirando proveito da situação para zuar com a irmã. – Tá dormindo acordada, ou foi abduzida. Disse ele dando uma rápida gargalhada.
– Muito engraçado maninho, estava só pensando em algumas coisas e acabei viajando em meus pensamentos só isso. Disse ela meio sem graça e logo continuou com uma braveza surgida do nada — Mas o que foi não posso pensar não é vão continuar fazendo seja lá o que fosse.
Eles se entreolharam e deram de ombros, porque não era nada bom pra saúde contrariar ela, e os dois sabiam muito bem disso.
A noite se seguiu com o reconhecimento visual do lugar com o casal sinalizando os melhores lugares para realizar o ataque, narrando cada imagem.
Já passava das 15h, a dupla desempenhada para o serviço estava preparando suas ferramentas de trabalho. Robert estava em sua sala onde fazia seus experimentos com ervas e animais venenosos, sempre em busca de um veneno mais eficaz aplicando em suas finas e longas agulhas ocas, usando alguns roedores como alvos, embora a maioria das vezes aplicava em si mesmo para verificar se o antídoto estava funcionando. Estava no meio de uma nova formula capaz de ao entrar em contato com a pele iniciava uma corrosão de dentro pra fora seu intuito era que essa nova fórmula conseguisse proliferar dentro do corpo humano muito rapidamente de uma forma que tivesse o efeito de um ácido, mas ele queria que tivesse efeito apenas ao se misturar com o sangue e para isso ele precisava de uma planta que tinha um ativo parecido, ele sábia que encontraria em um lugar, se levantou impulsionado pelo jeito compulsivo de sempre querer algo naquele momento e se viu saindo para iniciar sua busca.
Enquanto isso...
Natasha estava limpando suas armas, trocando os pequenos cilindros de ar e os de gás que ao entrar em contato com o ar expelido do primeiro cilindro gerava uma explosão molecular tão grande que era cem vezes maior que o impulso de uma pólvora sobre o projétil de uma bala, e seu som era quase que imperceptível por ser uma explosão molecular, que impulsionava a lâmina numa velocidade tão grande que seu alvo não tinha tempo de pensar sua morte já estava sentenciada, ainda mais combinada a sua mira perfeita.
CLICK, CLAKE, BOOM. Era o celular dela tocando
– Fala Teiko, o que tem pra mim.
– Tenho uma nova arma que com certeza você vai adorar, além do mais só separo as melhores para minha melhor cliente.
– Sei descreve ela ai pra mim, vamos ver se você me convence a sair de tão longe pra ir buscar.
– Você vai adorar só pra aguçar seu apetite por seus tesouros, vou apenas informar que o projétil utilizado é do tipo X50 EP 5M2, eai o que acha? Vai querer ou eu vou ter que deixar pra outro? Disse Teiko com ironia já sabendo que ela sempre queria uma dessas, mas nunca achava uma arma desse tipo de qualidade.
– Se você passar pra outro vou arrancar seu bem mais precioso, essa dai é minha pode separar! Vou sair agora pra ir buscar. Sua voz transparecia a ansiedade que estava passando pelo seu corpo.
Correu para ir pegar o caça, chegando à área onde ele ficava viu Robert na cabine ligando, o desespero bateu, tinha que ir agora então foi correndo, entrou no caça.
– Pra onde você vai? A pergunta saiu quase que apulso por ter corrido muito rápido e ficado quase que sem folego.
– Estou indo pra Amazônia. Ele respondeu meio confuso pela reação de Natasha.
– Robert eu preciso muito desse caça, tenho que ir no Teiko buscar uma arma que tenho esperado a muito tempo. E te imploro me deixa usar o caça. Ela estava ajoelhada com as mãos unida, olhando para ele como um cão sem dono.
Agora mais confuso ainda ele não acreditava no que via Natasha implorando, ou tinha uma impostora ali ou era algo de muita importância pra ela. – Bem vamos fazer assim, como o que vou fazer vai demorar um pouco e o seu deve ser só pra pegar, pagar e sair, eu faço uma proposta. Disse ele sorrindo.
– Beleza eu topo. Disse ela sem nem pensar no que poderia ser só queria pega logo sua nova arma.
– Tem certeza, eu nem disse o que é ainda.
– Não tem problema e aposto que não vai ser algo que e não tenha capacidade de fazer.
– Se é assim então vamos. Ele pensou em tanta coisa que podia fazer com ela, se vingar de todas as trapaças que ela ja tinha feito a ele, podia usa-la de cobaia, mas pensou melhor, seria um uso mais valioso ajudando ele na Amazônia.
Eles seguiram para a loja principal de Teiko onde ele sempre ficava, lá era também o maior deposito de armas de todo o planeta, ela fica localizada a poucos quilômetros do Porto Los Angeles, situado próximo a fronteira entre EUA e México, Teiko gostava daquele lugar porque havia muitas formas de uma fuga caso ocorresse algo e alguém tentasse alguma coisa contra ele, coisa que seria difícil, por se tratar do maior fabricante de armas do planeta, mesmo assim ele gostava de se sentir mais seguro, e mantinha seus amigos perto e os inimigos mais perto ainda, seu maior desejo era que Natasha se tornasse uma grande aliada, então sempre bajulava a garota dava descontos a ela que ninguém poderia dar, reconhecia o talento dela e sabia que o grupo em que ela vivia era feito de adolescentes só que não meros adolescentes eram os melhores no ramo e poucas pessoas sabiam que eram apenas jovens.
– TEIKO! Gritou Natasha na entrada do depósito.
– Ele esta lá nos fundo. — Disse o segurança, um homem grande e forte seus braços mais pareciam pernas, ele representava a frase “apenas músculos sem cérebro”.
– Esta te esperando pode ir.
– Valeu cabeça oca. Disse ela brincando como se fossem velhos amigos. – Vem Robert não fica encarando muito ele não gosta. Robert ficou olhando o tamanho daquele cara, mais parecia um gigante.
Eles se dirigiram para o interior do grande galpão, caixas de madeira para todos os lados formando muitos corredores com paredes imensas, ela já conhecia o lugar muito bem, mas Robert quase se perdia se ela não ficasse puxando ele pelo braço.
– Ganhei meu dia, minha cliente numero um chegou. Disse Teiko com um grande sorriso abrindo os braços. Teiko é um rapaz de 23 anos, de boa aparência, sempre com um sorriso cativante, dificilmente podia vê-lo nervoso.
– Hahan, sei... Número um. Disse Natasha ironizando as palavras de Teiko e prosseguiu. – Vamos ao que interessa cadê meu tesouro?
– Ah qual é você sabe que é verdade, sempre separo o melhor pra você.
– Beleza, você finge que é verdade e eu finjo que acredito. Ela deu uma piscada, insinuando que ele era só mais um vendedor que gosta de bajular.
– Tudo bem se você pensa assim de mim, o que posso fazer?! Vamos ver a belezinha.
Eles seguiram um pouco mais adiante, após uns cinco minutos, chegaram a uma pequena sala onde cabia apenas uma pessoa, quem olhava de fora via apenas uma pequena sala vazia, Teiko entrou tirou algo do bolso fez um movimento e uma gaveta começou a se mover saindo da parede, ele puxou um teclado e digitou alguma coisa dando sequência a outro movimento vindo do compartimento, que fez um som como de uma pressão de ar escapando, ele então retirou uma pequena arma do tamanho de uma mão, ela brilhava com o bater de luz, era toda cromada com algumas linhas em preto fosco e no cabo tinha em branco fosco X50 com uma flor cheia de espinhos fazendo um relevo.
– Aqui está, espero que goste quem criou essa aqui foi uma mulher, gostaria de dizer o nome, mas nem eu sei, todos a chamam de Rosa, apenas porque em suas armas ela coloca essa rosa com espinhos, é um apelido dado por quem compra ou vende suas armas, ela nunca faz mais de uma unidade da mesma sempre deixando sua criação única, assim valorizando mais sua arte e outra coisa a munição de uma criação não é compatível com as outras armas.
– Sendo assim aposto que o preço também é único. Disse ela com certo sarcasmo.
– Ah minha querida, são negócios, paguei um preço muito alto, sábia que você iria se interessar.
– Então vamos direto ao assunto, qual o preço?
– Deixa eu ver, tenho o valor de compra, e por ser uma peça única tenho meu lucro dobrado não sendo mais de 40% e sim de 80%, fazendo o calculo...
– Qual é chega de falação você já sabia por quanto iria vender antes de me ligar.
Ele sorriu, quase esqueceu de que era Natasha ali na sua frente e ela não gostava de rodeios.
– U$270 000,00, se fosse outro cliente eu iria querer em cédulas, mas você aceito em transferência.
– Não se preocupe, será em notas, pensei que seria um pouco mais, então sai no lucro, mas pensando melhor você disse que sou sua cliente numero um, sendo assim, quanto de desconto você vai me dar? Ela achou que iria ser recebida com um olhar negativo de Teiko e para sua surpresa foi o oposto.
– Para você tirar suas dúvidas, sobre minhas palavras, irei retirar 40... Não 60% do meu lucro e ainda te mostrar a nota de compra, o valor de venda será então de U$180 000,00, o que acha? Disse ele sorrindo, seu rosto não demonstrava estar mentindo ou não estar gostando do que havia dito, apenas calma e serenidade por trás de seu belo sorriso.
– Agora vejo que você realmente não é como os outros que só querem ganhar em cima dos clientes. Antes de fecharmos negócio, posso testar a arma?
Ele fez um gesto de agradecimento — Com certeza, não é algo que eu iria negar a você. Vamos à sala de testes.
Seguiram os três para a sala de teste, com Teiko sempre sinalizando a direção caso tivessem que tomar algum desvio, chegaram ao fim de um corredor que por sinal aparentava ser sem saída com varias caixas de madeira obstruindo a passagem.
– Acho que você esqueceu o caminho. Disse Robert brincando.
Teiko o olhou e deu um sorriso, como se não tivesse se importado com a brincadeira de Robert, e ele já o conhecia sabia que o rapaz era um brincalhão, sempre que vendia alguma arma para ele, Robert sempre fazia alguma bagunça, mas o brincalhão ainda não tinha passado da loja, era sua primeira vez dentro do galpão. Teiko se aproximou das caixas e após um movimento com as mãos elas levantaram e uma porta apareceu no lugar se abrindo e mostrando ser um elevador, eles adentraram observando haver apenas três botões; T, SS1 e SS2, Robert observou Teiko pressionar SS1 e SS2 ao mesmo tempo por aproximadamente cinco segundos, olhou para uma tela de LED onde sinalizava o andar que eles estavam, seu rosto demonstrou surpresa ao focar os olhos na tela enquanto as letras mudavam de SS2 para SS3 seguido de CB e depois para ST, o elevador parou, a porta abriu e eles saíram, Robert agora mais curioso, Natasha que já conhecia muito bem o lugar apenas observava sorrindo, enquanto seu amigo olhava o andar admirando e ainda tentando entender porque o andar de baixo era três vezes maior que a parte de cima.
– Natasha eu ia esquecendo um detalhe e espero que me perdoe.
– Fala logo e não me venha com desculpas esfarrapadas. Disse ela em tom meio arrogante.
– Não, o problema é que o sistema da arma utiliza pólvora, não esta adaptada ao sistema que você utiliza como eu não sabia se você ia ficar então não tive tempo para modificar.
– Ah se é só isso não é problema, sei de uma pessoa que dá um jeito rapidinho.
– Então vamos logo a sala para você fazer os testes e ver se aprova a arma.
Enquanto eles ficavam atrás de um vidro blindado olhando para ela enquanto municiava a arma e colocava o protetor de ouvido para abafar o som. Seu alvo apareceu a trinta metros de distância, seu primeiro tiro foi sobre um alvo fixo feito em papel sobre uma base de ferro que o apoiava, o alvo tinha marcações de pontos vitais do corpo, seu diâmetro era de 1m x 0,5m, ela agora focava o alvo, levantou a arma segurando com a mão direita e apoiando sobre o pulso esquerdo, respirou fundo expirou suavemente, então ouve um estampido ela havia puxado o gatilho e a bala agora saia pelo cano ela observava atentamente, e quando essa estava a cinco metros de distância se dividiu em dezenas de fragmentos seguindo em direção do alvo, atingindo perfeitamente toda uma circunferência desde o centro do alvo até passando ao seu redor atingindo a parede ao fundo. Os expectadores então entraram na sala e foram ver o resultado do primeiro teste, apertando um botão o alvo começou a se aproximar, então Teiko o retirou e colocou sobre uma mesa e então contaram quantos fragmentos acertaram.
– Vinte e sete foram em pontos vitais, dez espalhados em pontos sem importância e os outros treze passaram ao redor do alvo.
– Por enquanto estou gostando vamos ver com alvos em movimento, mas dessa vez vamos acelerar as coisas, ao invés de um coloca três alvos.
– Ok. Você que manda.
Teiko ativou os três alvos e os colocou em movimento, saiu da sala com Robert e ficaram observando por trás do vidro.
Ela colocou três balas no cartucho que cabia apenas cinco, fez o mesmo gesto de antes para apoiar a arma, então fixou os olhos nos alvos em movimento e atirou três vezes simultaneamente sem dar pausa, respirou e colocou a arma sobre a bancada. Novamente a dupla de expectadores entrou na sala e Teiko fez com que os alvos avançassem na direção deles.
– Estou impressionado, dessa vez mesmo estando em movimento 90% dos projeteis acertaram seus alvos se fossem de verdade estariam todos mortos. Disse Teiko.
– Gostei dela, mas mesmo assim acredito que possa ficar melhor, vou fazer umas modificações nela.
– Então vamos fechar negócio, como prometi com desconto, totalizando U$180 000,00.
– Ok. Há vou precisar de seus melhores paraquedas, tive problemas com um outro dia que me deixou puta da vida.
– Espero que não tenha sido eu a vendê-los a você.
– Oh não, foi de outra vez que estávamos na Ásia, e acabamos comprando de um contato por lá.
– Entendo, bem não são todos que tem a minha qualidade nas mercadorias.
– Então me mostre a sua qualidade.
– Venha comigo vamos para o galpão lhe mostrarei os melhores que possuo.
Os três subiram pelo elevador novamente, chegando ao térreo foram pra parte leste do estoque.
– Robert pega a mala no caça pra mim, assim a gente acelera as coisas por aqui e assim iremos mais rápido fazer o que você tem que fazer.
– Ok. Volto já.
Enquanto Robert Se dirigia para o caça, Teiko e Natasha iam mais para leste do galpão de estocagem, chegando a umas caixas de metal ainda lacradas.
– Ei você abra estas caixas aqui, tenho uma cliente importante então só o melhor para ela.
– Você é tão bajulador, mas não adianta isso não vai te ajudar. Disse Natasha sorrindo.
– Não esquenta um dia você ainda vai sair comigo.
– Quem sabe no dia que você tiver o que eu gosto pode ser até possível, mas acredito que isso seja impossível. Disse ela sarcástica.
Taiko ficou imaginando que poderia ser, deixou pra perguntar a Robert outrora.
– Me mostre os equipamentos, vamos ver se tem toda essa qualidade pra estarem tão bem guardadas.
– Veja você mesma. O sorriso estampava em seu rosto ao ver a caixa sendo aberta e visualizando seu conteúdo, um bom comerciante orgulhoso de seus produtos. – Esses são de uma empresa muito grande, você deve conhecer a Mycroft Corp, esta empresa esta muito avançada em suas pesquisas soube que estão mexendo com biotecnologia pesada algo muito além do que possamos imaginar, mas isso são só boatos, não acredito muito no que ouço até eu mesmo ver.
– Então vamos aos detalhes da sua mercadoria, o que ela tem de especial?
– Há pouco mais que vinte anos atrás, uma empresa japonesa criou uma seda baseada na teia de uma aranha, essa seda era três vezes mais forte que o kevlar, alguns anos depois, eles passaram a distribuir essa seda para empresas que fabricavam artigos militares. Essa seda é a que usamos atualmente, mas um cientista aperfeiçoou a seda tornando duas vezes mais forte do que já é essa informação ainda é confidencial, mas eu já possuo os primeiros equipamentos militares feito dessa seda, paguei muito caro por esses materiais e você é a primeira a poder comprar.
– Só tem para quedas ai ou tem colete também?
– Tem dez coletes, e dez paraquedas.
– Quanto por tudo?
– Tudo?
– Sim, foi o que eu disse. Tudo.
– Deixe-me calcular, só um momento... — U$ 530 000,00 por todos os itens.
– Isso é quase um assalto. Espero que faça jus ao preço, vou transferir.
– Tudo bem, ficarei aguardando a transferência.
– Assim que chegar a base pedirei à Bietrisse que transfira.
Robert se aproximou com a maleta de Natasha, após efetuar o pagamento de sua arma eles saíram e colocaram too o material comprado pra dentro do caça e partiram com destino a Amazônia.
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