Prazer, Leo Valdez
1 Clarisse é comida por um dragão. Ou quase isso.
Notas iniciais
Alice ♥
- LEO! — Clarisse me grita.
"Ai, caramba" eu penso "Vou morrer pela sétima vez!"
Vou correndo até a Arena do Acampamento. Foi construída pelos filhos de Hefesto e arquitetada por Annabeth e Mackenzie, seu irmão. A área é um gigante terreno perto das plantações onde temos espaço para construir coisas, explodir bombas, testar os arsenais, etc. A bagunça nunca reinou tão forte nesse lugar.
Quando chego, encontro a cena mais ridícula que já vi em toda a minha vida. Mas tenho poucos segundos para rir antes que Clarisse arranque meu coração fora.
- Como é que você se enganchou na boca do Festus? — eu perguntei morrendo de rir. Ela estava presa dentro da boca do dragão de ferro, que há apenas uma semana eu havia começado a reconstruir. Mas Clarisse não parecia nenhum pouco feliz com aquilo.
- Ah, adivinhe só, Valdez, eu estava tentando dar comida na boca do seu dragão feliz. Seu idiota! Me tira logo daqui! Quer ser depenado? — ela gritou, furiosa.
- Depenado? — perguntei horrorizado, mas morrendo de rir — Tá, tá, desculpe. Já te tiro daí.
Comecei a regular a mecânica do dragão, com medo dele soltar labaredas pela boca e matar Clarisse. Certamente depois de morta ela se vingaria de mim. E não, eu não iria conversar com Nico sobre isso. Principalmente depois de ter conquistado a super-amizade de Hades ao chamá-lo de Zé Ramalho.
Cara, longa história.
Quando finalmente soltei ela da boca de Festus, o dragão começou a soltar as engrenagens, e logo era, novamente, restos do que um dia foi uma grande máquina. Olhei para Clarisse desolado.
- Nem vem me zuar! Eu fiz o que você pediu, agora vaza. — reclamei, mas ela ria nasalmente até que explodiu em risadas.
- Tu é demais, viu. Considere-se castigado... — Clarisse prolongou sua frase e me olhou com um sorriso sádico e uma sobrancelha levitada.
Droga, ela ia falar aquilo de novo.
- Nádegas negras. — e saiu rindo de mim.
Fale com o autor