Notas iniciais
Vamos comentar people, leitores fantasmas eu não mordo, JURO! auhaushaush Mais um cap p vcs! Boa Leitura! *-* Só para constar esse é um dos meus caps favoritos, um dos unicos que acho que meu trabalho ficou bem, aproveitem!

Eu adormeci profundamente no colo do meu ruivo, eu tive um sonho lindo, estávamos os quatro em uma floresta, era lindo nadávamos, corríamos e muitas cócegas, é legal saber que os meus amigos estão lá por mim.

– Ei vamos acordar, já são sete horas, temos que nos arrumar e ir tomar café. – Dominique nos acordou, ela estava com o cabelo todo bagunçado e a roupa amarrotada, James não estava melhor seus cabelos que insistiam em ficar selvagens estavam mais ainda, eu estava deitada no colo de Fred que nem se mexia.

– Fred vamos logo. – Eu o cutuquei e respirei fundo quando não obtive resposta. – Frederick Weasley II levanta logo. – Eu gritei e ele se levantou com cara de espanto.

– Nossa pareceu a minha mãe, Merlin do céu é a encarnação da Sra. Angelina Weasley. – Eu ri da sua cara de assustado nos levantamos e fomos para o Salão Comunal, ao chegarmos lá dentro tinha uma Minerva sentada em um dos sofás com cara de preocupação.

– Srta. Anderson, o que aconteceu, porque saiu daquele jeito do Salão? – Perguntou ela se levantando e vindo em nossa direção, mas não fui eu que respondeu, foi o Fred.

– Professora alguns alunos foram muito maus e passaram para a Mia um bilhete maldoso a chamando de sangue ruim. – A boca da professora se tornou um perfeito “O”.

– Mas isso está fora de condição, isso é errado, pode deixar Amélia, vamos descobrir quem fez isso contigo. – E saiu pisando duro, foi a primeira vez que ela me chamou pelo primeiro nome.

– Bem eu vou pro banho, vejo vocês daqui a pouco para irmos para o Salão Principal. – Eu anunciei minha saída e me virei e já na metade da escada o Weasley me alcançou me fazendo fitar seus olhos esmeraldas.

– Ta tudo bem mesmo? – Ele perguntou preocupado e eu sorri assentindo.

– Tudo ótimo gatinho. – Ele sorriu e se virou, eu segui meu caminho tomei um banho muito quente, deixando a água cair sobre meu corpo, meus pensamentos se esvaíram para o nada, eu tinha entrado no modo automático, como se fosse algo tão comum que um corpo já sabia o que fazer.

Uns quinze minutos depois eu estava vestida e esperando os meus amigos terminarem de se arrumar, Domi desceu muito arrumada pra quem iria estudar e obviamente recebeu muitos olhares de meninos, Louis do outro lado da sala estava quase distribuindo advertências para todos que olhassem para a sua irmã.

– Vamos, temos que tomar café ainda antes de irmos para a aula. – E nós quatro saímos para tomarmos café e ir para nossa aula favorita Transfiguração, era engraçado tentar transformar objetos em outros e os resultados que saiam eram um mais maluco que outro.

– Cereal torrada de geleia e suco de abobora. – Fred listou tudo o que eu ia botando em meu prato e eu ria da sua cara de fixação em minha comida e resolvi imita-lo quando foi botando sua comida em seu prato.

– Muffin, iogurte e café? – Eu indaguei, se me perguntassem o que ele comia eu nunca saberia responder então eu fui pega de surpresa quando ele botou tais alimentos em seu prato.

– Nossa essa doeu em primo? — James riu igual a um idiota e eu quis mata-lo, eu me senti tão envergonha, Fred sabe exatamente o que eu como e eu não, Merlin tem como esse dia ficar pior?

– Desculpe, é que geralmente eu ainda estou dormindo quando vamos tomar café, eu não sei o que ninguém come aqui. – Ele deu um sorriso e completou.

– Para né gatinha, eu também não saberia se um dia antes não tivesse comido exatamente o que você come, e não tivesse chutado quando você me perguntou. – Eu tentei forçar um sorriso, mas esse não quis aparecer, terminamos e fomos para a aula de Transfiguração.

A aula passou como previsto, engraçada. A professora de vez em quando olhava para mim mesmo achando que eu não percebia eu percebia e tentei não me importar afinal ela estava me ajudando, mas eu não gostava muito que as pessoas olhassem pra mim, era uma das raras vezes que eu era tímida.

– Alunos a tarefa de você é escrever trinta centímetros de pergaminho sobre o feitiço que acabamos de aprender, tudo bem? Estão dispensados. – Nós quatro saímos correndo para chegarmos a tempo de irmos para a aula de Trato das Criaturas Mágicas, essa sim era uma aula que me assustava e muito, cada criatura que aparecia, era uma mais medonha que a outra.

– Pelo menos o dever não foi de História da Magia, pois ai você teria que fazer sessenta centímetros de pergaminho. – Ele debochou, mas eu também sei brincar.

– Olha, você sabe somar, parabéns gatinho, mas eu devo lembrar que você só ganhou porque trapaceou. – Eu ri debochada, mas conhecendo o ruivo como o conheço não deixaria de dar a ultima palavra.

– Eu não trapaceei, eu sou mais rápido que você, eu ganharia mesmo se você não tivesse se distraído e eu pregado uma pegadinha em você. – Ambos rimos, eu adorava discutir com ele, e ele amava me atazanar enquanto eu estava brava.

– Alunos se aproximem, eu trouxe uma criatura muito interessante, um hipogrifo. – Ele disse apontando para a criatura dentro do cercado, eu não vou detalha-lo, pois não estou com paciência e todos sabem a aparência de um hipogrifo. – Quem vai ser o primeiro a tentar montar? – Fred e James disputavam para ver quem levantava a mão mais alto dois infantis, mas foram ignorados por Hagrid.

– Srta. Anderson gostaria de ir primeiro? – Merlin esse dia vai de mal a pior, ele vai me fazer voar naquele troço e eu tenho medo de altura, tentei negar, mas quando percebi já estava montada naquilo.

– Hagrid, acho que eu prefiro descer.

– Não escute ela Hagrid, ela vai amar. – Fred só me ferrava mais ainda, idiota eu vou mata-lo se conseguir sair daqui viva, o animal levantou voo, primeiro eu achei que ia morrer e a sensação foi ruim, mas logo eu sobrevoava Hogwarts, a vista era magnífica, simplesmente linda, e Hilda o Hipogrifo, sei meio clichê, mas Hagrid quem deu o nome era um animal tão amável e cuidadoso.

– Viu nem foi tão ruim, não é? – James deu uma de engraçadinho depois da aula, mas dar razão para ele era o mesmo que aumentar seu ego, então eu menti.

– Eu vou matar vocês dois. – Eu gritei e um corredor vazio e os dois riam. – Os dois riem é? Seus loucos eu podia ter morrido, eu podia cair, você sabem que tenho medo de altura, e ai quem ia ajudar vocês nas provas, quem ia ser a melhor amiga de vocês? – Dominique protestou, mas a cena era tão engraçada que voltou a rir rapidamente.

– Ai gatinha não fica brava. – Ambos me abraçaram e eu os empurrei para longe e saiu bufando e pisando duro, os três correram atrás de mim, Dominique ria de tudo e os dois estavam com as caras de anjo mais fofas do mundo, mas eu não daria o braço a torcer.

– Morenaaaaaaaaa! – Fred me chamou e eu estava do lado de e não dei atenção. – Amélia Susane Anderson, fale comigo agora mesmo. – Ele fez as duas coisas que eu mais detesto no mundo depois de cócegas, me chamarem pelo nome completo e me ordenar a fazer algo, eu fiquei vermelha de raiva e parei.

– Nunca mais me chame pelo meu nome completo e me ordene a fazer algo a não ser que queira morrer, está me entendo? – Agora os três riam da minha cara, ai que ódio.

– Não nos deixe falando sozinhos ou eu vou fazer cócegas em você. – Eu havia saído andando, e quando ouvi as últimas palavras sai correndo e os três vieram correndo atrás de mim.

– Amélia, não adianta correr ou se esconder. – Agora a pessoa que devia estar me defendendo e que eu chamo de melhor amiga está do lado inimigo, mas eu era esperta pelo menos eu penso assim, eu me escondi atrás de uma das árvores do vasto e grande Jardim.

– Peguei! – James me segurou pela cintura me colocando em seu ombro como um saco de farinha.

– James Sirius Potter me larga agora mesmo ou eu vou te azarar. – Eu ameacei lembrando que de novo estava sem a minha varinha, mas a varinha de James estava em seu bolso traseiro e sem cerimônia e peguei e lhe lancei um feitiço que fez ambos caírem, mas ele ficou imóvel enquanto eu corria para me esconder de novo, acho que eu não corri mais de cinco metros e Fred me pegou fazendo o mesmo que James, mas desta vez me fazendo deixar a varinha cair e a sua estava em sua mão.

– Mia, Mia eu disse pra não brincar com fogo. – Eu ria como uma condenada, eu queria mata-los, James se livrando do feitiço se juntou a ele e Dominique que não tinha mais o que fazer pediu para um aluno tirar uma foto do nosso “Grupo”, detalhe eu rindo, os dois me fazendo cócegas e a veela desgraçada linda como uma deusa. Bem resumindo essa era a minha família só pra constar.

Notas finais
REVIEWS? Serio juro que não mordo, aceito critica, opinioes TUDO! Bjs!