Notas iniciais
Flash Back On
Eu estava no primeiro ano e já era bem amiga da Dominique, porém dos meninos não tanto assim, eu conversava com eles e tudo mais, só que nada, além disso, até o primeiro jogo de Quadribol do ano.
Eu me sentei sozinha, pois os três jogavam – depois da Guerra foram liberados os alunos do primeiro ano jogarem. - e eu não era muito boa em fazer amigos, entretanto quando vi estava na torre mais alta com todos me empurrando por um lugar, quando um garoto bem gordinho passou e me deu um empurrão tão grande para passar que eu cai.
Era uma queda de mais ou menos 10 metros, eu poderia ter morrido e já estava quase desmaiando pela falta de ar por conta da rapidez em que eu caia, por esse motivo também todos os feitiços dos professores para tentar me salvar falharam, e quando faltavam menos de quatro metros Fred apareceu e me pegou.
Ele estava do outro lado do campo e como todos os outros jogadores entrou em choque, não que eu culpe ninguém, eu também ficaria, ele disse que foi um impulso se culparia se tivesse me deixado cair.
E foi assim que nos tornamos o quarteto mais popular de Hogwarts e foi na semana seguinte que fiemos nossa primeira pegadinha.
Flash Back Off
– Nunca te agradeci por ter me salvado, foi à coisa mais heroica e fofa que já fizeram por mim. – O beijei carinhosamente, apenas encostando nossos lábios um no outro.
– Sabia que quando você me beija assim é bem melhor quando me beija desesperadamente. – Eu ri, concordava com ele, era realmente melhor era mais privativo.
– Posso deitar no seu peito? – Perguntei como se fosse a coisa mais normal do mundo, eu me sentia mais calma quando ouvia o som do seu coração batendo, ele assentiu e eu me acomodei em seu peito, indo de encontro com o som do seu coração. – Essa é a melhor música do mundo.
– Que música? – Ele perguntou confuso e a minha boca se tornou um sorriso completo e as palavras saíram da minha boca:
– O som do seu coração.
– Achei que estava falando daquela musica que eu ouvi você cantando no dormitório ano passado.
– Olha você me enche tanto o saco por causa dessa música que eu vou cantar ela hoje no jantar. – Seus olhos brilharam, eu não vi mais pude sentir, hoje era o jantar de Natal, então teria mais gente do que já tinha aqui e eu ia cantar a musica que eu compus pensando em Fred.
– Jantar -
Estava quase na hora de cantar todos quem os Weasley convidaram compareceram, e quando todos foram para a sala de visita, que era bem grande por sinal, eu e meu vestido preto ficamos no meio da sala.
– Oi gente – Chamei a atenção de todos. – bem a pedido do meu namorado, explicações após o meu show, — disse antes que me interrompessem. – eu vou cantar uma música que eu mesma compus e espero que todos gostem. – Um microfone apareceu e eu vi Tio Draco dando uma piscadela para mim.
You’re bad I Know (x2)
But every time I pass I can see your world
I know you’re “mean” (x3)
But every time you “me”(x3)
I can see Your eyes are smiling for me
Every time you gave your “show”(x3)
I know it’s just a mask for your real world
Because every time I pass I can “see”(x3)
Your eyes are smiling for me
You don’t have to lie for me I already know everything
I “need”(x3)
Because your eyes are
Smiling for me
I know you’re “good”(x3)
I know(x2)
And this mask it’s just another world
How I “know?” (x3)
Your eyes are smiling for me
Every time you gave your “show”(x3)
I know it’s just a mask for your real world
Because every time I pass
I can “see”(x3)
Your eyes are smiling for me
And now you ask me how I know this I just have one answer to “give”(x3)
And here it’s
Your eyes are smiling for me
E quando eu fechei a boca e abri os olhos eu a abri e os fechei novamente eu havia sido beijada, beijada por Fred e foi um beijo calmo e doce, como se mais ninguém estive ali, mas eu ouvia as palmas e os assovios, mesmo parecendo distantes eu os ouvia e quando me separei dele foi torturante.
Ele encostou nossas testas ainda com os olhos fechados sorrimos, e nada mais importava, não importava se nossos pais estavam ali, se eles iam nos matar, tudo que importava éramos nós dois, dois adolescentes finalmente se descobrindo mais, se é que isso é possível, nós estávamos juntos.
Ficamos naquela posição por vários momentos, não que não soubéssemos o que estava acontecendo, mas um medo e uma vontade daquilo não estar acontecendo bateu. Era bom e ruim, com porque agora não tínhamos mais que esconder, ruim porque lá vem o interrogatório.
– Mia, bem-vinda – oficialmente – a família Weasley! – Berrou o Potter mais velho, a James prepare-se para morrer, porque assim que ninguém estiver olhando eu vou enfiar uma faca nas suas costas, para ver como é bom.
– Cala boca Potter! Quer morrer? – Perguntei meio que me escondendo atrás de Fred, enquanto o salão se encheu de risadas, eu fiquei despreocupada e apertei a mão do ruivo que cada vez mais entrava na minha frente de tanta vergonha que eu sentia.
– Mia, Fred parabéns! – Minha mãe veio nos dar os parabéns e quando me abraçou sussurrou apenas para eu ouvir: “Sempre torci por vocês!”.
– Frederick acho bom cuidar dela. – Meu pai sempre um defensor, Merlin um dia ele me deixa, e vai viver a vida dele, com todo o respeito paizinho lindo que eu amo muito.
E com isso vieram todos nos dar parabéns, começando por Tia Hermione e Tio Rony, logo veio Tio Harry e Tia Gina, Tio Draco e Tia Astoria, Tia Luna e Tio Rodolf, Tio George e Tia Angelina, Tio Gui e Tia Angelina, Vovó e Vovô e assim ia.
Mais uma alegria de Natal concreta, minha canção fez um efeito que eu nunca pensaria que faria, deixou à noite mais leve, com cara de adolescência, de repente as pessoas não tinham mais quarenta, cinquenta, sessenta e assim em diante, elas tinham treze, catorze, quinze, elas estavam jovens novamente...
– Até que para uma sangue ruim canta bem não é? – Uma voz ecoou perto de mim, e eu não sabia de onde aquela voz vinha rodei e rodeio a sala com o olhar e não via ninguém, ninguém que pudesse ter dito aquilo para mim, eu cheguei a conclusão de estar ouvindo em minha cabeça, estar ouvindo aquilo na minha mente.
Parecia que alguém queria me enlouquecer, como se dissesse aquilo na minha mente para que ninguém acreditasse quando eu contasse, era como se alguém quisesse me deixar maluca pelo simples fato de eu existir.
O mais engraçado é que isso só acontece quando estou com Fred, quando estou perto dele, obvio que eu não desconfio dele, mas talvez que era próximo a ele e agora não é mais, alguém que tenha ciúmes talvez...
Fale com o autor