Notas iniciais
Oi my little people, espero que estejam gostando bastante e daqui pra frente (de alguns caps) vai ter mais tretas (ALERTA SPOILLER) e vai ser mais agitado, porém eu realmente gostaria que comentassem, nn sei se perceberam mas eu estou postando de cinco em cinco dias, então até o dia trinta eu espero muitoooos comentarios, Okay? Okay. Chega giulia, ok ok, muitos coments hein... Beijão!!!!!

– Acho que foi um choque muito grande para ele, de um tempo ele é meio galinha, deve ser difícil descobrir que a sua melhor amiga que sempre esteve ali para ajuda-lo na verdade é muito afim dele. – A pirralha até que é inteligente, talvez melhor que a Domi, Merlin que ela nunca escute isso ou sou deserdada.

– Talvez você tenha razão, mas amanhã vamos para casa para férias de Natal, e como sempre a sua avó já me chamou para eu e minha família passarmos lá na Toca, e como sempre meus pais querem ir por serem amigos dos pais de todos, mas eu não quero um clima estranho entre nós.

– Tenho certeza que Fred pode ser tudo o que é, mas eu o acho maduro o bastante para não deixar isso atrapalhar o feriado de todo mundo.

– Concordo com a Rose. – Uma voz soou atrás de mim Dominique tinha parado a “pegação” com o Potter e decidiu se juntar a nós. – Ele não vai deixar nada atrapalhar o nosso feriado, porque afinal, você não é amiga só dele, é minha, do James, do Al, da Rose, Roxy enfim é amiga de todo mundo. — Completou ela, já eram quase meia noite e todos já estavam de volta a roda, conversando comendo doces e jogando conversa fora.

– Ano que vem mais três para essa roda, Lilly, Hugo e Lucy. – Albus nos lembrou de que a turma na medida em que ia se aumentando também ia diminuindo, seria o primeiro ano dos dois pestinhas, mas o último de Molly, Louis, Fernando e Roberta.

– Pelo menos vamos ter um ano com os três antes de nos formarmos, ano que vem tem que ser épico! – Molly lamentou e desejou ao mesmo tempo.

– Vamos nos juntar a Victorie, vamos trabalhar e vocês vão ficar aqui, com essas rodas. – Essa foi a vez de Louis lamentar-se.

– Ei a Vic também teve que ir embora, mas lembres se que quem inventou isso foi ela e nós temos que continuar por ela. – Eu o animei.

– E vamos nos divertir e não ficar com essa ladainha. – Fred se pronunciou com todos pela primeira vez em um tempo, eu queria poder ler a sua mente para ver no que ele pensa.

O resto da noite foi uma bagunça só, de vez em quando arriscava olhar para o ruivo pelo canto do olho, mas ele não me via, não acho que sentia o mesmo por mim.

Já de manhã pronta para embarcar eu pensei de novo o que ia ser daquele Natal, em certo ponto eu decidi deixar acontecer naturalmente e apenas curtir a viagem, Scorpius, Albus e Zabine foram para a ala da Sonserina enquanto eu, Fred, James, Dominique, Rose e Roxanne fomos em direção à ala da Grifinória, nessas horas eu queria ser de outra Casa só para não ter que ir à mesma cabine que ele, ou ter uma desculpa para “fugir” quando eu quisesse.

– Vem essa está vazia. – Anunciou James a abrindo e na hora de entrar eu acabei me perdendo em pensamentos e quando vi o único lugar vago era ao lado de Fred, que ódio.

– Vai Mia sentes se o trem já vai andar. — Dominique me avisou, era culpa dela ela deve ter feito algo para que por “acidente” eu tivesse que sentar do lado do ruivo.

– Vocês viram Louis e Molly? – Perguntei tentando sair dos meus pensamentos.

– Estão na cabine dos monitores e disseram que depois não viram para cá, eles vão à cabine do Fernando e da Roberta. Acho que o Lysander e Lorcan também vão estar lá, bom pelo menos eles vão lá pra Toca então. – Respondeu Rose enquanto trocava os cards de Sapos de Chocolate com Roxy.

– Alguém quer algum doce? – Perguntou James se levantando.

– Eu quero, mas eu vou cm você porque sempre trás o errado. – Dominique resmungou, e logo Rose e Roxy disseram que também iriam com eles, como se eu não tivesse percebido o que fizeram Merlin eu NECESSITO de amigos novos.

– São idiotas não é mesmo? – Rindo Fred me perguntou isso, acho eu ele também desvendou o que fizeram como se fosse muito difícil, não é?

– Sim, totalmente, mas acho que deveríamos mesmo conversar sobre aquilo, eu não queria ter dito aquilo, eu só precisa de uma resposta. – Disse me sentando no banco da frente e obviamente ficando de frente para ele.

– Então não é verdade? – Não respondi. – Porque eu não dei minha resposta aquele dia, bem acho que tenho que dar uma agora não é? – Eu assenti com um pequeno sorriso e alimentando um sentimento de esperança. – Eu gosto da Amélia Susane Anderson. – Eu torci o nariz, eu ainda não gosto que me chamem pelo nome completo, porém na voz dele soa tão bem.

– Já disse que não gosto que me chamem pelo nome completo. – Ele riu se levantando, sim se levantando e vindo em minha direção.

– Se importa se eu fizer isto? – Ele perguntou e antes que eu pudesse perguntar “o que?” ele já estava com os lábios grudados nos meus, ele pediu passagem de língua e eu cedi, afinal não era isso que eu esperava há quatro anos? Era.

O beijo foi calmo, mas de repente foi ficando intenso como se precisássemos um do outro, só nos separamos quando o ar foi necessário, droga de ar, nos encaramos e rimos, acho que eu era a menina do primeiro ano.

– Você beija bem mal, sabia? – Eu disse rindo.

– Serio? – Ele me respondeu com outra pergunta, também não gosto que façam isso. – Que tal praticarmos mais para eu ficar bom? – Quando eu ia responder a porta da cabine abriu eles voltaram, Fred me olhou e discretamente fiz que não com a cabeça. Não era para contarmos isso a ninguém antes de decidirmos o que fazer.

– Trouxe sapos de chocolate, varinha de alcaçuz, tortinha de abobora e suco de abobora. – Dominique disse colocando tudo em uma pequena mesa improvisada. – E ai, alguma coisa aconteceu enquanto estávamos fora? – Sutil como sempre, pensei comigo mesma.

– Nada de mais amore mio. – Respondi sem pressa e pegando um dos Sapos de Chocolate, tirei Harry Potter, já tenho umas 10 dele.

– Quem vem buscar a gente? – Perguntou Rose, como eram muitos, apenas um deles vinham nos buscar, ou eram meus pais, ou os pais de James e Albus, ou os da Rose, ou os da Roxy e do Fred, ou os do Scorpius, ou os da Domi e Louis, ou os do Zabine, ou os do Lys e do Lorcan, é ta deu pra entender.

– Acho que o Tio Gui vem nos buscar. – Chutou James.

– Meu pai? Porque o m... – Ela não chegou a completar a frase parecia pensativa, e então ela se levantou e saiu da cabine gritando. – LOUIS WEASLEY! – A brindo cada porta que conseguia.

Ela não parava de gritar isso, ele ia de cabine em cabine, e todos estavam com a cabeça para fora tentando descobrir o que tinha acontecido, ela foi até a ala da monitoria e quase arrebentou a porta.

– LOUIS WEASLEY, EU SEI QUE ESTÁ AI DENTRO. –Ela gritava e eu não tinha entendido o motivo ainda. – ABRE A PORRA DESTA PORTA AGORA! – E aporta abriu com um Louis espantado.

– Merlin Dominique o que aconteceu? – Ele perguntou e vendo que outros alunos atrás de nós estavam fazendo um aglomerado atrás de nós continuou. – Ei vocês não tem nada o que fazer aqui menos 20 pontos para cada um que não estiver em sua cabine daqui a 5 minutos. – E ouvimos muitas passadas largar e corridas.

– Você é o pior irmão de todos, você fez de propósito, chamou o papai para vir nos buscar só pra ele pegar eu e James juntos, se a Rose não tivesse perguntado eu ia sair agarrada no James e ele ia me pegar.

– É, nada contra o James, mas você merecia você estragou os meus pergaminhos de uma tarefa muito difícil e quase me fez perder o cargo de monitor, agora eu nunca vou ser monitor-chefe, sua anãzinha maligna, isso não ia chegar nem perto do que você fez comigo a vida toda. – E fechou a porta da cabine, eu e os outros estávamos segurando a risada, é gente assim que é a briga dos irmãos bruxos.

– Ai ele me paga, meu pai vai nos pegar, mas vai pegar ele e Molly também. – Soou ela maligna e pegando na mão de James voltando para a cabine junto com Rose e Roxy, até eu tenho medo de Dominique Weasley quando ela esta brava.

Enquanto voltávamos para a cabine o Fred pegou na minha mão, estávamos muito juntos então meio que não dava pra perceber, era bom quando ele me dava à mão, ou tocava minhas bochechas ou me beijava eu sentia choques elétricos pelo corpo inteiro.

– Ei vem aqui! – Ele me empurrou para dentro de uma cabine vazia e começou a me beijar, Merlin ele beijava realmente muito bem. – E ai melhorou?

– Muito! – Nós dois rimos e saímos da cabine para irmos ao encontro de nossos amigos antes que desconfiassem.

Sentamos-nos mesmos lugares, mas sem trocar olhares ou palavras, rimos conversamos, porem tudo isso sem sentimento nenhum em conjunto, isso me tortura, era pior que cócegas!

Notas finais
Reviews?