Prazer, Aninhapah!

8 Auto - Retrato - Mental


Ter o rosto tatuado pela ideia de outro, torna-se algo assustador. Não que seja ruim, porém não parece algo importante, mesmo sendo.
Ler um soneto não se torna fácil, quando se trata de algo corriqueiramente aberto ao direito de questionar.

Toda vida, tornou-o agradável, pois houveram releituras.

O que seria da vida sem algumas perguntas?

Ética não é um contexto de moralidade. Ética é ética e moral é moral, mas quem disse que um não pode ser o outro com nome bonito?

Tudo tem seu lugar e seu motivo de existir. Tomar decisões difíceis para o bem de todos... Se sacrificar por um todo ou até planejar que nada passe apenas de um sonho ruim... Não nos limitamos á escolher, não nos tornamos ponto final.

"Em um labirinto, o objetivo não é chegar ao final... Mas sobreviver nele."

"O Mundo da voltas e nossas ideias se tornam passos, que andam no compasso do mundo, um dia de cada vez."

O amor não existe. Se existe, como seria? Amar sim, existe. Mas se não amo, como amar?

O Amor se torna cada vez menos real, menos mortal, menos carnal... O que não é amor? Se existe, por que nunca se mostra? Se mostra, por que nunca entendemos?

Por que somos obrigados a entender? Se entendemos, porque queremos, entendemos por que somos obrigados a entender?

Amor... Amar... Amou... Amará...

O amor não existe. Amar sim, existe. Conhecemos, porque queremos. Se queremos, por que não o temos?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.