Meus pais saiam do carro pra dentro de casa gritando um com outro,foi então que acordei e percebi que já era 9 horas da manhã,dei um pulo da cama e me relembrei da noite passada,a cama com pingos de sangue em todo lençol,me fez querer chorar de novo,mas a minha pressa era maior,minhas coisas nem estavam arrumadas ai,mas nem me importava,eu não queria estar ali mesmo,nem eu mesma me entendia,foi então que bateram na porta,retirei o lençol da cama rápido suficiente até que eles abrissem a porta,e me mandaram descer.

Café da manhã pra que?

Minha mãe estava com sorriso no rosto e eu nem sabia por que,até ela sair correndo e gritar pra vila toda,dizendo que conseguiu um emprego,minha mãe cursou a faculdade de psicologia,entrou num curso que tinham que esperar para conseguir uma vaga de emprego,meus pais eram novos,por isso acho que eles são infelizes desse jeito.

Meu pai saio contente da casa,e botamos as malas no carro,queria me despedir na Cayla,mas não seria uma boa ideia,eu já fugi de casa diversas vezes,já fiquei 2 meses escondida na casa de Cayla,meus pais não gostavam dela,e ela muito menos deles,já fiquei na rua com os mendigos,já me droguei a noite inteira,até meus pais chamarem a policia dizendo que eu fui sequestrada,não sou filha unica tenho um irmão chamado Zac é mais velho que eu porém meus pais dão os órgãos se ele precisar,ele mora na Califórnia e pretende vir pra cá final de ano,sorte a minha que vamos estar em outra casa não quero ter que dividir o quarto com a namorada gostosa que ele tem.

Três horas de viagem,e finalmente chegamos a bendita casa,era pouca coisa pra uma casa daquele tamanho,bom como sempre eu tenho que ajudar a fazer as coisas,pelo menos pra isso eles lembra que existo,com tudo dentro de casa,começamos a arrumar nossas coisas,até ouvir a campainha tocar,nos estre olhamos,aquilo parecia filme de terror,meu pai abriu a porta mas não tinha nada do lado de fora,até a campainha tocar de novo,só que lá atrás,fomos rapidamente até a porta da cozinha um não sabíamos até pouco estante que existia uma porta dos fundos lá,minha mãe abriu sem pressa e uma velha estava de pé lá,nos assustamos e ela se apresento:

–Desculpe incomodar vocês,percebo que são novos vizinhos,já faz tempo que ninguém passa por aqui,bem meu nome é Lucia,sou vizinha de vocês,sou muito agradável.

A mulher foi entrando porta a dentro,e ficamos com um pouco com medo,ela começou a rir,depois voltou pra porta.

–É... Prazer dona Lucia agradecemos muito a sua visita,mas estamos meios que atrapalhados aqui,não pretendíamos chegada de visitas-Disse meu pai.

–Ah não,tudo bem,só vim lhe dar boas vindas,e boa sorte ai..-A velha se virou e foi embora.

Eu comecei a rir,enquanto minha mãe me encarou perguntando que problema eu tinha,desprezando ela, subi para escolher meu quarto,não foi muito difícil,escolhi o mais longe de todos era pequeno mais ao mesmo tempo grande,era diferente.Tirei a mochila das costas,e tirei as coisas de dentro dela,fui la embaixo peguei oque era meu,e arrumei tudo bem rápido,não estava preocupada com a casa,nem com a bagunça,eu queria mesmo era ver Cayla,eu estava ficando enjoada.

Estava escurecendo,mas as coisas ainda não estavam no lugar,fui lá pra baixo,estava tudo muito quieto,fui ver qual era os dos meus pais,me arrependi de ter decido,ver seus pais em cima de um balcão fazendo coisas eróticas não é muito agradável principalmente se eles tiverem quase nus em cima da comida,ao repararem minha presença os dois pularam eu simplesmente virei as costas meu pai foi atrás de mim,mas eu não entendi.

–Alice espera,é não era uma bora hora para você estar na cozinha.

–Assim claro por que agora temos que marcar horários para ir a cozinha,se não você vê seus pais se comendo nela,interessante,mas posso dizer uma coisa?Tem muito quartos lá em cima seria mais apropriado.

Meu pai berrou comigo e fico falando um monte de coisas,eu subi as escadas e fui pro meu quarto fechei a porta na cara ele, isso deixou ele puto da vida,ele quase quebrou a porta,mas depois me deixou em paz.

Era noite e aquela casa me parecia um castelo de terror,era a hora certa de eu dar um espiada na casa,estava calmo,a casa tinha no minimo cinco quartos,mantive o silencio até ver um gato no corredor,uma das janelas de um quarto se abriu fazendo o barulho naquela enorme casa,eu entrei confesso que fiquei com medo,mas o gato foi embora,olhando lá de cima vi uma sobra atrás da arvore,pensei que era efeito dos remédios,até sentir o vendo bater no rosto,voltei pro meu quarto,depois daquilo não consegui dormi,aquele quarto tinha o papel de parede mais horrível que eu já vi,inalei um pouco do pó branco que eu tinha escondido,minha cabeça está flutuando eu não sentia mais nada,botei meus fones e dormi.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.