Potterdrugs
5 Flocas
O avião havia posado há pouco tempo. Todos já estavam no terminal.
– Aparatando! – Ordenou Voldie, a todos os outros.
– Espere! – Walton estava pensativo – Por que a gente não aparatou antes?
– DDI sai mais caro – respondeu Belatrina, apressadamente e com naturalidade. – Pouca verba, lembra?
Belatrina foi a primeira a fazer a ridícula dança para aparatar. O método giratório convencional não servia para fora do país, portanto, eles tinham que fazer uma pequena dança, com poucos passos: Andada, balançada de bunda, giradinha e palmas... Depois dos passos feitos, a pessoa sumia.
Todos pagaram o mico da dança. Apareceram em frente a uma casa grande e branca. A casa dos vampiros. Os Turvenn, vampiros frescos que não bebiam sangue humano, só aqueles de mentira, que vende pela internet... É, eles tinham um paladar bem aguçado!
Os bruxos cometeram um grande erro: Esqueceram que não eram os únicos com poderes paranormais.
Os Turvenn já estavam esperando por eles.
– Merda! – Resmungou Herminda
– Apresentações? – Um dos vampiros possuía um tom bem amigável. Um tom amigável e um enorme topete. (devia ser uma homenagem à Hebe Camargo –)
– Eu sou Belatrina!
– Voldie!
–Larry!
–Walton!
– Herminda!
Trocaram apertos de mãos. Os vampiros se apresentaram:
– Sou Ediwandro – Apresentou-se o topete de Hebe Camargo.
– Sou Rosemary – Era uma loura alta.
– Eu sou a Esmeralda – já era uma mulher mais velha. Poderia ser a mãe. Tinha lá seus 300 e todos anos.
– Meu nome é Carlos – Parecia ser o pai. Tinha um topete também, mas não chegava aos pés daquele carinha, Ediwandro.
– Sou a Arlinda – Apresentou-se uma jovem. Era simpática, um pouco idiotinha, talvez;
– Sou Emerson! – Mano, ele era um armário!
– Sou Jonathan – Ele estava sendo torturado? Pela cara, parecia que sim.
– Sou a Belinha! – Apresentou-se uma garota que estava escondida atrás de Ediwandro
– Eu vou te proteger Belinha! – Ediwandro deu o maior empurrão na coitada da Belinha, que voou longe. Com certeza ela estava bem segura!
Os paranormais ficaram se encarando por uns breves momentos.
– Não vão nos convidar para um chá? – Perguntou Belatrina
– Claro! Entrem! – Esmeralda era bem simpática, talvez idiota também.
A casa era bem grande por dentro. Possuía pesadas cortinas pretas, mas o resto da mobília era bem normal para uma casa com vampiros. Onde estavam os caixões e tudo mais?
Estavam todos sentados à enorme mesa retangular
– Pois bem – Começou Voldie-Mort – Nós lemos isso no jornal. – Voldie jogou o jornal para Carlos. Ele deu uma golada no chá.
Carlos olhou Voldie-Mort assustado.
– Quer dizer que...
– Vocês têm cinco minutos de vantagem! Corram! Agora!
Os vampiros correram, que nem maricas. Os bruxos aguardaram o tempo passar.
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