Potter Sister

6 Capitulo 5 - Army


Notas iniciais
DE VOLTAAAAA HAHAHA. Achei esse capitulo uma bosta (pois é) mas demos um avanço no tempo e isso é o máximo para a história fluir melhor HEHEHEH Gente, no final tem um versinho tocando de "Oh Susie - do Secret Service" ( é service secret eu sempre me engano com o nome da música kkk) Mas é no final e vocês vão ver! GENTEEEE TANTA COISA SUBLIMAR AQUI! HAHAHHA Foquem no Draco e no Mayback FOQUEM! E, desculpem qualquer erro.

C A P I T U L O 5 — A R M Y

Muitos alunos da grifinória, alguns da corvinal e lufa-lufa. Nenhum sonserino. Todos esses estavam na casa dos gritos às 19:00, esperando Harry parar de olhar para cada um e falar qualquer coisa.

— Bem, — Hermione praticamente suspirou. — Começa, Harry!

— Dumbleodor nós instruiu a criar uma "armada", já que se depender da Professora Umbridge nós não teremos nenhum avança no quesito defesa contra as artes das trevas, e como todos sabem... você-sabe-quem está de volta, e matou Cedrico...

— Perai — Simas pigarreou. Lá vem! — Todo mundo sabe que quem matou Cedrico foi VOCÊ!

— Simas, olha — Harry disse, se mexendo na cadeira e falando mais exaltado. — Você pode ser o único a achar que eu matei Cedrico, mas tem que concordar que nós temos que estar preparados para o que vier.

Harry suspirou, fechou os olhos e continuou;

— O que eu vou falar para vocês agora, é o que o ministério quer esconder: O mundo da magia está entrando em guerra, e essa guerra será nós, contra o império.

O Império; Era outra maneira de falar "Comensais da Morte, seguidores e o próprio Voldemort". E quando Harry usou essa palavras houve um silêncio entre as pessoas.

— E você acha que só a gente vai conseguir lutar contra o seu império imaginário? — Simas foi sarcástico, ele estava bem contestante e irritadinho hoje. — E por que eles querem confusão com a gente?

— Mas e daí se é o império ou não?! Há também dementadores, ogros, trolls. — Mary se pronunciou, com uma voz forte como se estivesse sendo irônico e com razão para Simas, e ela estava. — E Harry é o únicos de nós que já conjurou um Patronum.

Simas revirou os olhos, e voltou com um pequeno sorriso nos lábios:

— É aqui que vamos treinar? A casa dos gritos é muito pequena para toda a nossa capacidade.

Harry se levantou e foi até Simas, também com um sorriso no rosto. Simas ficou de pé e Harry o abraçou, gerando uma pequena comemorações com gritinhos de Mary.

— É bom ter você no nosso time, irmão. — Harry disse disse separando do abraço. — E, nós vamos achar um lugar onde podemos treinar!

A reunião estava acabada, todos já estavam de pé conversando uns com os outros, trocando expectativas, conversando, rindo. Um clima extremamente bom, que seria extinto em algum tempo. A reunião estava oficialmente acabada.

[...]

Por sorte do destino, Harry e Hermione acharam a sala precisa e começaram o treinamento da recém-batizada "Armada de Dumbledore", e tudo ia ocorrendo bem. Era noite, e sentados à luz da lareira estavam Hermione, Harry, Mary e Mayback.

—... Eu criei um sistema de comunicação para a Armada. — Hermione falou despejando galeões no tapete, onde todos estavam sentados. — Espalhar pergaminhos com iniciais das palavras não estava muito bom, e chama a atenção da Professora Umbridge.

Hermione se referia ao serviço de comunicação da Armada usado até então, criado por Mary; Ela colava nas paredes do castelo pergaminhos com as iniciais das palavras "Reunião da Armada de Dumbledore, na Sala Precisa", RADSP, era o código, entre bilhetinhos de dupla mensagem durante as aulas.

— Quando Harry acionar moeda dele...— Entregou uma moeda para Harry. — Todas as outras se acenderão, e quando o horário da reunião se aproximar a moeda ficará quente.

— E se outra pessoa que não for da Armada pegar na moeda, tipo o Zelador Filch, ou a Professora Umbride. — Mayback deu um palpite, o que não era difícil de acontecer já que Dolores e Filch começaram a fazer "vista grossa" em alunos mais suspeitos.

— A moeda vai encolher até a ameaça se afastar. — Hemrione explicou.

— Você é brilhante, Hermione. — Harry falou encarando a moeda em sua mão, e logo depois a apertou na mão.

— E Mary, sua missão é entregar nosso sistema de comunicação para cada membro da Armada! — Hermione disse olhando para Mary, que fez uma referência como brincadeira.

[...]

Tudo ia bem, os treinamentos eram todos os dias da semana, sempre alterando os horários para não levantarem suspeita. Mas Umbridge tinha neurose, seu maior desejo no momento era ter descobrir que os alunos da Grifinória, Lufa-Lufa e Corvinal tinham alguma coisa em segredo, e depois que descobrisse isso queria descobrir o que era o segredo. E seu maior aliado era o zelador Filch. Não era raro ver o zelador pendurar uma advertência na parede. E uma semana se passou, as atividades da Armada de Dumbledore já estavam notáveis, todos desconfiavam quando; Mary, Mayback ou Rony passavam com uma mochila cheia de coisas. Dumbledore não apareceu mais no colégio. Filch vigiava tudo mas não via nada. Os alunos estavam mais próximos, principalmente dois alunos da Grifinória: Fenrir Mayback e Marianne Potter estavam inseparáveis, mas os dois ainda passavam por silêncios constrangedores quando estavam sozinhos. Tudo ia perfeitamente bem até um aviso ser colado na parede.

— Brigada Inquisitorial... — Mary lia a advertência para todos os alunos que estavam atrás. Era um grande tumulto para conseguir ler.

— Incrível, não é? Finalmente alguém quer pôr alguma ordem em vocês. — A voz de Draco se fez presente, ele estava ali, afinal. Estava parado ao lado de Mary, com os braços cruzados igual a garota.

— E vai ser você? Sr. Se-Acha-Lider-da-Brigada-Não-Sei-O-Quê — Mary foi sarcástica, virando apenas o rosto levemente para olhar Draco. — Espere aí... vocês? Como tem tanta certeza que nós estamos fazendo alguma coisa

— Por favor, Potter! Está na cara! — Debochou e caminhou para o lado, indo em direção ao jardim. Mary o seguiu.

Mary praticamente correu atrás de Draco, enquanto o garoto dava apenas passos rápidos. Mary gritava no meio do caminho, pedindo para que ele parasse de andar e desse uma resposta decente. Na visão de Mary; Draco estava andando, mas agora ele estava parado, e ela não enxergando isso, correu até onde ele estava; Não preparada para parar de andar e ficar a uma boa distância ela acabou esbarrando nele. O baque a fez soltar um um grito abafado.

— Meu Deus, Potter! — Draco quase gritou, segurando os braços de Mary (Que caíra em cima dele). — Quer me levar para a sala do diretor de novo?

— O quê?! Sai! —Mary empurrou o sonserino, mantendo um equilíbrio próprio na grama do jardim. — Eu só quero saber por que tem tanta certeza que estamos escondendo algo e, se você não contar eu vou te mandar para a enfermaria!

Mary colocou a mão na cintura, como uma pose pós batalha, Draco apenas revirou os olhos e apenas começou a andar na direção contrária. Mary o seguiu;

— Dá pra me dizer se essa Brigada Inquisitorial é apenas idiotice da Dolores ou tem alguma coisa haver com o Império? — Quando Mary falou Draco virou-se visivelmente irritado.

— O que você sabe sobre o império. — Ele começou a caminhar em direção a Mary, ele parecia estar irritado, mas sua voz saia com uma pitada de curiosidade e esperança.

— Não é muita coisa, mas em breve vamos saber o suficiente para derrotá-los. — Mary falou com os cantos dos lábios inclinados, com um pequeno sorriso.

— Essa é a intenção de vocês? Destruir o império?

— "De vocês" Não há nada acontecendo aqui. Mas, todo o mundo da magia quer destruir o império. — Mary rebateu, escondendo a existência da Armada de Dumbledore.

— Nem todos. — Draco disse, mas sua voz não parecia determinada e sim, desolada.

— Você é um deles, não é? — Mary disse vagamente, criando um clima péssimo (pior do que já esava)

— Não se envolva nisso, Mary.

— Ainda é Potter, para você. — Mary disse e cortou um recém silêncio com um grito. — MayBack!

MayBack passava por um dos corredores entre o jardim, e foi chamado a atenção por Mary, que correu até onde ele estava, e involuntariamente segurou a mão do amigo.

— Oi. — Ele falou com uma risadinha. — Pra onde está indo?

Mary passou um tempo encarando o rosto de Mayback com um sorrisinho bobo mas logo mexeu a cabeça para "afastar os pensamentos" e respondeu finalmente o garoto.

— Pra lugar nenhum, por quê? — Mary respondeu e Mayback a olhou com um sorriso intencional. Para Mary o sorriso de Mayback era o mais lindo da Grifinória, quem sabe, de toda a Hogwarts.

— Vem comigo!

Mayback começou a correr em direção a saída do castelo e puxar Mary pela mão. A garota soltava alguns gritinhos quando Mayback a puxava com muita força e ela quase caia. Ambos riam muito e trocavam alguns olhares.

Oh susie

we run out of time.

O vento vinha contra os cabelos compridos de Mary e os faziam voar enquanto soltava risadinhas e alguns gritinhos. O cheiro da floresta ficava mais próximo e Mayback corria mais rápido, puxando Mary, é claro.

— Mayback! — Mary gritou rindo. — Pra onde estamos indo?

Oh Susie

Say what's on your mind

We got nowhere to run

We are much too to young

— É aqui! — Mayback falou olhando para trás, observando Mary descer a colina de grama. O lugar era a entrada da floresta proibida. Os dois pararam entre duas árvores e ficaram encarando a floresta escura, uma brisa interessante vinha de dentro da floresta e fazia alguns fios de cabelo de Mary se levantarem ao ar.

— Você vem muito aqui? — Mary perguntou calmamente depois de um silêncio. O rosto de Mary estava pálido devido ao leve frio que fazia, mas suas bochechas se sobressaltavam por estarem rosadas.

— É bem recente. — Ele falou sem tirar os olhos da floresta. —... as vezes a floresta me chama.

— E você vai? — Mary perguntou curiosa.

— Eu gostaria de ir, antes que outra coisa me chame.

— Outra coisa? — Mary disse com as sobrancelhas franzidas, mas percebendo a expressão — A única coisa que vai nos chamar agora é a Hermione, está na hora da Armada!

Realmente, a moeda de Mary e de Mayback queimavam em seus bolsos e se eles quisessem vencer o império teriam que treinar.

Notas finais
ME DIGAM O QUE ACHARAM YEEEEEY