Notas iniciais
Oláaaaa;;;; Boa leitura! ♥

Henry batia insistente na porta do quarto.

Queria saber onde Emma estava, pois batera na porta do quarto de hóspedes com a mesma insistência de agora e nenhuma resposta fora ouvida do lado de dentro.

Regina desperta assustada e logo trata de tentar acordar a garota que dormia profundamente.

– O que foi? — Emma pergunta sonolenta esfregando os olhos.

– Fale baixo. — diz a morena tapando a boca da outra com a mão. — Henry está na porta, pode ouvir.

– Ouwn, desculpe. — pede cochichando e mostrando um sorriso travesso que fazia Regina se derreter por inteira.

A morena relaxa plantando um selinho nos lábios da loira e em seguida, perguntando:

– Como vamos fazer pra sairmos do quarto agora?

– Hum..., vou pro banheiro, você abre a porta e leva Henry pra cozinha, daí eu saio e vou lá com vocês como se nada tivesse acontecido.

– Como se nada tivesse acontecido? — Pergunta de forma provocativa.

–Ah, você entendeu! — Emma responde sorrindo enquanto a morena puxa os cobertores dando a ver o corpo da garota completamente despido.

– Você dormiu assim? – Pergunta meio surpresa.

– Ahan..., não pode?

– Não, não pode.

– Por quê?

– Porque assim fica difícil de resistir. — Fala atacando a garota lentamente quando mais umas batidas na porta são ouvidas junto da voz de Henry que chamava pela mãe.

O clima de romance é interrompido. Emma levanta enrolada no cobertor e sai juntando do chão o maior número de roupas que consegue para em seguida correr até o banheiro deixando na cama uma morena frustrada.

–Já vai. — Diz enquanto veste seu robe de ceda e caminha até a porta.

– Onde está Emma? — Henry pergunta assim que a mãe abre.

A morena tenta disfarçar a expressão surpresa da pergunta do filho enquanto ele sai entrando no quarto sem pedir licença e senta na cama completamente desarrumada.

– No quarto de hóspedes, onde mais ela estaria?

– Não, não..., fui lá agorinha mesmo. Bati várias vezes na porta, chamei e nada. Não tem ninguém lá dentro.

– E você está com fome? — Pergunta mudando de assunto enquanto coloca atrás da orelha uma mecha de cabelo, como sempre faz quando começa a ficar nervosa.

Dá uma olhada “panorâmica” no quarto para ter certeza que nada denunciaria a passagem da garota por ali.

–Isso não é resposta, mãe. Onde está Emma? Não me diz que brigaram ontem à noite e você a embarcou no primeiro avião pro Maine. — Fala cerrando os olhos.

– Não, não brigamos. Ela, ela deve, deve ter saído, talvez...!

– Como se não tem a chave da porta?

– Aaaah, Henry..., eu não sei! Ela deve estar no banheiro, por isso não ouviu as batidas na porta. Você não está com fome? Quero fazer panquecas, o que acha? – Pergunta tudo de uma vez só, com pressa e um nervosismo engatado na garganta. Se Henry descobrisse que Emma havia dormido ali com ela o que pensaria?

– Acho que essa história tá muito estranha. — Diz analisando a expressão da mãe, quando, numa olhada mais atenta ao canto onde ficava as poltronas percebe uma garrafa e duas taças.

– Quem bebeu com você aqui?

– Henry..., sou sua mãe e você não devia me fazer esse tipo de pergunta! — Regina repreende o garoto.

– Ok, desculpa. — diz com uma expressão sincera de arrependimento.

Regina senta ao lado do filho levando a mão aos seus cabos castanhos:

– Emma bebeu aqui comigo esta noite. — Fala tranquilamente enquanto um turbilhão de insegurança e medo tomam conta se si.

– Ah, pensei que talvez fosse seu namorado misterioso. – Diz cerrando os olhos e a morena o repreende com os olhos. Henry compreende e desculpa-se mais uma vez.

Ele parecia ter esquecido Emma, por hora.

Regina finalmente convence o garoto a comer enquanto ele reparava na bagunça da cama da mãe. Graças ao céus ele não havia perguntado se Emma havia dormido ali, já que tinha contado que beberam juntas no quarto. Imaginou que o garoto não tivesse pensado naquilo, não associasse a mãe e Emma juntas em um relacionamento amoroso. Será que seu filho era realmente um garoto tão inocente aquele ponto ou, do contrário, havia entendido exatamente tudo ao contar da bebida? Mais uma para as tantas perguntas que Regina tinha na cabeça desde a vinda de Emma para sua vida. Porém, aquele dia não cabia todos aqueles pensamentos. Estava longe de Storybrooke com as duas pessoas que mais lhe importavam nesse momento de sua vida. Ela, Henry, Emma, uma pequena família. Era o que eram, ao menos naqueles dois dias, uma pequena família feliz.

**

–Bom dia, família!!! – Emma diz entrando na cozinha ao ver Henry sentado à mesa de pijama e Regina no fogão terminando de fazer o pequeno café da manhã.

A morena abre um sorriso enorme ao ouvir a garota.

–Acordou de bom humor? – A morena pergunta.

–Ótimo humor. – Responde sorrindo andando em direção ao garoto. Puxa uma cadeira e sentando-se ao lado dele.

–Bom dia, garoto. – Fala depositando um beijo entre seus cabelos.

–Onde você estava? – Pergunta de imediato.

–No banheiro. Acordei e já estou pronta pro nosso dia. – Fala animada mostrando o “look” que havia escolhido: bermuda, tênis e camiseta, enquanto Regina servia o que chamava de ‘panqueca especial de maçã’ ao Henry seguido de um beijo em sua cabeça.

–E pra você também. – Diz servindo o prato de Emma.

–Emma não ganha um beijo? Todos tem que ganhar um beijo quando serve a panqueca especial.

–Henry..., acho que Emma não quer ser beijada. – Regina diz meio envergonhada.

–Quero sim. – Diz a loira com uma expressão sapeca no rosto. – Se fui servida da panqueca especial de maçã então tenho de ganhar um beijo especial também. – Conclui.

Regina olha a loira querendo repreendê-la verbalmente e, mesmo contrariada, deposita um beijo na cabeça de Emma.

–Agora sim podemos comer. – Henry diz animado enquanto Emma apenas sorri.

–Então, que historia é essa de beijo e panqueca? – Emma pergunta.

Regina senta-se a mesa com os dois.

–Isso era quando Henry era criança. Ele era meio chato pra comer e eu precisava fazer algumas chantagens como dizer que as panquecas eram especiais e que valiam um beijo de mãe. Isso funcionava.

–Oouwn, que fofura!

–Mãe, não me envergonha. – O garoto diz com as bochechas corando.

–Você quem começou essa conversa. – Regina responde.

–E quem fez as panquecas não ganha beijo também? — Todos se olham ao mesmo tempo e, em menos de dois segundos, Emma e Henry já estão de pé um de cada lado da morena e ao mesmo tempo depositam beijos em sua bochecha.

**

–O que faremos hoje? – Emma pergunta enquanto ajudava a morena com a louça da cozinha.

A morena lhe entrega o último copo para ser enxuto e guardado no armário.

–Você quem tem de me dizer.

–Eu?

–Sim, você...

–Hummm..., – A loira faz uma expressão pensativa se aproximando da mulher, abraçando-a apertado pela cintura.

–Emma, o Henry!

–Ele está no banheiro, relaxa!

Regina descontrai o corpo nos braços da loira e sorri:

–Então, o que faremos hoje?

–O que acha de um passeio no parque o dia todo? Sei que só pegaremos o avião no fim da tarde.

–Perfeito. — Fala recebendo suavemente os lábios finos da loira entrando entre os seus de forma lenta.

–Emma, o Henry! – Regina adverte novamente enquanto a loira a encosta no balcão da pia segurando sua cintura.

–Emma...!

–Só um pouco, Regina. – Pede dando beijos no pescoço da morena que se preocupava com uma aparição repentina do filho e ao mesmo tempo sorria sentindo os arrepios dos beijos da garota.

–Adoro esse seu cheiro de maçã. – Emma sussurra no ouvido da morena.

–Tenho cheiro de maçã? – Regina pergunta fechando os olhos com o corpo mole sendo segurado pelo corpo de Emma contra o seu.

–Tem e é o melhor cheiro de todos. – Diz voltando o rosto para o da morena. Emma sobe as mãos da cintura para dentro dos cabelos da morena.

–Emma, o Henry pode aparecer.

–Eu sei. – Fala e em seguida toma os lábios da outra sem reservas. Beijam-se por um minuto curto que mais parecia infinito. Quando afastam-se e novamente se olham nos olhos e nenhuma palavra era necessária.

**

O céu estava sem nuvens num azul que parecia brilhar quase sorrindo para a pequena família que acabara de chegar no maior parque de Boston. Henry queria sair correndo por todos os lugares arrastando Emma consigo enquanto Regina tentava controlar o garoto.

–Relaxa, Regina. É assim mesmo. Ele fica tanto tempo preso em casa lá e Storybrooke que não aguenta quando tem tanto espaço pra correr. – A loira fala sorrindo ao ver a pequena ruga de preocupação exposta na testa da outra.

–Ele pode se machucar, Emma. – Fala séria vendo o garoto correr até uma barraca de cachorro quente.

–Você trata Henry como se fosse uma criança, ele já é quase um rapaz.

–Pra mim ainda é um bebê.

–Ouwn, um bebezão! – Fala fazendo bico.

Regina olha para ela cerrando os olhos.

–Tá, talvez você tenha razão eu devo ser menos superprotetora.

–Sim, tem sim. – Diz novamente sorrindo. Era impossível não sorrir para ela. Emma estava adorando aquele clima familiar, aquele passeio ao lado da morena, toda a descontração. Sentia-se livre do peso que Storybrooke lhe causava então, sorria.

**

Fazia o sol do meio dia e os três resolvem comer numa pequena lanchonete. Na verdade, Emma e Henry resolvem. Para Regina, que havia insistindo em ir para um restaurante, mas perdera por ser a única com tal ideia, não era exatamente o que esperava para o almoço mas Emma e Henry pareciam extremamente felizes com seus sanduíches cheios de “porcarias”, como ela havia pensado.

“Click”

É pega de surpresa pelas lentes da câmera da loira.

–Emma, até na hora do almoço? – Reclama.

–Ué, porque não? Você está deslumbrante com esse sanduiche nas mãos. – Fala sorrindo piscando um dos olhos na direção de Henry que concorda no mesmo segundo com um ‘sim’ exagerado dito de boca cheia.

–Henry!!!

O garoto fecha a boca e engole tudo de uma única vez fazendo a mãe e a garota rir em conjunto.

–Desculpa mãe. – Fala com um sorriso cínico.

–Tem uma quadra de basquete bem aqui perto. Quer jogar um pouco, garoto? – Emma pergunta.

–Sim, sim. Agora mesmo! – Henry responde empolgado.

Terminam o pequeno “almoço” e Henry é o primeiro a sair disparado da mesa em direção a quadra de basquete.

–Henry, você acabou de comer não devia correr! – Regina mais uma vez repreende o garoto. Já nem sabia mais quantas vezes já havia feito aquilo apenas naquele dia. Era muito raro repreender o filho, ele sempre fazia tudo exatamente da forma como ela lhe havia ensinado, exceto pela mania que adquirira de fugir quando lhe desse na telha, coisa que esperava não mais acontecer.

A loira olha a morena pousando a mão em seu ombro como se dissesse: “Relaxa, mulher, ele não vai morrer por causa disso”.

Regina descontrai os ombros e concorda.

“Click”

–Uma foto pelos seus pensamentos. – Fala enquanto capturava mais uma imagem da morena.

–Que você deve pensar que sou a mãe mais chata desse mundo.

–Que nada! Meu pai é exatamente como você, tão preocupado. Pra ele eu ainda sou a garotinha de cinco anos que vai chorar desesperada se cair e ralar os joelhos.

–Sério? Ele é superprotetor?

–Demais. Sempre foi. Minha mãe é bem mais tranquila e olha que isso é meio difícil. Geralmente as mães são mais protetoras, no meu caso é meu pai.

–No meu caso só tem eu então é uma proteção em dobro. Mas sei que tenho de deixar Henry seguir o caminho dele. Os filhos não nos pertencem depois de grandes. É estranho, sabe. Você vê seu filho que já foi tão dependente de você tomando suas próprias decisões, crescendo e você sendo apenas expectador de tudo isso. Dói um pouco e ao mesmo tempo me sinto orgulhosa pelo filho que tenho.

–Ele é um ótimo garoto e sei que vai ter boas decisões na vida.

–Espero que sim.

–Anda logo, Emma! Deixa de papo! – Henry grita de longe já próximo da quadra enquanto Emma caminhava lentamente com Regina.

–Estou indo!- Grita de volta entregando a câmera à morena. – Vou fazer uma cesta pra você.

–Ok. — Regina fala sorrindo vendo a loira se afastar com seus cabelos dourados brilhando no sol.

Senta-se num doa bancos ao lado da quadra para observá-los. Os dois interagiam com naturalidade. O garoto não sabia jogar basquete. Estava apenas muito empolgado desde cedo e queria praticar todos os esportes que o parque oferecia, se pudesse talvez tivesse se multiplicado, vários Henry’s por todos os lados, fazendo tudo ao mesmo tempo. Emma lhe ensinava como arremessar, manter a postura e driblar o adversário enquanto ele ouvia tudo com muita atenção e seguia fielmente as instruções da “treinadora”.

–Hey, você tem futuro. Só crescer mais ou pouco e já pode entrar pra um time profissional. – Fala ao ver o garoto acertar a última cesta da pequena partida.

–Sou muito jogador de basquete! — Ri da própria ironia e continua: -Hey, mãe..., tira uma foto nossa!

A morena confirma com a cabeça. Põe a câmera entre as mãos e sorri para os dois.

–Digam “eu amo a mamãe”.

–Eu amo a mamãe! – Falam sorrindo enquanto a morena captura a imagem.

–Que negócio é esse de “eu amo a mamãe”. – Emma senta-se cansada ao lado da morena minutos depois do jogo.

–Não sei. Só me veio isso na cabeça.

–Hum..., não sou sua filha.

–Eu sei.

–Mas eu poderia ser sua esposa e você ser mãe dos nossos filhos.

–Emma!! – Fala dando uma gargalhada.

–É sério. – Diz olhando a morena nos olhos.

Regina recolhe o sorriso retribuindo o olhar da garota e sentindo sua mão branquinha e suada sobre a sua que se apoiava firme e nervosa no banco de madeira como uma adolescente que esperava ser pedida em namoro pela primeira vez.

–Você poderia ser a mãe dos meus filhos se quisesse ou eu poderia ser a mãe dos seus, enfim..., Tudo que você quiser.– Fala encolhendo o sorriso dos lábios enquanto os olhos resplandeciam um pedido sincero.

–Está me pedindo em casamento senhorita Swan? – Pergunta de forma descontraída.

–Não. Não quero que você case comigo. Quero que more em mim. – Emma diz séria com os olhos fixos nos da morena num misto de fofura e desejo que havia encantado a morena desde o primeiro encontro com aquele par de esmeraldas.

–É o que eu mais desejo. – Responde de imediato fechando a mão de Emma na sua.

–Então vamos tirar uma foto. – A loira diz se aproximando da outra, pegando a câmera, selando um beijo em sua bochecha e eternizando aquele momento num simples “click”.

–De novo vocês estão aí conversando. – Henry chega segundos depois quebrando mais uma vez o clima das duas.

–Henry, eu não sou de ferro. Me canso, né. Não tenho mais treze anos. – Emma fala como se fosse a pessoa mais velha do mundo o que faz Regina rir alto.

–Você tem só quatro anos mais. – Henry diz.

“E eu sou completamente maluca” – Regina completa a frase em pensamento.

Era sim, completamente maluca pela garota e, se ainda tinha alguma dúvida sobre a loirinha ser a melhor coisa que já lhe havia acontecido depois de Henry, com certeza foi tudo para o espaço naquele pedido.

Ao final do dia, fazendo um balanço de todos os acontecimentos daquele final de semana, percebera quão o ambiente familiar se mostrava completo. Quão seu coração se mostrava completo. Sua vida parecia se encaixar perfeitamente na pessoa de Emma apesar de todo aquele abismo, de todas as dificuldades, de todos os medos e inseguranças, Emma era um porto seguro, um farol, já não conseguia imaginar sua vida sem ela.

**

–Chegamos. – Regina diz parando o Mercedes em frente ao pequeno prédio.

–Tem certeza que não quer uma ajuda com ele? – A loira pergunta olhando o banco de trás. Henry dormia como uma pedra gigante.

–Não. Eu o acordo quando chegar em casa.

–Então, tá. – Concorda sorrindo.

Regina toma a mão da loira.

–Emma..., eu queria dizer..., obrigada.

–Pelo quê?

–Como assim pelo quê? Pelo final de semana maravilhoso que você me deu.

–Que nada, amor. Você me deu um final de semana perfeito.

–Do que você me chamou?

–Hum.. amor?

–É!

–É o que você é..., meu amor.

Regina olha para o banco de trás se certificando do sono profundo do filho. Se aproxima da loira e com os lábios bem próximos de seu ouvido, diz:

–Você não tem jeito, Emma Swan, consegue me apaixonar ainda mais.

–É o meu pequeno defeito. – Fala levantando os ombros.

–E eu o adoro. – Beija a loira lentamente preenchendo os dedos com seus cabelos.

–Você também é meu amor, mas agora tem de ir, né?

–É. Acordo cedo amanhã. Logo no primeiro tempo tenho uma professora chata de literatura.

–Ah..., chata, é!?

–É. Linda, mas muito chata.

–Vou lembrar disso final do semestre. – Diz sorrindo.

Emma faz um bico de choro enquanto Regina abafa o riso com as mãos. A loira beija a morena mais uma vez e se despede com um sorriso de orelha a orelha. Bate a porta do carro fazendo o mínimo de barulho possível. Caminha até a entrada do pequeno prédio e sobe as escadas pulando, cantarolando, sorrindo, dançando, completamente estabanada.

–Emma! O que aconteceu? – David abre a porta antes mesmo da garota bater.

–Como assim? – pergunta.

–Vim ver se era algum assalto no apartamento do vizinho. Esse barulho todo era só você subindo as escadas?

–É. – Fala meio desconfiada com uma expressão sapeca.

David abraça a filha levando-a para dentro do apartamento. Com certeza perguntaria todos os detalhes da pequena viagem. Detalhes que faziam seu coração bater mais forte. Detalhes que Emma gostaria de gritar para o mundo inteiro, mas que, naquela noite e nas próximas que se seguiriam, ficariam guardados ali esperando o momento certo para serem descobertos por todos. Uma pena seria se esse tempo certo nunca chegasse.

Notas finais
Então? Comentem o que vcs acharam. Abraços. ps. pra quem acompanha "coração de gelo" a fic será atualizada em breve.