Notas iniciais
Olá, pessoas... eu não consegui postar o capítulo no domingo. :( mas aqui estou eu, consegui sobreviver ao beijo OQ do ultimo episódio (beijinho mais sem graça quele, né!?) . e por falar em ultimo ep, gente... acho que eu apaixonei pela Zelena. hahahaha... sério! Eu sempre adoro o vilão, normal. Então é isso... Boa leitura! ***CalzonaSwanqueen, parabéns atrasado, esse capítulo é todo pra vc!!!***

Newtown, cidade há cem quilômetro de Storybrooke, recebia naquele começo de tarde as garotas do Instituto Mills. As meninas desciam do ônibus da escola empolgadas para mais um jogo pelo campeonato enquanto a vitoria já se fazia certa em seus pensamentos. Apenas uma entre elas não se encontrava naquele estado de animação: naquele dia Zelena estava mais afastada que o normal em outros tempos ela sempre se impunha ali na frente, ali no meio entre as outras jogadoras. Mas naquela sexta-feira fria em Newtown a garota estava taciturna, sem vontade, com os ombros mais caídos que o normal e sem conseguir observar a alegria das outras garotas muito menos sentir ódio por ver tanta gente feliz. Olhava para frente enquanto caminhava apenas quando ouvia a voz de Emma Swan, animada, empolgada, sorrindo para o mínimo que fosse. Há alguns dias atras isso lhe teria subido um ódio extremo do jeito feliz da garota, mas agora.. O que ela sentia? Gostaria naquele momento de poder desprezar o som da voz de Emma, mas ele entrava em seus ouvidos sem que ela pudesse fazer nada e se instalava em algum lugar de seus pensamentos, não sabia ainda como lhe dar com aquilo.

Foram apenas três dias limpando aqueles banheiros terríveis ao lado da loira que reclamava, cantava, sorria, que falava sozinha, porque Zelena não queria lhe dirigir a palavra, não depois de terem brigado daquele jeito, não depois de ter chegado em casa com uma advertência da escola e mais uma vez ter sido surrada pela mãe bêbada que fingia criá-la da melhor forma possível, mas apenas fingia, sua vida toda era um fingimento, fingia que sentia raiva, fingia que odiava, mas a única coisa que sentia era nada e esse nada a fazia desprezar qualquer pessoa e ao mesmo tempo se importar demais com a felicidade alheia, mas Emma em poucos dias tinha lhe mostrado algo completamente novo, como ela podia ser assim tão idiotamente feliz? Pára logo atrás das outras garotas para ouvir a treinadora:

– Temos alguns minutos antes do jogo para aquecimento e para falar de nossas táticas. Lembrem-se, o time daqui é forte, mais forte que o anterior, isso significa, Emma, que precisaremos de toda aquela sua vontade que mostrou no ultimo jogo. — diz a treinadora. — a loira concorda com a cabeça enquanto Zelena olha pro lado revirando os olhos.

– Tudo bem aqui? — pergunta a diretora se aproximando do time. Havia acabado de chegar, junto dela estava sei filho, que sai em disparada pros braços de Emma.

– Iai? Garoto? Pronto pra me ver arrasando umas garotinhas hoje?

– Mais que isso! Sei que você vai quebrar todo mundo. — sorriem.

Zelena ainda atrás da formação do time apenas faz uma careta como se fosse vomitar ali mesmo. Henry, Emma e Regina dividindo o mesmo espaço, aquilo era demais pra ela. Olha a mulher meticulosamente dos pés a cabeça. Saltos, saia lápis preta com uma blusa de seda cor de vinho, cabelos soltos, batom vermelho e, como sempre, uma postura firme, superior.

– Façam um bom jogo hoje, meninas. — Regina sorri para o time chamando o filho. — vamos Henry.

– Hey Emma, você comemora a vitória conosco? — pergunta pra loira ignorando o chamado da mãe. — quanto sorvete você aguentar comer.

– Claro, o que você quiser e se sua mãe não se importar. — Emma sorri para ele e em seguida sorri para Regina que lhe retribui em um sorriso discreto.

Zelena apenas observa aquela cena. Dentro dela uma confusão de sentimentos se formava cada vez mais sem sentido. O que era aquilo? Por que henry, Regina e Emma pareciam tão próximos? Por que uma pessoa que não fazia parte daquela família havia lhe roubado em tão pouco tempo um lugar que sempre fora seu por direito, por sangue?

****

Soa o apito final. O Instituto Mills vence mais uma partida do campeonato.

– Parabéns, garotas. Vocês estavam demais hoje. Semana que vem são mais dois jogos para chegarmos a final. — fala a treinadora entre sorrisos e abraços.

Emma corre até a senhorita Dixon:

– Treinadora, — puxa o ar ofegante- Eu vou voltar pra casa com a diretora Mills, Henry pediu pra eu tomar um sorvete de comemoração, quanto sorvete eu conseguir tomar, não posso perder essa. — fala sorrindo. — Pode ficar tranquila que ligo pros meus pais no caminho.

– Se você vai estar com a senhorita Mills, não vejo problema nenhum. Até segunda, Emma e parabéns.

– Obrigada.

A loira corre novamente dessa vez em direção a arquibancada.

– Hey, vocês podem esperar eu tomar uma ducha? É rápido! — pergunta sorridente para Henry e Regina.

– Claro que esperamos, né mãe?

– Sim, esperamos.

– Obrigada. — Emma agradece sorrindo e corre novamente de volta aos braços das colegas de time. Enquanto todas andavam eufóricas saído do campo para os vestiários da escola Emma nota Zelena afastada do grupo, com uma expressão derrotada, nem parecia que havia acabado de ganhar o jogo.

– Eu já volto. — fala pra Mulan e Ruby enquanto vai ao encontro da garota.

– Zelena, espera! — a garota vira-se para Emma com uma expressão confusa.

– O que você quer?

– Calma. — estende uma garrafa com água enquanto fala: — você jogou muito bem hoje. — sorri.

– Não quero sua piedade.

– Não é piedade, é só água. — sorri novamente ainda como braço estendido.

– Não é porque passamos três dias limpando os banheiros da escola juntas e teremos de fazer isso durante um mês inteiro que serei sua amiga. — Zelena fala ríspida como se quisesse cuspir as palavras.

– Calma, eu só estava sendo gentil.

– Não agradeço sua gentileza.

– Ok. — calam-se uma ainda de frente pra outra. Zelena leva os olhos para longe. Próxima a arquibancada consegue ver Regina olhando para as duas numa expressão curiosa, aquilo lhe chama tanta atenção que não pode mais ignorar o que tanto desejava perguntar. Antes de Emma dar as costas Zelena invade o espaço pessoal da loira e olhando-a intensamente nos olhos:

– O que você tem com Regina?

– O....o quê? — Emma questiona atordoada sem conseguir pensar direito. Por que a garota estava perguntando isso?

Zelena aproxima-se ainda mais olhando para os olhos verdes da loira e por vezes para os longínquos olhos de Regina.

– Eu perguntei, o que você tem com a Regina e não se faça de burra, eu vi.

– O que você viu? Eu não sei do que você está falando. — Zelena dá um sorriso provocador e continua: — no Granny's você deu um bilhete pra ela e uma rosa; no dia em que me atacou feito uma ogra descontrolada você não saiu da sala dela, não foi pra enfermaria; hoje você foi convidada pra festejar a vitória com eles e agora — olha para Regina — Regina não para de olhar pra cá. — Emma fica gelada como se tivesse acabado de ver um fantasma: -Então, o que é tudo isso?

– E...eu sou amiga do Henry e do Neal. Dei um bilhete pra ela em agradecimento, não te interessa o porque. Demorei na sala dela porque tive de ouvir um sermão bem maior que o seu e se ela está olhando pra nós agora deve ser pra ver se não vamos sair na porrada novamente. — Emma não sabia o porque daquilo, mas sim, estava dando satisfação da sua vida para Zelena, nem seus pais sabiam tanto da sua vida. Era muito surreal mas sentia que devia explicar, não sabia o que Zelena podia pensar.

A garota afasta-se da loira ainda de olho em Regina. O que acabara de ouvir fazia sentido, mas não saia da sua cabeça que não era apenas aquilo, tinha algo mais e ela iria descobrir. Pega a garrafa de água da mão de Emma de forma bruta:

– Obrigada pela água. — dá as costas e vai embora como se nada tivesse sido dito. Emma olha para Regina, a morena não estava mais olhando pra ela, segue correndo para o vestiário com os pensamentos atordoados. Zelena havia notado algo e ela não sabia até que ponto. Mas pra que se preocupar, o que ela poderia fazer além de contar para os seus pais?

****

– Demorei? — Emma pergunta parando ao lado do Mercedes de Regina. Ela e o filho esperavam pela loira no estacionamento da escola.

– Não muito. — Henry responde sorridente.

Emma olha para Regina. A morena tinha uma Ruga de preocupação na testa.

– Neal não veio com vocês? — pergunta entrando no carro.

– Não, ele veio com uns amigos. — Henry responde. A ruga de preocupação de Regina se transforma numa expressão irritada. Emma conseguia perceber a mudança de espírito da mulher que havia acabado de dar a partida no carro rodando a chave com uma força desnecessária. Não fazia ideia do que aquilo significava, seria ciúmes? Sorri involuntariamente ao pensar na ideia.

– Próxima parada, shopping! — Henry fala animado do banco de trás.

Durante quase todo o percurso a única voz que se ouvia era do garoto e de Emma concordando com o que ele falava. Regina apenas dirigia concentrada no trânsito. Parecia meio pensativa e realmente estava. Sua cabeça a levava para as cenas mais improváveis possíveis de se pensar naquele momento: sua tia Rose entrando em sua casa naquele dia, fazendo um escândalo sem tamanho; seu pai e o infarte fulminante; Cora e sua mão pesada indo em direção ao seu rosto; os dias que havia passado naquele lugar horrível; um som de piano, Debussy, que não saiu da sua cabeça mesmo depois de tanto tempo; Henry sorrindo para ela aos cinco anos, aos seis, aos sete... Rob que sempre fora um excelente amigo; tentava procurar em sua cabeça algo que já havia feito por si mesma, por sua própria felicidade. Ver Zelena conversando com Emma, ver o jeito como a loira se aproximava da outra, sua coragem em simplesmente passar uma borracha por cima de tudo e estender a mão, quantas vezes havia tentado superar a morte prematura de Danielle? quantas vezes havia sido sincera consigo mesma? Com seu filho? Com seus sentimentos? Seria aquela a hora de simplesmente contar tudo? Por pra fora o que havia engasgado na garganta por doze anos? Seria a hora de simplesmente falar o que queria falar, ter o que se deseja? Não precisava mais há quanto tempo não sentia vontade, vontade genuína de se entregar por inteiro, de falar com vontade, de sentir abertamente e sim, foi necessário que visse o corpo nu de Emma naquele dia para que Regina finalmente acordasse para algo, para algo que poderia perder caso simplesmente rejeitasse a garota, como havia planejado tantas vezes sem sucesso.

Todas essas questões lhe surgiam naquele momento e na sua testa a expressão preocupada não desaparecia. Por tantos anos tudo havia sido tão complicado e agora olhando para a garota loira ao seu lado tudo lhe parecia mais simples, lhe vinha uma vontade de falar, de viver, de ser sincera consigo mesma e com todos a sua volta; vontade de remover as roupas do luto e dançar com os pés descalços. Emma não fazia ideia do que lhe causava.

Alguns minutos nesse monólogo e chegaram ao shopping. O combinado era irem até uma sorveteria que segundo Henry era a melhor do Maine, a maior, a que tinha os sorvetes mais gostosos, queria que Emma provasse cada um deles. A loira tentou mas depois de meia hora provando vários sabores diferentes de sorvete já não conseguia sentir a própria língua.

– Henry vai me matar desse jeito! — fala pra Regina sentando-se visivelmente cansada numa cadeira de frente para ela.

– Onde ele está? — pergunta enquanto levava um sorvete de maçã à boca.

– Lá dentro tomando sorvete e conversando com umas crianças que também me parecem se amantes de sorvete. — sorri.

Regina também sorri mas logo em seguida sua expressão se fecha.

– Foi muito nobre o que você fez com Zelena.

– O quê?

– Se preocupar com ela, prestar atenção nela.

– Ela é do time. Não entendo por que todas as garotas a mantêm a distância. — Pára por meio segundo como se refletisse — na verdade eu entendo. — sorri. — Ela é muito difícil de lhe dar, parece com você, Regina. Deve ser de família, né? — pergunta meio temerosa pela resposta da morena. Nunca havia conversado com Regina sobre sua família e Regina nunca havia falado nada sobre a prima. Para Emma era claro que Zelena não gostava de Regina, Henry, Cora.. Família Mills em geral, ela só não entendia o motivo mas estava disposta a descobrir.

– Não creio. — a ruga de irritação novamente aparece na testa da morena. Emma põe a mão aberta de costas para a mesa afim de que Regina colocasse a sua em cima. A morena reluta um pouco mas larga o sorvete na mesa e pousa a mão na mão da loira que a acaricia com o polegar lentamente.

– Não precisa ficar assim. Eu sei que Zelena é sua prima e também sei que a relação da família de vocês é complicada.

– Mais que complicada. — Regina fala sem pensar. — É muito bonito que você se importe mas toma cuidado com ela, Emma.

– Por quê?

– Não me pergunta, só tem cuidado, ok? — sugere apertando a mão da garota que tinha os olhos meio confusos. Queria entender tudo aquilo, queria saber o motivo de Zelena não fazer parte efetivamente da família Mills mas sabia que de Regina não teria respostas assim tão fácil.

– ok. -finalmente responde sorrindo e soltando a mão da morena para em seguida bater na própria testa.

– Caramba, Regina.. Quando estou com você não consigo lembrar de nada. — fala sorrindo.

– O que foi?

– Eu fiz uma reserva no meu nome no Jin Lee. O restaurante dos pais da Mulan.

– Eu conheço.

– Então, amanhã... 21:00 horas. Está bom pra você?

– Está me convidando pra jantar?

– Estou... ou é necessário um pedido mais formal? Não tem problema eu levanto aqui e me ajoelho aos seus pés, eu beijo seus pés se necessário. -E faz que vai levantar mas Regina a impede.

– Não! Não é necessário, deixa de ser louca. — sorri para a garota e como seria possível não sorrir para ela? Como Seria possível dizer não para ela? Aqueles olhos verdes brilhantes, aquele ar fresco, a felicidade em cada poro de sua pele, Emma exalava felicidade, juventude, recomeço em todos os seus gestos.

– Olha, eu já pensei em tudo. Mulan me ajudou com algumas coisas. Tá tudo certo, mas você pode dizer não se quiser. — fala ao ver a
Morena parada sem responder nada, apenas olhando pra ela como se estivesse deslumbrando uma super nova, uma galáxia distante, um planeta recém descoberto

– Regina?

– Oi...

– Você está nesse mundo?

– Sim, só estava meio perdida em pensamentos.

– E esses pensamentos inclui o jantar de amanhã? — pergunta sorrindo esperançosa.

– Huuuum, não! Esses pensamentos só incluíam você e uma toalha caída — fala movendo bastante os lábios, olhando Emma de um jeito diferente. A loira nunca tinha visto Regina com aqueles olhos tão cobiçantes. Sentiu uma descarga elétrica por todo o corpo, sentiu seus gestos tremularem e um calor subir às suas bochechas.

– Você está vermelha! — Regina fala sorrindo claramente divertida com a situação.

Emma abre a boca para falar, pisca os olhos rapidamente.

– N... não foi de propósito. — fala meio sem jeito.

– Não pensei que fosse.

–...Você é linda, Emma. Cada pedaço de você, eu não consegui desviar os olhos nem consegui esquecer. — Regina fala numa voz rouca e suave olhando diretamente para Emma que naquele momento não sabia onde por os olhos, as mãos, o corpo inteiro. Regina nunca tinha sido assim tão direta, nunca tinha falado tão abertamente, nunca tinha dado em cima dela. E nunca imaginou que ela um dia faria isso. Não sabia o que falar naquele momento. Apenas ficou olhando para a mulher que se divertia com tudo aquilo e ao mesmo tempo falava série como se confessasse uma travessura:

– Você não tem ideia do que despertou em mim. — Regina fala ainda mais sensual sem se importar mais se estava sendo direta demais, rápida demais, queria dizer aquilo a Emma; queria não só estar nos braços fortes da garota, mas também colocá-la em seus braços, colocar seu corpo no dela, provar cada parte do que havia visto aquele dia no vestiário e naquele momento, as palavras de desejo não conseguiam simplesmente ficar quietas dentro da boca, precisavam ser ditas, precisavam mais que tudo serem expurgadas para que, de tão contidas, não perder o significado.

Regina passa os dedos macios pelas costas da mão de Emma que estava parada, gelada em cima da mesa.

–Eu quero você, Emma... quero como nunca quis ninguém antes. — fala olhando em seus olhos de forma profunda, provocante e ao mesmo tempo terna, carinhosa, verdadeira.

Emma fica ainda mais gelada. As bochechas já não eram bochechas, eram dois tomates de tão vermelhas.

– Isso, isso significa que você aceita jantar comigo amanhã? — pergunta ainda mais sem jeito.

– Sim, o que você quiser. — Emma sente seu corpo inteiro esquentar de uma só vez. Queria que aquilo parasse, se sentia muito criança ficando tão corada daquele jeito, Regina estava flertando com ela abertamente pela primeira vez e a única coisa que consegue fazer é ficar vermelha? Não, tinha de flertar de volta mas henry apareceu antes que pudesse falar qualquer coisa.

– Emma, você está bem? — O garoto pergunta se aproximando da mesa e vendo a situação desconcertante da loira.

– Estou ótima. — sorri enquanto todo seu corpo pulsava.

– Já enjoou do sorvete? — Regina pergunta pro filho normalmente.

– Não, mas não aguento mais. — fala rindo.

– Então está na hora de irmos pra casa, né? Ainda temos que pegar a estrada. — Henry confirma com a cabeça enquanto Regina continua: — Vou ao toalete, pago a conta e vocês podem me esperar no carro. — fala enquanto levanta da cadeira e segue para dentro da sorveteria num rebolado que Emma imaginou ser o mais sensual que já havia visto até então, mas ela sempre pensava isso cada vez que via Regina pelas costas. Naquele momento seus pensamentos só conseguiam se dirigir a ideia louca de seguir Regina até o banheiro, encaixar seus corpos com força, beija-la da cabeça aos pés do jeito que ela sabe que a morena gosta, mas apenas olhou para Henry, ajeitou os óculos no rosto e sorriu sem jeito.

Notas finais
Então.. me digam o que vocês acharam do capítulo, eu fiquei meio insegura com ele. Outra coisa,, gente.. a Regina é tão problemática, né? vcs vão entender o motivo mais a frente. Apostas para o que vai acontecer no jantar, ou depois dele? huuuum.... hehehe! Abraços e muito obrigada pelos comentários, por tudo. o número de acompanhamentos da fic tem subido bastante, valeu aí, novos leitores. Beijos no coração e até quarta!