Por favor, espere.

17 Por favor, não acredito que foi ele.


Bento acordou cedo aquele dia, olhou para o homem perfeito que dormia ao seu lado e sorriu apaixonado, fazia apenas dois meses que os dois estavam dividindo o apartamento, mas parecia que se conheciam há anos. E ele adorava todo esse entrosamento que os dois tinham. Saiu do quarto e sentou-se no sofá, sorriu sozinho e se pegou pensando na primeira vez que os dois foram juntos ao super mercado.

(...)

― Não amor, nós vamos levar esse sabão em pó! ― Disse Bento bravo.

― Mas aquele é bem mais barato! ― Disse Gregori apontando uma caixa de sabão em pó de nome duvidoso.

― Hmmm, mas esse não deixa a roupa cheirosa como esse! ― Bento mostrou a caixa que segurava nas mãos. ― E demora muito mais tempo para agir na roupa, e mais...

― Chega tudo bem, nós levamos o mais caro. ― Gregori disse emburrado.

― Tem certeza que você foi criado numa mansão? ― Bento perguntou rindo.

― Acha que só porque fui criado numa mansão não me ensinaram que não se deve esbanjar dinheiro? Desde sempre eu tive que trabalhar para ganhar minha mesada, por isso dou muito valor ao dinheiro! ― Gregori falou orgulhoso de si mesmo.

― Está bem, dar valor ao dinheiro é o correto. ― Bento deu uma pausa e riu. ― Mas comprar coisas de má qualidade não.

― Ah, eu não entendo sobre essas coisas, nunca, mas nunca nunquinha na vida, eu comprei sabão em pó. ― Disse Gregori fazendo um bico exagerado e totalmente infantil.

― Está bem, vou lhe dar esse descontinho, então. ― Bento riu e passou os braços nos ombros do namorado, eles se beijaram de leve.

(...)

― Está pensando em que ai tão quietinho? ― Gregori perguntou, o homem estava parado encostado ao batente da porta, vestindo apenas uma camiseta de seu time de basquete favorita, e uma cueca boxer branca.

Bento olhou para o namorado e sorriu.

― Você fica tão gostoso quando acorda! ― O homem disse e estendeu as mãos para Gregori.

O homem maior caminhou em direção ao sofá e selou os lábios do namorado.

― Beijo com bafinho... ― Bento disse e gargalhou.

― Está muito forte, oh deus. Eu vou escovar agora, e... ― Gregori começou, mas Bento o cortou.

― Deixa de ser bobo, garoto! ― Riu alto.

― Está bem, mas em que você estava pensando? ― Gregori perguntou.

― Ah coisinhas bobas, mas então. Hoje sai o vídeo da empresa de fotos, né? ― Perguntou Bento sério.

― Sim, hoje vamos descobrir que vendeu nossas fotos... ― Gregori falou pensativo. ― E por sorte eles não apagaram as imagens.

― Claro você está pagando caro por isso. ― Bento disse sério. ― Não precisava pagar tanto.

― Claro que precisava Bento. Por causa dessa pessoa, eu estou nessa situação, trabalhando para o meu pai e ganhando um salário qualquer como outro funcionário.

― Pelo menos você trabalha. ― Disse Bento meio triste.

― O meu pai quis te contratar novamente, ele adora o trabalho que você faz, mas essa cabecinha dura, hem? ― Gregori disse sorrindo e bateu na cabeça do namorado de leve.

― Ah super legal, nós dois trabalhando na mesma empresa, sempre com o olhar do seu pai em nós. ― Bento falou meio irritado.

― Mas... ― Gregori começou.

― Mas nada, eu fiz muito bem em não aceitar, imagina só o tanto de boatos iriam correr sobre nós. Com certeza iria ter até manchete que funcionários de revista famosa, transam no banheiro. ― Bento disse.

― Ah, mas isso iria ser verdade... ― Falou Gregori com um sorriso mega malicioso nos lábios.

― Deixa de ser bobo, garoto. ― Bento riu e bateu no peito do namorado.

― Que tal uma rapidinha no chuveiro enquanto tomamos banho para ir ver as imagens? ― Gregori sugeriu feito um bobo.

― Olha... Eu aceito! ― Bento riu.

Os dois partiram aos amassos em direção ao banheiro. Logo estavam nus no Box do banheiro e transavam.

Gregori começou a bombar forte no cu de Bento. Os dois estavam tão envolvidos que seus corpos trabalhavam em sincronia naqueles movimentos bruscos e fortes.

Bento gemeu mais alto e com dor quando Gregori enfiou de uma vez só toda a rola para dentro do seu reto.

Gregori sorriu e ficou mais animado.

― Pede! ― Gregori disse baixo e parando de meter no cu de Bento.

― Hmmmm... ― Bento reclamou quando sentiu Gregori parando. ― Por favor, me fode!

Gregori sorriu.

Então voltou a bombar no cu do garoto. Os sons dos corpos deles se chocando ecoavam por todo o apartamento.

― E-Eu vou gozar... ― Gregori anunciou.

― Eu quero o seu leitinho...

Gregori gargalhou e então arrancou o grande pau do rabo de Bento.

Sem demora Bento se ajoelhou no chão do banheiro e sentiu o esguicho em seu rosto.

(...)

Os rapazes chegaram à empresa que tinha publicado suas fotos e foram direito para o balcão, juntos deles estava um advogado.

― Esperem aqui! ― Disse o advogado.

Gregori balançou a cabeça afirmativamente e ficou esperando. O homem se dirigiu ao balcão e teve uma conversa com a secretaria, pouco tempo depois, ele chamou Gregori e Bento e os três acompanharam a mulher até uma sala de tevê.

Havia vários televisores.

― Bem vindos. ― Disse um homem grisalho.

― Obrigado. ― Respondeu o advogado. ― Meus clientes estão com presa, vamos logo a fita.

― O.k ― Respondeu o homem e ligou a tevê.

O vídeo começou a rodar, depois de dois minutos de vídeo, Bento se assustou. Ele viu Luc entrando na empresa com um pacote nas mãos.

― Esse foi o único cara que veio até a empresa na data anterior a que vocês pediram. ― Disse o homem. ― Mais ninguém veio nos oferecer nada.

Bento sentiu seu peito doer, quantos anos ele tinha sido amigo daquele garoto.

― Por favor, diz que isso é mentira, diz que não foi ele. Por favor, não acredito que foi ele. ― Disse Bento segurando as lágrimas.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.