Por Você
16 Capítulo 16
Notas iniciais
Ainda muito atarefada, mas fazendo um esforço pra postar.
Quero agradecer a todos que comentaram, em especial a Choi Jong Jye, que recomendou e ainda me mandou uma MP que me motivou a voltar a escrever, rsrs.
Bom, capítulo com Lemon MorixHoney...e um lemon queeeente! To até envergonhada -.-'
Só pra não ter confusão, eu andei pesquisando e o Honey é mais velhor que o Mori, então quando eu os tratar por mais velho ou mais jovem vocês já sabem quem é quem.
Espero que gostem o/
Os alunos do Colégio Ouran estavam alvoroçados. A informação de que o Host Club daria um baile se espalhou mais rápido do que notícia ruim, e não apenas as garotas estavam animadas. Isso tudo porque todos os alunos poderiam participar do baile, e não havia obrigatoriedade de se levar um acompanhante, os pares poderiam se formar na hora, e até mesmo entre amigos do mesmo sexo. Pode parecer estranho, mas as próprias frequentadoras do host club fizeram essa exigência quando informadas do evento, provavelmente motivadas por algum instinto yaoi.
Kyouya também estava animado, porém não com o evento em si, mas com a perspectiva dos lucros que poderia obter. Além disso, a provável presença de uma certa garota o deixava de bom humor...seria uma ótima chance de se desculpar pelo fatídico incidente.
Outro que se encontrava bem feliz com a ideia do baile era Honey-Senpai. O pequeno loiro saltitava de um lado pro outro imaginando a chegada do evento e, apesar de saber que algumas garotas já haviam sondado Mori-Senpai para saber se ele teria alguma companhia no dia do baile, estava tranquilo, pois sabia que o moreno não o deixaria de lado por uma aventura qualquer.
Os outros hosts tentavam, na medida do possível se mostrar interessados e envolvidos, mas era difícil pros irmãos Hitachiin se animarem estando eles próprios tão perturbados. A situação não era muito diferente para Tamaki, que apesar de tentar aparentar o jeito alegre e descontraído de sempre, deixava por vezes transparecer um olhar melancólico. Haruhi, por sua vez, não estava triste, porém tinha um comportamento introspectivo, como se estivesse em conflito interno e, a melhor solução fosse apenas refletir sobre o que a incomodava.
Nos primeiros dias que se seguiram a decisão de Kyouya, os Hosts não tiveram tanto trabalho com os preparativos paro o baile. Ficara decidido que o mesmo aconteceria dali a três semanas, e que de inicio eles apenas decidiriam o que ficaria como responsabilidade de cada um, sendo que os preparativos começariam realmente no início da próxima semana, que já estava por vir.
Na sexta-feira os Hosts não tiveram expediente no clube, pois ficou decidido que cada um tentaria algum apoio financeiro com suas famílias para o baile, pois a entrada gratuita para os alunos, que deveriam contribuir com algum donativo que seria posteriormente mandado a alguma entidade beneficente. Não é preciso dizer que Kyouya não gostou muito da ideia, à princípio, porém acabou sendo convencido por Haruhi que lhe mostrou o quanto isso seria bom para a popularidade do clube e que ele poderia lucrar ainda mais com a venda de lembranças dos Host caso não cobrassem entrada. Também não é preciso dizer que mediante esses argumentos o Ootori não se contrapôs mais.
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Mori-Senpai e Honey-Senpai foram, como sempre, juntos para casa, se separando apenas quando chegaram ao seus respectivos destinos, porém não demorou muito para que a campainha da Mansão do Haninozuka tocasse e o seu mordomo anunciasse a presença do moreno, apesar de tantas vezes o loirinho ter lhe dito que não havia necessidade dessas formalidades com Takashi. O moreno trazia em mãos uma sacola plástica que, assim que ficou a só com o lorinho no quarto, entregou-lhe.
- Eu comprei hoje mais cedo e acabei esquecendo de levar ao colégio para te entregar. – O moreno não demonstrava nenhuma expressão, o que tornava difícil a tarefa de descobrir o que havia ali.
O loirinho abriu o pacote que havia dentro da sacola e encontrou uma embalagem plástica, que envolvia quatro pequenos bolos confeitados, cada um de um sabor diferente. Os olhos do pequeno brilharam diante do presente...
- Cupcakes!!! Arigatou, Takashi!!! – O loirinho sequer pensou duas vezes, pegou nas guloseimas e começou a degustar rapidamente, colocando grandes pedaços dos doces na boca, sequer reparando nos olhares que recebia por parte do moreno.
Apenas depois de terminar de saborear seu presente é que percebeu a aproximação súbita do Morinozuka, que ao ver que o menor se lambuzara com a cobertura dos pequenos bolos, pôs-se a limpar os cantos de sua boa com a própria língua.
O pequeno envergonhou-se um pouco com o ato, pois apesar de já terem muita intimidade, ainda se sobressaltava com essas manifestações por parte do moreno. Só então o menos também percebeu as roupas que o maior trajava. Ele usava uma blusa regata que deixava bem a mostra os braços bem definidos e proporcionados, além disso uma bermuda que evidenciava as panturrilhas e era larga o suficiente para que ele pudesse ter um vislumbre das coxas torneadas e o detalhe que mais lhe chamou a atenção foi o fato do moreno estar descalço. Não que ele não costumasse ver o moreno sem sapatos, eles treinavam juntos e era algo completamente comum, porém nunca havia reparado nos pés dele e agora se pegava observando essa parte da anatomia do rapaz. Reparou que os pés dele eram longos e bem masculinos, porém não grosseiros, e que eram ridiculamente grandes se comparado aos seus. Pensando bem eles faziam jus a altura do moreno. Isso o fez lembrar que alguma vez ouvira alguém dizer que os pés de um homem também são proporcionais a uma outra parte de sua anatomia...essa lembrança o fez corar até a raiz dos cabelos, ainda mais ao pensar que no caso do Morinozuka a afirmativa era totalmente verdadeira!!
O maior percebeu o rubor excessivo do pequeno, o que o deixou excitado e disposto a investir em carícias mais ousadas. Aproveitando que a porta do quarto do loirinho estava trancada, o moreno fez com que o mesmo se deitasse parcialmente sobre a cama e passou a acariciar-lhe a barriga, enfiando suas mãos por debaixo da camiseta que o menor usava. Não demorou muito para que o tecido não mais cobrisse o torso do Haninozuka, e para que o moreno passasse a estimular a pele nua com os lábios e língua, até que chegou aos mamilos, aos quais passou a dar uma atenção especial, ora sugando-os e mordendo levemente, ora apenas lambendo ou soprando-os, levando o pequeno à loucura. Diante desses estímulos, o loirinho segurou com força os cabelos do moreno com uma das mãos e com a outra pressionou fortemente o espaço entre o ombro e o pescoço do mesmo, chegando a deixar a pele marcada pela força utilizada, força essa que não era pouca, apesar da pequena estatura do loiro. Como resposta recebeu do moreno um gemido um pouco alto e o aumento na velocidade da sucção que o mesmo fazia em sua pele. Percebendo isso, o loirinho aumentou a força e continuou a pressionar-lhe os cabelos e os ombros com força, o que percebeu estimular mais ainda o maior. Foi então que uma realização o atingiu de repente...
O Morinozuka, assim como ele, não se interessava por garotas e, tal como ele próprio, devia sentir prazer com uma pegada mais forte, mais firme, mais...masculina. Pensar nisso o deixou em transe por alguns segundos. Talvez ele não pudesse satisfazer todas as vontades do maior, ele era pequeno e frágil, talvez não tivesse todos os atributos que o moreno gostava, talvez ele preferisse alguém mais forte e viril, alguém que pudesse dar a ele tanto prazer quanto o próprio moreno dava-lhe. E se o maior se cansasse dele? E se ele encontrasse alguém com todos esses atributos? O que seria dele próprio sem o maior junto de si? O loirinho acabou sendo desviado desses pensamentos pelo maior que, percebendo a súbita dispersão do menor, disse:
- O que houve? Se não quiser fazer isso agora é só me dizer... – Havia um certo desapontamento na voz do mais jovem, porém também havia preocupação. Antes porém que pudesse fazer qualquer movimento ou dizer outra coisa, percebeu a dúvida nos olhos do pequeno.
- Takashi...eu quero saber uma coisa – a voz do pequeno oscilava, ele parecia a ponto de se derreter em lágrimas, porém tentava ser forte para aceitar qualquer que fosse a resposta que receberia para a pergunta que faria a seguir – você...você não tem vontade de estar com um garoto normal?
A pergunta pegou o moreno de surpresa, tanto que ele não teve reação por alguns instantes. Quando finalmente percebeu que o menor aguardava ansiosamente por uma resposta, disse:
- O que quer dizer com isso? Você é perfeitamente normal...
- Você sabe, Takashi! Alguém mais alto, mais forte...que possa fazer pra você tudo que você faz pra mim... – a última parte foi pronunciada num quase sussurro, pois o menor se referia claramente ao prazer que o maior lhe proporcionava durante o sexo e ainda não ficava a vontade para falar abertamente disso.
Então Mori-Senpai compreendeu.
Honey ainda tinha inseguranças, por mais que ele agisse normalmente com relação a própria aparência, ele tinha dúvidas e medos, talvez se achasse inferior aos outros rapazes de sua idade, talvez temesse que o maior um dia o trocasse por algum deles. Um pequeno, e raro, sorriso se fez presente no rosto do moreno, que abraçou fortemente o pequeno e deu-lhe um singelo beijo na testa antes de se pronunciar:
- Mitsukuni, eu não me apaixonei pela sua aparência, e sim por tudo que você representa para mim, não se preocupe tanto. – Agora o maior e mais jovem encarava os orbes do mais velho, transmitindo sinceridade — Mas se quer tanto saber, eu gosto muito do seu corpo – Sussurrou ao pé ouvido do menor, sentindo o estremecer levemente.
- H-haaii – O loirinho engoliu em seco diante da afirmação do maior. Sentia-se um pouco amis seguro, mas ainda se perguntava internamente se o moreno não se incomodava de ser sempre o dominante.
Percebendo o que se passava na cabeça do menor, o Morinozuka diz:
- Mas se você fizer questão, nós podemos trocar de posição um dia... – O mais novo não dizia isso com sarcasmo ou divertimento na voz. Estava sério, pois realmente estava disposto a tudo para satisfazer o mais velho.
- Ah...t-tá, talvez outro dia então – Mitsukuni ficou ainda mais envergonhado, não esperava que o maior fosse perceber o que tinha em mente e dizer esse tipo de coisa, mas não podia negar que sentiu certa excitação só de imaginar o corpo grande e forte do moreno submisso a si.
No instante seguinte a esse pensamento pode sentir o corpo do moreno sobre o seu, novamente atacando-lhe o peito, porém decidiu que dessa vez não seria dessa forma. Usando-se de seu conhecimento a respeito de artes marciais, consegui desvencilhar-se do corpo maior, deixando-o imobilizado abaixo de si, com as costas sobre o colchão. Ainda não seria o ativo dessa vez, mas não custava nada mostrar a Takashi que também era dar prazer a ele.
O menor então aproveitou-se de sua posição agora privilegiada e começou tocar o corpo abaixo de si, apalpando com forças os músculos por debaixo da camisa, sentindo-lhes a textura e por vezes o gosto, pois começou a passar sua língua por sobre a pele morena do mais novo assim que conseguiu se livrar totalmente da peça que o cobria. Mori-Senpai sentia-se no paraíso, jamais imaginara que o loirinho um dia iria querer tomar as rédeas da situação, e vê-lo com aquela expressão inocente e jeito infantil fazendo carícias tão ousadas era muito tentador, tanto que o maior não conseguia evitar, vez ou outra, um gemido grave escapar-lhe da garganta.
Lembrando-se do que o maior já havia feito, Honey passou a beijar-lhe o peito e, chegando aos mamilos escuros, passou a suga-los fortemente, tornando-os rígidos e sensíveis ao toque. Ao sentir que as carícias estavam surtindo efeito, o loirinho arrastou seu corpo por sobre o do maior, passando a tentar desfazer-se da bermuda que este vestia. Teve um pouco de trabalho com a peça e, ao perceber que o moreno agora o ajudava com a tarefa, levantou os olhos encarando-o, e pôde perceber um olhar cúmplice, apesar da expressão sempre séria do rosto do maior. Mori aproveitou a oportunidade para se livrar também da cueca boxer que vestia, ficando agora totalmente exposto ao bel prazer do loirinho. Honey, por sua vez, sentiu-se ligeiramente intimidado pela ereção do maior, que já despontava em toda sua glória, totalmente rígida e úmida pela excitação. Primeiro tocou-lhe a glande com a ponta dos dedos, depois tomou coragem para fechar a pequena mão em torno de sua espessura, experimentando a textura e rigidez. Assim que percebeu o tremor que acometeu o moreno assim que teve o seu membro tocado, o menor pôs-se a movimentar sua mão, subindo e descendo-a por toda extensão do órgão. Mori-Senpai apertava suas mãos firmemente aos lençóis, era difícil resistir ao outro, ainda mais este agindo de forma tão lasciva e ao mesmo tempo com um jeito tão inexperiente.
Não demorou muito para que o pré-gozo se formasse sobre a glande inchada do maior e, vendo isso, o pequeno teve vontade de ousar ainda mais nas carícias que proporcionava ao mais jovem. Esticou a pequena língua para fora, tocando-a bem na fenda por onde escapava o líquido perolado, depois recolhendo-a e sentindo o sabor daquele que tanto amava. Percebendo que o gosto, apesar de diferente, não era repulsivo, passou a lambuzar toda a extensão do órgão com saliva, lambendo-o da base à ponta, como se provasse do mais delicioso doce. O menor tentou, por duas vezes, colocar toda a ereção do maior dentro da boca, mas era muito grande, então contentou-se com a metade e seguiu sugando, ora lenta, ora rapidamente, levando o moreno cada vez mais à loucura. O pequeno mostrou-se tão entretido com a deliciosa sucção que proporcionava ao Morinozuka, que não percebeu quando esse levantou o torso, e assustou-se quando esse levantou-lhe pelos braços, fazendo-o se desvencilhar do membro de qualquer maneira, deixando um grosso fio de saliva escapar-lhe pela boca. O maior puxou-o para ficar por cima de si, roubando-lhe um beijo molhado e cheio de luxúria, provando do próprio sabor nos lábios e língua do loirinho. Honey passou a segurar-lhe os cabelo com força durante o beijo, e quando sentiu a mão grande e forte na base de sua coluna, tratou de desvencilhar-se rapidamente do restante de suas roupas, levando as mãos do maior diretamente para suas nádegas. O maior logo compreendeu as intenções do pequeno, e levou dois de seus dedos á língua, partindo o beijo por alguns instantes, porém logo voltando a tomar-lhe os lábios e também a acariciar-lhe a entrada apertada, insinuando a penetração com os dedos. Ao ter seu canal ser tocado pelos dedos hábeis do moreno, Honey sentiu seu próprio membro latejar de excitação e, não conseguindo mais aguentar as preliminares, fez seu movimento mais ousado. Puxando para fora a mão que o penetrava, o pequeno se colocou sobre o quadril do mais jovem, uma perna de cada lado e, segurando o membro do mesmo pela base, direcionou-lhe à sua própria entrada, forçando a penetração com o movimento dos quadris. Mori-Senpai sabia que ele podia acabar se machucando nessa posição, pois teria todo o membro dentro do menor e não poderia controlar a penetração, como fizera das outras vezes, tendo sempre cuidado para não machuca-lo, porém ficou tão surpreso com a atitude do loirinho que não conseguiu ter uma reação antes de se sentir seu órgão totalmente pressionado pelo canal quente e apertado do pequeno.
Ao voltar a si pode ver que finas lágrimas escorriam pelos olhos do mais velho, porém esse não se mostrou arrependido e, assim que se recuperou da dor inicial, passou a se movimentar para cima e para baixo sobre o maior, primeiro lentamente, porém aumentando o ritmo logo depois. O mais jovem encontrava-se extasiado com a sensação de estar totalmente dentro do corpo do menor, não só pelo prazer, mas porque aquele era um momento especial para si, quando podia demonstrar o quanto amava e desejava o pequeno, e agora esse também mostrava para si o quanto o desejava e queria dar-lhe prazer. Porém logo o loirinho se cansou da posição em que estava e, saindo de cima do maior, se colocou de joelhos sobre o colchão, o tronco apoiado pelas mãos e as nádegas viradas na direção do maior, que naquela posição tinha total visão da entrada já avermelhada e úmida do mais novo, além das nádegas redondas e já ligeiramente inchadas pela fricção constante. Dessa vez o mais alto não teve como resistir, ter o pequeno de quatro para si, praticamente se oferecendo a ele, com a entrada rosada piscando em sua direção e o rosto afogueado com um olhar suplicante... levantando-se rapidamente, colocou-se atrás do menor, também de quatro, cobrindo praticamente todo o corpo do pequeno, de modo que seus braços ficaram um de cada lado da cabeça do pequeno. Sentiu o mais velho insinuar-se, roçando o quadril em sua ereção, e sem dar chances ao menor, segurou o membro dirigindo-lhe à entrada apertada, e estocou fortemente, preenchendo-o de uma única vez com o membro entumecido. O pequeno arfou com a ação, mas logo sentiu-o pressionar um ponto especial dentro de si, que o fez fraquejar sobre os braços, ficando seu torso agora sustentado pelo ombros. O maior, percebendo a reação do menor, passou a estocar com força repetidas vezes naquele mesmo ponto, ao mesmo tempo em que tomou-lhe o membro entre os dedos, estimulando-o no mesmo ritmo em que se arremetia dentro dele. Honey não conseguia mais formar uma linha de raciocínio, a maneira como o maior o tomava era quase insana, não que ele fosse reclamar, mas o moreno parecia ter realmente gostado das preliminares que o pequeno o proporcionara, tanto que agora parecia completamente empenhado em devolver o prazer que recebera.
Uma fina camada de suor começava a cobrir os corpos que se chocavam um contra o outro produzindo barulho eróticos que se misturavam com os gemidos lânguidos do menor e com os ruídos roucos do moreno. Honey sentia seu canal arder com a penetração rápida e intensa do maior, mas o prazer de sentir-se preenchido por aquele enorme volume e ter seu ponto de prazer tocado repetidas vezes superava qualquer incômodo. Mori, por sua vez, percebia o menor de contorcer abaixo de si e, consequentemente, seu membro ser sugado pelo canal que se estreitava a cada vez que atingia-lhe a próstata. Em uma estocada mais firme percebeu o mais baixo soltar um pequeno silvo, seguido de espasmos corporais intensos, que o levaram a lambuzar sua mão com jatos fortes e quentes de sua essência. Ao sentir sua ereção sendo sugada e esmagada pelas paredes quentes e úmidas, o maior não pode resistir e gozou fortemente dentro do loirinho, percebendo o excesso de sêmen escorrer para fora por entre as nádegas do menor e molhar os lençóis assim que se retirou de dentro dele.
Ao sair de cima do pequeno, Mori desabou ao lado deste na cama e pôs-se a lamber a mão lambuzada do esperma do menor, que corou intensamente com a cena, e também desabou na cama ao lado desses, porém deitado de bruços. O maior, ainda instigado pela posição em que o menor se encontrava, apertou-lhe as nádegas, passando os dedos entre elas e capturando o resto do sêmen que escorrera, levando-a em seguida aos lábios do pequeno que, mesmo envergonhado os aceitou, sugando-lhes avidamente. Depois beijaram-se de forma lenta e sensual, um beijo repleto de carinho e significados.
O moreno puxou o menor para si, num abraço apertado e o menor, já bocejando, disse:
- Né Takashi...será que o Tamaki, a Haru-chan e o HIkaru e o Kaoru-khun vão se acertar como a gente?
O Morinozuka assustou-se com a pergunta do loirinho, teria ele percebido alguma coisa entre os hosts?
- Você quer dizer...como agora? Você acha que eles...?!
- Não!!! Não é isso que eu quero dizer...na verdade, o Tamaki e a Haru-chan sim...mas quanto aos gêmeos, eu só quis dizer que eles parecem meio chateados um com o outro...eles deviam conversar e se acertar, mas eu não acho que eles teriam algo desse tipo...eles são irmãos!
- Bom...se você parar pra pensar bem, eu e você também sempre fomos como irmãos...
O Haninozuka pareceu refletir por um momento e percebeu que realmente, talvez isso fizesse sentido e não seria ele a recriminar os gêmeos por isso. Pelo contrário, daria a maior força se isso os fizesse felizes.
- Talvez você tenha razão...quem sabe o baile ajude-os a se aproximarem.
Mori-Senpai então lembrou-se de algo importante, o real motivo que o fizera ir ali naquela tarde.
- Mitsukuni, por falar em baile, você quer ir comigo?
O menor pareceu surpreso, sabia que o moreno não iria com nenhuma garota, mas não imaginava que ele fosse se motrar tão aberto a possibilidade de exporem sua relação.
- Você quer dizer....como seu par? – Os olhos do pequeno brilharam de ansiedade.
- Não...quero dizer como meu namorado! — um singelo sorriso brotou nos lábios do Morinozuka enquanto dizia essas palavras.
- Haaai! – O loirinho abraçou o torso nu do maior e não demorou muito a adormecer embalado pelas carícias que recebia nos cabelos pelos dedos longos do mais jovem, que logo também se rendeu ao sono, satisfeito pela reação do mais velho ao seu pedido.
E esse baile ainda daria muito o que falar, já que apesar de não ser necessário levar uma companhia, ninguém queria se arriscar a ficar sozinho durante a festa, portanto todos os alunos do colégio Ouran já corriam atrás de alguém para ter como par no tão esperado dia.
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Notas finais
Agora é sério gente, quanto a maneira de agir do Mori-Senpai, eu não quis deixar OOC, mas eu imagino ele muito submisso ao Honey e aí saiu isso...sei que tá bem pervertido...mas não pude evitar!
Espero que não tenha ficado muito ruim...particularmente eu gosto de escrever lemons, mas não sei se sou muito boa com eles =S
Ainda não sei quando vem a continuação, mas espero que logo, porém não prometo.
Se você leu até aqui, não custa comentar, aceito críticas, sugestões, balas, cafuné, pedradas e sanduíche de presunto.
Abraços o/
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