Notas iniciais
Ficou bem grandinho, e eu rir muito escrevendo esse capitulo, além de ter mais umas partes meio quentes.. Hm.. Eu não vou deixar de escrever a fic okay? Foi meio que um piti momentaneo S: Mais ainda aceito co-autores u_u Enfim.. nos vemos lá em baixo meus bolinhos (: PS: Onde tem escrito que ela botou uma roupa comum, cliquem em Roupa que é um link, vai aparecer o visu dela tá?

Acordei e olhei em volta, eu não estava no quarto do hotel. Estava em uma espécie de suíte presidencial, era tudo muito grande e com uma cama maior que a king size com decorações em preto e vermelho.

– Porque os deuses gostam tanto de me trazer aos lugares em sonho? – Perguntei em voz alta.

– Talvez porque você seja muito importante. – Uma voz doce, melodiosa falou de um canto do quarto.

– Perséfone? – Sim, eu estava no mundo inferior. De novo...

– Exatamente. – A deusa da primavera falou.

– O que houve? – Perguntei.

– Não houve nada, só queria te dar um aviso.

– Sou toda ouvidos. – Falei e cruzei os braços.

– Para de tentar salvar todo mundo, vai acabar matando você. Eu te curei uma vez, não posso fazer de novo, Deuses não podem ficar se metendo na vida dos mortais, e além disso, você não sabe se esse Greg é tudo isso que você pensa ser. Tenta se manter a salvo primeiro e depois salvar os outros. – Perséfone disse se aproximando de mim. Agora eu sabia porque meu pai tinha a raptado, ela era linda e com as feições doces.

– Eu prefiro morrer, a deixar alguém morrer por mim. Eu não me preocupo com o que vá acontecer comigo contanto que não aconteça nada a eles, e nada do que você diga pode mudar isso. O Greg pode acabar sendo uma decepção mesmo, mas por enquanto, ele está me fazendo feliz.

– Tudo bem, você que sabe, era só um aviso. Maldita benção da Deusa do amor. Arrgh, hora de voltar querida. – Perséfone disse e estalou os dedos.

Olhei pra cima, Charlie estava me balançando pelos ombros e gritando meu nome.

– Ai Helena, graças aos Deuses, você nos assustou. Não acordava nunca. – Ela disse e botou a mão no coração. Eu ri da cara de preocupada dela.

– Do quê você está rindo bitch? Quer me matar do coração? (¬¬’)

– De nada, é que você fica fofa quando está preocupada. –Eu falei e apertei a bochecha dela que deu um tapa na minha mão.

– Cadê o Greg? –Perguntei e Charlie me olhou com aquela carinha maliciosa.

– Tá tomando banho, ele disse que ia com você procurar um trem que sai pra Espanha, eu vou ficar aqui no hotel porque não entendo nada do que falam, e tratem de voltar na hora de trazer meu almoço. – Ela falou e fechou a cara, quando a gente se entreolhou caímos na gargalhada.

– S...sim, madame, eu trago o seu almoço – Eu disse entre lágrimas de risos. – Deseja mais alguma coisa dessa pobre serviçal?

– Um café da Starbucks com leite desnatado e bem quente seria bom também. – Charlie falou se dobrando na cama de tanto que a gente estava rindo.

– Dorgas? – Falaram do outro lado do quarto. Nós não agüentamos quando vimos o Greg todo ensaboado da cabeça aos pés e de toalha, rimos muito mais ainda.

– O... o que droga... acon...aconteceu contigo ? – Perguntei com dor na barriga já.

– Entrou em uma banheira de sais de banhos mas achou o cheiro tão bom... que... que decidiu ficar com ele no corpo? – Caramba, a Charlie tava muito vermelha.

– Não suas drogadas, acabou a água. Alguém vai por favor na recepção ver o que aconteceu? (¬¬’) – Greg perguntou pra gente que já estávamos quase jogadas no chão.

– Po...pode deixar, eu vou. – Charlie saiu do quarto ainda rindo.

– Ai, ai caramba. – Eu falei me sentando na cama e ajeitando os cabelos. – Muitas dorgas. – Olhei pra o Greg ensaboado e gargalhei mais um pouco. – Ok, ok, parei tá. – Respirei fundo e segurei o riso.

– Eu eim... mulheres, nem Froid explica. – Ele falou balançando a cabeça como quem diz: Essa ai não tem jeito.

– Sabe, até que você ficou sexy assim. – Falei me aproximando e passando a mão no peito dele. Agora foi a vez dele dar risada.

– Ok Helena, próxima piada tá? – Ele falou rindo e segurando a minha mão, depois rodou meu pulso e me puxou pra ele.

– Caramba Greg, agora você me sujou toda. –Falei.

– Tanto faz. – Ele riu e segurou na minha cintura, foi se aproximando e se aproximando. Então ele me beijou, foi um beijo muito melhor do que o de ontem. Era mais detalhado, ele percorria cada canto da minha boca com a língua e segurava a minha cintura tão forte que parecia que eu nunca mais poderia sair daquele abraço. Entrelacei a mão nos seus cabelos molhados e cheios de espuma e o puxei mais pra mim, ele foi recuando comigo até eu estar colada na parede. Beijar o Greg era como se nada mais no mundo existisse além de nós dois, eu estava quase sem ar, mas nós não parávamos de nos beijar, ele começou a morder o meu lábio inferior, eu estava ficando com as pernas bambas, me separei dele e passei a mão nas suas costas.

– Tá bom né? A Charlie vai chegar a qualquer momento. – Eu disse sussurrando no ouvido e mordendo o lóbulo da orelha dele que estremeceu. Senti gosto de xampu de morango na boca. Pode ter certeza que eu tive que ter muita força de vontade pra conseguir parar de beijar ele.

– Tudo bem, é melhor pararmos mesmo, eu não sou muito contido. – Ele disse e me olhou com um sorriso brincando nos lábios. Sorri de volta e peguei uma toalha pra tentar me limpar, posso dizer que não deu muito certo não é?

– Voltei. – Charlie disse batendo a porta. – Já consertaram a água, é que alguma criança entrou na área de acesso restrito e mexeu em um registro. – Ela falou e então olhou pra mim que estava com o cabelo duro por causa do sabão, e depois olhou pro Greg.

– Tá, vou terminar meu banho então, obrigado Charlie. – Ela assentiu e ele entrou no banheiro. Charlie virou pra mim e do nada começou a rir.

– Por favor Charlie, de novo não. – Eu disse tentando me conter.

– Vocês ficaram de pegação aqui quando eu sai não é?

– Éer... Mais ou menos. – Eu disse já morrendo de vergonha e rindo ao mesmo tempo.

– Mais ou menos nada Helena, você está toda ensaboada e com o cabelo duro. – Ela falou pegando no meu cabelo. – A coisa aqui foi boa não é? ~le cara de malicia~

– Ai sua besta, tá a gente ficou. Algo contra? – Pergunte a olhando de soslaio.

– Nada contra, se ele te faz feliz, eu fico feliz. – Ela disse e me abraçou. Sorri. Greg saiu do banheiro já arrumado e foi minha vez de tomar banho. Tomei e botei uma outra roupa, tão comum quanto a anterior.

– Temos que achar uma estação de trem próxima daqui. – Falei.

– Sem problemas. – Charlie disse puxando um notebook. –A gente pesquisa na internet. Eu sei que atrai monstros ok? –Ela falou já nos calando. – Mas é o único jeito, que os deuses nos protejam. – Então ela começou a navegar e uns vinte minutos depois...

– Achei, fica a uns dois quarteirões daqui. – Ela Fez uma espécie de mapa. Na verdade Charlie desenhava muito bem. – Tomem. – Ela disse entregando o mapa. – Fiquem com os celulares, qualquer coisa eu ligo pra vocês, e tomem cuidado viu? – Ela disse com aquela velha carinha maliciosa.

– Ok, vamos Greg. – Falei puxando ele pelo braço. Peguei minha bolsinha tiracolo que eu havia trazido na mochila, enfiei documentos, dinheiro mortal, meu celular e o do Greg, botei minha jaqueta e meu cachecol. ( Europa Hello??) e fomos pra tal estação.

– A missão já está muito ruim pra você? – Perguntei pra Greg enquanto caminhávamos.

– Claro que não, tem um motivo que faz ela valer a pena.

– Posso saber qual?

– Você. – Ai, ele era tão fofo. E foi chegando perto de mim. O afastei com o braço.

– Sem contatos físicos, não somos muito controlados lembra? – Eu rir, e ele riu junto comigo. Chegamos na estação e fomos pra um guichê, perguntei sobre passagens pra Espanha.

– Sai um trem amanhã de manhã. – A moça disse falando em português de Portugal, eu sempre achei muito mais lindo que o português Brasileiro.

– Ok, vamos querer três. – Eu disse e entreguei o dinheiro a ela.

– Brasileira? – Ela perguntou.

– Sim.

– Eu também sou Brasileira, mas moro aqui desde pequena. Dá pra ver que você é Brasileira só pela aparência, morena clara, cabelos castanhos ondulados e olhos penetrantes, sem falar nas curvas. – Ela falou me olhando de cima a baixo.

– Ér... Obrigada... Eu acho. – Eu disse já sem graça e peguei as passagens.

– Vamos Greg? – O puxei pelo braço.

– Impressão minha ou ela estava te cantando? – Ele perguntou olhando pra trás.

– Ah, sei lá. – Eu rir e o abracei. – De qualquer forma, ela não faz meu tipo.

– E qual o seu tipo?

– Além de homens em geral? Você. – Ele deu um dos sorrisos radiantes, e me beijou.



Notas finais
E aii? Gostaram?? Eu partircularmente gostei u_u Deixem reviews se acharem que eu mereço. Bjoos de ambrosia e até o próximo. ( In Espanha. ~dança flamenco~ ) usahuashuas' Pareii. X.o.x.o