Por Trás Dos Sonhos.
12 Capítulo XI - Um último beijo.-Segunda temporada.
Notas iniciais
IMPORTANTE> Leiam as notas finais please!
Sabe aquele momento que vc tem um fic, leitoras lindas e especias como vcs e um professor maldito te passa um monte de trabalho e provas?!
Sabe?... pois bem, foi isso que aconteceu, então perdoem-me, eu estou num momento complicado....
e EU GANHEI UMA RECOMENDAÇÃO?! SÉRIO MESMO PRODUÇÃO? EU VI ISO DIREITO?!
- Viu sim!
AHHHH! vou surtar... sua LINDHA*.*
AMEII A RECOMENDAÇÃO PALMAS PARA > [ID #354373] AnaHidemi< Que quase me deu um derrame. ataque cardíaco ou slá o quê kkkkkkk
Amei linda mesmo*.*
2º- Quero agradecer á todas minhas leitoras fiéis^^ e queria pedir para que as leitoras fantasmas apareçam pleaseee... :(
3º ér iso espero que gostem do cáp... fiz com muito amor e carinh9o,,, e ele está bem emotivo u.u
Do Contra POV’S
– Vocês não têm nenhum suspeito ou suspeita ainda? – perguntei.
– Temos sim... Acho que acabamos de encontrá-lo – ele com um tom de voz ameaçadora.
– Quem é então? – pergunto irônico.
– Você! – diz firme e fazendo um sinal com as mãos. Que eu não sabia o que era ante sentir dois guardas algemando-me e levando-me para algum lugar.
– Ei! – gritou a mãe da Mônica. – p-para onde estão levando ele? – ela pergunta.
– Digamos que o seqüestrador da sua filha estava bem debaixo dos nossos narizes. – o delegado diz com um sorriso de canto.
– O quê?! Como assim? – perguntei mexendo minhas mãos que estavam agora presas.
(...)
– Não se faça de idiota, sabemos do seu joguinho garoto. — o detetive que se apresentou como Elliot Stabler disse entrando naquele cubículo em que me botaram para interrogarem-me.
– Vou repetir novamente, eu não tenho nada haver com o desaparecimento da minha namorada! – exclamo.
– As únicas pessoas que sabiam que vocês se veriam era você, ela e suas famílias. Só que não tenho como suspeitar dos pais da... – ele olhou rapidamente em um papel e voltou a me encarar. — Mônica. As câmeras do restaurante Paladino os filmaram comendo lá.
Deu uma pausa e se sentou, me olhando como se eu estivesse feito algo de errado e que iria ficar no “cantinho” de castigo.
– Eu não fiz nada! Pergunte a minha mãe e meu irmão. Eu estava com eles desde manhã e não saí de lá.
– Oh! Claro que estava... – disse em sinal de redenção. – também não tenho que suspeitar da sua mãe e de seu irmão. Aliás detectamos uma chamada de pedido de comida chinesas e pelo o que o entregador me disse um garoto de franja o atendeu e quem fez o pedido tinha voz de uma mulher adulta. Ou seja... – ele respirou pesado e com as mãos na frente disse sarcástico. – só sobra você! Me diga Maurício, onde você estava?
– Eu já disse! Estava em casa! Fale com minha mãe antes de tirar conclusões precipitadas. – cuspi as palavras sentindo ainda o gosto amargo que senti ao pronunciá-las.
Ele fez uma cara não muito amigável, e logo depois sorriu assim que uma mulher de óculos e cabelos ruivos entrou na sala.
“A Mônica ficaria tão linda de ruiva...” – penso comigo mesmo.
– Detetive Stabler.- entrou e cumprimentou o homem que á um tempão me interrogava. E cochichou algo no ouvido dele e com um acenar de cabeça se despediram.
– Hum... – sentou-se novamente. – e se eu disser que rastreamos uma ligação do seu celular no momento exato do desaparecimento da vítima. O que me diz disso?
– Mas eu...
– Espere. – ele me cortou. – tem mais... Ouça.
Dito isso pegou uma caixinha preta que eu não fazia a mínima idéia do que era. E apertou um botão onde apareceram vozes.
“1ºPessoa- Alô. (Uma voz masculina nessa primeira voz.
2ºPessoa- Mônica já saiu de casa. (Uma voz feminina na segunda voz).
1ºPessoa- Ótimo faça o seu trabalho que é raptá-la e levá-la para aquele lugar onde eu lhe disse, e por favor não deixe nenhum tipo de rastro.
2ºPessoa- Não te preocupa gato, eu sei o que fazer. ;)
1ºPessoa- Beijo gata te ligo depois.”
A “fita” parou e o detetive sorriu de canto, estava realmente aproveitando-se na minha drástica situação.
Antes que eu pudesse me opor contra partida. Minha mãe corre para dentro da sala e começa a xingar.
– Seus BAKAS! O-o que estão fazendo com o meu filho hã?! – sim, ela sempre misturava o japonês com português e uma mistura linda e aromática de chinês, quando estava com raiva e á beira de um colapso.
– Seja lá o que for “Baka”, temo que foi um desacato á autoridade. – o detetive disse chamando os guardas.
– Vocês são incompetentes ou o quê?! Tirem-na daqui imediatamente! – completou e voltou a se sentar massageando a cabeça.
– NÃO ENCOSTEM EM MIM! – percebi que minha mãe não iria ficar quieta por nada, deixei-me intervir.
– MÃE! – gritei e ela arregalou os olhos ofegante deixando-se ser segurada pelos guardas.
– Ora seu insolente! Como ousa gritar com a sua mãe que está te protegendo! – cospe as palavras e faz cara de choro.
Ah não! A carinha de choro não...
– Mãe, por favor peço que retire-se para que os policiais e investigadores possam fazer o seu trabalho. – digo olhando-a nos olhos, nossa linguagem de olhar era infalível.
Noto a surpresa dos guardas que a prendiam quando ela sorriu e com uma voz meiga disse.
– Certo meu anjo. Cuide-se. – dito isso após acordarem de seu espanto levaram-na dali.
– Vejo que você pode até ser mais maduro que sua mãe.
–... – permaneço-me calado olhando pra baixo.
Ele abriu boca para falar alguma coisa mas... Uma mulher, muito bem vestida com uma saia lápis cinza até um pouco antes do joelho, uma blusa social branca com um “terno” feminino preto, básico porém, formal, era loira e tinha no rosto um sorriso carismático.
– Vejo que começou a interrogação na minha ausência Det. Stabler.
– Sim, perdoe-me mas descobrimos isso. – dito isso o detetive pôs novamente aquela fita a tocar, e as vozes apareceram.
Porém não era minha e não fui eu quem ligou, alguém deve... deve ter pego meu celular! Mas... como iriam acreditar em mim?
– Otimo! Faremos um acordo então. – ela olhou para mim e logo em seguida se desculpou por não ter se apresentado antes, disse seu nome que era “Ellizabet”.
– Certo acho que já podemos ter uma conversa particular advogada, para sabermos como vai ser o julgamento. – disse o detetive levantando-se.
– Levem ele para uma cela, por enquanto longe dos presos maiores.
– O quê?! Como assim uma cela? – perguntei me levantando com certa brutalidade.
– Acalme seu cliente por favor! – exclamou o detetive Stabler. – já temos provas suficiente para prende-lo, se confessar terá á sorte de ganhar apenas dois anos de prisão em um reformatório para jovens delinqüentes.
– Mas eu não fiz nada! – exclamei sem aumentar o tom de voz.
– Ah não! Você só planejou seu “parca” que fez o trabalho sujo. = disse com sarcasmo e logo se retirou.
– Não... – murmurei baixo somente para somente á mim ser ouvido.
Mônica POV’S
– Oi princesa como vai você? – penha diz com ironia enquanto adentrava o cômodo.
– O que você acha, sua idiota?! – digo entre dentes fazendo-a me encarar feio.
Andou até mim com um sorriso malicioso nos lábios.
– Acho melhor você me responder com muita boa vontade senão nunca mais sairá daqui, está me ouvindo?! – rosnou entre dentes e eu apenas virei o rosto e concordei com a cabeça.
– Ótimo! Agora vou indo, só queria saber como estava mesmo. – soltou uma risada abafada e concluiu. – não tente nenhuma gracinha viu?!
Rindo se foi trancando a porta, que por sinal era frágil.
Bom e se eu quebrá-la... ?
Eu poderia sair...
E ficar livre...”
Certo, vamos Mônica pense. Precisamos de algo duro para isso.
Um pau de madeira...
De ferro...?
Uma vassoura...! – pensei com os olhos brilhando, pulei com a cadeira de pouquinho em pouquinho e assim que cheguei perto da vassoura, a porta foi fortemente arrombada.
– Alí! – um policial armado e com um colete apontou para mim. — peguem-na e tirem-na daqui, imediatamente!
Logo uns policiais fardados e fortes desataram o nó das cordas. – soltei um suspiro ao ser solta. – eram visíveis as marcas roxeadas que rodeavam meus punhos e tornozelos.
Logo depois de solto, vejo alguém correndo em minha direção, abraçando-me forte.
– Graças á Deus você está bem! – de primeira impressão pensei que era o Do Contra mas ao ouvir sua voz, reconheci de imediato quem era.
– Cebola... o que faz aqui? – pergunto sentindo minha cabeça latejar...
– Eu estou...
– Depois vocês continuam com a sua conversa agora temos um mandado de prisão á fazer, e essa mocinha precisa ir ao médico.
– Não precisa senhor eu estou muito bem. – disse e quase que caio se não fosse pelos braços de cebola que agora me seguravam.
– Acho que precisa ir ao médico. – ele diz e cebola se pronuncia.
– Deixe-me que eu á levarei.
– Não. Acho melhor nós fazermos isso porquê...
– Por favor! – cebola suplicou estava realmente estranho. – deixe-me levá-la. – me olhou com carinho, e pegou-me no braço, fazendo-me segurar forte em sua nuca.
– Bom... acho que abrirei uma exceção já que essa princesinha aí ainda não desmaiou. Está bem então. – o policial diz e com um aceno de cabeça sai.
Cebola estava me carregando, e vi uma das cenas mais chocantes que eu já vi.
– Do Contra estava sendo algemado. Imediatamente pulei dos braços do cebola, e tropeçando cheguei até ele.
– Do Contra! – praticamente grito, com lágrimas nos olhos, e antes que ele pudesse ser preso por completo nos abraçamos fortemente, inalando o cheiro um do outro.
– Princesa... – disse beijando meus lábios.
– FIQUE LONGE DA MINHA FILHA SEU... MONSTRO! –de repente apareceu meu pai dando um soco bem na cara do Do Contra cebola veio correndo e me abraçou como se estivesse querendo me consolar.
– PAI! – minhas lágrimas já desciam descompassadas. – por quê fez isso?! – pergunto indignada.
– FOI ELE QUE ARMOU TUDO!- Exclama. – ele que te seqüestrou minha filha! – dito isso ele corre para me abraçar.
Eu retribuo afinal ele é meu pai. Filho para o chão e os guardas levantam o Dc.
Me solto do meu pai. E volto minha atenção ao Do Contra ambos estávamos com os olhos marejados.
– Dc...
– Mô...
Dissemos juntos, andei até ele e entre soluços perguntei.
– Eu acredito em você meu amor... – passo a mão em seu rosto acariciando-lhe.
– Estava tudo perfeito porque eu faria isso com a garota que eu amo?! – ele pergunta incosolado.
– Tenho certeza que eles vão achar o verdadeiro culpado e...
– Não vão! – rosnou – fizemos um acordo se eu confessasse eu ficaria apenas dois anos no reformatório e eu...
– NÃO! – gritei fazendo os policias se assustarem. – vocês não podem prendê-lo.
– Perdoe-me Srt. Sousa, nós podemos e vamos. Que fique claro que ele confessou e irá confessar novamente na audiência.
– Não, não... – neguei repetidas vezes, abraçando meu namorado com força. – fica comigo... – digo baixinho para ninguém além dele ouvir.
– Eu vou voltar, e irei te procurar. Ficaremos juntos o resto das nossas vidas... – ele diz, e meu pai se pronuncia.
– Só por cima do meu cadáver você vai ficar com ela! – meu pai diz puxando-me para longe dele.
– Não pai...! – suplico, correndo novamente até o Dc beijando-o.
Ele corresponde com a mesma intensidade.
Não queria perde-lo...
Não queria deixá-lo...
Não queria ficar longe...
Eu o amava...
Ele me amava...
Suas mãos que estavam com umas algemas penduradas rodearam minha cintura, e as minhas acariciava-lhe o rosto e limpava suas lágrimas. Outrora eram as minhas lágrimas que eram limpas.
Sinto alguém me puxando, mas me mantenho firme. Não irei sair dali sem nem ao menos um beijo... Um último beijo.
Notas finais
POR FAVOR LEIAM ATÉ O FINAL! ^^
Bom, não tem aquela tabela de melhores leitores e blá bá blá?
Eu não curto favoritar reviews por que acho que todos devem ser favoritados, e eu não quero causar uma discórdia de quem é o melho leitor, concordam?
Então eu irei dar uma estrelhinha (sempre) para o primeiro á comentar, capiche?!
Vai ser assim então... Não me deixem no vacúo por favor e respondam no review o que acham srsrsrss'
Beiiijinhos lindasss"!*.*
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