Por Trás Dos Sonhos.

5 Capítulo V - "Você é maravilhosa!"


Notas iniciais
Oiiiiii lindos(as), demorou um pouquinho mais saiu, espero que gostem fiz com muito carinho para vocês, e parar matar a curiosidade sobre a tarde de mônica nesse cáp vocês iram ver kkkkkkk'

Espero que gostem*.* E Obrigado de coração á todos os meus leitores os que comentam ou não, não importa dolu todos voxês*.*

Qualquer coisa , se viram que não respondi os reviews do cáp passado, eu irei responde á todos tá? Assim que tiver um tempinho....

Beijinhuss lindos(as) não se esqueçam de deixar reviews.*.*

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"...- Você é maravilhosa!..."


– Bom vamos encaixar as peças. – disse. – cabelos longos e pretos, vestes vermelhas e que deve não gostar muito de mim. – disse e segundos depois ela protestou:



– Diz logo! Já estou curiosa! – falou nervosa e roendo as unhas.



– Penha! – disse por fim, e a comilona arregalou os olhos.



– Será? – indagou se ajeitando no banco. – mas...por quê ela faria isso?!



– Acho que ela soube que o cebola tinha ido falar comigo ou algo do tipo...- disse soltando o ar preso nos pulmões. – mas não me importo, eu não o quero mais...- disse.



– Essa garota é louca, só pode! – disse parecendo assustada. – mas.....me conta como está você e o Dc! – com um sorriso malicioso no rosto comecei a relembrar a tarde passada....



FLASBACK ON’



– Você não existe Dc. – disse quando nossos olhos se encontraram, ele sorriu e nos beijamos novamente. Suas mãos firmes apertaram mais minha cintura e me erguendo com facilidade me colocou em cima do balcão separamos nossos lábios para sentirmos a pele um do outro suas mãos passearam pelas minhas pernas e entrelaçou as mesmas em sua cintura enquanto beijava com volúpia meu pescoço fazendo os pelos de meu corpo enrijecerem.



– Você gosta disso, não é? – perguntou em sussurros no pé de meu ouvido mordendo o lóbulo de minha orelha de leve, mordi o meu lábio inferior segurando um gemido preso na garganta, “Ele adora provocar!”, pensei e como!...



sim...- disse com a voz falha suas mãos passaram por toda a extensão de minhas costas, e “colando” ainda mais nossos corpos, voltou a atenção para os meus lábios, vermelhos, com o recente amasso.



Nossas línguas se encontraram, e meu coração parou assim como o mundo ao meu redor, não conseguia pensar em mais nada, estava “concentrada” demais para reparar em outra coisa á não ser nessa perfeição divina, na minha frente!



Por mim ficaria beijando-o a tarde inteira, os seus toques me deixavam arrepiada, seus lábios eram extremamente viciantes sentia uma vontade imensa de arrancá-los somente para mim, mas a maldita falta de ar nos invadiu e nos separamos só pra respirar, com as mãos firmes me desceu do balcão, mas acabei escorregando teria ido de cara no chão se o Dc não tivesse me segurando com as mãos na sua nuca, fiquei assustada.



– Cuidado princesa...- falou com um sorriso maliciosa de canto extremamente sexy me fazendo suspirar foi quando percebi que uma dor extremamente incomoda estava afetando meu pé.



– O que foi? – perguntou preocupado com minha reação, ainda me segurando.



– Meu pé. – disse fazendo uma cara de dor, tentando por o pé no chão, mas quando pisei me arrependi. – merda! – gemi de dor que dor infeliz.



O Dc respirou fundo e disse:



– Já sei...- disse me pegando no colo, estilo “Recém casados” .- você torceu o tornozelo. Vamos dar um jeito nisso. – disse enquanto me levava ao sofá me sentando delicadamente me sentei com ar pernas em uma “pirâmide” acariciando meu tornozelo.



– Você tem algum tipo de óleo massageador? – perguntou bagunçando os cabelos. Estávamos os dois um pouco constrangidos.



– No meu quarto. – disse ainda sentindo dor, ele me olhou como se esperasse que eu dissesse alguma coisa. – o que? – indaguei olhando-o ele sorriu.



– E-eu não sei onde é o seu quarto.



– última porta á esquerda. – disse fazendo os sinais com os dedos. Ele subiu rapidamente e voltou com o óleo em mãos.



– Aqui. – disse se sentando e com as mãos me puxou para mais perto dele, pondo uma de minhas pernas ao lado de seu quadril, e com um sorriso tímido falou:



– Permite-me? – eu apenas assenti com a cabeça, pôs o óleo nas mãos e esfregando uma na outra começou a massagear meus pés e tornozelo, que mãos maravilhosas ele tinha, “Seria maravilhosas em outro lugar também....”, disse meu interior deixe de ser tão pervertido interior! Mas ele estava certo, céus! O que está acontecendo comigo hein?!



– Está melhor? – perguntou tirando de meus devaneios com aquele cínico sorriso, sério! estou prestes a agarrá-lo, mas a dor incomoda do meu tornozelo me impedia de realizar tal façanha.



– Está sim...- disse tímida. – obrigada! – sorri e ele se levantou.



– De nada. – falou. – só falta por um pouquinho de gelo que vai melhorar logo, logo! – andou e trouxe pedras de gelos enroladas em um pano, com delicadeza pegou meu pé e pôs as pedras de gelo. Enquanto botava mais óleo nas mãos sentou-se entre as minhas pernas e eu surpresa o olhei com dúvida, ele sorriu e disse:



– Mônica...- ele começou a massagear a minha perna. Eu não o impedi aquilo era muito bom! – será que...eu e....você, nós é-er poderíamos ir á um lugar, sei lá juntos. – era tão fofo quando estava tímido, e as suas mãos trabalhavam perfeitamente bem na minha perna, o interessante era que, ele ia com elas até o joelho e as descia novamente, era como se ele não iria passar dos limites dos joelhos, fazia-me pensar em como ele era respeitador, “Voltando á pergunta!”, repreendeu-me, respirei fundo.



– Está me convidando para sair Do Contra? – perguntei com um sorriso irônico.



– E-eu? – gaguejou ficando ainda mais constrangido, diferente do Do Contra que me pegou de jeito na cozinha...”Gostei daquele Do Contra!”, é! Eu também gostei. Na verdade eu A-M-E-I! – a-acho que sim! – exclamou limpando as mãos em um lenço que tinha na outra mão.



– Eu aceito. – disse sorrindo sem mostrar os dentes.



– Sério?



– Seriíssimo! – disse divertida, e mexendo no meu pé, que já não doía como antes. – onde vamos, e quando vem me pegar? – disse me levantando até a cozinha e bebendo um pouco d’água.



– Vejo que já está podendo andar corretamente. – disse trazendo os gelos e jogando-os na pia. – se recuperou muito rápido, e...sexta-feira á noite, eu poderia vir aqui a hora que estivesse bom para você. – disse parando do meu lado, me virei e disse:



– As 20h00min estaria ótimo. – sorri e ele sorriu comigo. – iremos para onde? – perguntei chegando mais perto dele.



– Você gosta de música?



– Amo música! – disse sorrindo.



– Então vai gostar de ir á um clube, não? – indagou segurando em minha cintura, quando cheguei bem perto dele, “Próximos até demais!”, melhor que próximos até de menos! Disse.



– Bom, eu nunca fui á um clube, e sim eu gostaria. – disse sorrindo. – mas vou dizendo que prefiro as internacionais, e de preferência Pop.



– Certo. – disse se aproximando de meu pescoço. – você é muito mandona hein?! – disse beijando o meu colo, chegando aos meus lábios, e antes que pudesse falar alguma coisa beijou meus lábios. Um beijo sereno e afetivo, uma de suas mãos foram para minha nuca, acariciando os meus cabelos, e as minhas para a sua nuca, infelizmente tivemos que nos separar por causa da falta de ar.



– Mônica...- sussurrou no meu ouvido.



– quê? – murmurei de imediato.



– Deixa...- disse hesitando. – agora eu preciso ir...- disse baixinho.



– Mas já? – perguntei manhosa.



Ele sorriu querendo gargalhar.



– Eu não queria ir, mas eu preciso dar umas aulas de bateria para o Nimbus. – disse.



– Desde quando ele resolveu ter baterista? – pergunte me encostando no balcão. “Era bem mais divertido quando o Dc fez!”, disse meu interior, pelo visto mais pervertido do que eu!



– Sabe Amanda? – perguntou naturalmente.



– Como me esquecer da Vadia da praia? – perguntei cruzando os braços.



Ele sorriu e se encostou no balcão.



– Ele disse que a “ vadia da praia”, como você disse...- falou com aspas me fazendo sorrir e relaxar a postura. – gosta de garotos que saibam tocar bateria, que pelo que ele me disse, garotos que tocam bateria tem pegada. – disse sorrindo malicioso para mim e soube na hora no que ele se referia.



– Concordo. – falei me aproximando dele, como ficar longe?! É impossível!



– Bom...- ele disse bagunçando os cabelos. – resumindo, ele me pediu para ensinar bateria para ele.



– Ah...- grunhi baixando a cabeça. – posso pedir só uma coisinha? – disse olhando manhosa para ele.



– O que quiser pra essa carinha mais linda do mundo. – sorri.



Eu não disse mais nada, apenas agarrei a sua nuca e o beijei, ele não hesitou em esquentar o beijo, segurou meus quadris com firmeza, ele tinha mesmo uma pegada incrível, como tinha!



Colei mais seu corpo no meu, e agarrei os fios de seus cabelos, puxando-os mas não forte, ao ponto de machucá-lo, sem consciência o empurrei devagar na parede da cozinha, e minhas mãos passearam pelo seu peito até chegarem em seus cabelos, mordi seu lábio inferior e passei minha língua no mesmo, ele fez a mesma coisa, deixando-me “Animada”, digamos assim, e pude notar um volume crescer entre suas pernas, ele não tentou esconder e nem algo do tipo apenas me colou ainda mais nele, como se estivéssemos á quilômetros de distância, sua língua explorava minha boca, como se estivesse em ‘Caça ao tesouro’, ficamos nesse ritmo louco, mas sem avançar os limites claro, por algum tempo até que separei nossos lábios a procura de ar, ofegante, senti sua respiração no meu pescoço, fazendo-me arrepiar e disse assim que controlou a sua respiração:



– Nossa...- disse de cabeça baixa Ca curva de meu pescoço. – o que ia pedir mesmo?! – perguntou irônico. Apenas sorri.



– Foi...incrível. – falei tímida e ofegante, ele olhou em meus.



– Você é maravilhosa... – disse tentando se recompor.



– Mais algum pedido, princesa? – disse beijando minha bochecha.



– Nenhum mais, está livre, por enquanto. – disse irônica.



– Até sexta então...- disse beijando minha mão. “Awnn como ele é fofo!” , muiito!



– Até, e vê se não se atrasa. – disse ainda sabendo que ele sempre iria chegar antes.



Demoramos umas meia horas conversando até ele ir embora hesitando sair dali.



FLACBACK OFF’



–Mônica...- ouvi a maga me acordar. – acorda amiga! – exclamou.



– Ãh, O quê? – grunhi, voltando á realidade.



– Você ia me dizer como está vocês dois e você ficou viajando aí.



– Ah maga, estamos bem, bem até de mais.- disse sorrindo e suspirando, quando o Dc chegou e se sentou ao meu lado.



– Oi meninas. – disse e beijou o meu pescoço que estava a mostra. – do que vocês estavam falando.



– De nada. – disse tímida.



– De você. – falou a maga sorrindo, á infeliz! Eu tirando uma de verde aqui e ela fala merda. A olhei irritada que logo deu um sorriso amarelo ajeitando os cabelos.



– Ah, ér estou com fome, Mônica já que o Dc chegou, e você não pode ficar sozinha. – disse ela se levantando. – vou ir lá na cantina pegar algo para comer, beijos, fui.! – disse apressada e se foi, me deixando com cara de taxo.



– Então, o que vocês estavam falando de mim hein mô? – disse chegando mais perto beijando meu pescoço e minha bochecha.



– Nada só...- fui cortada quando vejo Penha puxando o cebola pelo punho para algum lugar.



– Só...- falou o Dc me estimulando a continuar.



– Só que você é incrivelmente incrível. – disse boba e ele gargalhou baixo.



– “Incrivelmente incrível?”. – disse sorrindo e me abraçando de lado.



– Bobo. – disse enquanto tomava meu suco, o Do Contra me distraiu totalmente da cena que tinha visto á tampouco tempo...



Notas finais
Oiiiiii lindos(as), demorou um pouquinho mais saiu, espero que gostem fiz com muito carinho para vocês, e parar matar a curiosidade sobre a tarde de mônica nesse cáp vocês iram ver kkkkkkk'

Espero que gostem*.* E Obrigado de coração á todos os meus leitores os que comentam ou não, não importa dolu todos voxês*.*

Qualquer coisa , se viram que não respondi os reviews do cáp passado, eu irei responde á todos tá? Assim que tiver um tempinho....

Beijinhuss lindos(as) não se esqueçam de deixar reviews.*.*