Por Trás Dos Sonhos.

10 Capítulo IX- O pior dos planos.


Notas iniciais
Oiiiiiie^^

Miilll e uma desculpas ela demora,,, foi quanto tempo hein? Um mês?! É.... Parece que foi isso mesmo... Sem criatividade total...
Podem me desculpar? :(

1º- Quero agradecer aos lindos leitores q deixam reviews Bjoos p/ vcs*.*

2º- Espero que gostem do cáp... E me perdoem pela minha demora :((

Bjosss e não esqueçam de comentar okay ? ;)

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"... Você é maluca...!"


As ruas estavam um pouco desertas demais, chegando a dar medo. Pensei em reconsiderar a ideia do Do contra ,e buscar mas já estava na metade do caminho.


– Ei... – ouvi um sussurro e me virei para trás. Não tinha ninguém, as ruas estavam frias o vento soprava forte arrepiando-me por completa e a única luz era a do poste que estava quebrado. Depois de me certificar de que não tinha ninguém nas minhas costas virei para frente.

– Surpresa. – diz alguma pessoa á qual não reconheço e sinto uma pancada forte na minha cabeça... e espasmos no meu corpo fazendo meu coração acelerar. E ficar inconsciente...


(...)


Acordo escutando algumas vozes baixas e sendo pronunciadas cautelosamente.

Ergo o olhar e vejo que estou em uma cadeira, e... – amarrada? – tento me desfazer dos nós porém estavam muito bem atados e eu não consegui me livrar dos mesmos.

Enquanto puxava e amarrotava aquela bendita corda, ouvi passos vindo á mim e uma sensação de pavor com um misto de curiosidade e ansiedade. Tudo junto, minha cabeça latejava e não deixei de morder o lábio de nervosismo.

– Olha quem acordou... – ouvi uma voz um tanto que feminina que aos poucos foi dando para vê quem era quando aparecera totalmente na luz.

– Você. – murmurei enojada com o que vi bem á minha frente.

Era ela. Aquela garota que implicava comigo desde que nos conhecemos, praticamente. Por um longo período de tempo, não entendia o porquê que ela intrigava comigo, e que sempre me deixava de lado nas brincadeiras.

– No que está pensando princesinha? – ela falou chegando perto. Perto demais para o meu gosto.

– Você... É maluca. – disse entre dentes e ao mesmo tempo querendo esganar aquela figura feminina e maléfica na minha frente.

– Será? –indagou irônica. – ou será que tive de fazer tudo isso para proteger o que é meu?

– Como é que é?

– O cebola sempre foi afim de você, não sei o que ele viu em uma baixinha dentuça como você! – apertei forte a cadeira abaixo de mim, queria mesmo quebrá-la até ver sangue. – eu fazia de tudo para ele me notar, eu até comecei a usar vermelho quando achei que era isso que o atraía. – ela sorriu de canto como se tivesse dito uma piada. – mas depois percebi que não era o que eu vestia, nem o jeito de como agia, era apenas você. Ele sempre foi apaixonado por você. O jeito como ele te olhava. – ergui uma sobrancelha sem entender aonde ela queria chegar. – eu só queria que ele me olhasse do mesmo jeito.

Ela baixou a cabeça e vi lágrimas escorrer por entre suas pálpebras, por um momento senti um pouco de dor por ela. Mas mesmo que o amor doa, isso não é motivo para uma pessoa chegar á isso.

– Penha eu nem sei o que dizer... – digo baixo. – por que você não me solta? Podemos conversar e eu não direi nada á ninguém, eu juro.

Em fração de segundos ela para de chorar e começa a rir alto, erguendo seu olhar para mim.

– Sente muito uma ova! – ela praticamente que rosna. – só por cima do meu cadáver você irá se livrar de mim dentucinha! Agora que eu descobri que era você o meu problema, não irei desistir dos meus planos, e só assim terei o cebola só pra mim. – ela fala imaginando alto.

– Mas eu não quero mais ele, é todo seu. Ele é um canalha tola é você de ainda acreditar no que ele diz. – digo ríspida.

– Não ouse falar assim dele! – ela diz olhando-me mortalmente. – ele não é o que você pensa! Ele é muito mais do que mostra ser, só basta olhar com jeito e saberá. Mas você nunca foi a garota certa para ele, o que ainda não entendo é o porque dele ter se apaixonado por uma sem sal como você.

Ta Mônica, essa te acertou em cheio, conta até dez e...

– SEM SAL É O CARALHO! – sem perceber as palavras já saíram da minha boca, ela me chamou de dentuça e baixinha, para completar ainda mais a façanha me chamou de sem sal. Essa garota gosta mesmo de brincar com fogo.

– Olhe aqui garota. – ele pôs um dedo na minha cara. – você está submissa á mim agora, então peço-lhe que meça as suas palavras! Senão bebê, você está lascada minha cara. – cuspiu as palavras, queria dizer poucas e boas bater nela até vê-la desmaiar, mas infelizmente ela estava certa, eu estaria mais lascada do que eu já estava.

– Muito bem garota. – ela afagou minha cabeça como seu eu fosse um cachorrinho dela. – vou ter que dar uma ligadinha, enquanto isso será que você pode ficar amarrada e paradinha aí? – indagou irônica e se retirou do lugar gargalhando.

– Vadia...


Do Contra POV’s


– Meu filho, você não disse que a Mônica chegaria as sete horas em ponto? – minha mãe pergunta e eu já estava nervoso com a sua demora já eram mais de sete e meia e nada dela.

– Sim. Ela confirmou e me disse que viria com toda a certeza mãe. – disse mexendo nos meus cabelos inquieto.

– Calma aí maninho, ele deve estar se maquiando ainda. Garotas são assim pode se acostumar.

– Pode ser... – digo respirando fundo. – mas ela.. a Mônica não é de se atrasar.

– Se você diz meu filho deve ser verdade mesmo, você a conhece melhor do que nós. – minha mãe diz, preocupada tanto quanto eu.

(...)


– Do Contra foi mal maninho, mas acho melhor a gente desistir de esperar ela. Já são mais de oito horas.

– Já chega vou ligar para o celular dela. – dito isso me levanto bruscamente da mesa e vou em direção ao meu quarto.

– Merda. – rosno jogando o celular em cima da cama. – porquê ela não atende o celular? – me pergunto.

E se ela apenas furou? Sério... Se ela fez mesmo isso comigo teremos uma conversa amanhã.

Respiro fundo e vou tomar um banho, ainda sem acreditar no que ela fez comigo.


Mônica POV’S


Abri meus olhos lentamente, rezando para quando os abrisse estaria no meu quarto, sendo abraçada pelo... Dc.

FAIL~

Não cheguei nem perto, não estou no meu quarto e muito menos sendo confortada pelos braços do Dc, ainda estava naquele bendito lugar, amarrada á uma cadeira minhas costas estavam me matando. – resultado do mal jeito que dormi.

Queria minha casa...

Queria sair dali...

Queria gritar e espernear, mas pelo jeito isso aqui não é uma casa comum, parece mais... Um buraco. E provavelmente ninguém me ouviria...

FLAS BACK ON’


Estava praticamente pegando no sono, se isso seria possível por que na condição que me encontrava poderia ser extremamente difícil deixar de me preocupar e me acalmar, quando sinto alguém que me cobria com uma certa cautela. E como eu sabia que só tinha Penha e eu naquele lugar, nem sequer abri os olhos para verificar, apenas fiquei um pouco confusa pelo fato dela ter feito isso.

Ela deu um suspiro e de cabeça baixa saiu do “qaurto”.

FLAS BACK OFF’


– Tenho que arranjar um jeito de sair daqui. – digo para mim mesma, aproveitando que Penha não está aqui.

Mais uma vez tento desatar o nó que prende as minhas mãos. Fracassada.

Bufo, e olho ao redor, não tem muita coisa aqui. Procuro por algo cortante e á minha esquerda dou de cara com umas gavetas, agora só basta chegar até lá...

Mas justamente quando me mexo – nem que tenha sido por segundos. – Penha entra no quarto com um sorriso no rosto, e com certeza havia malícia naquele olhar.

– Bom dia Môniquinha! – ela diz fechando a porta com os, enquanto carrega com si uma sacola.

– O que é isso? – pergunto entortando os lábios.

– O quê? – se faz de confusa – a sacola?

– O que você acha? – irônica a olho com desprezo.

– Bom... Digamos que eu tenho uma surpresinha pra você...



Notas finais
Até mais lindos(as) ^^

Miilll e uma desculpas ela demora,,, foi quanto tempo hein? Um mês?! É.... Parece que foi isso mesmo... Sem criatividade total...
Podem me desculpar? :(

1º- Quero agradecer aos lindos leitores q deixam reviews Bjoos p/ vcs*.*

2º- Espero que gostem do cáp... E me perdoem pela minha demora :((

Bjosss e não esqueçam de comentar okay ? ;)