Por Trás Dos Sonhos.
4 Capítulo IV - Meu herói!
Notas iniciais
Prometo juradinho que não demorarei desse jeito para postar o próx, mas como compensação eu fiz esse cáp, "Beeem" maior, como dá para ver.
OBS: Muiiito Obg á todos os meus leitores, os que comentam ou não dolu vcx do mesmo jeito**.**
Espero que gostem, e para dar uma prévia do cáp, se preparem que o Dc e a mô, aprontaram algo hihi!!
Beiijinnhus comentem por favor, essa fic é movida á reviews de vcsss**.**
" O que o coração sente, os olhos também vêem...!"
O sinal tocou e todos os alunos saíram de suas salas, e senti alguém me puxando para atrás da escola. Inalei um cheiro forte, e vi tudo ficar embaçado, cocei os olhos, mas nada adiantava, iria gritar, mas alguém tampou minha boca, e a última coisa que eu vi antes de cair com tudo no chão, foi um sorriso familiar e sádico...
– Pensou que poderia encostar no que é meu? – as últimas palavras que ouvi....
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– Minha cabeça está latejando, e meus olhos estão ardendo, o que aconteceu?! – perguntei-me mentalmente, interior você esta aí?! Não houve resposta – agora que eu preciso dele, ele não está, inútil!
– Mônica?! – ouvi uma voz secundária, e abri meus olhos vagarosamente, estava tudo embaçado, me apoiei com os cotovelos, e aos poucos fui reconhecendo aquela silhueta.
– Do Contra? – falei com a voz roucamente falha. – o-onde eu estou?! – perguntei olhando ao redor, e percebendo minha consciência voltar ao seu estado “normal”, sim entre aspas, por que nunca fui normal mesmo.
– Está no seu quarto mô...- ele sorriu acariciando os meus cabelos.
– Parece que estão me acertando com martelos na cabeça..! – disse acariciando a lateral de minha testa. – aliás, como vim para aqui?! Como você veio parar aqui? – indaguei e ele se sentou ao meu lado, na cama, e sorrindo explicou:
FLASBACK ON’
Do Contra Pov’s
– Tchau galera, já vou indo. – disse enquanto me retirava da sala, o sinal já tinha tocado então fui na sala da Mônica, talvez fôssemos juntos para uma lanchonete ou algo assim.
– Magali você viu a Mônica? – perguntei a comilona que estava conversando com as meninas no pátio.
– Não está na sala? – neguei com a cabeça, e ela franziu o cenho. – não acredito que aquela safada foi sem mim! – resmungou, cruzando os braços.
Sorri e falei:
– Vou dar uma checada por aí, para ver se eu encontro, até mais. – ela deu um sorriso e um “xauzinho” com as mãos. Que retribui claro!
Fui em todos os lugares e não encontrei a Mônica, onde ela se meteu?!
– Foi quando eu ouvi uma voz vindo de trás da escola. E resolvi ir lá, ver se você estava conversando com alguém, para te chamar.
“_Pensou que poderia encostar no que é meu?.._- Vi uma garota agarrando a Mônica por trás, e a vi caindo, ‘quando a Mônica ficou tão fraca?’ foi quando percebi que ela inalou clorofórmio, eu acho.
– O que você está fazendo?! – perguntei a garota que paralisou, e sem ao menos olhar para trás, saiu correndo, a única coisa que vi, era cabelos longos e negros, vestida toda de vermelho.
– é melhor eu não avisar a maga sobre isso, ela teria um ataque cardíaco! – disse enquanto pegava a Mônica no colo.
Liguei para a mãe da Mônica, para avisar-lhe do que ocorrera e buscar a Mônica no carro.
– Do Contra o que houve?! – perguntou a mãe da Mônica parecendo assustada pelo visto.
– A Mônica foi dopada, por uma garota, não sei o que ela pretendia, mas a peguei e ela saiu correndo. – falei enquanto botava Mônica deitada no banco de trás do carro...” Tão linda” que meu coração iam á mil batimentos!
– Obrigado Do Contra, foi muito gentileza de sua parte, o que eu posso fazer para agradecê-lo? – perguntou segurando minha mão.
Sorri tímido e disse:
– Nada de mais, apenas me deixe ficar ao seu lado até acordar? – falei e ela sorriu torto – pode deixar a porta do quarto aberta se precisar. – ela gargalhou baixo.
– Eu confio em você menino, claro que pode, vamos entre no carro, antes que algum aluno nos veja. – ela disse e eu entrei no carro.
FLASBACK OFF’
– Quem poderia ter feito isso comigo?! – indaguei tentando reformular o ocorrido.
– Me desculpe mô, só deu para vê-la de costas, e tenho certeza de que era uma garota.
– Não precisa se desculpar. – disse sorrindo. – aliás você me salvou, nãoé? – ele sorriu de canto, “Nossa como ele é um gato!” , interior você apareceu, finalmente! “Estava dormindo, perdi algo?!” , nada de mais só que eu quase fui sequestrada! “Noosa parece que alguém te ama mesmo...”, ri com o que meu interior, que por enquanto não tem um nome específico, ademais depois penso em um.
– Mônica? – o Dc me acordou para a realidade. – no que está pensando? – perguntou erguendo uma sobrancelha.
– Hã? E-em n-nada..! – e o abracei, notei que ele se espantou pela minha reação, mas segundos depois ele me abraçava com a mesma intensidade. – obrigado, mesmo.
Disse inalando o cheiro embriagante, que esvaia da dobra de seu pescoço.
– Por nada. – disse e nos separamos, o silêncio entre os dois era algo constantemente constrangedor, olhei para os seus lábios tão próximos, “Beija! Beija! Beija!” , gritava meu inconsciente, cala a boca! O repreendi “Um Deus grego na sua frente e tu dá bobeira?”, fica quieto! Uma de suas mãos rastejaram do colchão ,vagarosamente, as maçãs de meu rosto, minha mão esquerda automaticamente tocou a sua, sorrimos juntos, nos aproximamos chegamos perto, ao ponto de sentirmos ambas as respirações, meus olhos baixaram para a sua boca entreaberta, e a sua outra mão vaga, colou meu tronco no dele, fechei meus olhos...
– Do contra a Mônica já acor......- nos separamos imediatamente e o Dc deu um pulo para trás, nossa mãe! tem que estragar o clima?
– Me desculpe Sr. Sousa, é que eu estava explicando ai, ér...- o Dc gaguejava mais ainda quando nervoso, e quando nervoso mexia nos cabelos de um lado pro outro, deu-me vontade de rir mas estava no mesmo estado que ele.
– Ih! A coroa aqui atrapalhou néh?! – disse minha mãe, ainda mais constrangida pelo visto, mas sempre mantinha o humor.
O Dc nada disse, apenas corou ao ouvir o comentário da minha mãe.
– Bom...- ela disse saindo do quarto apressada. – não consegui conter, e caí na gargalhada, rolando na cama, e vi o Dc sentar na mesma com as mãos na cabeça.
– Se fosse o seu pai, estaríamos perdidos! – ele disse nervoso. – e pare de rir, isso foi sério. – ele disse com a cara emburrada.
– Era só a minha mãe, e outra meu pai essa hora, ainda está trabalhando. – disse acalmando minha respiração. – você devia ter visto sua cara, estava todo coradinho. – e comecei a rir novamente.
– Você gosta mesmo de rir não é Mônica? – ele disse, com um sorriso maléfico.
– óbvio que sim, quem não gosta? – retruquei. Ele se virou para mim e começou a avançar os limites de distância entre nós, e com uma de suas mãos a levantou pro ar.
– O-o que está fazendo?! – perguntei confusa, apoiada na cama com as mãos.
– Você disse que amava rir. – ele disse enquanto se aproximava mais. – se prepare, que você vai gargalhar como nunca Sra.Sousa. – ele disse q meu sorriso foi caindo com medo do que ele ia fazer.
– P-pareee....- disse enquanto gargalhava com suas cócegas em minha barriga. – você me paga Do Contra! — Disse tentando tirar suas mãos de mim. – isso é—é covardia! – quando consegui me desfazer de suas mãos, ele me agarrou pela cintura, e sinto meu rosto corar ele sorriu de canto.
– Quem é que tá coradinho agora, hein? – perguntou sarcástico, tateio no colchão e pego um travesseiro e taco na sua cabeça.
– Besta! – eu digo e ele começa a rir. – pare de rir! – já estava ficando com raiva.
– Você fica ainda mais linda bravinha sabia? – indagou, me levantando da cama, segurando em minhas mãos, e com esse mesmo movimento, suas mãos deslizaram pelas minhas costas.
– é-é, que tal, a gente sair? – disse um tanto que tímida, sorrindo ele respondeu.
– Está me chamando pra sair Srtª.Sousa? – indagou, “Que cara de pau!”. Dessa vez concordo com você incosciente.
– Não! – disse com raiva – eu só estou dizendo que não vou ficar nesse quarto a tarde inteira, poderíamos talvez tomar um sorvete, mas se não quiser ir tudo bem e....- ele me interrompeu, quando o vi pegando seu casaco e o pondo.
– Vamos. – disse estendendo as mãos, sorri e pegando minha bolsa, descemos as escadas juntos.
– Já vai sair Mônica?! – perguntou minha mãe preocupada.
– Só vamos na sorveteria. – disse enquanto abria a porta, minha mãe a fechou, eu franzi o cenho e disse:
– O que foi? – indaguei.
– Você foi dopada por sei lá sabe quem, e já quer sair? – disse cruzando os braços – deveríamos falar com o diretor de sua escola, isso é perigoso.
– Não se preocupe mãe! – disse tentando acalmá-la eu já tinha uma certa ideia de quem poderia ser, mas não iria tirar conclusões precipitadas sem ter a absoluta certeza.
– Como não se preocupar?! – disse – se não fosse o Maurício, poderia ter acontecido coisas ruins com você!
– Mãe, primeiro não chama o Dc de Maurício é estranho. – o Dc sorriu. – e segundo, só pode ser uma de minhas amigas brincando ou algo do tipo, e terceiro o Dc está comigo, — virei para o seu rosto. – e seu eu confio nele, você também deve confiar, ficarei bem. – disse e ela pensou por alguns segundos, e com um pequeno sorriso soltou o ar preso nos pulmões.
– Vou confiar em vocês, mas por precações fiquem de olhos abertos, e tenham cuidado. – assenti com a cabeça, e saímos de casa, andamos até a sorveteria quando, o que ele está fazendo!? – me perguntei mentalmente ao ver a cena de “Cebola e Irene se beijando!”, lágrimas ameaçaram sair, mas estava em público e com o Dc, engoli a seco sentindo meu coração cair aos pedaços e o Dc percebendo a situação, me puxou para fora da sorveteria e disse:
– Soube que está passando “Os vingadores” no cinema, por quê não vamos ver? – disse com uma expressão que não soube distinguir.
– Certo. – disse e segurando em seu braço fomos ao cinema.
Chegando na sala 05, sentamos na penúltima fileira, e aguardamos o filme começar, estava com um copo de suco na mão, e na outra uma pipoca amanteigada.
A imagem do cebola com a Irene não saia da minha cabeça, como ele pôde fazer isso comigo? Depois de dizer todas aquelas coisas lindas, me beijar e me fazer acreditar que ele me amava, fazer isso comigo? As vezes me pergunto, ‘Ele não tem coração?’, como uma pessoa pode ser tão fria desse jeito?
– Não pense nisso. – disse Do Contra com os olhos em mim, que como que tivesse lendo meus pensamentos repreendeu-me. – ele não merece sua dor, ele não merece você. – disse pondo uma mecha de meu cabelo para trás, pus o suco no porta-copo ( Obs: se é assim que descreve.), e forcei um sorriso para ele.
– Desculpe. – disse, e os trailers anunciou que o filme estava prestes a começar, as luzes se apagaram e nem tinha percebido que a sala estava lotada.
Depois do filme fomos para minha casa, para conversar melhor de quem poderia ser a garota que me dopou.
– Mãe cheguei! – disse entrando em casa. – mãe?! – disse mais uma vez, não obtive resposta, e um bilhete na porta da geladeira avistei, e estava escrito.
“Filha, se tiver chegado em casa e eu não estar, não se preocupe eu sai com seu pai quando ele chegou do trabalho, voltamos hoje á noite mais ou menos as 21h00min, beijos e JUÍZO!...”
– O que diz aí? – perguntou o Dc.
– Estamos sozinhos. – disse me virando. – os coroas saíram.
– Significa que....- ele disse assenti com a cabeça mordendo os lábios, suas mãos rapidamente seguraram meus quadris, e me encostou no balcão colando seu corpo no meu, minhas mãos passaram por seu peito trabalhado e subiu para a sua nuca, sua boca se aproximou da minha, e selou nossos lábios, nossas línguas se encontraram e ficaram numa disputa de liderança, sem vitória, o beijo não era os mais calmos, era cheio de desejo e saudades de nos tocarmos como daquela vez que ele apareceu em meu quarto, infelizmente separamos nossos lábios por causa da falta de ar, e sorrimos abaixou sua cabeça na altura de meu pescoço, dando beijinhos no mesmo, “Ele descobriu nosso ponto fraco!”, disse meu interior, concordo mais uma vez com você, mordendo meus lábios minha cabeça foi para trás, e senti uma mordida no meu pescoço, agarrei os cabelos de sua nuca.
– Você não existe Dc. – disse quando nossos olhos se encontraram, ele sorriu e nos beijamos novamente.
“Acho tarde vai ser longa...!”, disse meu interior, e ele estava certo.
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No Dia seguinte, na escola...
– Já pensou, princesa? – o cebola me perguntou, não sei de onde ele apareceu, não o vi praticamente o intervalo inteiro.
– Já! – disse com raiva, e ele inclinou-se para me beijar desviei de seus lábios. – e a resposta é NÃO! Disse curta e grossa.
– C-como assim ‘não’ ?! – perguntou indignado. – pensei que me amava Mônica!
– Não te amo mais. – falei cruzando os braços, ele ficou estático, e gaguejando disse:
– M-mas, é eu pensei que...- o interrompi.
– Pensou errado, agora por que não vai tomar sorvete com a sua peguete hein ?! Estou ocupada agora. – disse pondo meus fones de ouvido novamente, mas na realidade o volume estava no zero, queria ouvir suas desculpas esfarrapadas para rir delas com as meninas.
– Do que você está falando?! – perguntou “cínico”, muito mesmo.
– Eu vi você e a Irene se agarrando na sorveteria, seu idiota! – me levantei. – e eu ainda acreditei que você poderia ter mudado. – disse me virando e saindo dali, indo em direção a maga que estava sentada sozinha no banco.
– Oi mô! – disse me abraçando.
– Oi maga...- disse e me sentei ao seu lado.
– Eu acho que já sei quem me dopou. – disse em cochicho no ouvido dela, vocês devem estar se perguntando se a maga sabia, e a resposta é “sim”, eu contei para ela ontem a noite, e pensei mais e tinha quase certeza de quem fez aquilo comigo.
– Quem?! – ela se aproximou mais.
– Bom vamos encaixar as peças. – disse. – cabelos longos e pretos, vestes vermelhas e que deve não gostar muito de mim. – disse e segundos depois ela protestou:
– Diz logo! Já estou curiosa! – falou nervosa e roendo as unhas.
– Penha! – disse por fim, e a comilona arregalou os olhos...
Notas finais
OBS: Muiiito Obg á todos os meus leitores, os que comentam ou não dolu vcx do mesmo jeito**.**
Beiijinnhus comentem por favor, essa fic é movida á reviews de vcsss**.**
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