Notas iniciais
Olá leitores. Venho hoje, depois de quase um mês se postar capítulo algum da fic, em modo de protesto, pois assim como o número de reviews não condiz com o número real da fic. Assim sendo, só postarei mais capítulo, quando houver reviews suficientes para que eu poste o próximo. Isto não é justo, tenho o trabalho de escrever a história, perturbar minha beta, que também tem sua vida que é igualmente ocupada. Agora, espero sinceramente, que isso não torne a acontecer pela terceira vez.
Desculpem aos leitores fieis.
Boa Leitura.

Taemin’s Prov’s

Eu e o Onew chegamos na casa do Min, e quando descemos do carro, a senhora Choi veio correndo ao nosso encontro desesperada e chorando, logo atrás vinha o senhor Choi. Ela me agarrou como se estivesse pedindo ajuda. Seus soluços eram fortes, incontroláveis e pesados. O Min fez alguma coisa com eles? Foi a primeira coisa que me veio em mente. Tive medo de perguntar algo ao casal, mas se a mãe do Minho está nesse estado emocional, algo deveria ser dito para quebrar o silêncio tenso entre nós.

_O que houve senhora Choi? – disse dando um abraço forte. Não sei explicar, mas foi o que eu senti que era para fazer no momento.

_O Minho... – começou entre o choro. Esperei que continuasse a falar, nada mais foi dito por ela.

_O que o Min fez? – perguntei olhando para todos.

_Não foi o que ele fez e sim o que aconteceu. – meu coração apertou. – Ele não apareceu aqui noite passada e recebemos uma ligação misteriosa com alguém dizem que pegou o MinHo. – abaixou a cabeça.

_Quem foi?! Como assim?! Por quê? — já estava entrando em estado de desespero total com a notícia.

_Não sabemos quem, como e por quê... Mas o homem disse que era para vocês dois terem cuidado, que a segunda pessoa já está fazendo companhia a Minho. – uma lágrima descia no rosto do senhor Choi.

_O senhor tem alguma ideia de quem possa ser? Não deu nenhuma pista de quem seja? – Onew perguntou abalado.

_Nada.

Uma menina sai da casa dos Choi, era alta, magra, vestia um short curto jeans e com uma camisa branca sem estampa, junto dela sai outra garota de pele mais escura para o padrão coreano e cabelo preto até o meio das costas.

_Soo? E Yuri? O que fazem aqui?

_Tae, se você não se lembra sou uma Choi também. – riu para tentar descontrair todos, de nada adiantou.

_Você é irmã do Min? – ela confirmou com um sorriso cabisbaixo.

_Espera ai! Como assim a “segunda pessoa está fazendo companhia ao Min”? – perguntei confuso.

O senhor Choi deu de ombros em sinal de não tem noção alguma de quem seja e entrou na casa.

_Tae querido, nos ajude... – tomou ar para continuar. – Nos ajude a encontrar o MinHo, por favor. – apertou minha camisa.

_Ajudo sim, fique tranquila.

_Tae! – Sooyoung gritou. – Recebi uma mensagem do celular do MinHo! – sua mão estava trêmula. Peguei o aparelho dela para ler o que era.

Não envolva mais ninguém nessa história, senão os dois morrerão e não terão notícia dos corpos.

_Quem é a segunda pessoa?!

_Tae... – Onew me chamou – Cadê o Key? Já era pra ele ter chegado aqui.

_Porra o Key! – disse desesperado, até me esqueci da senhora Choi me olhando surpresa pelo palavrão que soltei. – Desculpa senhora Choi. – curvei-me. – Onew entra no carro e vamos procurar o Key! – pulei para dentro do veículo, Onew fez o mesmo que eu e saímos cantando pneu na rua.

Passando pelas ruas da cidade, não encontramos nenhum sinal do Key, tentei ligar para ele diversas vezes e as chamadas davam caixa postal. Não podia ser possível o que estava acontecendo, estava tudo tão bem, bem demais pra ser verdade.

Perguntávamos para todos nas ruas pelos dois e ninguém os tinha visto, nem o cachorro do beco sabia nada e nem ninguém.

_Tae! Para com isso agora! – fechei os olhos e senti uma dor vinda da minha bochecha esquerda.

_Onew! Por que isso?! – coloquei a mão no local dolorido.

_Você está se descontrolando! Não vê! Está chorando!

_Eu o que... – um gosto salgado tomou conta da minha boca. – Estou... — toquei o lugar molhado do meu rosto.

_Sim, está! – freou o carro bruscamente, me fazendo ir de encontro ao vidro por estar sem cinto de segurança. – Tae! Está bem?!

_Ai... Estou... Só está doendo um pouco. – não bastava o tapa que o Onew me deu agora minha cabeça doía.

_Olha ali! – aponto uma multidão.

_Olhar o que?

_Ele! – fui na linha da direção de seu dedo e pude notar um cara moreno, não o conhecia.

_Quem é exatamente... Ele? – erguei uma sobrancelha.

_O cara que primeiro deixou o Jaejoong na rua chorando e depois eu o vi beijando na rua no meu primeiro dia de aula. – disse com raiva, seus olhos estavam vermelhos. – Vou lá. – saiu do carro. – Hey! – gritou.

O cara moreno saiu correndo entre as pessoas e nós o perdemos de vista. “Por que ele correu?” não havia sentido nisso, se podia simplesmente vir até o Onew e começar a brigar por isso, mas ele correu! “Que porra foi essa?!

O que iríamos fazer com os dois desaparecidos? Melhor dizendo, raptados. Primeiro Minho, depois Key, o que será que querem? Por quê? A cada segundo que se passava, me vem a cabeça uma situação de como os dois estão ou um por que de tudo isso.

Onew’s Prov’s

Noite passada foi o desaparecimento do Min, mas por que ele me enviou aquela mensagem? Agora o Key... Logo vemos aquele cara que estava beijando o JaeJoong passando na rua, eu o chamo e ele sai correndo como culpado por algo.

Pode ser algo da minha imaginação fértil, mas será que ele tem alguma coisa a ver com o que aconteceu? Besteira minha... Afinal, como ele pode conhecê-los?

_Tae! – disse despertando dos meus pensamentos.

_Fala Onew... – virou-se pra mim para que eu continuasse.

_MinHo e o Key, depois vemos esse cara...

_E... Não vejo nexo nisso...

_Ele estava beijando o Jae, lembra?

_Sim, mas o que tem o Jaejoong nisso tudo?

_Quando terminei com ele... – Taemin olhou fixo em mim. – Ele me ameaçou.

_Te ameaçou? Se ele quisesse fazer alguma coisa, seria com você! E não com o Min e o Key!

_Mas está! – disse em pânico.

_Por que ele pegaria os dois então?! – ergueu confuso uma sobrancelha com o que eu disse antes. – Não tem nada em comum! Não viaja Onew!

_Tem Tae... Tem sim... Vamos pra casa, preciso falar com o pai... – liguei o carro novamente e dei partida para sairmos dali.

Não poderia contar para o Taemin o que eu vi na formatura ontem, que eu os vi se pegando e fazendo toda aquela putaria na escola, muito menos o que está rolando entre eu e o Minho, o Taemin ficaria mais que bravo comigo e nos brigaríamos por causa disso, mas ele não podia dizer nada, afinal... Ele está traindo o Minho com o Key, nada mais justo que o MinHo o trair também... Teria que ser com outra pessoa, não comigo... Sou o seu... Irmão? Além do mais... Sou seu melhor amigo, eu também estou traindo-o como pude chegar a esse ponto?

Ele não disse nada a mim sobre ele e o Key estar... Bem... Eles podem não estar tendo algo, foi só aquilo da noite, se deixaram levar pelo momento, principalmente o Key... O Key está com o Jonghyun... Ele aproveitou para dar uma pulada de cerca ou eles terminaram? Não tem como não terem terminado, senão o que explicaria a animação do Key quando nos contou que o Jong viria visitá-lo no Natal? Mas isso explica a cara do Tae quando recebeu a notícia... Se ele ficou esquisito depois daquilo, quer dizer que ele teve ciúmes, se ele teve ciúmes é por que ele gosta do Key, se ele gosta do Key, não foi só aquilo de ontem anoite. Ah... Taemin... Ainda te pego garoto...

_Tae... – não podia perder essa chance de agora.

_Oi? – voltou sua atenção em mim.

_Me responde algumas coisas? Ainda somos melhores amigos, não? – só assim para ele responder.

_Até onde eu sei somos, por que a pergunta?

_Sabe o que é... Eu tive notando ultimamente que você está um pouco distante do Minho... – ele me olhou assustado, percebi que engoliu em seco antes de falar alguma coisa.

_Não, estou do mesmo jeito com ele... De onde você tirou isso?

_Você por acaso, se lembra do dia que o Key chegou na escola dizendo que o Jonghyun viria para cá no Natal? – fui sorrateiro, como uma cobra vai até sua refeição pra depois dar o bote.

_Sim... – olhou pra mim para que eu prosseguisse.

_Então, notei que você ficou incomodado com a notícia dada. – parei no sinal e aproveitei e o fitei.

_É que eu estranhei ele vir depois que viajou para Paris, foi só isso. – sorriu.

_Ok Taemin, não queria chegar nesse ponto, já que você não quer dizer nada. – ele afundou-se no banco do carro. – Te vi ontem com o Key no corredor da escola. O que você me diz disso?

_C-como v-você nos v-viu?!

_Eu andei percebendo que você estava diferente comigo e ainda mais com o Minho, você e o Key estavam muito próximos e ontem eu comprovei tudo isso. – blefei um pouco.

_Onew, você não está ouvindo os carros buzinarem? O sinal abriu! – acelerei.

_Não fuja do assunto Taemin! – dei ênfase no Fuja.

_Não conta nada pro Minho! Vou te contar tudo!

_Então... – tentei manter a calma, mas estava difícil.

Não fui só EU que o trai, ele escondendo isso de mim, foi uma traição também, não? Não contar isso a mim, me senti apunhalado pelas costas.

_Onew, eu e o Key estamos tendo algo que não sei explicar e nem ele sabe ao certo. – tentava encontrar as palavras.

_E por isso você continuou com ele e ao lado do Minho?

_Não! Bem... Sim, mas estou confuso com o que tenho com o Key. E não sei bem o que sinto pelo Min direito. Estou tão confuso. – abaixou a cabeça.

_E até quando você esconderia isso de mim, do seu melhor amigo? – encurralando o Taemin? Imagina!

_Eu estava pensando em te contar, mas tive medo de você falar com pro Minho isso JÁ QUE VOCÊS ESTÃO TÃO JUNTOS ULTIMAMENTE!! – gritou.

_De onde você tirou isso, Tae?! – puta que pariu.

_Você acha que eu não percebi também?! No dia que ele e o Key dormiram lá em casa, o MinHo comoveu-se muito com você, te trazendo chazinho e depois VOCÊ DORMIU NO COLO DO MEU NAMORADO!

_Tae eu... Espera ae! Você dormiu com o Key também! Você o traiu antes!

_Você está me dizendo que o MinHo me traiu?! – ele estava com cara de maníaco sem poder fazer sua preciosa mania.

_E-eu, não disse isso...

_ESPERA AE! SE ELE ME TRAIU E VOCÊS DOIS ESTAVAM MUITO JUNTINHOS... LEE JINKI VOCÊ NÃO OUSOU TRANSAR COM ELE?! – ele berrava no carro.

_Não Tae, eu não tran...

_Onew seu filho da puta! Como você teve coragem?! Como?! – se ele tivesse uma faca ou uma arma, certamente eu estaria morto.

_Você também o traiu! Me traiu!

_Você não tem nada com o assunto! Como eu te traí?!

_Você não me contou isso antes!

_E nem você me contou que me traiu com o meu namorado! – o encarei, não dava para brigar com ele e dirigir ao mesmo tempo. Parei em uma rua mais deserta e descemos. – Você também transou com ele na minha cama?!

_Como na sua cama?! Não foi na cama!

_Vocês não transaram em uma cama?! Foi onde?! Em uma mesa?! Sofá?! No chão da sala? O que?!

_No chuveiro da escola. – ele veio com o punho fechado para me bater, mas desviei a tempo. – Está louco Taemin?!

_Eu louco?! Primeiro você transa com o meu namorado e eu que sou o louco aqui?! – um mendigo parou para nos ver.

_Você também o traiu! — tentou novamente me acertar, desviei e dei um soco em sua barriga.

_Onew, você esqueceu que estou grávido? – caiu no chão.

_Taemin! Desculpa eu não sabia, eu...

_Idiota! – me deu um murro na cara. – Como um garoto pode engravidar?! – cai no chão com a pancada.

Ele voltou para terminar o serviço, sentou-se em cima de mim, me prendendo com as pernas e dando mais socos, não só na minha cara. O empurrei, e com a força que fiz, ele caiu sentado na calçada.

_O idiota aqui é você! – dei uma joelha em sua cabeça.

_Vai bate mais! – gritou o mendigo.

_Cala a boca! – mandei.

Meu celular vibrou no bolso da calça com uma mensagem vindo do celular do Minho.

Eles estão bem. Vocês dois estão no caminho certo, continuem assim que será mais fácil do que eu pensei.”

Taemin levantou-se sem eu perceber e me deu um soco na coluna, me fazendo cair de joelhos no chão.

_Tae para! Não devemos brigar! Esqueceu por que estávamos assim?

_Você me diz pra parar?! Agora que comecei a me divertir? Por que estamos aqui? Ah é! Por que você transou com o meu namorado! – me deu um murro na cara.

_Minho e Key... – cai no chão e desmaiei.

oo0oo

Taemin’s Prov’s

_É seu retardado! – disse o mendigo.

_Que?!

_Vocês estão brigando por causa desses dois desde o inicio! – o cara sentou em uma lata de lixo. – Não pensa não é?!

_Key... Min...

_Para de ficar falando esses nomes e ajuda o garoto caído, ae! – apontou para o Onew na calçada.

_Onew! – ajoelhei ao seu lado para acordá-lo. – Onew! Acorda cara! Acorda! – sacudia-o.

_Pelo jeito capotou de vez o cara! – gargalhou. – De novo não está pensando!

_Como assim?! – ele já estava me irritando.

_Se você pensasse, coisa que não faz, pelo o que deu para ver. – Me levantei e dei um soco na cara desse infeliz. – Cara por que você fez isso?!

_Para de falar! – ordenei.

Voltei para o Onew estirado no chão e tentei acordá-lo mais e mais vezes, sem sucesso no que fiz. O mendigo chegou perto de mim, analisando o Onew caído desacordado, fez cara de que não adiantaria.

_Garoto, se você pensasse, você o levaria ao hospital. – disse isso e saiu.

_Hospital! – repeti.

Chamei o cara para me ajudar a por o Onew no banco traseiro do carro, ele saiu de onde estava escondido, ou melhor dizendo, onde provavelmente era sua casa, pegou as pernas do Onew e eu os braços e jogamos no banco com muito dificuldade “Ele tem que parar de comer seus frangos no café da manhã, almoço, jantar e nos lanchinhos” pensei.

Entrei no carro, dei a partida e pisei no acelerador, quando o cara veio na janela.

_Pow cara! Te ajudo e você não me dá nada em troca. – Que porra é essa?!

_O que você quer? – perguntei incrédulo.

_Estou com fome, me dá uma grana pra comer alguma coisa ae. – entendeu a mão.

Peguei minha carteira e dei todo o dinheiro que tinha, não contei... Não sei se foi cinquenta ou cem dólares, só sei que dei. Ele agradeceu contando a quantia, ficando cada vez mais feliz com o resultado.

Saí cantando pneu dali o mais rápido em direção ao hospital mais próximo, pastei para encontrar, eu não sei dirigir, um ponto negativo, tive que aprender ali mesmo, depois fiquei completamente perdido e só fui saber onde ficava o hospital perguntando para as pessoas nas ruas, e nisso passou muito tempo e o Onew no carro inconsciente.

Por fim, me deparo com um prédio muito grande e branco, o Hospital Central de Seuol, parei chamando um enfermeiro que estava no lado de fora do prédio, que foi correndo buscar uma maca e mais enfermeiros, não demorou muito e veio um bando de pessoas vestidas de branco.

Abri a porta do carro e retiraram Onew de dentro dele, logo o pondo na maca e fazendo os primeiro socorros. Disseram-me que o levariam para a UTI, fiquei em estado de choque. Uma das mulheres que fazia o atendimento ali mesmo, falou que era para prevenir e fazer exames para saber como ele estava e que parecia não ser grave, eram apenas luxações e sangramento por causa de uma briga que provavelmente teve.

Ela olhou pra mim e perguntou se brigamos, pois eu estava com sangue escorrendo pelo meu nariz e rosto, respondi qualquer coisa que negasse a pergunta e me safei de algo problemático. A desculpa?

Nós brigamos com dois caras na rua, eram assaltantes, queriam nosso dinheiro.”

E mostrei minha carteira vazia, ela fez um sim com a cabeça e me levou para dentro do hospital para fazer os procedimentos padrões em mim. Resultado foi que sai de lá com algodão no nariz band-aid na cara e a mão enfaixada.

Esperei por duas ou três horas na recepção do hospital até um médico vir até mim e dizer que estava tudo bem com o Onew, pro meu alivio mental. Fui até o quarto que ele estava, durante todo o caminho fui cabisbaixo até abrir a porta, o olhei todo enfaixado parecendo uma múmia, sorri forçado fechando a porta e me dirigi até a maca.

_Oi – levantei a mão como cumprimento. Ele me encarou e virou para a janela do quarto em silêncio, de certa forma isso me doeu mais que as joelhadas que me deu. – Desculpa Onew. – obtive o mais absoluto silêncio dele. – Eu não queria...

_Queria sim! Tanto que fez! – virou. – O que você acha disso?! Estou parecendo o Tutancâmon! – riu. – Vou chamar meus servos pra te pegar a noite!

Ele não está bravo comigo? Jura mesmo?!

Onew’s Prov’s

Essa era a hora que nós não poderíamos brigar, tinha que engolir meu orgulho e deixar passar, se quisesse que tudo se resolvesse, teria que ser assim e só dessa vez eu deixarei meu orgulho de lado e fingirei que nada aconteceu, seguir em frente e resolver tudo.

_Onew, se perguntarem a você, nós brigamos com dois assaltantes que queriam roubar nosso dinheiro. — Não entendi direito a história, mas tentei buscar um nexo para isso, só balancei a cabeça positivamente.

_Quando vou sair daqui? – sentei na maca.

_Daqui a pouco, o médico disse que liberará sua ficha.

Por um milagre divino não demorou -ainda bem- ou eu ia aproveitar o espírito de luta e bater em metade do hospital e ainda dizer “Sou o filho do Jackie Chan!”.

Com a minha impossibilidade no momento, o Tae teve que dirigir, e eu com o cu na mão no banco traseiro, quando vi uma possa de sangue dele, entrei em colapso.

_Meu banco! Tem uma possa de sangue nele!

_Onew sossega ae! Estamos chegando em casa e temos que bolar uma desculpa pro papai e pra mamãe! – fudeu.

_Vamos falar o que você me disse lá no hospital?

_O que eu disse? – perguntou.

_Você não lembra?! – confirmou. – Menino como você é distraído.


_Fala logo! – me olhou pelo retrovisor. – Hey! O negócio dos dois assaltantes e do dinheiro?

_Amém! Lembrou!

_Você é tão engraçadinho Onew.

Taemin estacionou o carro na garagem e fomos até a porta dos fundos, sendo notados por todos os empregados da mamãe, e dela, que veio aos gritos quando nos viu todos enfaixados. Ela e seu histerismo.

_Meus bebês! Meus bebês! O que houve com vocês dois?!

_Mãe calma! Não er...

_Fomos assaltados por dois caras e roubou nosso dinheiro! Está tudo bem! – terminei.

_Não! Não está tudo bem!

_Claro que está mãe! Estamos bem! Olha, não quebramos nada! Não morremos... – disse o Taemin mostrando os braços e as pernas.

_Não estou falando de vocês! Com o dinheiro que roubaram, eu podia comprar uma bolsa nova da Prada!


Notas finais
É isso, me esforço horrores para manter e postar tudo direito, é muito ruim para um escritor saber que não está tendo retorno dos leitores. Como dito nas notas iniciais, será assim: Posto, mandam reviews, nem se tiverem poucas palavras e no final da semana seguinte continuarei.
Peço desculpa novamente aos leitores que me acompanham desde sempre.
Léo Taeyeon