Notas iniciais
Postando antes o/ Por que? Ai tem...
Bem... Irei à praia esse final de semana D=
Sim odeio praia... Nunca gostei e nunca gostarei...
Estou terminando a fic... falta um ou dois capítulos para finalizar... estou feliz, achei que não acabaria, já é um progresso pra mim, pois não termino o que começo... daqui pra frente só será altos e baixos na história... tomará que me perdoem com o que escrevi pra vocês (=
Vocês se surpreenderão com esse capítulo...
Boa Leitura o/
Onew estava visivelmente animado para ir à escola, quase dando pulinhos de alegria, contendo-se por causado do senhor Lee. Que o filmava pelos cantos dos olhos a cada movimento que o jovem fazia, queria saber que rapaz era aquele que estava morando em sua casa e que está levando para a mesma escola de seu filho, como é um grande empresário, não tem tempo de ficar em casa e saber de tudo que ali acontece, essa é uma das poucas chances que tem para avaliá-lo, tudo no maior silêncio e sendo discreto, apenas olhando-o.
_Por favor, nos leve a escola dos meninos. – disse em tom sério ao motorista, que só olhou pelo retrovisor afirmando com a cabeça.
Por todo o percurso Jinki observava através da janela no veiculo o caminho com um brilho nos olhos, lembrava uma criança indo para um parque de diversões.
_Falta quanto tempo? – perguntou ansioso.
_Onew, agente acabou de sair de casa, calma... E só é um dia normal de aula. – Taemin respondeu com certa rispidez.
_Calma, mal humorado, só quero chegar logo na escola. — Voltou a observar os carros que estavam na mesma velocidade do seu.
Aquele simples caminho, estava durando uma eternidade para Onew, que logo sem paciência começou a contar os carros, até que o motorista freou bruscamente.
_Ai deus! – gritou Onew que quase voou para frente do carro.
_Desculpe-me senhor, não me lembrei deste semáforo. – O senhor apenas olhou como uma advertência para que não se repetisse ou fatalmente estaria desempregado.
Depois desse voo livre que o moreno quase deu, perdeu a concentração dos carros parado no lado de fora, não o interessava mais os automóveis que só tinha uma pessoa dentro ou raramente duas, o que lhe prendia a atenção eram as pessoas na calçada. Uma mulher com seu filho no colo, um homem de terno possivelmente indo ao trabalho, uma senhora querendo atravessar a movimentada rua, mas sendo impedida pelos carros e dois jovens se beijando em uma esquina, Onew conhecia aqueles rapazes de algum lugar, não se lembrava de onde, até que faltou ar para o casal e Jinki pode ver quem era perfeitamente, era Jaejoong e seu ex-namorado, o moreno recusava-se a acreditar no que estava vendo, seu “Jae” beijando aquele cara que um dia o fez chorar e o deixou numa calçada aos prantos sem rumo.
_Jae! Não! – Aquele que estava feliz pelo primeiro dia de aula, agora estava tentando sair o mais rápido do veiculo para tomar satisfação da cena presenciada.
_O que foi Hyung?! – o menor entrou em pânico com a situação do amigo
_Tae, o Jae! Com o ex! Ali! – Não conseguia conter todas as lágrimas que teimavam em vir.
_Onde?! Cadê?! Filho da puolicia! Oi pai. – sorriu tentando disfarçar o que queria dizer.
_O que é isso meninos?! Lee Jinki engole esse choro imediatamente! E Taemin fique quieto! – ordenou.
_Mas pai eu...
_Silencio! – berrou – Jinki, você está assim por causa daqueles dois garotos se agarrando na rua?
_N-não, na verdade – respirou fundo – É sim.
_Como?! – abriu os pequenos olhos, espantado.
_É que eu conheço um daqueles caras e ele namora com uma amiga minha, uma amiga muito querida que conheço há anos, ela é minha melhor amiga.
_Compreendo...
_Se me der licença posso ligar pra ela agora avisando isso?
_Claro, onde já se viu, esse mundo está perdido, garotos com garotos e garotas com garotas, tenho vontade de matar todos eles, não deve ser assim. – concluído o senhor
_Obrigado pai, Minzy... Minzy... Minzy – inventou um nome qualquer para amiga e discou um numero alheio. – Alô, Minzy? Sou eu o Onew, então você está sentada? – olhou para o senhor Lee – Então amiga, é que eu acabei de ver seu namorado, o Jaejoong, beijando outro menino na rua, é! Juro, como amigo seu, tenho que contar isso, ok, vai fazer algo, entendo, está bem, até mais, mas não o mate, você pode ser presa, ok, tchau. – Taemin se segura ao máximo para não rir da suposta conversa de Onew. – Pronto pai, onde já se viu né?! Que nojo disso, eu hein...
Agora Onew mais do que queria antes chegar na escola, não aguentaria esconder o que estava sentindo, sua garganta doía, mais um minuto ali entregaria o jogo e choraria ali mesmo, na frente do senhor Lee que certamente iria expulsá-lo de sua casa já deduzindo tudo sobre o moreno.
Não sabia para onde olhar, para Taemin, para os carros, pro motorista, para as mãos, quando resolveu onde olhar era tarde. Chegou na escola.
_Meninos, tenho que conversar com o diretor de sua escola, bom estudo para vocês.
_Obrigado pai. – disseram em uníssono.
Onew disparou para dentro da escola, esbarrando em vários alunos, a procura de um lugar distante para expor todo seu sentimento guardado com tanto sacrifício.
_Hyung! Espere! Hyung! – não conseguiu acompanhar o ritmo das passadas do moreno.
O mais velho corria sem direção, não conhecia a escola para saber aonde ir, encontrou a grande quadra da escola, abriu a porta e aventurou-se em achar um lugar que ninguém o veria e o ouviria.
Onew’s Prov’s
_Por quê? Por quê? – disse em meio a soluços – Onew seu idiota você deveria desconfiar disso desde o começo, aquele canalha, filho da puta, vou matá-lo, ainda tem a cara de pau de ligar, me beijar, me abraçar, dizer que me ama, Jaejoong seu desgraçado!
_Hyung? – ouviu um rangido de porta se abrindo.
Ficou quieto para não ser ouvido e nem seu choro.
_Onew? – passos lentos podiam ser ouvidos. — Jinki caralho responde porra!
_T-tae?
_Não a Xuxa querido.
_I-idiota.
_Onde você está porra? Nem precisa responder, vou ouvindo seu choro mesmo fica mais fácil. – brincou.
Como ele pode brincar numa hora dessas? Grande amigo esse viu.
_Tae! – o abracei quando o vi.
_Calma Hyung, tudo vai se revolver, ele não merece alguém tão incrível como você. – me abraçou mais forte.
_Tae...
_Hyung, se calma, por favor. – encostei minha cabeça no peito dele. — Calma, vai passar... – sua voz era doce e segura, me trazendo tamanha confiança. – Estou aqui Hyung pra tudo, se for preciso ficaremos aqui o dia inteiro. – olhei pra ele – O que foi? Não gostou da ideia? Ok, sei que sou muito ruim de planejar as coisas...
_N-não é i-isso Tae...
_O que é então?
_Hoje é meu primeiro dia aqui, não posso me atrasar!
_Certeza que quer entrar na sala, nesse estado?
_ É o jeito, né.
_Hum... – colocou a mão no queixo com uma expressão pensativa. – Já sei!
_Já sabe o que?
_Vamos pro banheiro! – me segurou no braço e me puxou.
_Tae, espera! Tae caramba para! Vou cair! Eu vou!... — cai – Caralho Taemin, me ralei todo!
_D-desculpa Hyung eu só... Queria te ajudar...
_Pegadinha do Mallandro! – o vermelho de fúria era nítido em seus pequenos olhos, não resisti fazer isso. O Tae fica engraçado bravo
_Lee Jin-ki! É a mi-lé-si-ma vez que vo-cê faz is-so co-mi-go HO-JE! – gritou a última palavra.
_É pra aprender a acordar cedo e não sai puxando os outros pelo braço desse jeito! Mas o que você queria fazer pra me “ajudar” no banheiro?
_Também não vou falar. – virou as costas e começou a andar – Divirta-se procurando sua sala!
_Ai meu deus! Minha sala! Fudeu! Como vou achar a maldita sala?!
Em quando estava no meu momento de indecisão para onde ir para começar a procura, alguém se aproxima.
_Oi! Desculpa, mas você precisa de ajuda? – uma garota morena de cabelo grande veio falar comigo, medo.
_Na verdade eu preciso... – sorri sem jeito.
_Pelo no que eu pude ouvir da “conversa” com o Taemin você não sabe onde fica sua sala, certo? – afirmei com a cabeça — Então vamos andando, que já estamos muito atrasados.
_Obrigado. – me curvei.
Me menina simpática essa não?
Depois de andar por um tempo, paramos em frente de uma grande porta cinza, onde dá pra ouvir uma voz que parece ser de professor dando aula, aliás uma voz aguda e estridente.
_Aqui é sua sala, ixi a professora de matemática, boa aula e principalmente sorte.
_Por que sorte? Ela é brava e chata?
_Você verá. Tchauzinho – saiu a passos rápidos.
Nossa, primeiro que estou atrasado, segundo que estou muito atrasado e terceiro que ela me vem dizendo boa sorte, definitivamente estou ferrado hoje, ainda mais sem o Tae que sumiu. Hora de entrar. Bati na porta.
Dela sai uma mulher com o tamanho de um gnomo e a aparecia de um duende.
_Pois não. – aquela voz aguda era dela.
_Bom dia, sou o novo aluno.
_O senhor está atrasado.
_Me desculpe, como sou novo aqui, me perdi nos corredores.
_Será a primeira e a última vez que entrará atrasado na minha aula mocinho. – me deu passagem para entrar na sala.
_Obrigado – me curvei.
_Sente-se atrás do senhor Choi.
_Atrás de quem? – procurando o ser que ela falou, estava lá debruçado na carteira, muito provável que está dormindo. Choi Minho, tantas salas, fiquei na dele, vê se pode isso.
_O último da fileira da parede.
_Ok...
_Apresente-se primeiro. – ordenou.
Ai meu deus, nãããão. Tudo menos isso, please!
_Me apresentar?! – repeti.
_Claro, como que você quer que saibamos seu nome e se você e confiável suficiente para uma amizade?
Ignorei o que o gnomo disse e me virei para todos que estavam me olhando com um ponto de interrogação em cima da cabeça.
_Olá, meu nome é Lee Jinki, tenho 18 anos, sou de Gwangmyeong.
_Oiii JinKi! – três meninas disseram em uníssono.
Comecei a andar devagar, todos olhavam pra mim, uns surpresos, outros sem expressão, aquelas meninas com cara de putas e o Minho que acabou de acordar, levantou a cabeça e se assustou comigo. Sentei atrás dele. Coloquei minha mochila na carteira e retirei um caderno e meu estojo.
_O que você está fazendo aqui?
_Bom dia pra você também Minho. Bom, estou querendo estudar se não se importa.
_Senhor Choi, não atrapalhe o novato e nem tente devia-lo do caminho correto dos estudos, é melhor você voltar a dormir, na minha matéria não vai passar. Onde parei de explicar?
_No coeficiente do número racional sobre uma mutável. – uma garota nerd gritou.
_Obrigada Sandara... Então gente a mutável, blábláblá...
Nem a voz aguda do projeto de duende da professora estou suportando e olha que são só os primeiros cinco minutos de aula dela.
Os cabelos pretos curtos que está do tamanho certo pra ver sua nuca, tenho que admitir que tenho uma tara por nuca, sério, tenho vontade de chupar, beijar, sugar, ainda mais a dele... Caralho velho o que eu estou pensando?! É com Minho que estou me excitando?! Que merda! Mas a nuca dele é muito linda, tão irresistível.
_Oi! Sou Yoona prazer.
_Oi sou Onew.
_Mas seu nome não é Jinki? – tombou a cabeça levemente para o lado.
_Onew é meu apelido, se quiser pode me chamar por ele, detesto meu nome.
_Está bem... A próxima aula é educação física, quer seu me parceiro de exercícios?
_Claro...
_Vou falar com as minhas amigas e já volto. – saiu saltitando.
_Cuidado com essa ai, lembra? – Minho acordou de vez.
_Lembrar de que?
_Yoona é a garota que me beijou na frente do Tae, que dançou parecendo uma prostituta no palco do dia das apresentações que o Tae ganhou, causadora das discórdias alheias.
_É ela?! – confirmo com uma aceno positivo com a cabeça.
_Meu deus, ela está dizendo que você será o último menino que ela vai ficar nesse ano, parabéns campeão. – bateu no meu ombro.
Formos todos para a quadra, o professor que é quatro por quatro de puro musculo, falou como seria a aula de hoje, mas o resultado é que corremos em volta da quadra à aula toda, que merda mano, nem um desodorante eu trouxe.
_Tem chuveiro aqui, pode ir lá e tomar banho se quiser. – falou o quatro por quatro logo dando um tapa minha bunda e saiu como nada tivesse aconteceu.
_É costume dele fazer isso nos menino das escola, que nem fosse em jogos profissionais, no começo é estranho mais depois se acostuma. – Nem precisei olhar quem é, com aquele cheiro de homem exalando por toda minha volta e sua voz indistinguível era o fortão do Minho.
_É muito estranho... — Colocou o braço em cima dos meus ombros, como se fosse um abraço.
_Eu tenho roupa extra no armário do banheiro do vestiário, vamos lá.
_Tá...
*No vestiário*
Depois que todos os garotos saíram do vestiário, apenas sobramos Minho e eu, por causa... Bem... Por causa... Caramba, tenho vergonha do meu corpo e se eu visse todos os corpos nus dos meninos da sala, todos saberiam de mim e acabaria que ele ia me zoar ou sei lá! No Minho eu “confiava”...
_Me deixa ver aqui, toma essa camisa, essa calça... – e foi me dando mais coisa.
_Obrigado, mas preciso de tudo isso?
_Sim.
_Vai no quarto chuveiro da direita pra esquerda, do canto da direita.
_Por que nesse em especifico?
_Ele é o único que tem água gelada... O resto só tem água morna ou quente.
Fui andando até o tal chuveiro que só tem água de gelada, tirei minha roupa, liguei o chuveiro... Jesus... Como é bom um banho gelado depois de corre tanto como corri hoje...
_Onew? – me chamou.
_Fala Minho.
_Esqueci de te dar a toalha.
_Coloca em cima da porta do box que eu pego.
_Não, pode molhar ou cair no chão molhado, abre a porta que te dou.
Ai Jesus...
Destranquei a porta e abri, tentei me esconder o máximo atrás dela, mas ele entrou no box completamente nu.
_M-Minho, o que você está fazendo?
_O que estava com vontade há muito tempo.
_Por favor, não...
_Eu sei que você quer também...
Segurou minhas mãos na parede e logo começou a me beijar, chupando meu pescoço, lambendo meu peito, descendo e subindo com sua língua na minha barriga, não pude me controlar, meu membro está dando sinal de vida muito rápido, até o Minho notar, deu um sorrido com satisfação pelo resultado de seu trabalho.
_Então está gostando né?
Voltou a beijar meu pescoço, me soltou, não consegui sair dali, fugir de tanta excitação, aqueles músculos tão bem definidos. Agora sei o porquê o Taemin gosta dele, tão perfeitamente lindo, não posso, o Taemin, não é certo...
_Pensa no Taemin.
_Para de falar nele, fomos eu e você aqui e nós dois queremos isso.
Atacou meu membro o enfiando todo dentro da boca, junto foram suas mãos, uma em meu mamilo e a outra nas minhas bolas, os movimentos de suas bocas eram rápidos, ele sabia o que estava fazendo e sabia muito bem.
_Vai... Me chupa... Vai... – sua mão saiu do mamilo e foi direto pra minha bunda, massageando colocou um de seus dedos na minha entrada, me assustei, mas já que estava ali. – Vai!
Ele me virou pra parede de forma que eu pudesse ficar com minha bunda toda empinada pra ele, me enconchou primeiro. – Você quer tanto assim? – me arrepiando por inteiro.
_Quero o tanto que você quer. — Enfiou o primeiro dedo por completo, aquilo estava me enlouquecendo, não aguentei mais – Mete tudo de uma vez! – não medi palavras pra isso.
_Você que sabe.
Senti a glande do seu membro na minha entrada, respirei fundo e não esperou minha afirmação, enfiou tudo de uma vez, pareceu que eu estava sendo rasgado no meio, ele ficou parou, sem se mexer, toda a dor que estava sentindo se transformou em tesão, aquela sensação ruim agora é puro prazer, mexi meu quadril pra ele começar.
Suas estocar no começo eram lentas, até que eu ordenei que ele metesse mais rápido e com mais força. Ele não pensou duas vezes no que eu disse, os movimentos de vai e vem eram alucinantes. – Ah... Ah... Ah... Vai... Mais... Mete mais... Rápido – parecia uma puta gemendo, com tanto prazer, não consegui me conter, era inevitável não fazer isso. A cada estocada ele batia com a mão na minha bunda.
_Isso... Ah delicia... Bunda gostosa a sua... – ele pegou no meu membro e começou a me masturbar, no mesmo ritmo das suas estocas, eu ia no céu e voltava em todas, até que ele veio lambendo minha nuca. – Eu sei que você gosta disso.
Tirei uma das minhas mãos da parede e coloquei em sua cintura forçando ele a ir com mais força. – Que mais forte? Fica de quatro agora. – Obedeci, coloquei minhas mãos no chão pra me apoiar. Nessa posição facilitou bastante pra ele acertar minha próstata. Suas mãos são tão ágeis como ele, não demorou muito, me desfiz em sua mão, ele a levou até a boca e chupou tudo, depois bateu novamente na minha bunda. Mais algumas estocas, ele se desfez dentro de mim, apertando minha em uma última vez minha bunda. Ele tinha um sorri de prazer continuo.
Virou-me contra a parede e voltar a atacar meu pescoço vorazmente, chupando forte toda a extensão da minha nuca, lambendo minha orelha. – Se você quiser, tem mais que isso, já sabe como me encontrar.
Pegou uma toalha e saiu do box.
Terminei de me secar, coloquei a roupa, me arrumei por completo, e fui até o espelho do vestiário, coloquei minhas mãos na pia.
Não acredito que aconteceu isso, como eu pude deixar? Como vou falar pro Tae? Ele não merece isso, por que o Minho também entrou no box, merda...
_Céus e agora?
Notas finais
OnHo* no chuveiro... Esse foi meu primeiro Lemon que escrevi... O outro tive ajuda de um amigo... Quando comecei a escrever, não tinha experiencia pra coisa quando iniciei no ano passado a fic... Bem é isso ae pessoal!
Agora o negócio vai pega fogo... (coisa démodé -.-)... anyway... Beijos e abraços o/
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