Notas iniciais
Venho por meio deste capítulo para pronunciar algo importantíssimo, estou postando esse capítulo que vós leiras por razões que envolvem leitores fiéis , fidedignos e com beleza acentuada, pois são os aqueles eu prezo. Portanto, estás aqui mais um capítulo desta fanfiction. Obrigado e que tenhas uma prazerosa leitura.

Os preparativos para o jantar estavam sendo finalizado com a vistoria da senhora Lee, que ordenava por do jeito que queria tudo que estava fora do lugar, em sua visão. As empregadas já mal humoradas e cansadas, aturavam os gritos agudos da patroa e arrumava com ela queria. Na correria de uma entrando na cozinha e outra saindo, as mulheres por pouco se trombaram e quase caíram no chão com os enfeites comprados pela mulher histérica que coordenava as outras.

_Senhora Kwon, escute com atenção, essas taças ficam no outro lado da mesa! E esse lindo arranjo de flor fica no meio! – a Lee não acreditava na bagunça feita no local.

Rapidamente a senhora gorducha colocava os objetos nos lugares desejados e fazia uma pausa para um descanso repentino.

_Pesando bem... É melhor tirar a flor do meio, atrapalhará a todos... Coloque-a na sala como um enfeite de boas-vindas. – mudava de ideia e dava mais trabalho à empregada.

Toda a cena era vista por Jinki no topo da escada que se escondia para não ser pego pela mãe para não ajudá-la, ficava só na espreita vendo toda a correria das empregadas.

_Não pense que vai escapar Onew, venha aqui! – o chamou sem olhar para trás.

_Mãe eu tenho que tomar banho e meu arrumar, desculpa, não posso! – correu.

_Esse menino parece o personagem do filme de vimos. – a frase pode ser ouvida com clareza pelo filho mais velho.

Personagem do filme” pensou o moreno ao trancar a porta do quarto. A frase ecoava pela cabeça do moreno.

Deitou em sua cama, olhando para o nada, com o pensamento em outra dimensão, sua cabeça doía com a claridade vinda do andar de baixo da casa e a escuridão que tomava conta do quarto do jovem o abraçando e o acolhendo. Duas das coisas que ele mais precisava ultimamente.

Cobriu-se com o edredom por causa da corrente de ar frio que passava pelo local. Flocos de neve entravam vagarosamente e repulsavam no piso gélido, que Onew resistia em pisar e ir tomar seu banho, mas logo se levantou e em pulos foi fechar a janela que dava uma visão da cidade iluminada pela lua cheia e um céu estrelado que era atrapalhado por algumas nuvens, porém, mesmo assim era uma bela paisagem a se apreciar, que foi rejeitada pelo moreno.

Voltou à cama quente e enfiou sua cabeça embaixo do travesseiro e encolheu as pernas, ficando como uma bola entre o edredom e a cama, sem vontade de sair para nada, só sua respiração era ouvida no cômodo.

Uma imagem tomou conta de sua mente e permanecia convincente que não sumiria dela tão cedo. Uma lágrima pesada foi deixada cair no colchão, seguida de mais outra. De certa forma Jinki queria ficar lembrando e chorando como não houvesse o amanhã, uma solidão bateu em seu peito e permitida entrar com facilidade em um só pedido.

Cruzou os braços no peito e deixou ser levado pela tristeza de lembrar das pessoas, da pessoa. Remexia-se de um lado ao outro, agarrado no edredom como fosse alguém que pudesse ser abraçado e sentir sua súplica de carinho para sair daquilo.

Colocou os dois membros superiores no meio das pernas e encostou a testa no joelho. Os móveis ouviam os soluços de solidão do moreno, mas não andavam por suas formas de madeira.

_Min... – disse baixo, só para ele ouvir.

Sentia-se fraco diante da situação que se deparava, não acreditava que tudo era verdade, queria acordar daquele pesadelo e poder sorriu para o amado. Levou sua mão até o bolso da calça para esquentá-las do frio e se manteve na posição de casulo por longos minutos tortuosos.

Em uma brincadeira até então ingênua, mexia e seu membro. Para distrair-se, qualquer coisa ali seria pretexto para tentar tirar esse pensamento de si, mas arranjou uma brincadeira que o animou, não como estado de espírito.

Com as imagens do dia chuveiro, seu membro acordava gradativamente e Jinki impunha-se como uma distração espontânea e desejosa. Não controlando sua mente que o deslumbrava com sentimentos, prazes, cenas repletas de luxúria. Quando deu por si estava sentado na cama massageando seu membro e a cabeça pendurada para trás, respirando ofegante.

_Ah... Min... Não... – apertava a glande para impedir de ejacular.

Parava com os movimentos crescentes para respirar e prolongar o prazer por mais tempo que conseguia, com uma das mãos em seus testículos, fazia uma dança sincronizada com os batimentos e as pulsações do membro. Em um ato para ter mais prazer em tudo, cuspiu no membro e voltou a massageá-lo com mais facilidade para os movimentos de vai e vem serem mas ligeiros e gostosos, andava com uma mão pela sua barriga indo até seu mamilo direto rígido, acariciava-o e mordia o lábio inferior com uma pressão gostosa.

Tirou sua camisa para ter maior mobilidade no auto prazer. Brincava de fazer carinho em seu pescoço lembrando-se de como Minho o tocava e descendo por sua garganta, indo para seu abdômen que estava ouriçado com os dedos habilidosos do moreno.

Aumentou a velocidade dos movimentos da mão que trabalhava no membro, o fazendo ir para frente e um jato de sêmen atingir seu queixo. Seu coração teve um momento de descanso.

Pressionando a mão no membro para tirar todo o sêmen que ficou no mesmo, levou a boca e degustou seu sabor único. Não acreditava que fizera isso, era doidera demais alguém sentir seu próprio gosto. Mas ele gostou do que engoliu.

oo0oo


_Tae! – gritaram quando viram o ruivo sendo arrastado por Jaejoong.

_Tudo bem com vocês? – foi o que veio a cabeça ao perguntar.

Estava processando o lugar que tinha chegado, era meio escuro, frio. Com a pouca iluminação que era emitida pela grande tela do computador, via Minho e Key no chão em suas posição habituais e doloridas.

Changmin o prendeu juntos com os amigos, que paralelamente encaravam o ruivo mais velho que tinha um sorriso amedrontador. Encontrava-se sentado na cadeira giratória apoiando seus cotovelos nas pernas e os dedos entrelaçados na frente da boca.

_Ora, ora, ora, o que temos aqui? Um Taemin recém pego, um Kibum revoltado e um Minho valentão. Parece até uma coleção isso. – riu maleficamente. – Sabe que dia é hoje? Melhor perguntando... Sabem o que se comemora hoje?

O silêncio ecoou na sala, deixando Jaejoong furioso.

_Respondem! – berrou.

_Natal – Kibum disse baixo, mas alto suficiente para o ruivo escutar.

_Isso mesmo, meu caro Kibum. Obrigado por responder. – fez uma reverencia com a mãe esquerda.

_E vocês sabem quem virá a Seuol?

Key o encarou com o cenho franzido, indicando a resposta ao interrogador, que logo notou a atitude do loiro.

_Além do Kibum, mais alguém sabe? – olhou todos na sala que incluía Yonna, Siwon e Changmin.

Todos balançaram a cabeça negativamente e logo abaixando esperando a bronca em forma de berros. Enganaram-se.

_Para os que não sabem quem virá dar o ar da graça e teremos a honra de ter em solo sul coreano OU NÃO...

_O que você quer dizendo isso Jaejoong? – Kibum perguntou nervoso.

_O que você pode entender. – sorriu sínico. – Onde estava falando? Ah! Quem voltará a sua terra natal é Jonghyun, ainda se lembram dele?

Todos olhando surpresos com o nome dito ali, uns odiaram um pouco e outras temeram com o modo que o ruivo pronunciou o nome do moreno. Jaejoong apertou um botão no teclado do computador e mostrou um vídeo de um avião voando.

_Estão vendo esse aviãozinho lindo aqui voando? – apontou na grande tela. – Nesse avião está Kim Jonghyun e dentro desse avião há mais de cem quilos de bombas espalhadas por ele, que ativarão quando eu apertar esse botão que é mais lindo que o próprio avião. – mostrou um controle perto com um único botão verde no centro. – Quando eu apertar vai fazer CABUM! – seu rosto não tinha expressão. – Será um show pirotécnico como presentinho para Seuol nesse Natal maravilhoso, o que acham? – atitude do ruivo assustava cada mais todos ali na sala.

_O que você quer fazendo isso?! O Jjong não tem nada com a história! – gritou Key.

_Não, é? Veremos... Pense comigo colega... Vejo que a tinta no cabelo não lhe faz bem... – riu sarcástico. – Jonghyun ainda é seu namorado, mas você o traiu com Taemin que namora com Minho e está dando uns pegas em Onew, que eu estava namorando e que me traiu com ele! Todos merecem morrer! – deu um grito final.

_Ele não fez nada! – a cada grito que dava, Key ir perdendo a voz.

_Não, é?! Como você diz isso com tanta certeza?

_Ele não esteve no meio de nós esse tempo todo! – afirmou.

_Eu sei, ele estive na França com seus amigos soldados, certo? – disse olhando suas unhas.

_Sim. – de primeiro momento Kibum não notou a pergunta do ruivo.

_Você acha que ele estaria no meio de um monte de caras, que não veem mulher durante cinco dias e só nos finais de finais eram “liberados” para curtirem a cidade ou voltar para suas casas e não cairia na tentação?

_Ele não teria coragem!

_Será mesmo? Bem... Você teve. – olhou no fundo dos olhos do loiro.

_Eu o conheço muito bem, ele nunca iria fazer isso. – Key já não entendia tudo o que acontecia, suas esperanças e confianças diminuindo a cada palavra dita. – O que você quer fazendo isso? – sua voz foi regressando ao normal.

_Proponho uma divertida brincadeirinha com vocês três para que eu não aperte esse botão. – seu sorriso foi amedrontador até mesmo para Yoona, Siwon e Changmin. – Vocês três terão que fazer coisas para me entreter. – apontou para os reféns.

_Como o que? – perguntou Taemin temendo a resposta de Jaejoong.

_Começando pelo Minho. – olhou o moreno caído. – Forte e bonito... Tanta beleza assim é muita para uma pessoa só, não acham? Bem... – tirou do bolso da calça um canivete. – Minho, me de seus braços... – pediu.

_O que você quer fazer?! – o moreno estava intimidado com a arma branca na mão do ruivo.

_Não está óbvio? Quero de cortar um pouco. – um grito fino foi repercutido na sala vindo de Yoona.

Minho respirou fundo. Uma lágrima foi deixada cair. – Jong, você me deve essa. – indicou que fizesse.

Jaejoong aproximou-se do moreno, puxou as mangas do forte refém, ainda trajando terno, analisou por onde começaria a tortura de Minho. Alisou a pele roxa com a marca das algemas.

Passou a lamina na superfície machucada, aprofundou o corte com o metal afiado, em um gemido fraco, Minho levantou a cabeça com o contado dolorido. A atitude do moreno instigou o ruivo a fazer mais cortes pelo seu braço, grandes; pequenos; profundos; rasos; todos pareciam ser lanças que eram jogadas contar si e acertada nos lugares mais sensíveis.

O sangue escorria em todo o pulso e antebraço do moreno estava banhado pelo líquido fresco e quente que pingava sobre ele, seu rosto lavado pelo seu próprio sangue era limpo por Yoona que tenha os olhos molhados. As lágrimas de dor de Minho eram envolvidas pelo sangue que diluía com rapidez.

Não contente com o resultado, Jaejoong rasgou as calças do moreno, deixando a mostra às pernas bem definas do jovem que as contraiu com a exposição.

_Só os braços não tem graça. – limpou o canivete com um pano branco, que logo ficou com uma coloração avermelhada.

Com a mesma destreza continuou os cortes por toda a perna do moreno que chorava com a dor que era exposto a sentir, na sala não era o único que chorava, Key, Taemin e Yoona estavam aos prantos vendo a cena horrorizados. Não acreditava que Jaejoong estava fazendo aquilo com o jovem com tanta frieza e sem expressar qualquer sentimento em seu rosto.

Em uma brincadeira perversa, o ruivo fazia desenhos e escrevia palavras na pele de Minho que eram embaçadas pelo sangue escorrido. Uma das frases que doera mais em Minho foi “Jaejoong” e um emoticon “;*” gravado em cortes profundos.

A tortura não tinha fim para Minho que pedia em pensamento que tudo acabasse rápido e pudesse sorriu novamente algum dia.

Suas forças foram embora, se jogando contra a parede, estendendo as pernas para amenizar a dor delas e os braços, o mais afastado da parede para não arder com o contato.

_Com ele eu já acabei, até foi divertido. – em uma última limpada no canivete no pano ensanguentado, deixou em cima da mesa junto do teclado do computador. – Quem será o próximo? – fitou Taemin e Kibum.

Yoona prontamente saiu da sala e trouxe um kit de primeiros socorros e limpou todo o sangue de Minho e fez os curativos nos braços e pernas com cuidado, depois da sessão de tortura, Minho não era mais capaz de sentir mais nada.

_Já sei... – sorriu maleficamente. – Será você. – apontou para o próximo.


Notas finais
Demorei mais postei!
O que acharam??
Uma pequena tortura com Minho, com sangue e sofrimento... Estou meio dark, relevem.
Desculpem ae Flamers. Também sou um, mas primeiro sou M.V.P., sacomé ^^
Quem será o próximo? Deem seus palpites! A posta começou!
Até o próximo o/