Notas iniciais
Oi gente.. ~foge das pedras~ Perdão! Sei que demorei pra caramba!! É que me embolei, to escrevendo muita fic de uma vez... Enfim, esse capitulo não ficou lá essas coisas, mas é importante para a história. Espero que gostem, Boa leitura!

- Olá querida! –uma voz afinada se pronunciou. Ergui meu olhar e dei de cara com nada mais, nada menos que a própria Afrodite. Como eu sabia disso? Ela simplesmente era a mais perfeita junção de Alec e Mark. Além da voz irritante e a frescura de uma pessoa mimada, é claro.

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- Querida? –devolvi irônica. – Você faz da minha vida um inferno, e ainda tem a audácia de me chamar de querida?! –continuei, a desafiando. Pelo que parecia, estávamos em um salão de beleza, decorado inteiramente com coisas fofas e rosas.

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- Ah, meu bem... Eu não faço da sua vida um inferno... –ela discordou sorrindo de canto. Meus olhos ardiam de raiva, e eu estava prestes a sacar minha espada e estragar seu rosto perfeito. Dane-se que ela é uma deusa! Já estragou minha vida mesmo!

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- Não, não. Me iludir e manipular os outros não é nada de mais mesmo... –debochei já sacando Traiçoeira.

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- Eu lhe aconselho a baixar a bola. Isso é apenas um sonho, você não me machucará... Ah, sem contar que eu poderia te machucar mesmo com você dormindo, mas... Resolvi ser legal. Afinal, você não quer a deusa do amor como sua inimiga, não? –retrucou expandindo o sorriso de canto. Fechei meus olhos e contei até dez (o que, diga-se de passagem, não ajudou em nada).

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- O que quer comigo? –perguntei com a voz abafada guardando Traiçoeira.

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- Nada de mais... Só uma pequena conversa. –riu e indicou uma cadeira ao seu lado.

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- Não, obrigada, estou muito bem assim. –devolvi cruzando os braços. Ela que espere sentada que eu vá ser gentil com ela.

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- Está bem... Você é teimosa mesmo... –reclamou fazendo uma careta, mas depois colocou aquele sorriso irritante no rosto novamente. – Devo dizer que você é muito esperta! É difícil alguém reparar quando estou manipulando algo ou alguém... –começou seu discurso e senti meu coração diminuir no peito. Então Alec realmente estava sendo manipulado... –No entanto, você conseguiu e ainda o repeliu! –exclamou e quase bateu palmas de empolgação.

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– Olha... Se você quer... –comecei a falar com a voz embargada, mas ela me interrompeu.

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- Não, não. Eu ainda não terminei! Melanie, querida, eu estava mesmo, hum... Manipulando Alec. Mas você não. Nunca te manipulei. Todo o amor que você sente, foi você mesma que criou. Admito que fui um pouco má com você, mas decidi que agora não vou mais interferir. As coisas vão acontecer como tem que acontecer... Mas um conselho: Esqueça o Alec, está bem? E abra seus olhos, o amor que você tanto procura pode estar ao seu lado... –dizendo isso acenou sua mão e eu acordei.

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- Por quê sempre eu?! –murmurei enfiando a cabeça no travesseiro. Ah, bela droga. Agora meu “amor” não é correspondido, e sim platônico.

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Depois de um tempo em que fiquei daquele jeito, resolvi levantar. Pelo aspecto que via pela minha janela, ainda estava de madruga, mas que se dane. Preciso por meus pensamentos em ordem.

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Me troquei colocando uma camiseta do acampamento e uma calça jeans, juntamente com meu all star e uma jaqueta. Tentei pentear meu cabelo (ainda) cor-de-rosa, mas a juba não quis colaborar, então a prendi em um rabo de cavalo. Antes de sair do chalé, vi uma cena super fofa: Emanuel estava quase caindo da cama, babando, e com o cabelo todo desarrumado. Ah, sem contar que ele dorme sem camisa... Ai, céus, que quê eu to pensando?!

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Enfim, saí de meu chalé e fui para a Arena. No caminho tomei cuidado para que as harpias não me visem, e cheguei rapidamente. Saquei traiçoeira, e escolhi um boneco maltrapilho. Imaginei que ele era Afrodite e tentei descarregar toda a minha raiva nele. Isso mesmo, tentei, porque no primeiro golpe que dei ele se desintegrou. Peguei mais vinte bonecos e os coloquei em um círculo, acertando um de cada vez.

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- Coitado dos bonecos, o que eles te fizeram? –escutei uma voz familiar zombar. Como não estava com paciência, sem nem ao menos ver quem era, dei um rápido pulo caindo por cima da pessoa, e a imobilizando com minha espada a centímetros de seu pescoço.

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- Ah... É só você... –murmurei revirando os olhos. Mark é intrometido de mais para o meu gosto.

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- Quem achou que seria? Alec? –zombou e eu que iria tirar minha espada de sua garganta, a aproximei mais.

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- Pare de ler meus pensamentos! –gritei e contando o fato de que eu estava em cima dele, com certeza o ouvido dele ficou doendo. – Mais que droga! Porque você tem que agir assim?! Deixe minha vida pessoal e amorosa em paz! –gritei novamente, saindo de cima dele, tombando para o lado.

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- Eu também gostaria de entender Melanie... –ele respondeu baixinho. Sem eu perceber, algumas lágrimas começaram a cair. Todo o choro que eu vinha segurando desde que acordei veio à tona.

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- Ei, você ta chorando? –ele perguntou se virando para me olhar nos olhos. Pela primeira vez reparei verdadeiramente em o quanto seus olhos são bonitos. O mais incrível verde escuro, um olhar que penetra em você e parece observar sua alma e tudo o que você é.

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Em vez de respondê-lo, eu apenas desviei o olhar, pois senti que se ficasse o observando cairia no perigo de ficar hipnotizada para sempre e (eu sei, sou muito exagerada).

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- O que aconteceu? –ele perguntou se sentando.

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- De que adiantaria eu falar? Você já sabe mesmo... –murmurei me sentando também.

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- Desculpe, só achei que gostaria de desabafar... –ele comentou rindo um pouco, e não foi um comentário maldoso ou ressentido foi apenas isso: um comentário.

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- É que... Eu odeio minha vida. É isso, simples assim. –falei balançando os braços.

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- Não a odeie. A vida é uma das melhores dádivas oferecidas a nós. Sei bem o que falo, pois escuto o sofrimento de quem já não está mais aqui. Sei o quanto é difícil para alguém abandonar tudo que ama. –ele falou e limpou uma de minhas lágrimas. – E além do mais, ele não merece suas lágrimas. –terminou de falar e acariciou meu rosto. Não consegui me segurar e me desabei em lágrimas mais uma vez. Pensei que ele me obrigaria a parar de chorar e lutar com ele, mas, em vez disso, me abraçou. Assim que senti seus braços em volta de meu corpo, senti meu coração se acalmar. Uma súbita paz me preencheu, e parei de chorar. Eu não devia chorar por Alec, como Afrodite mesma disse, esse “amor” é fruto de minha criação, e se eu o criei, posso destruir.

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- Obrigada. Eu sou um peso na sua vida, né? –brinquei quando me separei dele, me levantando.

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- Até que não. –ele respondeu sorrindo. – Mas agora chega de moleza, quero ver você me derrotar... –desafiou sacando uma espada de ferro estígio. Sorri, mas logo meu sorriso desapareceu. No escuro da noite pude ver ao longe um par de olhos azul petróleo nos observando.

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- Que foi? –ele perguntou preocupado. Desviei meu olhar da janela e tentei voltar a sorrir.

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- Nada, só estava vendo o modo mais fácil de te desarmar! –disse e saquei Traiçoeira. Ficamos duelando até os outros campistas acordarem e irem para suas devidas atividades.

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- Já chega! Você ganhou! –Mark falou quando eu estava prestes a acertá-lo na cabeça. De todas as vezes que duelamos, ele não ganhou uma!

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- Amarelando, Mark? –debochei limpando o suor da testa.

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- Mas é claro que não! Eu estou é preservando minha vida! –respondeu também limpando o suor. – Chega, você não está com fome não? –perguntou guardando a espada.

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- Até que estou... –respondi dando de ombros também guardando minha espada.

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Antes de irmos ao pavilhão, fomos cada um para o seu chalé trocar de roupa, já que a que usávamos estava imunda e toda molhada.

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- Onde você estava? –Emanuel perguntou assim que eu entrei no chalé.

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- Por aí... –respondi pegando a minha muda de roupa.

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- E esse “por aí” é com algum garoto? –voltou a questionar.

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- E se for? O que vai fazer? –zombei com um sorriso maroto.

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- Melanie, como seu irmão mais velho, é meu dever te proteger dos caras que...

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- Ah, cala a boca Emanuel. –interrompi-o, pois sabia que se deixasse ele não iria parar de falar nunca. – E assume que ciúmes logo! –brinquei e saí do chalé sem esperar sua resposta.

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Depois de pronta fui para o pavilhão. Chegando lá avistei as meninas e dei apenas um breve aceno, já que seria cansativo de mais ir cumprimentar cada uma. Incrível como eu me sinto muito mais leve depois de ter passado a madrugada duelando. Ta, pode ser que seja pela presença de Mark, mas... Prefiro não pensar nisso, vai que ele escuta?

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- Melzinha! –escutei Pedro gritando da mesa de Ares. Revirei os olhos e mirei meu olhar para sua mesa. Incrível como ele tinha conseguido acabar com o meu humor apenas usando esse apelido ridículo.

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- Que foi Pedro? –indaguei começando a tomar o meu café.

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- Ui, que mau-humor é esse logo de manhã? –ele brincou e revirei os olhos novamente. – Ta, esqueci: Você sempre ta de mau-humor. –continuou me enchendo o saco. – Depois de comer vai lá na Casa Grande que Quíron está te chamando. –comunicou e apenas assenti, como quem quer dizer que entendeu.

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Assim que terminei de comer fui andando lentamente até a Casa Grande. Fala sério, será que eu vou levar mais alguma bronca?

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- Oi Quíron. Você estava me chamando? –questionei assim que cheguei à varanda e vi Quíron jogando cartas com o Sr D.

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- Eu? Não. –ele respondeu sem desviar a atenção das cartas.

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- Não? Mas o... –comecei a falar confusa quando escuto Pedro ao meu lado.

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- Sua louca, o que faz aqui?! Eu tinha falando que a Alice estava te chamando, não Quíron! –ela falou e o encarei confusa.

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- Pedro o que você... –comecei a falar, mas ele me arrastou para longe da Casa Grande. – O que aconteceu garoto?! –indaguei brava.

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- Eu menti, ta? Quíron não estava te chamando, é que eu queria falar com você a sós, mas não gritaria isso para o pavilhão inteiro escutar. –ele explicou e novamente revirei os olhos.

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- Está bem, fale. –incentivei.

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- Quero sua ajuda. E não aceito um não como resposta. –impôs e levantei as sobrancelhas, curiosa. – Sabe sua amiga Luna? Você saberia dizer se ela tem algum interesse por mim? –perguntou e segurei o riso. Se Luna estava interessada nele? Imagina, ontem ela só tinha falado dele o dia inteiro.

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– Por quê? Está apaixonado? –perguntei sorrindo maliciosamente.

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- Apaixonado? Não é pra tanto... –respondeu pensativo.

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- Então esquece, não vou te ajudar a iludi-la. –respondi e já ia sair andando quando ele segurou meu braço, impedindo que eu saísse dali.

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- Por favor! Eu te ajudo no que quiser!! –implorou.

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- No que eu quiser? –respondi pensativa.

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- Hum... É.

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- O.K. Vou ir perguntar algumas coisas para ela... tchau! –falei e saí andando. Mais essa agora, virei cupido.

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No restante do dia eu fiz escalada e aula de vôo (que acho desnecessária para mim, mas...) e depois tomei um rápido banho e me arrumei para o jantar. Decidi que falaria com Luna depois, Pedro não vai morrer se tiver que esperar mais um dia.

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- Heróis! Como todos sabem, hoje é o dia do caça-bandeira. Assim que terminarmos nosso jantar os espero para começar o jogo! Quíron anunciou enquanto jantávamos. Terminei de comer rapidamente e fui para o posto onde os chalés que eram meus aliados me esperavam. Hoje a divisão ficou assim: no time azul os chalés de Atena, Zeus, Hades, Apolo e Hefesto enquanto no time vermelho ficou o de Ares, Poseidon, Afrodite, Hecáte e Hermes.

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- Tudo pronto? –perguntei me aproximando de onde Gabi estava, dando as posições de cada um.

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- Tudo sim. Você vai ficar no ataque, está bem? –Gabi informou e sorri em aprovação.

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- Em suas posições! –Escutei Quíron gritar, e logo depois ouvi o som da trompa. O jogo havia começado.

Notas finais
E aí, o que acharam? Gostaram do mine pedaço Melark? no rpóximo tem mais hehe... Aos que gostam de Melec, não se apavorem, Melanie nunca segue o conselho de alguém, quem dirá Afrodite.. Enfim, já falei de mais! Obrigada por ler! kkkk Beijos!